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NCST/PR participa do fechamento do Piso Mínimo Regional do Paraná para 2026

NCST/PR participa do fechamento do Piso Mínimo Regional do Paraná para 2026

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) esteve presente, nesta sexta-feira (16), na 111ª Reunião Extraordinária do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER), que definiu os valores do Piso Mínimo Regional Paranaense para o ano de 2026. A reunião foi realizada na sede da Secretaria de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, em Curitiba.

Representando a NCST/PR, o presidente Denilson Pestana da Costa participou ativamente do processo de debates e deliberação, reafirmando o compromisso da Central com a defesa do poder de compra, da valorização do trabalho e da recomposição das perdas inflacionárias sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras do Paraná.

Os valores aprovados pelo CETER passam a vigorar a partir de janeiro de 2026 e contemplam reajuste com reposição da inflação de 2025, estimada pelo INPC, além de ganho real, garantindo avanços concretos para as categorias abrangidas pelo piso regional.

Valores aprovados do Piso Mínimo Regional – 2026

De acordo com a tabela apresentada pelo DIEESE/ER-PR, os novos valores mensais ficaram definidos da seguinte forma:

  • Salário mínimo regional: passa de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, representando uma variação total de 6,79%, sendo 2,78% de aumento real.
  • Grupo I: R$ 2.105,34
  • Grupo II: R$ 2.181,63
  • Grupo III: R$ 2.250,04
  • Grupo IV: R$ 2.407,90

Os reajustes variaram entre 5,83% e 6,11%, assegurando ganho real entre 1,85% e 2,12%, além da reposição inflacionária estimada em 3,90% para 2025.

Compromisso com a valorização do trabalho

Para o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, a definição do piso mínimo regional é uma ferramenta fundamental de justiça social:

“A participação das centrais sindicais é essencial para garantir que o piso regional não seja apenas um número, mas um instrumento real de proteção da renda e de valorização do trabalho. A NCST/PR segue firme na defesa de reajustes que assegurem reposição da inflação e ganho real para os trabalhadores paranaenses.”

A NCST/PR reforça que continuará acompanhando a tramitação do projeto que institui os novos valores e atuando de forma permanente nos espaços de diálogo social, defendendo políticas públicas que promovam emprego, renda e dignidade para a classe trabalhadora.

NCST/PR – Na luta por trabalho digno e valorizado.

Luta contra precarização aos que trabalham mediado por aplicativos tem apoio da NCST

Luta contra precarização aos que trabalham mediado por aplicativos tem apoio da NCST

A presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, participou da primeira reunião do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) de Entregadores por Aplicativo, realizada segunda-feira (12), em Brasília com ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho e seu secretário Gilberto Carvalho.

No encontro, as centrais sindicais e Sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras por aplicativos apresentaram um documento com o objetivo de debater a regulamentação do setor como a garantia de direitos trabalhistas e sindicais, alinhados ao que prevê a Constituição e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além de diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O material apresentado contempla diretrizes gerais, propostas de alteração ao PLP – Projeto de Lei Complementar nº 152/2025 em tramitação na Câmara dos Deputados que visa regulamentar o trabalho por aplicativos (Uber, iFood, etc.) e medidas passíveis de implementação por meio de políticas públicas, que proteja milhares de profissionais.

Sônia destacou que a entidade acumula ampla experiência e atuação significativa no debate sobre o trabalho neste setor e participa ativamente de discussões, audiências e fóruns que tratam da precarização, da regulação e da garantia de direitos dessa categoria, na busca do equilíbrio entre autonomia e proteção social e trabalhista.

“O PLP nº 152/2025 propõe a criação de um marco legal para os serviços de transporte individual de passageiros e de entrega por plataformas digitais, estabelece direitos e deveres para empresas, trabalhadores e usuários. Por isso deve ser tratado como prioridade para não cair no esquecimento. Esta nova modalidade de trabalho precisa ser regulamentado e fiscalizado”, comentou.

Principais pontos do PLP 152/2025:

“Trabalhador Plataformizado”: Cria uma nova categoria, sem vínculo CLT, mas com direitos.

Remuneração Mínima: Propõe um piso nacional (ex: R$ 8,50 por serviço, ajustável) e atualização anual.

Segurança Social: Garante contribuição ao INSS (5% sobre 25% dos ganhos), com participação das plataformas, e seguro obrigatório.

Taxas (Retenção): Limita o percentual que as plataformas podem reter dos ganhos (ex: teto de 30% para taxas variáveis).

Autonomia: Mantém a autonomia do trabalhador, mas estabelece limites para controle algorítmico.

Impacto: Visa dar segurança jurídica e dignidade, mas gera debates sobre a sustentabilidade das empresas e se reforça a precarização.

Situação:

O projeto passou por uma Comissão Especial e teve seu substitutivo votado, com adiamentos.

Encontra resistência das plataformas (Amobitec) e apoio de setores que defendem a regulamentação.

Em resumo: É uma tentativa de modernizar a legislação para o trabalho por app no Brasil, definindo regras para as empresas e garantindo direitos básicos aos trabalhadores, sem CLT, mas com direitos e deveres claros.

Centrais sindicais iniciam articulação para negociação do Piso Mínimo Regional do Paraná 2026

Centrais sindicais iniciam articulação para negociação do Piso Mínimo Regional do Paraná 2026

A luta por melhores condições de trabalho e renda para os trabalhadores paranaenses deu mais um passo importante na manhã de hoje. Representantes das centrais sindicais realizaram a primeira reunião estratégica para discutir a negociação do Piso Mínimo Regional do Estado do Paraná para o ano de 2026.

O encontro aconteceu na sede da Fetraconspar e contou com a presença de Denílson Pestana da Costa, presidente da NCST/PR, Ernani Garcia Ferreira, Presidente da FTIA/PR, e do economista Sandro Silva, Coordenador Técnico do DIEESE/PR, que contribuiu com análises técnicas e dados econômicos fundamentais para subsidiar os debates.

A reunião marcou o início das articulações entre as entidades sindicais, com foco na construção de uma proposta unificada que reflita a realidade econômica do estado e garanta valorização salarial, dignidade e justiça social aos trabalhadores abrangidos pelo piso regional.

Durante o encontro, foram discutidos os cenários econômicos, indicadores de inflação, custo de vida e crescimento do estado, além da importância de uma atuação conjunta e organizada das centrais sindicais no processo de negociação junto ao governo e ao setor patronal.

O presidente da NCST/PR, Denílson Pestana da Costa, destacou que o momento é de planejamento e unidade. Segundo ele, a construção antecipada de estratégias fortalece a representação dos trabalhadores e amplia as chances de avanços concretos na negociação do piso mínimo regional.

Ernani Garcia Ferreira ressaltou a importância do diálogo permanente e da mobilização sindical como instrumentos essenciais para garantir conquistas reais para a classe trabalhadora.

Sandro Silva, do DIEESE, apresentou dados e projeções econômicas que servirão de base para a formulação de uma proposta equilibrada e socialmente justa, reforçando o papel técnico do departamento no apoio às negociações.

A partir desta primeira reunião, as entidades darão sequência ao planejamento estratégico, com novos encontros e debates, visando fortalecer a pauta sindical e assegurar um Piso Mínimo Regional que acompanhe as necessidades dos trabalhadores paranaenses em 2026.

As centrais sindicais seguirão informando a categoria sobre os próximos passos e os avanços do processo de negociação.

Nova Central debate liberdade sindical e relações de trabalho

Nova Central debate liberdade sindical e relações de trabalho

Em Brasília, nesta segunda-feira (15), o Procurador-Geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, recebeu dirigentes sindicais e representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para uma reunião institucional voltada ao diálogo sobre temas do mundo do trabalho.

Participaram do encontro o Dr. Sandro Lunardi, membro do Comitê de Liberdade Sindical da OIT; José Reginaldo Inácio, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) e vice-presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Nelson Bonardi, secretário-geral da CNTI e diretor de Comunicação Social da NCST; e Denílson Pestana da Costa, diretor de Relações Internacionais da NCST.

A reunião reforçou a importância da liberdade sindical, do fortalecimento das relações institucionais e da atuação conjunta entre o Ministério Público do Trabalho, organismos internacionais e entidades representativas dos trabalhadores na defesa de direitos e garantias trabalhistas.


Foto: Ubirajara Machado/MPT
Fonte: NCST

II CONFERÊNCIA ESTADUAL DO TRABALHO DO PARANÁ!

II CONFERÊNCIA ESTADUAL DO TRABALHO DO PARANÁ!

Hoje, 03/12/2025, a etapa estadual da II Conferência Nacional do Trabalho (II CNT) em Curitiba foi palco de um debate crucial para a classe trabalhadora, que busca garantir a transição justa com a geração de mais e melhores empregos. O evento, realizado na Superintendência Regional da Polícia Rodoviária Federal no Paraná , incluiu apresentações da OIT e o Diagnóstico do MTE, seguidos pelos Trabalhos nos Grupos Temáticos e a Plenária, conforme a programação do dia.

 

Representando a Bancada dos Trabalhadores, Denilson Pestana da Costa, Presidente da NCST/PR (Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná), realizou uma intervenção contundente, apresentando propostas focadas na gestão do Sistema S.

 

Denílson destacou que o Sistema S é financiado por recursos compulsórios, correspondendo a 1,5% de toda a folha de pagamento das empresas. No entanto, a gestão desses recursos está concentrada exclusivamente nas mãos dos empregadores.

A bancada dos trabalhadores apresentou duas propostas centrais para corrigir essa disparidade e promover maior justiça social:

 

1. Paridade na Gestão e Controle Social:
Propõe-se que as Centrais Sindicais tenham paridade nos conselhos deliberativos, consultivos e fiscais.

Essa medida visa garantir transparência, controle social e o alinhamento das ações dessas entidades (incluindo SESI, SESC, SENAI, SENAC, SEBRAE, SENAR, SESCOOP, SENAT, SEST) às necessidades reais da classe trabalhadora.

 

2. Paridade no Repasse de Recursos:

O representante sindical apontou o grande volume de recursos repassados às federações patronais. Por exemplo, em 2022, a Fecomércio do Paraná recebeu um repasse que chegou a R$ 10 milhões. A Federação das Indústrias (FIEP) também recebeu R$ 26 milhões.

 

Em contraste, uma análise do balanço da FIEP mostrou que apenas 1,4% dos seus recursos arrecadados (cerca de R$ 390.000,00 de R$ 26 milhões) era proveniente de contribuição sindical e confederativa.}

 

A exigência é clara: Se R$ 10 milhões forem repassados à Federação do Comércio (Fecomércio) pelo Sistema S, o mesmo valor de R$ 10 milhões deverá ser repassado às federações de trabalhadores ligadas ao comércio. Da mesma forma, se R$ 26 milhões forem repassados à FIEP, R$ 26 milhões também deverão ser repassados às federações de trabalhadores das indústrias do estado do Paraná.

 

O objetivo é estabelecer o mesmo direito e a mesma condição para que as entidades dos trabalhadores possam atuar no enfrentamento e na prestação de serviços para a classe trabalhadora no estado.

 

A Conferência Estadual do Paraná é crucial, pois define as propostas que serão encaminhadas à etapa nacional da II CNT, que tem como foco a formulação de políticas públicas para a promoção do emprego e trabalho decente.

 

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher

Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher

O dia 25 de novembro foi oficializado pela ONU em 1999 como símbolo mundial de resistência e enfrentamento à violência contra a mulher. A data homenageia as irmãs Mirabal, ativistas dominicanas brutalmente assassinadas em 1960 por lutarem pela liberdade e pelos direitos das mulheres. Desde então, o dia tornou-se um marco internacional de luta, reflexão e mobilização.

No Brasil, a realidade ainda é alarmante e exige ação urgente. Segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, apenas em 2023:

  • 🔴 Uma mulher foi vítima de feminicídio a cada 6 horas.
  • 🔴 Mais de 245 mil mulheres registraram agressões físicas.
  • 🔴 A cada 2 minutos, uma mulher sofreu violência doméstica.
  • 🔴 A maioria das vítimas são mulheres negras, jovens e trabalhadoras.

Esses números mostram que a violência contra a mulher não é exceção — é uma epidemia social, estrutural e contínua.

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná reforça seu compromisso em defender a vida, a dignidade e os direitos das mulheres trabalhadoras. A violência pode ocorrer em casa, nas ruas ou no ambiente de trabalho, e todas as suas formas — física, psicológica, sexual, moral e patrimonial — precisam ser denunciadas e combatidas.

Não podemos normalizar.
Não podemos ignorar.
Não podemos nos calar.

Como entidade sindical, denunciamos todas as formas de violência e reafirmamos que proteger as mulheres é um dever de toda a sociedade.

📞 Se você sofre violência, ou conhece alguém que sofre, denuncie: Disque 180.
A denúncia é anônima, gratuita e salva vidas.

A NCST/PR segue firme na luta por um Paraná e um Brasil onde mulheres vivam com respeito, segurança e igualdade.