por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
A proposta de emenda à Constituição (PEC) 61/11, que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU) por mais quatro anos é o principal destaque na pauta do plenário da Câmara desta semana. Com a prorrogação da DRU, o governo poderá continuar aplicando como quiser 20% de suas receitas.
Na peça orçamentária de 2012, R$ 61 bilhões dependem da desvinculação para serem usados. As emendas apresentadas ao texto diminuem a duração ou preveem a não incidência da desvinculação de recursos da seguridade social.
O governo tem pressa em votar a matéria para enviá-la ao Senado, onde uma PEC semelhante também tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) daquela Casa. É que a vigência do mecanismo termina este ano.
Depois de sofrer ameaça de retaliação por parte de aliados, o governo decidiu garantir a liberação de verbas para emendas dos parlamentares em troca de apoio para votação da proposta de emenda constitucional que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU).
A insatisfação gerada pelo bloqueio de R$ 60 bilhões previstos para cobrir emendas parlamentares adiou a votação da PEC da DRU duas semanas atrás.
Colégio de Líderes
Os líderes partidários reúnem-se, nesta terça-feira (8), às 16h, para discutir a pauta de votações desta semana. O encontro vai ocorrer no gabinete da Presidência.
Sessões extraordinárias
Para viabilizar a votação da PEC, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) marcou uma série de sessões extraordinárias para esta semana: terça-feira (8), quarta (9) e quinta-feira (10), às 9h, além de extraordinárias também na terça (8) e na quarta-feira (9) na parte da noite, logo após a sessão ordinária.
Base aliada terá nova prova de fogo na Câmara
Os deputados ainda podem examinar esta semana a Medida Provisória (MP) 542/11, que altera os limites do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, do Parque Nacional da Amazônia e do Parque Nacional Mapinguari, localizados nas regiões Norte e Centro-Oeste.
A segunda MP em pauta é a 543/11, que autoriza o Tesouro Nacional a subvencionar, com até R$ 500 milhões, as operações de crédito feitas pelas instituições financeiras com microempreendedores.
Sessão solene lembra Dia da Consciência Negra
Numa iniciativa dos deputados Luiz Alberto (PT-BA), Edson Santos (PT-RJ) e Amauri Teixeira (PT-BA) a Câmara realiza sessão solene nesta sexta-feira (11), às 15h, em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro.
O Dia da Consciência Negra lembra a morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, além de lembrar o sofrimento dos negros ao longo da história, desde a época da colonização do Brasil.
A data serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país.
Outras sessões solenes
A Câmara também realiza outras duas sessões solenes na próxima semana. Na segunda-feira (7), às 10h, haverá homenagem aos 100 anos de fundação do município de Crateús, no Ceará. Na terça-feira (8), também às 10h, a homenagem será aos 60 anos de fundação da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
A proposta de emenda à Constituição (PEC) 61/11, que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU) por mais quatro anos é o principal destaque na pauta do plenário da Câmara desta semana. Com a prorrogação da DRU, o governo poderá continuar aplicando como quiser 20% de suas receitas.
Na peça orçamentária de 2012, R$ 61 bilhões dependem da desvinculação para serem usados. As emendas apresentadas ao texto diminuem a duração ou preveem a não incidência da desvinculação de recursos da seguridade social.
O governo tem pressa em votar a matéria para enviá-la ao Senado, onde uma PEC semelhante também tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) daquela Casa. É que a vigência do mecanismo termina este ano.
Depois de sofrer ameaça de retaliação por parte de aliados, o governo decidiu garantir a liberação de verbas para emendas dos parlamentares em troca de apoio para votação da proposta de emenda constitucional que prorroga a Desvinculação das Receitas da União (DRU).
A insatisfação gerada pelo bloqueio de R$ 60 bilhões previstos para cobrir emendas parlamentares adiou a votação da PEC da DRU duas semanas atrás.
Colégio de Líderes
Os líderes partidários reúnem-se, nesta terça-feira (8), às 16h, para discutir a pauta de votações desta semana. O encontro vai ocorrer no gabinete da Presidência.
Sessões extraordinárias
Para viabilizar a votação da PEC, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) marcou uma série de sessões extraordinárias para esta semana: terça-feira (8), quarta (9) e quinta-feira (10), às 9h, além de extraordinárias também na terça (8) e na quarta-feira (9) na parte da noite, logo após a sessão ordinária.
Base aliada terá nova prova de fogo na Câmara
Os deputados ainda podem examinar esta semana a Medida Provisória (MP) 542/11, que altera os limites do Parque Nacional dos Campos Amazônicos, do Parque Nacional da Amazônia e do Parque Nacional Mapinguari, localizados nas regiões Norte e Centro-Oeste.
A segunda MP em pauta é a 543/11, que autoriza o Tesouro Nacional a subvencionar, com até R$ 500 milhões, as operações de crédito feitas pelas instituições financeiras com microempreendedores.
Sessão solene lembra Dia da Consciência Negra
Numa iniciativa dos deputados Luiz Alberto (PT-BA), Edson Santos (PT-RJ) e Amauri Teixeira (PT-BA) a Câmara realiza sessão solene nesta sexta-feira (11), às 15h, em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro.
O Dia da Consciência Negra lembra a morte de Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares, além de lembrar o sofrimento dos negros ao longo da história, desde a época da colonização do Brasil.
A data serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país.
Outras sessões solenes
A Câmara também realiza outras duas sessões solenes na próxima semana. Na segunda-feira (7), às 10h, haverá homenagem aos 100 anos de fundação do município de Crateús, no Ceará. Na terça-feira (8), também às 10h, a homenagem será aos 60 anos de fundação da Igreja do Evangelho Quadrangular no Brasil.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
“O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos,” afirmou
A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que o Brasil defendeu a geração de empregos como uma das respostas para a crise financeira mundial, durante cúpula do G20 realizada semana passada na França.
“A crise econômica mundial, que está abalando, principalmente, os países da Europa e os Estados Unidos, não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas. A questão do desemprego é extremamente preocupante”, disse Dilma durante seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”.
“O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos,” afirmou.
A presidente classificou a questão do desemprego mundial como “preocupante”, ao apontar que 200 milhões de pessoas no mundo estão desocupados, na maioria jovens, mas elogiou a proposta da Organização Intenacional do Trabalho (OIT) de criar um programa de garantia de renda mundial para famílias extremamente pobres.
Dilma, que durante seus discursos na cúpula do G20 já havia citado os efeitos da crise nos países emergentes, reafirmou a capacidade do Brasil de reagir às turbulências econômicas e disse que os emergentes também devem cooperar para superar o momento atual.
“Todos concordaram que nós temos de ajudar, fazendo a nossa parte. Ninguém ganha com a crise. Até agora, os países emergentes vêm sustentando o crescimento da economia mundial, eles também reduziram um pouco o seu crescimento, porque foram atingidos por efeitos indiretos. Mas quem sustenta o crescimento mundial são esses países, somos nós”, disse ela.
“Vamos continuar gerando emprego e renda, vamos continuar mantendo as nossas finanças sólidas, vamos continuar com as nossas reservas, continuar produzindo na agricultura, no setor de serviços e na indústria. Vamos continuar gerando emprego.”
Na sexta-feira, Dilma havia declarado que o Brasil e os demais países dos Brics –Rússia, Índia, China e África do Sul, estariam dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não havia decisão ainda sobre o volume de recursos que poderiam ser disponibilizados. Ela descartou, no entanto, um repasse direto do Brasil para o fundo de resgate europeu.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
“O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos,” afirmou
A presidente Dilma Rousseff disse nesta segunda-feira que o Brasil defendeu a geração de empregos como uma das respostas para a crise financeira mundial, durante cúpula do G20 realizada semana passada na França.
“A crise econômica mundial, que está abalando, principalmente, os países da Europa e os Estados Unidos, não pode ser resolvida com desemprego e muito menos com a redução dos direitos trabalhistas. A questão do desemprego é extremamente preocupante”, disse Dilma durante seu programa semanal de rádio “Café com a Presidenta”.
“O grande desafio para essa crise é o caminho para retomar o crescimento: o caminho do investimento, do consumo e da geração de empregos,” afirmou.
A presidente classificou a questão do desemprego mundial como “preocupante”, ao apontar que 200 milhões de pessoas no mundo estão desocupados, na maioria jovens, mas elogiou a proposta da Organização Intenacional do Trabalho (OIT) de criar um programa de garantia de renda mundial para famílias extremamente pobres.
Dilma, que durante seus discursos na cúpula do G20 já havia citado os efeitos da crise nos países emergentes, reafirmou a capacidade do Brasil de reagir às turbulências econômicas e disse que os emergentes também devem cooperar para superar o momento atual.
“Todos concordaram que nós temos de ajudar, fazendo a nossa parte. Ninguém ganha com a crise. Até agora, os países emergentes vêm sustentando o crescimento da economia mundial, eles também reduziram um pouco o seu crescimento, porque foram atingidos por efeitos indiretos. Mas quem sustenta o crescimento mundial são esses países, somos nós”, disse ela.
“Vamos continuar gerando emprego e renda, vamos continuar mantendo as nossas finanças sólidas, vamos continuar com as nossas reservas, continuar produzindo na agricultura, no setor de serviços e na indústria. Vamos continuar gerando emprego.”
Na sexta-feira, Dilma havia declarado que o Brasil e os demais países dos Brics –Rússia, Índia, China e África do Sul, estariam dispostos a contribuir para uma ajuda financeira à Europa se isso for feito por meio do Fundo Monetário Internacional, mas que não havia decisão ainda sobre o volume de recursos que poderiam ser disponibilizados. Ela descartou, no entanto, um repasse direto do Brasil para o fundo de resgate europeu.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
O tombo de 2% na produção industrial de setembro levou o mercado financeiro a reduzir, pela quinta semana consecutiva, a estimativa de crescimento da economia neste ano. Segundo o Boletim Focus, no qual o Banco Central contabiliza as projeções de cerca de 100 analistas, a expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) cedeu de 3,29% para 3,20%. Há um mês, a previsão apontava para um salto de 3,50%.
Os especialistas se mostram, porém, mais reticentes em relação à inflação. Tanto que mantiveram a estimativa para 2011 em 6,5%, o teto da meta definida pelo governo. Para o próximo ano, a perspectiva para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,59% par 5,57%. “A revisão das estimativas de inflação para baixo, mesmo que marginais, devem continuar nas próximas semanas”, disse o economista Eduardo Velho, da Prosper Corretora. Segundo ele o mercado já espera uma queda do PIB no terceiro trimestre. “Não podemos descartar um crescimento inferior a 3% em 2011”, observou.
Na avaliação do economista Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio, o mercado ainda trabalha com um PIB considerável para 2011, apesar da gravidade da crise mundial. “Face à forte perda de atividade, que vem sendo observada neste trimestre, o crescimento tende mais para 3%”, disse O pessimismo do mercado já alcançou 2012. A maioria dos analistas consultados pelo BC aponta para um avanço de 3,5%. Há um mês, a estimativa era de 3,7%.
por master | 08/11/11 | Ultimas Notícias
O tombo de 2% na produção industrial de setembro levou o mercado financeiro a reduzir, pela quinta semana consecutiva, a estimativa de crescimento da economia neste ano. Segundo o Boletim Focus, no qual o Banco Central contabiliza as projeções de cerca de 100 analistas, a expectativa de crescimento para o Produto Interno Bruto (PIB) cedeu de 3,29% para 3,20%. Há um mês, a previsão apontava para um salto de 3,50%.
Os especialistas se mostram, porém, mais reticentes em relação à inflação. Tanto que mantiveram a estimativa para 2011 em 6,5%, o teto da meta definida pelo governo. Para o próximo ano, a perspectiva para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) recuou de 5,59% par 5,57%. “A revisão das estimativas de inflação para baixo, mesmo que marginais, devem continuar nas próximas semanas”, disse o economista Eduardo Velho, da Prosper Corretora. Segundo ele o mercado já espera uma queda do PIB no terceiro trimestre. “Não podemos descartar um crescimento inferior a 3% em 2011”, observou.
Na avaliação do economista Sidnei Moura Nehme, diretor executivo da NGO Corretora de Câmbio, o mercado ainda trabalha com um PIB considerável para 2011, apesar da gravidade da crise mundial. “Face à forte perda de atividade, que vem sendo observada neste trimestre, o crescimento tende mais para 3%”, disse O pessimismo do mercado já alcançou 2012. A maioria dos analistas consultados pelo BC aponta para um avanço de 3,5%. Há um mês, a estimativa era de 3,7%.