NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Curitiba – Os trabalhadores da Votorantim Cimentos do município de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, decidiram aceitar a proposta de reajuste salarial da empresa e desistiram de realizar uma greve por tempo indeterminado que iniciaria nesta semana. A empresa ofereceu 8,79% de aumento, sendo 2% deste total de aumento real. Além disso, a cesta básica será reajustada de R$ 164 para R$ 250. 

”A proposta avançou, mas queríamos um pouco mais. O ideal seria 5% de aumento real”, disse o presidente do Sindicato do Cimento, Cal e Gesso de Rio Branco do Sul (Simencal), Manoel Vaz de Oliveira. 

No dia 10 de novembro, os trabalhadores tinham decidido entrar em greve depois de realizar uma assembleia, mas como a empresa apresentou uma nova proposta, voltaram atrás na decisão. A fábrica de Rio Branco do Sul, localizada a 22 km de Curitiba, tem 630 trabalhadores. A unidade industrial do Paraná produz 4 milhões de toneladas de cimento por ano.

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Curitiba – Os trabalhadores da Votorantim Cimentos do município de Rio Branco do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, decidiram aceitar a proposta de reajuste salarial da empresa e desistiram de realizar uma greve por tempo indeterminado que iniciaria nesta semana. A empresa ofereceu 8,79% de aumento, sendo 2% deste total de aumento real. Além disso, a cesta básica será reajustada de R$ 164 para R$ 250. 

”A proposta avançou, mas queríamos um pouco mais. O ideal seria 5% de aumento real”, disse o presidente do Sindicato do Cimento, Cal e Gesso de Rio Branco do Sul (Simencal), Manoel Vaz de Oliveira. 

No dia 10 de novembro, os trabalhadores tinham decidido entrar em greve depois de realizar uma assembleia, mas como a empresa apresentou uma nova proposta, voltaram atrás na decisão. A fábrica de Rio Branco do Sul, localizada a 22 km de Curitiba, tem 630 trabalhadores. A unidade industrial do Paraná produz 4 milhões de toneladas de cimento por ano.

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

No País, o banco pretende alcançar R$ 60 bilhões em financiamentos até o final do ano 

Curitiba – A Caixa Econômica Federal pretende atingir a marca de R$ 60 bilhões em contratações de crédito para empresas até o final do ano. Só para os meses de novembro e dezembro, foi disponibilizado um total de R$ 10 bilhões, destinados tanto para o financiamento de capital de giro, quanto para a realização de investimentos. 

No Paraná, a expectativa do gerente regional do banco em Curitiba, Vilmar Smidarle, é a liberação de R$ 3,4 bilhões de crédito para empresas até o final de 2011. Este volume será 40% maior do que no ano passado. Segundo ele, este crescimento deve ocorrer porque o banco está trabalhando para crescer no mercado de pessoa jurídica e pretende alcançar 6,3% de market share nesta área até o final de 2011.


Além disso, ele destacou que ”o cenário é de bastante confiança no mercado nacional e no crescimento e desenvolvimento do Brasil”. Smidarle disse que, no final do ano, aumenta a procura por crédito por parte das empresas com o objetivo de se prepararem para as vendas de final de ano, montarem estoques e pagarem o 13º salário para os funcionários. ”A crise internacional ainda não chegou no Brasil e, se chegar, vamos superar como já aconteceu com a crise de 2008”, afirmou. Smidarle acredita que a procura maior por crédito mostra que as empresas estão crescendo e gerando mais empregos. ”É um ciclo virtuoso de crescimento”, afirmou. 

Segundo ele, em outubro e novembro, as empresas buscam linhas de financiamento principalmente para capital de giro com prazo de 12 a 24 meses. Para 2012, ainda não há uma expectativa do montante que deve ser emprestado de crédito. ”A ideia é crescer e aumentar o market share”, afirmou. A Caixa oferece crédito para micro, pequenas e grandes empresas. 

Brasil 

A expectativa do banco é que os destaques serão as linhas de financiamento de capital de giro e de crédito rotativo, cuja soma das contratações deve chegar a cerca de R$ 5,6 bilhões, nos últimos dois meses do ano. O objetivo é ajudar as empresas, neste período do ano, em que há aquecimento das vendas por causa do pagamento do 13º salário e da proximidade com as festas de final de ano. 

”A ampliação das linhas de financiamento, para a produção e para o investimento, é um importante instrumento para atenuar os efeitos da crise financeira sobre a renda e o emprego”, analisou o presidente da Caixa, Jorge Hereda. 

No País, de janeiro a outubro, o destaque fica por conta dos recursos aplicados em capital de giro. As linhas mais procuradas são o Crédito Especial Empresa, com contratações da ordem de R$ 18 bilhões; a Conta Garantida, com R$ 6,9 bilhões; e o Cheque Empresa Caixa (rotativo), com R$ 6,4 bilhões contratados. No Paraná, de janeiro a setembro foram R$ 2,6 bilhões de crédito para capital de giro e investimentos. 

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Caixa deve liberar R$ 3,4 bi em crédito para empresas no Paraná

No País, o banco pretende alcançar R$ 60 bilhões em financiamentos até o final do ano 

Curitiba – A Caixa Econômica Federal pretende atingir a marca de R$ 60 bilhões em contratações de crédito para empresas até o final do ano. Só para os meses de novembro e dezembro, foi disponibilizado um total de R$ 10 bilhões, destinados tanto para o financiamento de capital de giro, quanto para a realização de investimentos. 

No Paraná, a expectativa do gerente regional do banco em Curitiba, Vilmar Smidarle, é a liberação de R$ 3,4 bilhões de crédito para empresas até o final de 2011. Este volume será 40% maior do que no ano passado. Segundo ele, este crescimento deve ocorrer porque o banco está trabalhando para crescer no mercado de pessoa jurídica e pretende alcançar 6,3% de market share nesta área até o final de 2011.


Além disso, ele destacou que ”o cenário é de bastante confiança no mercado nacional e no crescimento e desenvolvimento do Brasil”. Smidarle disse que, no final do ano, aumenta a procura por crédito por parte das empresas com o objetivo de se prepararem para as vendas de final de ano, montarem estoques e pagarem o 13º salário para os funcionários. ”A crise internacional ainda não chegou no Brasil e, se chegar, vamos superar como já aconteceu com a crise de 2008”, afirmou. Smidarle acredita que a procura maior por crédito mostra que as empresas estão crescendo e gerando mais empregos. ”É um ciclo virtuoso de crescimento”, afirmou. 

Segundo ele, em outubro e novembro, as empresas buscam linhas de financiamento principalmente para capital de giro com prazo de 12 a 24 meses. Para 2012, ainda não há uma expectativa do montante que deve ser emprestado de crédito. ”A ideia é crescer e aumentar o market share”, afirmou. A Caixa oferece crédito para micro, pequenas e grandes empresas. 

Brasil 

A expectativa do banco é que os destaques serão as linhas de financiamento de capital de giro e de crédito rotativo, cuja soma das contratações deve chegar a cerca de R$ 5,6 bilhões, nos últimos dois meses do ano. O objetivo é ajudar as empresas, neste período do ano, em que há aquecimento das vendas por causa do pagamento do 13º salário e da proximidade com as festas de final de ano. 

”A ampliação das linhas de financiamento, para a produção e para o investimento, é um importante instrumento para atenuar os efeitos da crise financeira sobre a renda e o emprego”, analisou o presidente da Caixa, Jorge Hereda. 

No País, de janeiro a outubro, o destaque fica por conta dos recursos aplicados em capital de giro. As linhas mais procuradas são o Crédito Especial Empresa, com contratações da ordem de R$ 18 bilhões; a Conta Garantida, com R$ 6,9 bilhões; e o Cheque Empresa Caixa (rotativo), com R$ 6,4 bilhões contratados. No Paraná, de janeiro a setembro foram R$ 2,6 bilhões de crédito para capital de giro e investimentos. 

Funcionários da Votorantim desistem da greve

Aviso prévio maior vale só para empregado, diz ministério

Para o Ministério do Trabalho, a nova lei que amplia o aviso prévio de 30 para até 90 dias, sancionada no mês passado pela presidente Dilma Rousseff, é válida somente no caso dos trabalhadores, e não dos empregadores. Ou seja, o funcionário que pede demissão não estaria obrigado a cumprir um aviso prévio superior a 30 dias, não importando o tempo que tenha trabalhado na empresa. É o que diz um memorando interno da Secretaria de Relações do Trabalho.

O Ministério do Trabalho confirma a existência do memorando, mas faz a ressalva de que não se trata da posição oficial da pasta. O texto seria apenas uma orientação preliminar para os servidores das superintendências regionais, e um decreto, portaria ou instrução normativa ainda pode ser publicado pelo governo para esclarecer oficialmente dúvidas sobre a nova lei.

Além da dúvida em relação à validade da nova legislação também para as empresas, não foi resolvida a lacuna do texto referente à retroatividade da lei para os trabalhadores demitidos nos últimos dois anos.