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Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Brasília, 17 – A Comissão de Agricultura do Senado aprovou hoje o projeto de lei de autoria do ex-senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO) que visa extinguir a Contribuição para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A contribuição, paga por empresas de todos os segmentos da economia, corresponde a 0,2% sobre a folha salarial.

O relator da matéria, senador Jayme Campos (DEM/MT), considera a cobrança uma “anomalia que deveria ser extinta”, pois a grande maioria das empresas está associada a setores que nada têm a ver com a agricultura e a pecuária. Ele cita dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), que indicam que a arrecadação da contribuição somou R$ 680 milhões em 2009 e R$ 767,7 milhões em 2010. Neste ano foram arrecadados R$ 662,6 milhões até setembro e a previsão orçamentária é de chegar a R$ 916,4 milhões no presente exercício.

Jayme Campos lembra que o projeto de lei aprovado nesta quinta-feira pela comissão não altera a contribuição para o Incra de 2,5% sobre a soma da folha mensal dos empregados de empresas do setor agropecuário. “Embora mais elevada, essa contribuição afeta apenas um único segmento da economia, o agropecuário.” Segundo ele, no ano passado, a arrecadação dessa contribuição industrial rural foi de R$ 192 milhões. Em 2011 foram arrecadados R$ 165,7 milhões até setembro. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 229 milhões. O projeto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votado de forma terminativa.

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Brasília, 17 – A Comissão de Agricultura do Senado aprovou hoje o projeto de lei de autoria do ex-senador Ataídes Oliveira (PSDB/TO) que visa extinguir a Contribuição para o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A contribuição, paga por empresas de todos os segmentos da economia, corresponde a 0,2% sobre a folha salarial.

O relator da matéria, senador Jayme Campos (DEM/MT), considera a cobrança uma “anomalia que deveria ser extinta”, pois a grande maioria das empresas está associada a setores que nada têm a ver com a agricultura e a pecuária. Ele cita dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi), que indicam que a arrecadação da contribuição somou R$ 680 milhões em 2009 e R$ 767,7 milhões em 2010. Neste ano foram arrecadados R$ 662,6 milhões até setembro e a previsão orçamentária é de chegar a R$ 916,4 milhões no presente exercício.

Jayme Campos lembra que o projeto de lei aprovado nesta quinta-feira pela comissão não altera a contribuição para o Incra de 2,5% sobre a soma da folha mensal dos empregados de empresas do setor agropecuário. “Embora mais elevada, essa contribuição afeta apenas um único segmento da economia, o agropecuário.” Segundo ele, no ano passado, a arrecadação dessa contribuição industrial rural foi de R$ 192 milhões. Em 2011 foram arrecadados R$ 165,7 milhões até setembro. A previsão orçamentária para este ano é de R$ 229 milhões. O projeto segue para a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde será votado de forma terminativa.

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Número de detidos em marcha anticapitalismo passa de 170 em NY

Polícia impediu que manifestantes chegassem a prédio da Bolsa de Valores.
‘Indignados’ foram expulsos do Parque Zuccotti, em Manhattan, na terça.

Mais de 170 pessoas foram detidas nesta quinta-feira (17) durante protestos anticapitalismo em Nova York, segundo a polícia.

Centenas de manifestantes do movimento Ocupem Wall Street saíram em passeata pelo distrito financeiro de Nova York em direção ao prédio da Bolsa para protestar, no coração do capitalismo norte-americano, contra a desigualdade econômica, e celebrar os dois meses do movimento -que se espalhou por outras cidades americanas e outros países.

A polícia impediu que eles chegassem ao prédio, e houve confronto.

As prisões ocorreram em várias esquinas, quando os manifestantes tentavam passar. Muitos sentaram-se no meio da rua e foram retirados.

Dezenas de policiais formaram barricadas nas ruas estreitas em torno da bolsa e usaram cassetetes para empurrar os manifestantes para a calçada enquanto eles seguiam por uma rua, vindo de um parque próximo, na tentativa de evitar que os trabalhadores do setor financeiro chegassem a seus locais de trabalho.

Gritando ‘Nós somos os 99%’ — uma referência à afirmação de que o sistema político dos EUA beneficia só o 1% de mais ricos — e carregando cartazes onde se lia ‘Nós, o povo’, os manifestantes lotaram uma rua a poucos quarteirões da bolsa de valores, parando o tráfego.Sete policiais ficaram feridos, nenhum gravemente. Elesforam levados ao Bellevue Hospital Center, em Manhattan.

O taxista Mike Tupea, um imigrante romeno, disse que ficou parado no trânsito por 40 minutos.

‘Eu tenho que ganhar a vida. Pago US$ 100 por 12 horas neste táxi. Estou perdendo dinheiro a cada minuto’, disse ele. ‘Eu dou toda a minha simpatia para este movimento, mas deixe-me ganhar o meu dinheiro, deixe as pessoas que trabalham ganhar a vida.’

A manifestação acontece dois dias depois que a polícia expulsou centenas de manifestantes de seu acampamento no Parque Zuccotti, em Manhattan, onde o movimento Ocupem Wall Street nasceu, em 17 de setembro, e provocou manifestações de solidariedade e ocupação de espaços públicos por todo o país.

O movimento também incentivou ações semelhantes em outras partes do mundo. Também houve protestos em outras cidades dos EUA e em Bélgica, Alemanha, Itália, Nigéria, Polônia e Espanha.

Peter Cohen, um antropólogo de Nova York, usava um terno durante o protesto em uma tentativa de melhorar a imagem do movimento.

‘Eu tenho um trabalho e (estou vestindo o terno) porque eu estou cansado da maneira como este movimento tem sido caracterizado como um movimento marginal’, disse Cohen, de 47 anos. ‘Eu não estou à procura de dinheiro, não estou procurando um emprego, não sou um ativista profissional, apenas um cidadão normal.’

Os manifestantes dizem que eles estão irritados porque bilhões de dólares em resgates dados aos bancos durante a recessão permitiram um retorno dos grandes lucros para essas instituições, enquanto os norte-americanos comuns não tiveram alívio do alto desemprego e da economia em dificuldades.

Eles também dizem que o 1% de mais ricos não paga sua justa parcela de impostos.

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

Número de detidos em marcha anticapitalismo passa de 170 em NY

Polícia impediu que manifestantes chegassem a prédio da Bolsa de Valores.
‘Indignados’ foram expulsos do Parque Zuccotti, em Manhattan, na terça.

Mais de 170 pessoas foram detidas nesta quinta-feira (17) durante protestos anticapitalismo em Nova York, segundo a polícia.

Centenas de manifestantes do movimento Ocupem Wall Street saíram em passeata pelo distrito financeiro de Nova York em direção ao prédio da Bolsa para protestar, no coração do capitalismo norte-americano, contra a desigualdade econômica, e celebrar os dois meses do movimento -que se espalhou por outras cidades americanas e outros países.

A polícia impediu que eles chegassem ao prédio, e houve confronto.

As prisões ocorreram em várias esquinas, quando os manifestantes tentavam passar. Muitos sentaram-se no meio da rua e foram retirados.

Dezenas de policiais formaram barricadas nas ruas estreitas em torno da bolsa e usaram cassetetes para empurrar os manifestantes para a calçada enquanto eles seguiam por uma rua, vindo de um parque próximo, na tentativa de evitar que os trabalhadores do setor financeiro chegassem a seus locais de trabalho.

Gritando ‘Nós somos os 99%’ — uma referência à afirmação de que o sistema político dos EUA beneficia só o 1% de mais ricos — e carregando cartazes onde se lia ‘Nós, o povo’, os manifestantes lotaram uma rua a poucos quarteirões da bolsa de valores, parando o tráfego.Sete policiais ficaram feridos, nenhum gravemente. Elesforam levados ao Bellevue Hospital Center, em Manhattan.

O taxista Mike Tupea, um imigrante romeno, disse que ficou parado no trânsito por 40 minutos.

‘Eu tenho que ganhar a vida. Pago US$ 100 por 12 horas neste táxi. Estou perdendo dinheiro a cada minuto’, disse ele. ‘Eu dou toda a minha simpatia para este movimento, mas deixe-me ganhar o meu dinheiro, deixe as pessoas que trabalham ganhar a vida.’

A manifestação acontece dois dias depois que a polícia expulsou centenas de manifestantes de seu acampamento no Parque Zuccotti, em Manhattan, onde o movimento Ocupem Wall Street nasceu, em 17 de setembro, e provocou manifestações de solidariedade e ocupação de espaços públicos por todo o país.

O movimento também incentivou ações semelhantes em outras partes do mundo. Também houve protestos em outras cidades dos EUA e em Bélgica, Alemanha, Itália, Nigéria, Polônia e Espanha.

Peter Cohen, um antropólogo de Nova York, usava um terno durante o protesto em uma tentativa de melhorar a imagem do movimento.

‘Eu tenho um trabalho e (estou vestindo o terno) porque eu estou cansado da maneira como este movimento tem sido caracterizado como um movimento marginal’, disse Cohen, de 47 anos. ‘Eu não estou à procura de dinheiro, não estou procurando um emprego, não sou um ativista profissional, apenas um cidadão normal.’

Os manifestantes dizem que eles estão irritados porque bilhões de dólares em resgates dados aos bancos durante a recessão permitiram um retorno dos grandes lucros para essas instituições, enquanto os norte-americanos comuns não tiveram alívio do alto desemprego e da economia em dificuldades.

Eles também dizem que o 1% de mais ricos não paga sua justa parcela de impostos.

Incra pode perder contribuição de 0,2% sobre folha salarial

EUA têm dados divergentes sobre construção de moradias em outubro

WASHINGTON, 17 Nov 2011 (AFP) -O governo americano publicou nesta quinta-feira cifras divergentes para o setor de moradias. O país anunciou para outubro uma queda no início de obras e uma forte recuperação dos pedidos de permissão para construção.

A iniciativa de obras de moradias recuou 0,3% em relação a setembro, segundo dados corrigidos por variações sazonais, disse o Departamento do Comércio, cujo índice de construção caiu em outubro a 628.000 novas construções, segundo cifras anualizadas.

Esta redução foi menor que o previsto pelos analistas, cuja estimativa mediana situava o índice a 604.000, mas o Comércio revisou para baixo sua estimativa de incremento de setembro para a metade, a 7,7%.

Segundo estas cifras, o retrocesso de outubro foi provocado por uma queda de 8,3% no setor de moradias coletivas, após um salto de 35% em setembro. Por outro lado, num sinal alentador para o setor, os pedidos de permissão para construção de moradias subiram em outubro 10,9% em relação à setembro, a alta mais forte desde dezembro de 2010, superando as previsões dos analistas.

Segundo o governo, o incremento dos pedidos foi impulsionado por um salto de 24,4% no setor de moradias coletivas (que não se produzia desde junho de 2008). As autorizações para a construção de moradias individuais subiram 5,1%, sua maior alta desde dezembro de 2010.  Para os economistas do RDQ Economics, “a construção de moradias já não deve ser um freio para a atividade (econômica do país) no futuro”.  Patrick Newport, de IHS Global Insight, se felicitou ao ver “finalmente boas notícias no setor de moradias”, no qual se originou a crise.

Segundo o analista, os dados de Comércio apontam provas adicionais de que “finalmente o mercado de moradias individuais está saindo do atoleiro e que o setor de moradias coletivas mantém sua tendência de melhoria lenta”, o que permite “esperar boas cifras sobre o início de obras” em novembro e em dezembro.