por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
Paralisação dos bancários entra na terceira semana sem sinal de acordo
BRASÍLIA, SÃO PAULO e RIO. Terminou sem acordo a terceira tentativa de conciliação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) para acabar com a paralisação dos funcionários dos Correios. O ponto da discórdia continua sendo o abono dos dias parados, defendido ontem pelo comando de greve e recusado pela estatal. Diante do impasse, o dissídio coletivo será julgado hoje.
Já a greve dos bancários entra na terceira semana sem sinal de retomada de negociação entre sindicatos e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). O comando nacional dos bancários vai se reunir hoje em São Paulo.
Segundo interlocutores, a Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) tentava ontem um acordo de última hora para evitar o julgamento do TST – que pode frustrar os anseios dos trabalhadores.
Representantes dos Correios disseram que a empresa já tinha aceitado as duas propostas feitas pelo TST e que fracassaram. A primeira foi aprovada pela Fentect, mas rejeitada pelos 35 sindicatos da categoria. A segunda foi recusada pelo comando de greve na sexta-feira.
Ontem, as assembleias de trabalhadores em Rio, São Paulo e Brasília recusaram as tentativas de acordo apresentadas. No entanto, representantes dos Correios e do comando de greve, além do ministro relator do processo, Maurício Delgado, disseram que estão prontos para entendimento até as 16h, quando começa o julgamento.
A proposta recusada pela Fentect na sexta-feira prevê desconto de seis dias parados entre janeiro e dezembro de 2012 e compensação dos demais aos sábados e domingos até maio; reposição da inflação de 6,87%, reajuste linear de R$60 a partir de janeiro e abono de R$800.
A greve completa 28 dias hoje e provocou o atraso na entrega de 173 milhões de correspondências e encomendas. Em nota, a estatal garantiu novamente que tudo dará certo para o Enem.
Já a paralisação dos bancários entra hoje em sua terceira semana. Segundo a Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), pararam ontem 9.090 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados.
Petrobras apresentará proposta a petroleiros dia 17
O comando nacional dos bancários vai se reunir hoje em São Paulo para definir o rumo da greve. Segundo a Contraf, essa já é a maior da categoria nos últimos 20 anos e caminha para se tornar a mais longa – a de 2010 durou 15 dias. Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5%).
E embora os representantes dos petroleiros afirmem que vão esperar a proposta da Petrobras no dia 17, sindicatos da categoria começam a planejar uma greve do setor, que deve ser deflagrada depois do dia 21. Líderes sindicais não estão esperançosos: eles pendem reajuste de 17,23% — IPCA mais 10% de aumento real -, mas a Petrobras e o governo sinalizam que vão apenas repor a inflação, o que já está no contracheque da categoria.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) afirmou por meio de sua assessoria que a maior parte dos 12 sindicatos que a integram já aprovaram indicativos de estado de greve. Por causa disso, a entidade organiza hoje, no Rio, seminário nacional de preparação de greve. O objetivo é discutir formas mais modernas de paralisação, para que sejam efetivas. Nas últimas greves, por causa de ações da Petrobras contra o movimento e de regras para garantir o abastecimento mínimo da população, elas foram pouco sentidas.
por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
Paralisação já e a maior em 20 anos, superando o pico de 2010, quando os bancários pararam 8.278 agências em todo o País
SÃO PAULO – A greve nacional dos bancários cresceu nesta segunda-feira, 10, apesar de o governo federal ter mandado as direções do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal cortar o ponto dos seus grevistas.
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Bancários se reúnem amanhã para avaliar greve
No 14.º dia de paralisação, a categoria fechou 9.090 agências e vários centros administrativos de bancos públicos e privados em todo o Brasil, informou ontem a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Na sexta-feira, estavam paradas 8.951 agências.
Segundo a entidade, a greve, que já é a maior da categoria nos últimos 20 anos em adesão, caminha para se tornar também a mais longa. Em 2004, a paralisação durou 29 dias.
“Enquanto os bancos e o governo ameaçam os bancários, a greve segue crescendo”, afirmou Carlos Cordeiro, presidente da Contraf e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. “Em vez de usar práticas antissindicais e intimidar os trabalhadores, os bancos deveriam se preocupar em retomar o diálogo e apresentar uma proposta que atenda às reivindicações da categoria”, acrescentou o sindicalista.
O Comando Nacional dos Bancários se reúne hoje em São Paulo para avaliar a greve e ampliar o movimento. “Vamos intensificar a mobilização para pressionar os bancos e arrancar novas conquistas”, afirmou Cordeiro.
A paralisação da categoria já e a maior em 20 anos, superando o pico de 2010, quando os bancários pararam 8.278 agências em todo o País.
Com data-base para renovação da convenção coletiva de trabalho em 1.º de setembro, os bancários entraram em greve no dia 27 de setembro, depois de rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8% feita pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). A oferta dos bancos significa apenas 0,56% de aumento real, bem abaixo da reivindicação da categoria.
Os trabalhadores querem reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais a inflação acumulada nos últimos 12 meses), valorização do piso salarial, maior Participação nos Lucros e Resultados e mais contratações, entre outras reivindicações.
“Além de oferecer baixo reajuste salarial, os bancos disseram não às demais reivindicações”, disse Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. “Estamos lutando por nossos direitos e não vamos aceitar ameaças nem retaliações, seja de bancos públicos ou privados.”
Existem hoje 484 mil bancários no Brasil, sendo 135 mil na base do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
A região Sudeste é onde os sindicatos conseguiram os menores reajustes e ganho real, de acordo com o levantamento realizado pelo Valor. A média de reajuste das 61 convenções coletivas (22,5% do total analisado no Sudeste) com validade pelo menos até maio de 2012 ficou em 7,37% na região. O aumento real, em 0,55%. O número está bem abaixo da média brasileira, de 0,83%.
A média da região contrasta com os aumentos negociados por sindicatos com maior representatividade situados em São Paulo, como o dos metalúrgicos. Os sindicatos menores puxam a média para baixo. Poucas categorias conquistaram aumentos superiores a 1% nos quatro Estados do Sudeste.
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No ABC paulista, os metalúrgicos das montadoras foram os primeiros a conquistar 2,55% de aumento real em setembro, acordo que serviu de base para outros sindicatos, como o dos metalúrgicos de Limeira e Rio Claro, que conseguiram o mesmo reajuste.
Também em São Paulo, os comerciários fecharam um acordo que garante 3,1% de aumento real – bem acima da média de 0,54% dos sindicatos no Estado. A média de aumento real de São Paulo foi apenas a 16ª maior do país.
O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde da Baixada Santista fechou as negociações de 2011 com reajuste de 5,5%, abaixo da inflação no acumulado de 12 meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) com data-base em junho (6,44%).
Um caso pouco comum que pode ser somado aos dos metalúrgicos e comerciários é o do Sindicato dos Empregados em Empresas de Industrialização Alimentícia de São Paulo e Região. A categoria Cacau, Balas e Derivados conseguiu 2,8% de ganho real neste ano. “Nossa meta é sempre 3%. Quando não chegamos perto da meta, conquistamos outros benefícios, como foi o caso da cesta básica. Uma cláusula social acaba se tornando econômica para o trabalhador”, diz José Ferreira, diretor do sindicato.
As reivindicações da categoria foram baseadas em um acompanhamento do desempenho do negócio de cacau no país. “O chocolate teve, nos últimos três anos, crescimento de cerca de 21% em vendas”, argumenta Ferreira.
Na outra ponta da tabela está Alagoas, onde a média de aumento real ficou em 1,6%. Em muitos Estados do Norte e Nordeste, a amostra do levantamento foi menor, já que o número de convenções de trabalho assinadas no período foi baixo. No Acre e no Amapá, não houve registro de convenções válidas pelo menos até maio do próximo ano.
O Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários de Cargas da Cidade de Maceió conquistou 9% de reajuste, sendo 2,4% de aumento real. “Todo ano conseguimos algo em torno disso. Fazemos uma pesquisa dos níveis salariais no Brasil para montar a nossa proposta”, diz Elenildo da Silva, diretor do sindicato. Se por um lado eles não encontram dificuldades ao negociar o reajuste com os representantes patronais, as cláusulas sociais andam em ritmo mais lento. “Falta lazer para os trabalhadores. Há alguns anos reivindicamos um espaço de lazer ao qual os rodoviários possam ter acesso, fazer academia e cursos profissionalizantes.”
Apesar do “fraco” desempenho de Santa Catarina, onde a média de ganho real ficou em 0,45%, a região Sul foi a que apresentou melhor resultado no país. A média de reajuste foi de 8,02%, sendo 1,05% de aumento real.
Alguns casos particulares contribuíram para essa média alta, como o do Sindicato dos Guias de Turismo de Foz do Iguaçu. Nas negociações de 2011, o Singtur-Foz conquistou 20,75% de reajuste, o que representa 13% de aumento real. Mas há uma explicação. “A última convenção assinada foi em 2008. Nós já tínhamos dado início a um processo no Ministério Público do Trabalho, quando conseguimos fechar esse acordo”, diz Ana Paula de Melo, presidente do sindicato.
Plínio Escapini, presidente do Sindicato das Empresas de Turismo de Foz de Iguaçu (o sindicato patronal), diz que o atraso de três anos nas negociações da categoria foi provocado pelo sindicato trabalhista, que pretendia incluir na convenção coletiva os trabalhadores autônomos, maioria entre os guias turísticos da cidade. (CG)
por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
Nos meses de junho a setembro, o reajuste real médio negociado em 226 convenções coletivas de trabalho feitas em todo o país foi de 0,83%. O percentual é significativamente inferior ao aumento real de 2,55% acertado na maioria das negociações coletivas de trabalhadores metalúrgicos com data-base em setembro, percentual que preocupa economistas de dentro e fora do governo pelo risco inflacionário que ele embute.
O Valor analisou 226 convenções coletivas entre aquelas registradas no Ministério do Trabalho entre os meses de junho e setembro e com validade até maio de 2012, pelo menos. Essas convenções representam 22,7% do total de acordos de categorias profissionais (e não apenas de uma empresa) e foram selecionadas pela representatividade do setor em cada Estado, de forma a compor um quadro nacional.
O Banco Central e o Ministério do Trabalho vêm acompanhando os acordos coletivos feitos no país. De acordo com os dados compilados pelo governo, o aumento real médio concedido tem diminuído. Em janeiro, o aumento real médio conseguido pelos trabalhadores chegou a 2,14%, e foi de 1,95% em maio. Já em julho, essa variação ficou em 0,66% (no levantamento do governo que incluía apenas 12 categorias), e a média dos primeiros sete meses foi de 1,38% de aumento real, segundo nota publicada no blog “Casa das Caldeiras” pela jornalista Claudia Safatle, em 28 de setembro. No levantamento do Valor, feito quando mais acordos já haviam sido registrados, foram considerados 103 convenções com data-base em junho e 64 em julho.
Reajustes expressivos, como os obtidos em setembro pelos metalúrgicos do ABC e pelos comerciários de São Paulo (10,5%, sendo 3,1% de aumento real), têm sido menos comuns. Entre as convenções analisadas, 25% dos sindicatos (60) conseguiram mais de 1% de ganho real, enquanto 20% (47) tiveram o reajuste igual ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) ou menor.
Para os economistas, o aumento da inflação tem reduzido o poder de barganha dos sindicatos nas negociações. Em janeiro, a inflação acumulada em 12 meses estava em 5,99%. Em setembro, era de 7,31%. “O aumento da inflação e a crise externa podem ainda não ter causado grandes efeitos na economia brasileira, mas certamente afetaram as expectativas das empresas”, diz José Silvestre, coordenador de relações sindicais do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). “A inflação mais alta no segundo semestre pode diminuir o ganho real de quem negociar agora.”
Alguns setores se destacaram em todas as regiões. Os sindicatos ligados aos trabalhadores do transporte rodoviário, comércio, metalurgia e indústrias têxtil e alimentícia conseguiram os maiores aumentos no país. “Não observamos grandes diferenças entre os setores, mas, nos últimos cinco anos, o setor de serviços tem conquistado reajustes menores por ser muito pulverizado, composto por várias categorias sem tradição de negociação”, diz Silvestre.
É o risco de que os aumentos salariais acima da inflação provoquem mais inflação que leva o Banco Central a monitorar as convenções coletivas. Um ganho salarial maior permite um aumento do consumo e alguns setores tendem a repassar esse custo extra para o preço dos produtos, gerando mais inflação. “A informação de quanto os empregados estão conseguindo aumentar o seu salário é de extrema importância para o Banco Central”, diz Bráulio Borges, economista-chefe da LCA Consultores. “Os reajustes estão ficando mais moderados ao longo dos meses. O ano começou na ordem de 2% de aumento real, mas na ponta está abaixo de 1%. O ganho real caiu pela metade e isso é um alívio, do ponto de vista da inflação”, diz Borges, olhando para os dados monitorados pelo governo.
Ele destaca, contudo, que as empresas estão conseguindo aumentar a produtividade sem ter que, obrigatoriamente, aumentar os preços. Essa conclusão vem da comparação entre os aumentos reais que estão sendo negociados e a Produtividade Total dos Fatores (PTF). “A PTF é um número mágico estimado pelos economistas que calcula o ganho de produtividade da economia. A brasileira está em torno de 1,3%”, diz Borges.
Quando a média de ganhos reais é menor que esse 1,3%, significa que as empresas estão conseguindo aumentar a produção mais do que os custos correspondentes. Se o aumento real é maior que a produtividade, como no começo de 2011, há uma pressão inflacionária, já que os custos da empresa, que incluem o preço da mão de obra, estão crescendo mais do que a sua produtividade – e podem ser repassados aos preços.
É difícil mensurar em qual região a pressão inflacionária está maior. No Sudeste, por exemplo, a tendência é que a produtividade seja bem menor do que 1,3%, pois a região está em estágio de desenvolvimento mais avançado, já tem uma economia diversificada e o espaço para crescimento é menor que em economias pouco ou menos complexas, pondera Borges.
“Estou curioso para ver as negociações a partir de agora. De um lado, a conjuntura econômica mudou, com revisões bastante significativas de crescimento, tanto mundial como brasileiro. Do outro lado, a inflação no Brasil avança”, afirma Borges.
Essa mudança de cenário pode explicar a dificuldade de acordo em algumas categorias, como os bancários, que estão em greve nacional desde o dia 27, por não aceitarem a proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) de 8% de reajuste, o que representa 0,56% de ganho real – longe dos 2,55% negociados pelos metalúrgicos, e abaixo da média nacional dos últimos meses.
por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
Há duas visões dentro do governo para justificar o rigor implementado pelos dirigentes das companhias estatais nas negociações salariais deste ano com os servidores. Ainda que a equipe econômica esteja dividida em duas argumentações distintas, ambas são favoráveis ao aperto.
A diretriz das estatais tem origem no Palácio do Planalto, que desde as primeiras negociações com o funcionalismo federal – iniciadas com os servidores do sistema Eletrobras, em junho – defende a concessão apenas da inflação acumulada nos 12 meses anteriores à data-base de cada categoria. Devido à inflação “persistentemente alta”, segundo fonte do alto escalão do governo, “o rigor aumentou”.
Os salários foram “fortemente” elevados nos últimos anos, especialmente em 2009 e 2010, o que permite um aperto agora, segundo avalia um dos grupos em posições distintas no governo. Desde o início do ano há um “pé no freio” na abertura de concursos, que foram liberados pelo Planalto a conta-gotas. O concurso realizado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em junho, foi uma das poucas exceções.
Segundo esse grupo, a recomposição salarial de carreiras do Estado, como a de servidores do corpo técnico dos ministérios e de autarquias, foi iniciada em 2004 e “potencializada”, segundo fonte do grupo, nos dois últimos anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva. A recomposição de carreiras e de salários, na visão do grupo, continua de pé, mas a partir deste ano entra em fase menos acelerada.
O segundo grupo dentro da equipe econômica avalia que o aperto nas negociações salariais serve para “preparar o terreno” para a expansão dos gastos já contratada para 2012 – o salto de cerca de 14% no salário mínimo.
O Projeto de Lei Orçamentária Anual, enviado ao Congresso no fim de agosto, prevê salário mínimo de R$ 619,21 a partir de janeiro, o que, para a Tendências Consultoria, representaria elevação de R$ 23 bilhões nos gastos federais. Especula-se no governo, no entanto, que o mínimo possa atingir até R$ 625, o que elevaria a conta.
O ano de 2012 será “complexo”, de acordo com uma fonte do segundo grupo, porque combinará a forte elevação do mínimo com o calendário eleitoral. “Além disso”, diz a fonte, “não será fácil repetir o aperto nas negociações por dois anos consecutivos”. O governo ainda trabalha com cenários pouco claros em relação às greves e reivindicações do funcionalismo.
por master | 11/10/11 | Ultimas Notícias
Em reunião no Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) com o ministro Maurício Godinho Delgado, relator do processo, as partes não chegaram a um acordo e ficou mantido para esta terça-feira (11) o julgamento do dissídio coletivo instaurado pela ECT. Os ministros decidirão em sessão extraordinária da Seção Especializada em Dissídios Coletivos (SDC), que terá início às 16 horas. Na audiência de instrução convocada para a última sexta-feira (7) pelo presidente do TST, ministro João Oreste Dalazen, a ECT e a Federação Nacional dos Trabalhadores em empresas de Correios e Telégrafos e Similares (FENTECT) também não haviam chegado a um acordo.
O julgamento será transmitido ao vivo pela Internet.
Processo: DC 6535-37.2011.5.00.0000