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DO ESTADO DO PARANÁ

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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

Curitiba – Os funcionários da Copel estão em processo de negociação salarial com a empresa. Por enquanto, apenas os trabalhadores de Curitiba e Cascavel conseguiram concluir o reajuste da data-base que é em 1º de outubro. Eles obtiveram apenas a reposição da inflação (7,30%). Também há outros sindicatos do Paraná que representam funcionários de outras regiões do Estado que ainda não fecharam a convenção coletiva de trabalho. 

O presidente dos Eletricitários de Curitiba (Sindenel), Alexandre Donizete Martins, informou que os trabalhadores conseguiram também um aumento de 9,65% no vale alimentação e um abono de dois salários. Eles reivindicavam aumento real de 4%. 

O sindicalista destacou que 90% do setor elétrico no Brasil conseguiu aumento real nos salários. Segundo ele, a Copel alegou que não poderia oferecer um reajuste maior porque realizou a revisão do plano de carreira que levou a um aumento de 10% nos gastos da folha de pagamento. Ainda de acordo com ele, os funcionários acumulam uma perda salarial de 16% desde 1994. 

A Copel conta hoje com 9.076 trabalhadores. Ainda estão em negociação os sindicatos de Londrina, Maringá, Cornélio Procópio, o dos Eletricitários do Paraná (que representa algumas cidades do interior do Estado) e o Sindicato dos Técnicos do Paraná. A Copel foi procurada pela reportagem, mas não retornou até o fechamento desta edição. (A.B.)

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

Curitiba – Os funcionários da Copel estão em processo de negociação salarial com a empresa. Por enquanto, apenas os trabalhadores de Curitiba e Cascavel conseguiram concluir o reajuste da data-base que é em 1º de outubro. Eles obtiveram apenas a reposição da inflação (7,30%). Também há outros sindicatos do Paraná que representam funcionários de outras regiões do Estado que ainda não fecharam a convenção coletiva de trabalho. 

O presidente dos Eletricitários de Curitiba (Sindenel), Alexandre Donizete Martins, informou que os trabalhadores conseguiram também um aumento de 9,65% no vale alimentação e um abono de dois salários. Eles reivindicavam aumento real de 4%. 

O sindicalista destacou que 90% do setor elétrico no Brasil conseguiu aumento real nos salários. Segundo ele, a Copel alegou que não poderia oferecer um reajuste maior porque realizou a revisão do plano de carreira que levou a um aumento de 10% nos gastos da folha de pagamento. Ainda de acordo com ele, os funcionários acumulam uma perda salarial de 16% desde 1994. 

A Copel conta hoje com 9.076 trabalhadores. Ainda estão em negociação os sindicatos de Londrina, Maringá, Cornélio Procópio, o dos Eletricitários do Paraná (que representa algumas cidades do interior do Estado) e o Sindicato dos Técnicos do Paraná. A Copel foi procurada pela reportagem, mas não retornou até o fechamento desta edição. (A.B.)

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

CNI: Indústria de transformação é a mais pessimista com piora da crise

BRASÍLIA – A indústria de transformação é a mais pessimista em relação aos impactos no setor com a piora no cenário econômico mundial. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 41,3% dos empresários deste ramo de atividade acreditam que os efeitos de um agravamento da crise serão piores ou iguais a 2008-2009.

Em seguida, vem o setor de construção civil, no qual 38% dos entrevistados creem nos impactos mais graves ou semelhantes aos da recessão de quatro anos atrás. A indústria extrativa registrou pessimismo um pouco menor (32,6%). Considerando todos os setores industriais, a média do indicador foi de 40%.

A análise da CNI é que a indústria saiu da crise de 2008 com ‘algumas sequelas’. ‘A produção ainda não ultrapassou ainda aquele pico de 2008’, afirmou o gerente de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Os dados da sondagem especial Cenário Econômico Mundial revelaram também que 61% dos empresários acreditam na extensão da crise até meados ou fim de 2012.

O agravamento da crise econômica, na opinião dos empresários, deve afetar com mais força a demanda externa e o acesso ao crédito. Castelo Branco defende a criação de medidas para ‘minimizar os efeitos no Brasil’, por exemplo, com a ‘criação de linhas especiais [de crédito] para substituir eventuais linhas externas que venham a sofrer dificuldades’.

(Thiago Resende | Valor)

 

Copel: Trabalhadores negociam reajuste salarial

CNI: Indústria de transformação é a mais pessimista com piora da crise

BRASÍLIA – A indústria de transformação é a mais pessimista em relação aos impactos no setor com a piora no cenário econômico mundial. De acordo com pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 41,3% dos empresários deste ramo de atividade acreditam que os efeitos de um agravamento da crise serão piores ou iguais a 2008-2009.

Em seguida, vem o setor de construção civil, no qual 38% dos entrevistados creem nos impactos mais graves ou semelhantes aos da recessão de quatro anos atrás. A indústria extrativa registrou pessimismo um pouco menor (32,6%). Considerando todos os setores industriais, a média do indicador foi de 40%.

A análise da CNI é que a indústria saiu da crise de 2008 com ‘algumas sequelas’. ‘A produção ainda não ultrapassou ainda aquele pico de 2008’, afirmou o gerente de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco. Os dados da sondagem especial Cenário Econômico Mundial revelaram também que 61% dos empresários acreditam na extensão da crise até meados ou fim de 2012.

O agravamento da crise econômica, na opinião dos empresários, deve afetar com mais força a demanda externa e o acesso ao crédito. Castelo Branco defende a criação de medidas para ‘minimizar os efeitos no Brasil’, por exemplo, com a ‘criação de linhas especiais [de crédito] para substituir eventuais linhas externas que venham a sofrer dificuldades’.

(Thiago Resende | Valor)

 

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IBGE antecipa divulgação e diz que IPCA recuou para 0,43% em outubro

Divulgação da inflação oficial estava prevista para esta sexta-feira.
Segundo IBGE, dado foi publicado por falha no sistema de publicação.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país usada como base para as metas do governo, desacelerou e recuou para 0,43% em outubro, informou nesta quinta-feira (9) o IBGE. Em setembro, o índice ficou em 0,53%, após subir 0,37% em agosto.

A divulgação do IPCA de outubro estava prevista para esta sexta-feira (10), mas foi antecipada pelo IBGE após uma “falha no sistema de publicação” no site do órgão, que permitiu que alguns usuários tivessem acesso antecipado aos resultados de indicadores econômicos que seriam divulgados apenas nesta sexta-feira.

Segundo a assessoria de imprensa do IBGE, somente os títulos dos comunicados das pesquisas que seriam anunciadas nesta sexta-feira vazaram. Somente nesta sexta-feira o IBGE deverá dar mais explicações sobre o vazamento.

O IBGE também antecipou que Índice Nacional da Construção Civil variou 0,38% em outubro e que o emprego industrial variou -0,4% em setembro.

O detalhamento dos indicadores só será divulgado nesta sexta-feira. Mas com a alta de 0,43% em outubro, a inflação acumulada no ano chega a 5,4%. O teto da meta do Banco Central é de 6,5%.

Confira a íntegra da nota do IBGE:

“Uma falha no sistema de publicação de informações no site do IBGE permitiu que alguns usuários tivessem acesso antecipado aos resultados de indicadores econômicos que seriam divulgados apenas amanhã (11/11), às 9h.

Por este motivo e de acordo com o princípio de igualdade de acesso à informação pública, o IBGE está divulgando hoje (10/11) os seguintes números:

– Índice Nacional da Construção Civil varia 0,38% em outubro
– Emprego industrial varia -0,4% em setembro
– IPCA de outubro fica 0,43%

Os resultados completos desses indicadores estarão disponíveis amanhã (11/11), às 9h, no site do IBGE.”