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Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

A Câmara dos Deputados retoma as sessões deliberativas nesta semana, após o recesso de final de ano, tentando votar o projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp). A votação é considerada prioritária pelo governo.
 
A expectativa do líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), é conseguir votar o projeto antes do carnaval, mas ainda não há acordo com a oposição. O assunto será discutido na reunião dos líderes das bancadas, marcada para a tarde da próxima terça-feira (7).
 
A proposta que cria o Funpresp prevê para o funcionalismo público aposentadoria até o teto do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), que atualmente é de R$ 3,6 mil. Para receber mais, o servidor deverá contribuir para o fundo, que pagará uma aposentadoria extra a partir de 35 anos de contribuição. Pelo projeto, o governo fará um aporte ao fundo de 7,5% sobre o salário que exceder o teto. O objetivo é reduzir o deficit da Previdência.
 
Pauta trancada
 
A primeira medida, a 544/11, cria um regime tributário especial para a indústria de defesa nacional, e institui normas específicas para a licitação de produtos e sistemas de defesa.
 
A medida 546/11 destina aos estados exportadores auxílio financeiro de R$ 1,95 bilhão para complementar os recursos definidos pela Lei Kandir, pelo ressarcimento pela isenção do ICMS nos produtos exportados.A segunda medida, a 545/11 trata da venda do café, e estebelece que a venda do grão não torrado contará com suspensão da incidência da Cofins e do PIS-Pasep. A medida também define os objetivos do Programa Cinema Perto de Você.
 
A 547/11 permite ao governo federal criar um cadastro nacional com informações sobre áreas sujeitas a deslizamentos de grande impacto ou a outros acidentes geológicos graves.
 
A última MP a trancar a pauta, de núnero 548/11, abre crédito extraordinário de R$ 460,5 milhões para o financiamento da educação profissional tecnológica por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec).
 
Senado
 
A definição só deve ocorrer na reunião de líderes da Casa, marcada para a próxima terça-feira (7).

Antes da votação da matéria, porém, os deputados terão de destrancar a pauta da Casa, que já começa o ano obstruída por cinco medidas provisórias.

Até o final da semana, nenhuma matéria estava com votação prevista pelo plenário do Senado.

Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Emprego na construção civil cresce 7,46% em 2011 no país, diz pesquisa

Ao final de dezembro, o setor registrava mais de 3 milhões de trabalhadores.

No estado de São Paulo, o emprego no setor aumentou 5,7%.

O nível de emprego na construção civil brasileira fechou 2011 com alta de 7,46%, equivalente a aumento de 211.098 pessoas contratadas, informou nesta sexta-feira (3) o sindicato da indústria, SindusCon-SP, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
 
Em dezembro, entretanto, foi apurada queda de 2,69% nas contratações do setor em relação a novembro, com o número de demissões superando o de contratações em 83.921 pessoas.
 
O recuo mensal, segundo a entidade, pode ser atribuído ao retorno de uma parte dos trabalhadores a seus estados de origem, no período de festas de fim de ano, assim como à conclusão de algumas obras.
 
No estado de São Paulo, o emprego no setor aumentou 5,7% no ano passado em relação a 2010, sendo que na capital paulista houve crescimento de 7,24%.
 
“O setor atingiu um novo patamar de atividade, com um ritmo de crescimento mais moderado e adequado ao momento atual”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em nota. Em 2010, ano de forte expansão para o mercado imobiliário, foram criados 319 mil empregos na indústria.
 
Ao final de dezembro, a construção civil brasileira registrava mais de 3 milhões de trabalhadores contratados.
Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Emprego na construção civil cresce 7,46% em 2011 no país, diz pesquisa

Ao final de dezembro, o setor registrava mais de 3 milhões de trabalhadores.

No estado de São Paulo, o emprego no setor aumentou 5,7%.

O nível de emprego na construção civil brasileira fechou 2011 com alta de 7,46%, equivalente a aumento de 211.098 pessoas contratadas, informou nesta sexta-feira (3) o sindicato da indústria, SindusCon-SP, em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
 
Em dezembro, entretanto, foi apurada queda de 2,69% nas contratações do setor em relação a novembro, com o número de demissões superando o de contratações em 83.921 pessoas.
 
O recuo mensal, segundo a entidade, pode ser atribuído ao retorno de uma parte dos trabalhadores a seus estados de origem, no período de festas de fim de ano, assim como à conclusão de algumas obras.
 
No estado de São Paulo, o emprego no setor aumentou 5,7% no ano passado em relação a 2010, sendo que na capital paulista houve crescimento de 7,24%.
 
“O setor atingiu um novo patamar de atividade, com um ritmo de crescimento mais moderado e adequado ao momento atual”, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em nota. Em 2010, ano de forte expansão para o mercado imobiliário, foram criados 319 mil empregos na indústria.
 
Ao final de dezembro, a construção civil brasileira registrava mais de 3 milhões de trabalhadores contratados.
Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Parcela de empréstimo não pode atingir pensão

VERBA ALIMENTAR
 
O desconto de parcela de empréstimo em conta corrente não pode atingir pensão alimentícia. Com esse entendimento a 13ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um banco ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 8 mil.
A ação foi proposta pela correntista e seu filho. As parcelas de empréstimo seriam debitadas de sua conta, mas o desconto atingiu a pensão alimentícia do filho, que fazia parte do saldo.
De acordo com o voto do relator do recurso, desembargador Francisco Giaquinto, “a apropriação de pensão alimentícia de menor creditada em conta corrente da titular para amortizar débito de financiamento gera dano moral para o menor, porque privado de verba alimentar indispensável à sua sobrevivência”.
O desembargador ainda ressaltou ser irrelevante a discussão sobre a existência ou não de autorização para o desconto das prestações, já que tal estipulação contratual seria nula ao abranger valores pertencentes a terceiro.
Os desembargadores Ana de Lourdes Coutinho Silva e Cauduro Padin também participaram do julgamento do recurso. A votação foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.
Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Parcela de empréstimo não pode atingir pensão

VERBA ALIMENTAR
 
O desconto de parcela de empréstimo em conta corrente não pode atingir pensão alimentícia. Com esse entendimento a 13ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenou um banco ao pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 8 mil.
A ação foi proposta pela correntista e seu filho. As parcelas de empréstimo seriam debitadas de sua conta, mas o desconto atingiu a pensão alimentícia do filho, que fazia parte do saldo.
De acordo com o voto do relator do recurso, desembargador Francisco Giaquinto, “a apropriação de pensão alimentícia de menor creditada em conta corrente da titular para amortizar débito de financiamento gera dano moral para o menor, porque privado de verba alimentar indispensável à sua sobrevivência”.
O desembargador ainda ressaltou ser irrelevante a discussão sobre a existência ou não de autorização para o desconto das prestações, já que tal estipulação contratual seria nula ao abranger valores pertencentes a terceiro.
Os desembargadores Ana de Lourdes Coutinho Silva e Cauduro Padin também participaram do julgamento do recurso. A votação foi unânime. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-SP.
Câmara retorna tentando votar fundo de previdência dos servidores

Tempo gasto em fila resulta em hora extra

Segundo TST, empregado ficava até uma hora aguardando revista da empresa
DE SÃO PAULO
O TST (Tribunal Superior do Trabalho) obrigou uma empresa de alimentos do Rio Grande do Norte a pagar hora extra a um funcionário pelo tempo que gastava esperando na fila para ir embora.
 
Segundo o TST, o empregado chegava a ficar uma hora aguardando em uma fila com os demais funcionários para ter bolsas e sacolas revistadas. O procedimento era realizado todos dias, segundo a reclamação do trabalhador.
 
O empregado afirmou, na ação trabalhista, que o expediente na fábrica terminava às 17h, mas os funcionários eram obrigados a esperar na portaria para serem submetidos à revista. Apenas após todos os cerca de 200 empregados serem revistados pelos seguranças da empresa é que os ônibus que os transportavam eram liberados.
 
Uma testemunha confirmou o procedimento. A empresa não conseguiu provar o contrário. “O transporte da empresa era a única forma de saída do local, pois o trajeto entre o centro da cidade [no Rio Grande do Norte] e a sede da empregadora não era servido por linhas regulares”, informa a sentença do TST.
 
O juiz de primeira instância reconheceu que o tempo gasto deveria ser remunerado como extra, com o adicional de 50% garantido em lei.
 
Todos os tribunais superiores, incluindo o TRT, mantiveram a condenação.