por master | 10/11/11 | Notícias NCST/PR
O I Encontro de Dirigentes Sindicais filiados a CONTRICOM, que aconteceu em São Luis no Maranhão no dia 27 de outubro de 2011, superou todas as nossas expectativas.
Inicialmente programado para cinqüenta pessoas, o evento contou com a participação de 74 dirigentes sindicais de 14 Estados (Amazonas, Bahia, Ceara, Goiás e Tocantins, Maranhão, Pará e Amapá, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).
Os temas debatidos no Encontro foram: O movimento Sindical e o Congresso Nacional; Os Acidentes de Trabalho na Construção; A informalidade no setor da Construção e do Mobiliário e A terceirização no ramo da Construção e do Mobiliário, que foi bastante elogiado pelos participantes.
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por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Apesar da alta taxa de desemprego, que caiu de 9,1% em setembro para 9% em outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho dos EUA, alguns setores da economia americana sofrem com falta de mão-de-obra especializada.
Em áreas como tecnologia da informação, mineração, serviços de saúde e indústria manufatureira, empregadores relatam dificuldade em conseguir profissionais com a qualificação necessária.
Uma pesquisa recente feita pela consultoria Deloitte em conjunto com o Manufacturing Institute, entidade que representa o setor manufatureiro, calcula que 600 mil vagas permanecem abertas na indústria manufatureira porque os empregadores não conseguem encontrar funcionários o nível de instrução desejada.
O problema da falta de mão-de-obra especializada não é novo nos Estados Unidos. Mas o fato de que persiste mesmo em um momento em que 13,9 milhões de americanos estão desempregados surpreende alguns analistas.
“Algumas pessoas acham estranha a ideia de que os empregadores possam ter dificuldade em recrutar profissionais especializados em um momento em que há tanto excesso de trabalhadores procurando por empregos”, disse à BBC Brasil a analista Madeleine Sumption, do Migration Policy Institute, em Washington.
“Mas o alto desemprego não significa que certos profissionais especializados não sejam difíceis de encontrar. Há algumas ocupações específicas em que a demanda permanece muito forte”, afirma.
“De certo modo, estamos limitando um recurso enorme com o qual sempre havíamos contado, que é a imigração de engenheiros, cientistas e outros profissionais altamente especializados para se unirem à força de trabalho dos Estados Unidos”
Gary Gereffi, diretor do Centro de Globalização, Governança e Competitividade da Duke University
Imigrantes
Sumption cita dados do setor de saúde, onde a taxa de desemprego para profissionais especializados é de 3%, bem menor que o total de 9%. “Esta é uma economia que ainda está à procura de trabalhadores. Geralmente, profissionais altamente especializados.”
Segundo a analista, diante desse cenário, muitos profissionais de outros países podem pensar em imigrar para os Estados Unidos e aproveitar a oportunidade.
Sumption alerta, no entanto, que profissionais de outros países podem enfrentar dificuldades, como adaptar a licença para exercer a profissão às regras americanas.
Em outros casos, diz Sumption, a capacitação e a experiência dos imigrantes podem não ser as mesmas exigidas pelo mercado americano, o que obrigaria os trabalhadores estrangeiros a investir em nova capacitação.
Outra barreira pode ser o idioma. “Algumas pessoas podem ter o conhecimento técnico necessário, mas se não falam inglês, não conseguirão exercer sua profissão aqui.”
O professor Gary Gereffi, diretor do Centro de Globalização, Governança e Competitividade da Duke University, observa que há também um problema da “fuga de cérebros a contrário” nos Estados Unidos.
O aumento das restrições a vistos para imigrantes após os atentados de 11 de setembro de 2001 fez com que muitos profissionais estrangeiros voltassem a seus países de origem após fazer Mestrado ou Doutorado em universidades americanas.
“De certo modo, estamos limitando um recurso enorme com o qual sempre havíamos contado, que é a imigração de engenheiros, cientistas e outros profissionais altamente especializados para se unirem à força de trabalho dos Estados Unidos”, afirma Gereffi.
Guerra por talentos
De acordo com o professor Arie Lewin, da Fuqua School of Business da Duke University, na Carolina do Norte, as empresas americanas enfrentam uma “guerra por talentos”.
Um estudo conduzido por Lewin concluiu que, quando muitas empresas começaram a demitir engenheiros em 2009, no auge da recessão, provocando um aumento na taxa de desemprego para a categoria, elas na verdade estavam descartando profissionais que não eram considerados os melhores em suas áreas.
“Por um lado, as empresas estão aprendendo a operar com menos engenheiros e a contratar profissionais temporariamente, para projetos específicos. Ao mesmo tempo, elas estão cortando funcionários que são bons, mas não são os melhores”, disse Lewin à BBC Brasil.
A falta de mão-de-obra especializada é também apontada pelo estudo de Lewin como um dos principais motivos que levam muitas empresas a terceirizar suas atividades para outros países.
Lewin observa que até mesmo empresas de médio porte estão aumentando seus investimentos em terceirização e alerta para o risco de que a “guerra por talentos” já tenha se transformado em um problema global.
De acordo com Gereffi, o problema também é de demanda, e não tanto de oferta de mão-de-obra especializada, já que há muitas pessoas com especialização que estão desempregadas ou subempregadas.
“Uma vez que esteja claro onde a demanda estará, onde o governo e as empresas privadas planejam investir, acredito que, com tantas boas instituições acadêmicas, poderemos gerar os talentos necessários”, afirma.
Especialistas temem os efeitos de longo prazo, caso a carência de profissionais especializados se mantenha no mercado de trabalho americano por muito tempo.
“Mais e mais inovação será feita fora dos Estados Unidos”, diz Lewin.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Apesar da alta taxa de desemprego, que caiu de 9,1% em setembro para 9% em outubro, segundo dados divulgados nesta sexta-feira pelo Departamento do Trabalho dos EUA, alguns setores da economia americana sofrem com falta de mão-de-obra especializada.
Em áreas como tecnologia da informação, mineração, serviços de saúde e indústria manufatureira, empregadores relatam dificuldade em conseguir profissionais com a qualificação necessária.
Uma pesquisa recente feita pela consultoria Deloitte em conjunto com o Manufacturing Institute, entidade que representa o setor manufatureiro, calcula que 600 mil vagas permanecem abertas na indústria manufatureira porque os empregadores não conseguem encontrar funcionários o nível de instrução desejada.
O problema da falta de mão-de-obra especializada não é novo nos Estados Unidos. Mas o fato de que persiste mesmo em um momento em que 13,9 milhões de americanos estão desempregados surpreende alguns analistas.
“Algumas pessoas acham estranha a ideia de que os empregadores possam ter dificuldade em recrutar profissionais especializados em um momento em que há tanto excesso de trabalhadores procurando por empregos”, disse à BBC Brasil a analista Madeleine Sumption, do Migration Policy Institute, em Washington.
“Mas o alto desemprego não significa que certos profissionais especializados não sejam difíceis de encontrar. Há algumas ocupações específicas em que a demanda permanece muito forte”, afirma.
“De certo modo, estamos limitando um recurso enorme com o qual sempre havíamos contado, que é a imigração de engenheiros, cientistas e outros profissionais altamente especializados para se unirem à força de trabalho dos Estados Unidos”
Gary Gereffi, diretor do Centro de Globalização, Governança e Competitividade da Duke University
Imigrantes
Sumption cita dados do setor de saúde, onde a taxa de desemprego para profissionais especializados é de 3%, bem menor que o total de 9%. “Esta é uma economia que ainda está à procura de trabalhadores. Geralmente, profissionais altamente especializados.”
Segundo a analista, diante desse cenário, muitos profissionais de outros países podem pensar em imigrar para os Estados Unidos e aproveitar a oportunidade.
Sumption alerta, no entanto, que profissionais de outros países podem enfrentar dificuldades, como adaptar a licença para exercer a profissão às regras americanas.
Em outros casos, diz Sumption, a capacitação e a experiência dos imigrantes podem não ser as mesmas exigidas pelo mercado americano, o que obrigaria os trabalhadores estrangeiros a investir em nova capacitação.
Outra barreira pode ser o idioma. “Algumas pessoas podem ter o conhecimento técnico necessário, mas se não falam inglês, não conseguirão exercer sua profissão aqui.”
O professor Gary Gereffi, diretor do Centro de Globalização, Governança e Competitividade da Duke University, observa que há também um problema da “fuga de cérebros a contrário” nos Estados Unidos.
O aumento das restrições a vistos para imigrantes após os atentados de 11 de setembro de 2001 fez com que muitos profissionais estrangeiros voltassem a seus países de origem após fazer Mestrado ou Doutorado em universidades americanas.
“De certo modo, estamos limitando um recurso enorme com o qual sempre havíamos contado, que é a imigração de engenheiros, cientistas e outros profissionais altamente especializados para se unirem à força de trabalho dos Estados Unidos”, afirma Gereffi.
Guerra por talentos
De acordo com o professor Arie Lewin, da Fuqua School of Business da Duke University, na Carolina do Norte, as empresas americanas enfrentam uma “guerra por talentos”.
Um estudo conduzido por Lewin concluiu que, quando muitas empresas começaram a demitir engenheiros em 2009, no auge da recessão, provocando um aumento na taxa de desemprego para a categoria, elas na verdade estavam descartando profissionais que não eram considerados os melhores em suas áreas.
“Por um lado, as empresas estão aprendendo a operar com menos engenheiros e a contratar profissionais temporariamente, para projetos específicos. Ao mesmo tempo, elas estão cortando funcionários que são bons, mas não são os melhores”, disse Lewin à BBC Brasil.
A falta de mão-de-obra especializada é também apontada pelo estudo de Lewin como um dos principais motivos que levam muitas empresas a terceirizar suas atividades para outros países.
Lewin observa que até mesmo empresas de médio porte estão aumentando seus investimentos em terceirização e alerta para o risco de que a “guerra por talentos” já tenha se transformado em um problema global.
De acordo com Gereffi, o problema também é de demanda, e não tanto de oferta de mão-de-obra especializada, já que há muitas pessoas com especialização que estão desempregadas ou subempregadas.
“Uma vez que esteja claro onde a demanda estará, onde o governo e as empresas privadas planejam investir, acredito que, com tantas boas instituições acadêmicas, poderemos gerar os talentos necessários”, afirma.
Especialistas temem os efeitos de longo prazo, caso a carência de profissionais especializados se mantenha no mercado de trabalho americano por muito tempo.
“Mais e mais inovação será feita fora dos Estados Unidos”, diz Lewin.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Um estudo elaborado por uma empresa especializada no mercado imobiliário mundial afirma que o setor brasileiro seguiu “pegando fogo” no terceiro trimestre de 2011, apesar de alguns movimentos de retração no continente americano.
Um relatório divulgado na segunda-feira pela consultoria Real Capital Analytics (RCA), baseada em Nova York, afirma que o volume de vendas de propriedades no Brasil atingiu o recorde de US$ 3,5 bilhões no terceiro trimestre de 2011.
A pesquisa da RCA analisa vendas de propriedades em 37 países com valores acima de US$ 10 milhões – na maioria, grandes propriedades como terrenos, prédios comerciais, industriais, residenciais e hotéis.
Na região das Américas, o estudo afirma que o volume de vendas de propriedades cresceu 35% no terceiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano anterior.
No entanto, o desempenho nos países americanos no terceiro trimestre foi mais fraco do que durante o resto de 2011. O ritmo de crescimento nas vendas de propriedades caiu pela metade no terceiro trimestre.
A desaceleração na região foi provocada por um movimento de baixa no mercado de hipotecas nos Estados Unidos. Já a América Latina e o Brasil permanecem com o mercado aquecido, segundo a RCA.
“A América Latina é o único local [da região] com momento positivo. O Brasil continuou pegando fogo, com o volume no terceiro trimestre atingindo o recorde de US$ 3,5 bilhões, logo atrás do Canadá, que está em desaquecimento”, afirma o relatório da empresa, que também destaca movimentos positivos no Chile e no México.
Estrangeiros na China e no Brasil
De acordo com o levantamento, o volume de vendas de propriedades cresceu 34% em todo o mundo no terceiro trimestre de 2011, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A RCA diz que o volume total de vendas de propriedades em 2011 – US$ 568 bilhões – já é superior a todo o ano de 2008, quando estourou a bolha imobiliária nos Estados Unidos.
O relatório também afirma que o Brasil e a China continuam sendo destinos preferidos de investidores que buscam aplicações em propriedades no exterior.
“Nos ricos dias de 2007, mercados emergentes – especialmente os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) – eram um alvo preferencial de investidores estrangeiros em busca de rentabilidade”, afirma o relatório da RCA. “Mas riscos no exterior, que antes pareciam mínimos, aumentaram com a instabilidade financeira e turbulências políticas.”
“Para os investidores de hoje que investem em propriedades comerciais no exterior, a antiga solidez dos BRICs parece estar se desmanchando. China e Brasil continuam sendo grandes alvos de investimentos, mas investimentos na Índia retraíram, e a Polônia ultrapassou a Rússia como mercado mais atraente na Europa, Oriente Médio e África.”
Segundo a RCA, a predominância do Brasil na América Latina ocorre não só pelo tamanho do seu mercado, mas porque houve “avanços claros nas condições de mercado para os investidores”.
No entanto, a consultoria destaca que a China ainda é o destino favorito de investidores que procuram rentabilidade em propriedades no exterior. Nos últimos 12 meses, o mercado de propriedades do país atraiu US$ 30 bilhões em investimentos externos.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Um estudo elaborado por uma empresa especializada no mercado imobiliário mundial afirma que o setor brasileiro seguiu “pegando fogo” no terceiro trimestre de 2011, apesar de alguns movimentos de retração no continente americano.
Um relatório divulgado na segunda-feira pela consultoria Real Capital Analytics (RCA), baseada em Nova York, afirma que o volume de vendas de propriedades no Brasil atingiu o recorde de US$ 3,5 bilhões no terceiro trimestre de 2011.
A pesquisa da RCA analisa vendas de propriedades em 37 países com valores acima de US$ 10 milhões – na maioria, grandes propriedades como terrenos, prédios comerciais, industriais, residenciais e hotéis.
Na região das Américas, o estudo afirma que o volume de vendas de propriedades cresceu 35% no terceiro trimestre do ano na comparação com o mesmo período do ano anterior.
No entanto, o desempenho nos países americanos no terceiro trimestre foi mais fraco do que durante o resto de 2011. O ritmo de crescimento nas vendas de propriedades caiu pela metade no terceiro trimestre.
A desaceleração na região foi provocada por um movimento de baixa no mercado de hipotecas nos Estados Unidos. Já a América Latina e o Brasil permanecem com o mercado aquecido, segundo a RCA.
“A América Latina é o único local [da região] com momento positivo. O Brasil continuou pegando fogo, com o volume no terceiro trimestre atingindo o recorde de US$ 3,5 bilhões, logo atrás do Canadá, que está em desaquecimento”, afirma o relatório da empresa, que também destaca movimentos positivos no Chile e no México.
Estrangeiros na China e no Brasil
De acordo com o levantamento, o volume de vendas de propriedades cresceu 34% em todo o mundo no terceiro trimestre de 2011, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A RCA diz que o volume total de vendas de propriedades em 2011 – US$ 568 bilhões – já é superior a todo o ano de 2008, quando estourou a bolha imobiliária nos Estados Unidos.
O relatório também afirma que o Brasil e a China continuam sendo destinos preferidos de investidores que buscam aplicações em propriedades no exterior.
“Nos ricos dias de 2007, mercados emergentes – especialmente os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) – eram um alvo preferencial de investidores estrangeiros em busca de rentabilidade”, afirma o relatório da RCA. “Mas riscos no exterior, que antes pareciam mínimos, aumentaram com a instabilidade financeira e turbulências políticas.”
“Para os investidores de hoje que investem em propriedades comerciais no exterior, a antiga solidez dos BRICs parece estar se desmanchando. China e Brasil continuam sendo grandes alvos de investimentos, mas investimentos na Índia retraíram, e a Polônia ultrapassou a Rússia como mercado mais atraente na Europa, Oriente Médio e África.”
Segundo a RCA, a predominância do Brasil na América Latina ocorre não só pelo tamanho do seu mercado, mas porque houve “avanços claros nas condições de mercado para os investidores”.
No entanto, a consultoria destaca que a China ainda é o destino favorito de investidores que procuram rentabilidade em propriedades no exterior. Nos últimos 12 meses, o mercado de propriedades do país atraiu US$ 30 bilhões em investimentos externos.