por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos subiu 26,3% em 2011 nas sete regiões pesquisadas pelo índiceFipeZap, para o valor de R$ 6.185, divulgou nesta quarta-feira (4) a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
As cidades do Rio de Janeiro, com preço de R$ 7.421 por metro quadrado, e Recife, com R$ 4.666, lideraram as altas acumuladas no ano, com taxas de crescimento de 35% e 31%, respectivamente.
Desaceleração
Levado em conta apenas a variação de dezembro sobre novembro, a alta foi de 1,1%, mantendo a tendência de desaceleração desde abril, aponta a pesquisa – em novembro, a alta ficara em 1,4% e, em outubro, em 1,6%.
O metro quadrado dos apartamentos na cidade de São Paulo teve, em dezembro, aumento de 1,4%, a menor taxa desde maio de 2010, encerrando 2011 com valorização de 27%, para R$ R$ 6.066.
No Rio de Janeiro, o aumento em dezembro foi de 1,1%, para R$ 7.421, menor taxa desde abril de 2009, sendo também a primeira vez desde julho de 2009 que a cidade registrou alta mensal menor que a verificada em São Paulo, de acordo com o estudo.
Com exceção de São Paulo, Rio e Recife – onde os preços subiram 2,4% em dezembro –, as demais regiões apresentaram altas menores do que 1%. No Distrito Federal, os preços caíram 0,2%, tornando-se a primeira vez que os preços recuaram na região desde o início da série do indicador.
O preço médio do metro quadrado mais caro em dezembro foi de R$ 7.919 no Distrito Federal. O mais barato, de R$ 3.539, em Salvador.
Dormitórios
Na média nacional, o preço mais caro do metro quadrado ficou com os apartamentos de apenas um dormitório: R$ 7.297, com alta de 1% em dezembro. Para apartamentos de dois dormitórios, o preço do metro quadrado ficou em R$ 5.351, com alta de 1,5%. Para os de três dormitórios, o preço ficou em R$ 5.853, com alta de 1%, e, os de quatro, em R$ 7.180, crescimento de 0,5%.
O Índice FipeZap, desenvolvido e calculado pela Fipe, acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em seis municípios brasileiros e no Distrito Federal com base nos anúncios de apartamentos prontos do site Zap Imóveis.
por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos subiu 26,3% em 2011 nas sete regiões pesquisadas pelo índiceFipeZap, para o valor de R$ 6.185, divulgou nesta quarta-feira (4) a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).
As cidades do Rio de Janeiro, com preço de R$ 7.421 por metro quadrado, e Recife, com R$ 4.666, lideraram as altas acumuladas no ano, com taxas de crescimento de 35% e 31%, respectivamente.
Desaceleração
Levado em conta apenas a variação de dezembro sobre novembro, a alta foi de 1,1%, mantendo a tendência de desaceleração desde abril, aponta a pesquisa – em novembro, a alta ficara em 1,4% e, em outubro, em 1,6%.
O metro quadrado dos apartamentos na cidade de São Paulo teve, em dezembro, aumento de 1,4%, a menor taxa desde maio de 2010, encerrando 2011 com valorização de 27%, para R$ R$ 6.066.
No Rio de Janeiro, o aumento em dezembro foi de 1,1%, para R$ 7.421, menor taxa desde abril de 2009, sendo também a primeira vez desde julho de 2009 que a cidade registrou alta mensal menor que a verificada em São Paulo, de acordo com o estudo.
Com exceção de São Paulo, Rio e Recife – onde os preços subiram 2,4% em dezembro –, as demais regiões apresentaram altas menores do que 1%. No Distrito Federal, os preços caíram 0,2%, tornando-se a primeira vez que os preços recuaram na região desde o início da série do indicador.
O preço médio do metro quadrado mais caro em dezembro foi de R$ 7.919 no Distrito Federal. O mais barato, de R$ 3.539, em Salvador.
Dormitórios
Na média nacional, o preço mais caro do metro quadrado ficou com os apartamentos de apenas um dormitório: R$ 7.297, com alta de 1% em dezembro. Para apartamentos de dois dormitórios, o preço do metro quadrado ficou em R$ 5.351, com alta de 1,5%. Para os de três dormitórios, o preço ficou em R$ 5.853, com alta de 1%, e, os de quatro, em R$ 7.180, crescimento de 0,5%.
O Índice FipeZap, desenvolvido e calculado pela Fipe, acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em seis municípios brasileiros e no Distrito Federal com base nos anúncios de apartamentos prontos do site Zap Imóveis.
por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O reajuste de 14,13% do salário mínimo já neste mês, equivalente a uma injeção extra de recursos na economia calculada em R$ 59,59 bilhões no ano – segundo estimativa do Bradesco – deverá proporcionar um alívio para a inadimplência do sistema financeiro nacional de crédito em 2012.
No ano passado, os calotes não deram trégua, especialmente entre as pessoas físicas. O índice de atrasos superiores a 90 dias nesse segmento saiu de 5,7%, em janeiro, para 7,3%, em novembro, segundo dados do Banco Central (BC). A inadimplência total, no mesmo período, subiu de 4,6% para 5,6%.
“Sem dúvida, o aumento do piso nacional será um estímulo e tanto para o consumidor evitar o endividamento excessivo num período que tende a ser o mais crítico do ano, marcado pelo vencimento de vários impostos e das despesas escolares”, observa Wermeson França, economista da consultoria LCA, que destaca também a maior cautela dos bancos para a concessão de financiamentos.
Projeção
O indicador Serasa Experian de perspectiva da inadimplência do consumidor, que tenta projetar os movimentos cíclicos com seis meses de antecedência, recuou 1,3% em outubro, a sétima queda mensal consecutiva. O movimento indicaria o início de uma melhora gradual dos níveis de inadimplência. Em novembro, porém, isso não ocorreu, conforme mostram os dados do BC.
“A inadimplência deve permanecer no patamar de 7% este ano, mas no começo de 2012 isso deve desacelerar”, afirma Fernanda Consorte Ribeiro, economista do Santander. Além do aumento do salário mínimo em janeiro, ela lembra que o ciclo de afrouxamento monetário deverá facilitar as condições daqueles que tomarem crédito novo, uma vez que as taxas de juro cobradas nos empréstimos tendem a cair junto com a Selic.
A decisão do BC de reduzir de R$ 5 mil para R$ 1 mil o valor das operações de crédito que serão abertas no Sistema de Informações de Crédito (SCR), fazendo com que os bancos ganhem melhores condições de analisar a exposição de seus clientes no mercado, também pode ajudar no maior controle da inadimplência, principalmente no segmento de varejo.
Devedores
“Os bancos terão informações hoje desconhecidas, vão poder ampliar e muito as possibilidades de análise”, diz Jayme Alves, economista da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Mas, como a medida passa a valer a partir de abril, os efeitos na inadimplência só devem aparecer mais para o fim de 2012 e início de 2013. “Os bancos precisam adequar seus sistemas porque o volume de informação é muito grande”, explica.
Para se ter ideia da abrangência que o monitoramento dos devedores deve ganhar, de acordo com o último relatório de inclusão financeira do BC (de junho de 2011), a média mensal da quantidade de operações de valor superior a R$ 5 mil em um grupo de 1 mil adultos é de 276; quando esse valor desce para R$ 1 mil, a quantidade de operações registradas no SCR para esse mesmo grupo de 1 mil adultos sobe para 3.847.França projeta, para o fim de 2012, uma taxa de inadimplência de 6,7% na pessoa física – recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao nível atual.
por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O reajuste de 14,13% do salário mínimo já neste mês, equivalente a uma injeção extra de recursos na economia calculada em R$ 59,59 bilhões no ano – segundo estimativa do Bradesco – deverá proporcionar um alívio para a inadimplência do sistema financeiro nacional de crédito em 2012.
No ano passado, os calotes não deram trégua, especialmente entre as pessoas físicas. O índice de atrasos superiores a 90 dias nesse segmento saiu de 5,7%, em janeiro, para 7,3%, em novembro, segundo dados do Banco Central (BC). A inadimplência total, no mesmo período, subiu de 4,6% para 5,6%.
“Sem dúvida, o aumento do piso nacional será um estímulo e tanto para o consumidor evitar o endividamento excessivo num período que tende a ser o mais crítico do ano, marcado pelo vencimento de vários impostos e das despesas escolares”, observa Wermeson França, economista da consultoria LCA, que destaca também a maior cautela dos bancos para a concessão de financiamentos.
Projeção
O indicador Serasa Experian de perspectiva da inadimplência do consumidor, que tenta projetar os movimentos cíclicos com seis meses de antecedência, recuou 1,3% em outubro, a sétima queda mensal consecutiva. O movimento indicaria o início de uma melhora gradual dos níveis de inadimplência. Em novembro, porém, isso não ocorreu, conforme mostram os dados do BC.
“A inadimplência deve permanecer no patamar de 7% este ano, mas no começo de 2012 isso deve desacelerar”, afirma Fernanda Consorte Ribeiro, economista do Santander. Além do aumento do salário mínimo em janeiro, ela lembra que o ciclo de afrouxamento monetário deverá facilitar as condições daqueles que tomarem crédito novo, uma vez que as taxas de juro cobradas nos empréstimos tendem a cair junto com a Selic.
A decisão do BC de reduzir de R$ 5 mil para R$ 1 mil o valor das operações de crédito que serão abertas no Sistema de Informações de Crédito (SCR), fazendo com que os bancos ganhem melhores condições de analisar a exposição de seus clientes no mercado, também pode ajudar no maior controle da inadimplência, principalmente no segmento de varejo.
Devedores
“Os bancos terão informações hoje desconhecidas, vão poder ampliar e muito as possibilidades de análise”, diz Jayme Alves, economista da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Mas, como a medida passa a valer a partir de abril, os efeitos na inadimplência só devem aparecer mais para o fim de 2012 e início de 2013. “Os bancos precisam adequar seus sistemas porque o volume de informação é muito grande”, explica.
Para se ter ideia da abrangência que o monitoramento dos devedores deve ganhar, de acordo com o último relatório de inclusão financeira do BC (de junho de 2011), a média mensal da quantidade de operações de valor superior a R$ 5 mil em um grupo de 1 mil adultos é de 276; quando esse valor desce para R$ 1 mil, a quantidade de operações registradas no SCR para esse mesmo grupo de 1 mil adultos sobe para 3.847.França projeta, para o fim de 2012, uma taxa de inadimplência de 6,7% na pessoa física – recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao nível atual.
por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O aumento de R$ 77 no salário mínimo (ganho real de 9,2%) deve levar muitos trabalhadores a colocar em dia as prestações, zerar empréstimos e recuperar o crédito. “Vou usar o aumento para pagar as contas, dívidas, é o que dá para fazer”, avalia a auxiliar administrativa Suziane da Silva, 23 anos, que no próximo pagamento receberá R$ 622.
“Esse dinheiro só vai servir para uma coisa: pagar as contas que sempre ficam por ser quitadas no final do mês”, concorda a panfleteira Fabiana Aguiar, de 29 anos. “Vou usar esse dinheiro a mais para quitar as contas de casa e, se sobrar algum [dinheiro], vou tentar encher a geladeira”, confirma o ajudante Luís Carlos Pereira da Silva, 29 anos.
As decisões de Suziane, Fabiana e Luiz Carlos em pagar suas dívidas deverão favorecer a diminuição geral da inadimplência que em 2011 alcançou 7,3% dos empréstimos. Se o comportamento dos três for generalizado, haverá um grande benefício para a economia: cairão os juros ao consumidor, destacam especialistas.
Inadimplência tende a diminuir
De acordo com o economista Carlos Henrique de Almeida, da Serasa Experian, um terço do spread bancário é determinado pela inadimplência. Ele avalia que, com o pagamento das dívidas, haverá uma diminuição da pressão sobre os juros e em abril, um ambiente de taxas menores para o consumidor. “A visão do mercado é que a inadimplência já está chegando no topo”, pondera.
Ele não descarta, entretanto, a possibilidade do alto endividamento se perpetuar junto a consumidores de baixa renda. A preocupação é que “embora a inadimplência aconteça em todas as classes de renda, a classe mais baixa, que tomou mais crédito, é a que acaba tendo mais dificuldades para honrar suas dívidas”. Se o padrão for mantido, o mercado financeiro tende a cobrar “prêmio maior” (juros mais altos) em função de riscos maiores.
Para o especialista em educação financeira Álvaro Modernell, o aumento do mínimo deveria ser aproveitado para quitar dívidas e fazer poupança. Em sua opinião, falta orientação do governo nesse sentido e as pessoas deveriam ser estimuladas a poupar seis a dez meses por ano e, assim, “criar vacinas ao endividamento”.
Ele avalia que a oferta de crédito dá poder de barganha, mas o dinheiro poupado favorece o consumidor na negociação. “Além das condições de pagamento, ele negocia preço”, salienta.
Mais consumo
Na opinião do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Jr., “quase 100% do aumento vai para o consumo”. Segundo ele, os consumidores de baixa renda “vão pagar uma continha que ficou para trás”, mas irão gastar o aumento no comércio – especialmente com alimentos, roupas, calçados e com bens duráveis (eletrodomésticos como geladeiras e móveis).
Pellizzaro Jr. prevê que, no próximo mês, o consumo no varejo cresça entre 4% e 4,5%, incluindo os gastos com papelarias por causa do retorno às aulas, devido ao novo mínimo.
De acordo com dado divulgado nesta terça-feira (3) pela Serasa Experian, jovens adultos das periferias e moradores da zona rural foram os segmentos da população cujas consultas ao sistema financeiro para tomada de empréstimo em 2011 mais cresceram (incremento de 3,3% e 3,1%, respectivamente). De cada 100 consultas sobre cadastro financeiro, cerca de 18 foram para jovens da periferia e cerca de 15 para pessoas da zona rural.
por master | 04/01/12 | Ultimas Notícias
O aumento de R$ 77 no salário mínimo (ganho real de 9,2%) deve levar muitos trabalhadores a colocar em dia as prestações, zerar empréstimos e recuperar o crédito. “Vou usar o aumento para pagar as contas, dívidas, é o que dá para fazer”, avalia a auxiliar administrativa Suziane da Silva, 23 anos, que no próximo pagamento receberá R$ 622.
“Esse dinheiro só vai servir para uma coisa: pagar as contas que sempre ficam por ser quitadas no final do mês”, concorda a panfleteira Fabiana Aguiar, de 29 anos. “Vou usar esse dinheiro a mais para quitar as contas de casa e, se sobrar algum [dinheiro], vou tentar encher a geladeira”, confirma o ajudante Luís Carlos Pereira da Silva, 29 anos.
As decisões de Suziane, Fabiana e Luiz Carlos em pagar suas dívidas deverão favorecer a diminuição geral da inadimplência que em 2011 alcançou 7,3% dos empréstimos. Se o comportamento dos três for generalizado, haverá um grande benefício para a economia: cairão os juros ao consumidor, destacam especialistas.
Inadimplência tende a diminuir
De acordo com o economista Carlos Henrique de Almeida, da Serasa Experian, um terço do spread bancário é determinado pela inadimplência. Ele avalia que, com o pagamento das dívidas, haverá uma diminuição da pressão sobre os juros e em abril, um ambiente de taxas menores para o consumidor. “A visão do mercado é que a inadimplência já está chegando no topo”, pondera.
Ele não descarta, entretanto, a possibilidade do alto endividamento se perpetuar junto a consumidores de baixa renda. A preocupação é que “embora a inadimplência aconteça em todas as classes de renda, a classe mais baixa, que tomou mais crédito, é a que acaba tendo mais dificuldades para honrar suas dívidas”. Se o padrão for mantido, o mercado financeiro tende a cobrar “prêmio maior” (juros mais altos) em função de riscos maiores.
Para o especialista em educação financeira Álvaro Modernell, o aumento do mínimo deveria ser aproveitado para quitar dívidas e fazer poupança. Em sua opinião, falta orientação do governo nesse sentido e as pessoas deveriam ser estimuladas a poupar seis a dez meses por ano e, assim, “criar vacinas ao endividamento”.
Ele avalia que a oferta de crédito dá poder de barganha, mas o dinheiro poupado favorece o consumidor na negociação. “Além das condições de pagamento, ele negocia preço”, salienta.
Mais consumo
Na opinião do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Jr., “quase 100% do aumento vai para o consumo”. Segundo ele, os consumidores de baixa renda “vão pagar uma continha que ficou para trás”, mas irão gastar o aumento no comércio – especialmente com alimentos, roupas, calçados e com bens duráveis (eletrodomésticos como geladeiras e móveis).
Pellizzaro Jr. prevê que, no próximo mês, o consumo no varejo cresça entre 4% e 4,5%, incluindo os gastos com papelarias por causa do retorno às aulas, devido ao novo mínimo.
De acordo com dado divulgado nesta terça-feira (3) pela Serasa Experian, jovens adultos das periferias e moradores da zona rural foram os segmentos da população cujas consultas ao sistema financeiro para tomada de empréstimo em 2011 mais cresceram (incremento de 3,3% e 3,1%, respectivamente). De cada 100 consultas sobre cadastro financeiro, cerca de 18 foram para jovens da periferia e cerca de 15 para pessoas da zona rural.