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DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Atenas, 1 dez (EFE).- As manifestações contra as medidas de austeridade do governo grego, programadas para esta quinta-feira, dia em que os principais sindicatos de trabalhadores do país programaram uma greve geral, reuniram cerca de 20 mil pessoas em Atenas, segundo a imprensa local.
Esta é a sétima greve geral realizada na Grécia, e a primeira após o governo de coalizão, liderado pelo primeiro-ministro Lucas Papademos, assumir o poder. A polícia divulgou que 12 mil pessoas participaram dos protestos.
 
A Confederação Geral de Trabalhadores (GSEE), presente no setor privado, e a Confederação de Associações de Funcionários Públicos (ADEDY) -, que no total representam cerca de dois milhões de filiados, reclamam da redução de salários e pensões, das demissões massivas de funcionários públicos e do aumento dos impostos indiretos e do desemprego.
 
A GSEE afirma que 90% dos trabalhadores dos setores mais sindicalizados da economia grega, como construção civil, indústria, transporte marítimo, correios e empresas estatais aderiram à greve.
 
No comércio e no setor bancário, a participação foi muito menor, constatou a Efe. Já na educação e no judiciário, a adesão foi desigual. As manifestações transcorreram sem incidentes, ao contrário das greves anteriores, que foram acompanhadas por uma onda de violência.
‘O governo mudou mas as políticas seguem as mesmas, injustas e ineficientes, e só prejudicam os trabalhadores e os aposentados’, criticou o presidente da Confederação Geral de Trabalhadores da Grécia (GSEE).
 
O gabinete de Papademos se reuniu nesta quinta-feira para discutir novas reformas, que englobam novos cortes salariais e de pensões, além da abertura à livre-concorrência de setores fechados da economia.
 
O primeiro-ministro reconheceu que as negociações com os bancos e os fundos de investimento para o perdão voluntário de 50% da dívida grega está sendo difícil.
 
‘As novas medidas não são novas, são a continuação do que foi feito pelo governo anterior’, reclamou o jornalista Stamatis Nikolopulos, do diário ‘Eleftherotypia’, cujos 850 funcionários estão há quatro meses sem receber.
 
‘Não estou de acordo com as medidas deste governo, que além disso não foi eleito por ninguém. Ele não tem legitimidade’, criticou uma aposentada que viu sua renda mensal ser reduzida em 25% e que protestava em Atenas contra as medidas de austeridade. EFE
Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Atenas, 1 dez (EFE).- As manifestações contra as medidas de austeridade do governo grego, programadas para esta quinta-feira, dia em que os principais sindicatos de trabalhadores do país programaram uma greve geral, reuniram cerca de 20 mil pessoas em Atenas, segundo a imprensa local.
Esta é a sétima greve geral realizada na Grécia, e a primeira após o governo de coalizão, liderado pelo primeiro-ministro Lucas Papademos, assumir o poder. A polícia divulgou que 12 mil pessoas participaram dos protestos.
 
A Confederação Geral de Trabalhadores (GSEE), presente no setor privado, e a Confederação de Associações de Funcionários Públicos (ADEDY) -, que no total representam cerca de dois milhões de filiados, reclamam da redução de salários e pensões, das demissões massivas de funcionários públicos e do aumento dos impostos indiretos e do desemprego.
 
A GSEE afirma que 90% dos trabalhadores dos setores mais sindicalizados da economia grega, como construção civil, indústria, transporte marítimo, correios e empresas estatais aderiram à greve.
 
No comércio e no setor bancário, a participação foi muito menor, constatou a Efe. Já na educação e no judiciário, a adesão foi desigual. As manifestações transcorreram sem incidentes, ao contrário das greves anteriores, que foram acompanhadas por uma onda de violência.
‘O governo mudou mas as políticas seguem as mesmas, injustas e ineficientes, e só prejudicam os trabalhadores e os aposentados’, criticou o presidente da Confederação Geral de Trabalhadores da Grécia (GSEE).
 
O gabinete de Papademos se reuniu nesta quinta-feira para discutir novas reformas, que englobam novos cortes salariais e de pensões, além da abertura à livre-concorrência de setores fechados da economia.
 
O primeiro-ministro reconheceu que as negociações com os bancos e os fundos de investimento para o perdão voluntário de 50% da dívida grega está sendo difícil.
 
‘As novas medidas não são novas, são a continuação do que foi feito pelo governo anterior’, reclamou o jornalista Stamatis Nikolopulos, do diário ‘Eleftherotypia’, cujos 850 funcionários estão há quatro meses sem receber.
 
‘Não estou de acordo com as medidas deste governo, que além disso não foi eleito por ninguém. Ele não tem legitimidade’, criticou uma aposentada que viu sua renda mensal ser reduzida em 25% e que protestava em Atenas contra as medidas de austeridade. EFE
Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Combate ao trabalho infantil ainda está em segundo plano no Brasil, afirma Lídice da Mata

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou nesta quinta-feira (1ª) que o combate ao trabalho infantil ainda está em segundo plano no Brasil. Ela também comentou os resultados do recente relatório da Unicef sobre os adolescentes brasileiros: “Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades”.
De acordo com a pesquisa, ressaltou a senadora, o número de residências chefiadas por crianças e adolescentes de 10 a 19 anos no Brasil dobrou na última década. São 113 mil domicílios chefiadas por crianças de 10 a 14 anos e 661 mil chefiadas por adolescentes de 15 a 19 anos.
– Esses dados realmente são estarrecedores e merecem que o Congresso Nacional se debruce sobre a discussão de que futuro queremos para os meninos e meninas adolescentes desse país – disse em Plenário.
Para Lídice da Mata, as políticas públicas brasileiras voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco e de combate ao trabalho infantil vêm sendo colocadas em segundo plano.
A senadora sugere que o Brasil invista mais em educação e programas de inclusão social para a infância e juventude.
Em aparte, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO) elogiou e apoiou o pronunciamento da colega. Ele alertou para a possibilidade desses adolescentes que não recebem a atenção necessária do estado acabarem indo para o caminho da criminalidade e do consumo de drogas.
Conheça o relatório da Unicef clicando aqui.
Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

Combate ao trabalho infantil ainda está em segundo plano no Brasil, afirma Lídice da Mata

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou nesta quinta-feira (1ª) que o combate ao trabalho infantil ainda está em segundo plano no Brasil. Ela também comentou os resultados do recente relatório da Unicef sobre os adolescentes brasileiros: “Situação da Adolescência Brasileira 2011 – O direito de ser adolescente: Oportunidade para reduzir vulnerabilidades e superar desigualdades”.
De acordo com a pesquisa, ressaltou a senadora, o número de residências chefiadas por crianças e adolescentes de 10 a 19 anos no Brasil dobrou na última década. São 113 mil domicílios chefiadas por crianças de 10 a 14 anos e 661 mil chefiadas por adolescentes de 15 a 19 anos.
– Esses dados realmente são estarrecedores e merecem que o Congresso Nacional se debruce sobre a discussão de que futuro queremos para os meninos e meninas adolescentes desse país – disse em Plenário.
Para Lídice da Mata, as políticas públicas brasileiras voltadas para o atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco e de combate ao trabalho infantil vêm sendo colocadas em segundo plano.
A senadora sugere que o Brasil invista mais em educação e programas de inclusão social para a infância e juventude.
Em aparte, o senador Cyro Miranda (PSDB-GO) elogiou e apoiou o pronunciamento da colega. Ele alertou para a possibilidade desses adolescentes que não recebem a atenção necessária do estado acabarem indo para o caminho da criminalidade e do consumo de drogas.
Conheça o relatório da Unicef clicando aqui.
Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

‘Integração sempre vai gerar maior crescimento’, diz Dilma na Venezuela

Presidente participou da assinatura de acordos com Hugo Chávez.
Encontro com países da América Latina e Caribe vai até sábado.

Em reunião com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em Caracas, a presidente Dilma Rousseff pregou, nesta quinta-feira (1º), a integração entre os países da América Latina como uma das armas para enfrentar a crise econômica internacional, ao lado do investimento econômico e da geração de emprego.

Em discurso a ministros dos dois países após a assinatura de diversos acordos de cooperação, Dilma ressaltou o passado de “exploração” e “colonialismo” sofrido por países latino-americanos para ressaltar a necessidade de aprofundar as relações econômicas com os vizinhos.

“Apostamos nessa integração como motor de desenvolvimento. Neste mundo, que está num processo de crise, nós temos que enfrentá-la não fazendo com que nossos países paralisem seu consumo e a geração de empregos”, disse a presidente.

Greve geral e protesto contra medidas de austeridade reúnem 20 mil em Atenas

‘Integração sempre vai gerar maior crescimento’, diz Dilma na Venezuela

Presidente participou da assinatura de acordos com Hugo Chávez.
Encontro com países da América Latina e Caribe vai até sábado.

Em reunião com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, em Caracas, a presidente Dilma Rousseff pregou, nesta quinta-feira (1º), a integração entre os países da América Latina como uma das armas para enfrentar a crise econômica internacional, ao lado do investimento econômico e da geração de emprego.

Em discurso a ministros dos dois países após a assinatura de diversos acordos de cooperação, Dilma ressaltou o passado de “exploração” e “colonialismo” sofrido por países latino-americanos para ressaltar a necessidade de aprofundar as relações econômicas com os vizinhos.

“Apostamos nessa integração como motor de desenvolvimento. Neste mundo, que está num processo de crise, nós temos que enfrentá-la não fazendo com que nossos países paralisem seu consumo e a geração de empregos”, disse a presidente.