NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

6ª Conferência Nacional das Cidades

6ª Conferência Nacional das Cidades

A NCST/PR participa da 6ª Conferência Nacional das Cidades, realizada entre os dias 24 e 27 de fevereiro de 2026, em Brasília (DF), reafirmando seu compromisso com o fortalecimento das políticas públicas urbanas e com a defesa dos interesses da classe trabalhadora.

 

Promovida pelo Conselho das Cidades, órgão vinculado ao Ministério das Cidades, a Conferência constitui um dos mais relevantes espaços institucionais de participação social no país. O evento reúne delegadas e delegados eleitos nas etapas municipais e estaduais, além de conselheiros e representantes da sociedade civil organizada, gestores públicos e especialistas, com o objetivo de debater e formular diretrizes para o desenvolvimento urbano sustentável.

 

Nesta 6ª edição, os debates concentram-se em temas estratégicos para o futuro das cidades brasileiras, como habitação de interesse social, saneamento básico, mobilidade urbana, regularização fundiária, desenvolvimento das periferias, sustentabilidade ambiental, enfrentamento das mudanças climáticas, transformação digital e segurança cidadã. A programação também reforça o papel do controle social e da gestão democrática na formulação, implementação e monitoramento das políticas públicas urbanas.

 

A participação da NCST/PR e de suas entidades filiadas fortalece a presença do movimento sindical nos espaços de construção de políticas estruturantes, especialmente aquelas que impactam diretamente os trabalhadores da construção civil e do setor produtivo urbano. Ao contribuir com propostas e posicionamentos técnicos, a Central reafirma seu compromisso com cidades mais justas, inclusivas e socialmente equilibradas.

 

Representam a NCST e entidades filiadas no evento:
• Denílson Pestana da Costa, Presidente da NCST/PR;
• César de Oliveira, Secretário-Geral da FETRACONSPAR;
• Roberto Leal Americano, Presidente do SINTRIVEL;

• Celso da Silva de Garais, Secretário-Geral do SINTRACOM Guarapuava.

A presença institucional da NCST/PR na Conferência evidencia a importância da articulação entre o movimento sindical e os espaços nacionais de deliberação, contribuindo para a construção de políticas urbanas que promovam desenvolvimento, trabalho decente e qualidade de vida para a população.

NCST/PR marca presença na 291ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho

NCST/PR marca presença na 291ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) reafirmou seu papel protagonista na defesa dos direitos da classe trabalhadora ao participar, nesta quinta-feira (26/02), da 291ª Reunião Ordinária do Conselho Municipal do Emprego e Relações do Trabalho (CMERT). A entidade foi representada pelo companheiro Ermínio Ferreira Sant’ana, que levou a voz da Central para o debate de pautas decisivas para o cenário laboral de Curitiba.

O encontro, realizado de forma presencial na sede do Departamento de Empregabilidade e Trabalho da SMDEI, concentrou-se em temas estruturantes para a gestão das políticas de emprego na capital.

Pautas em Destaque

Durante a reunião, os conselheiros deliberaram sobre pontos fundamentais para a organização do setor, incluindo:

  • Consolidação Normativa: Aprovação da ata anterior e a apreciação do Regimento Interno Finalizado, passo essencial para dar segurança jurídica e fluidez aos trabalhos do conselho.

  • Gestão de Recursos: Alinhamento de ações para a regulamentação das Emendas Parlamentares vinculadas ao Fundo Municipal do Trabalho (FMT).

  • Fortalecimento Institucional: Discussão sobre os instrumentos de inscrição das Organizações da Sociedade Civil (OSC) no CMERT, garantindo que a participação social seja organizada e efetiva.

A Voz do Trabalhador

Para a NCST/PR, a presença de Ermínio Ferreira Sant’ana no conselho é estratégica. “Nossa participação garante que os recursos do Fundo Municipal do Trabalho sejam aplicados de forma transparente e que as políticas de empregabilidade realmente alcancem quem mais precisa, respeitando os direitos e a dignidade do trabalhador”, destacou a assessoria da entidade.

A atuação no CMERT permite que a Nova Central monitore de perto as ações da administração pública, propondo melhorias e assegurando que as relações de trabalho no município evoluam em sintonia com os interesses da categoria.

NCST/PR participa do fechamento do Piso Mínimo Regional do Paraná para 2026

NCST/PR participa do fechamento do Piso Mínimo Regional do Paraná para 2026

A Nova Central Sindical de Trabalhadores do Estado do Paraná (NCST/PR) esteve presente, nesta sexta-feira (16), na 111ª Reunião Extraordinária do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER), que definiu os valores do Piso Mínimo Regional Paranaense para o ano de 2026. A reunião foi realizada na sede da Secretaria de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, em Curitiba.

Representando a NCST/PR, o presidente Denilson Pestana da Costa participou ativamente do processo de debates e deliberação, reafirmando o compromisso da Central com a defesa do poder de compra, da valorização do trabalho e da recomposição das perdas inflacionárias sofridas pelos trabalhadores e trabalhadoras do Paraná.

Os valores aprovados pelo CETER passam a vigorar a partir de janeiro de 2026 e contemplam reajuste com reposição da inflação de 2025, estimada pelo INPC, além de ganho real, garantindo avanços concretos para as categorias abrangidas pelo piso regional.

Valores aprovados do Piso Mínimo Regional – 2026

De acordo com a tabela apresentada pelo DIEESE/ER-PR, os novos valores mensais ficaram definidos da seguinte forma:

  • Salário mínimo regional: passa de R$ 1.518,00 para R$ 1.621,00, representando uma variação total de 6,79%, sendo 2,78% de aumento real.
  • Grupo I: R$ 2.105,34
  • Grupo II: R$ 2.181,63
  • Grupo III: R$ 2.250,04
  • Grupo IV: R$ 2.407,90

Os reajustes variaram entre 5,83% e 6,11%, assegurando ganho real entre 1,85% e 2,12%, além da reposição inflacionária estimada em 3,90% para 2025.

Compromisso com a valorização do trabalho

Para o presidente da NCST/PR, Denilson Pestana da Costa, a definição do piso mínimo regional é uma ferramenta fundamental de justiça social:

“A participação das centrais sindicais é essencial para garantir que o piso regional não seja apenas um número, mas um instrumento real de proteção da renda e de valorização do trabalho. A NCST/PR segue firme na defesa de reajustes que assegurem reposição da inflação e ganho real para os trabalhadores paranaenses.”

A NCST/PR reforça que continuará acompanhando a tramitação do projeto que institui os novos valores e atuando de forma permanente nos espaços de diálogo social, defendendo políticas públicas que promovam emprego, renda e dignidade para a classe trabalhadora.

NCST/PR – Na luta por trabalho digno e valorizado.

Luta contra precarização aos que trabalham mediado por aplicativos tem apoio da NCST

Luta contra precarização aos que trabalham mediado por aplicativos tem apoio da NCST

A presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Sônia Zerino, participou da primeira reunião do Grupo de Trabalho Técnico (GTT) de Entregadores por Aplicativo, realizada segunda-feira (12), em Brasília com ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho e seu secretário Gilberto Carvalho.

No encontro, as centrais sindicais e Sindicatos de trabalhadores e trabalhadoras por aplicativos apresentaram um documento com o objetivo de debater a regulamentação do setor como a garantia de direitos trabalhistas e sindicais, alinhados ao que prevê a Constituição e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), além de diretrizes da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O material apresentado contempla diretrizes gerais, propostas de alteração ao PLP – Projeto de Lei Complementar nº 152/2025 em tramitação na Câmara dos Deputados que visa regulamentar o trabalho por aplicativos (Uber, iFood, etc.) e medidas passíveis de implementação por meio de políticas públicas, que proteja milhares de profissionais.

Sônia destacou que a entidade acumula ampla experiência e atuação significativa no debate sobre o trabalho neste setor e participa ativamente de discussões, audiências e fóruns que tratam da precarização, da regulação e da garantia de direitos dessa categoria, na busca do equilíbrio entre autonomia e proteção social e trabalhista.

“O PLP nº 152/2025 propõe a criação de um marco legal para os serviços de transporte individual de passageiros e de entrega por plataformas digitais, estabelece direitos e deveres para empresas, trabalhadores e usuários. Por isso deve ser tratado como prioridade para não cair no esquecimento. Esta nova modalidade de trabalho precisa ser regulamentado e fiscalizado”, comentou.

Principais pontos do PLP 152/2025:

“Trabalhador Plataformizado”: Cria uma nova categoria, sem vínculo CLT, mas com direitos.

Remuneração Mínima: Propõe um piso nacional (ex: R$ 8,50 por serviço, ajustável) e atualização anual.

Segurança Social: Garante contribuição ao INSS (5% sobre 25% dos ganhos), com participação das plataformas, e seguro obrigatório.

Taxas (Retenção): Limita o percentual que as plataformas podem reter dos ganhos (ex: teto de 30% para taxas variáveis).

Autonomia: Mantém a autonomia do trabalhador, mas estabelece limites para controle algorítmico.

Impacto: Visa dar segurança jurídica e dignidade, mas gera debates sobre a sustentabilidade das empresas e se reforça a precarização.

Situação:

O projeto passou por uma Comissão Especial e teve seu substitutivo votado, com adiamentos.

Encontra resistência das plataformas (Amobitec) e apoio de setores que defendem a regulamentação.

Em resumo: É uma tentativa de modernizar a legislação para o trabalho por app no Brasil, definindo regras para as empresas e garantindo direitos básicos aos trabalhadores, sem CLT, mas com direitos e deveres claros.

Centrais sindicais iniciam articulação para negociação do Piso Mínimo Regional do Paraná 2026

Centrais sindicais iniciam articulação para negociação do Piso Mínimo Regional do Paraná 2026

A luta por melhores condições de trabalho e renda para os trabalhadores paranaenses deu mais um passo importante na manhã de hoje. Representantes das centrais sindicais realizaram a primeira reunião estratégica para discutir a negociação do Piso Mínimo Regional do Estado do Paraná para o ano de 2026.

O encontro aconteceu na sede da Fetraconspar e contou com a presença de Denílson Pestana da Costa, presidente da NCST/PR, Ernani Garcia Ferreira, Presidente da FTIA/PR, e do economista Sandro Silva, Coordenador Técnico do DIEESE/PR, que contribuiu com análises técnicas e dados econômicos fundamentais para subsidiar os debates.

A reunião marcou o início das articulações entre as entidades sindicais, com foco na construção de uma proposta unificada que reflita a realidade econômica do estado e garanta valorização salarial, dignidade e justiça social aos trabalhadores abrangidos pelo piso regional.

Durante o encontro, foram discutidos os cenários econômicos, indicadores de inflação, custo de vida e crescimento do estado, além da importância de uma atuação conjunta e organizada das centrais sindicais no processo de negociação junto ao governo e ao setor patronal.

O presidente da NCST/PR, Denílson Pestana da Costa, destacou que o momento é de planejamento e unidade. Segundo ele, a construção antecipada de estratégias fortalece a representação dos trabalhadores e amplia as chances de avanços concretos na negociação do piso mínimo regional.

Ernani Garcia Ferreira ressaltou a importância do diálogo permanente e da mobilização sindical como instrumentos essenciais para garantir conquistas reais para a classe trabalhadora.

Sandro Silva, do DIEESE, apresentou dados e projeções econômicas que servirão de base para a formulação de uma proposta equilibrada e socialmente justa, reforçando o papel técnico do departamento no apoio às negociações.

A partir desta primeira reunião, as entidades darão sequência ao planejamento estratégico, com novos encontros e debates, visando fortalecer a pauta sindical e assegurar um Piso Mínimo Regional que acompanhe as necessidades dos trabalhadores paranaenses em 2026.

As centrais sindicais seguirão informando a categoria sobre os próximos passos e os avanços do processo de negociação.

Nova Central debate liberdade sindical e relações de trabalho

Nova Central debate liberdade sindical e relações de trabalho

Em Brasília, nesta segunda-feira (15), o Procurador-Geral do Trabalho, Gláucio Araújo de Oliveira, recebeu dirigentes sindicais e representante da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para uma reunião institucional voltada ao diálogo sobre temas do mundo do trabalho.

Participaram do encontro o Dr. Sandro Lunardi, membro do Comitê de Liberdade Sindical da OIT; José Reginaldo Inácio, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI) e vice-presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Nelson Bonardi, secretário-geral da CNTI e diretor de Comunicação Social da NCST; e Denílson Pestana da Costa, diretor de Relações Internacionais da NCST.

A reunião reforçou a importância da liberdade sindical, do fortalecimento das relações institucionais e da atuação conjunta entre o Ministério Público do Trabalho, organismos internacionais e entidades representativas dos trabalhadores na defesa de direitos e garantias trabalhistas.


Foto: Ubirajara Machado/MPT
Fonte: NCST