por master | 13/05/11 | Ultimas Notícias
Os trabalhadores da indústria estão comemorando a melhoria de salários. Embora a criação de empregos no setor tenha ficado estável entre fevereiro e março, a folha de pagamentos das empresas teve resultado positivo pelo terceiro mês consecutivo, com crescimento de 0,5% em março. Em janeiro, a alta foi de 0,2% e, em fevereiro, de 0,9%, revelou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
No acumulado do ano, o aumento chegou a 6,7%. Quando se considera o período de 12 meses, a elevação bateu a marca de 7,6%, o melhor resultado desde abril de 2005, quando registrou variação de 7,7%.
Segundo o pesquisador do IBGE Fernando Abritta, o bom desempenho é reflexo das negociações salariais de 2010. No ano passado, os acordos entre patrões e empregados registraram a maior proporção de reajustes com aumento real, acima da inflação, desde 1996, quando o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) iniciou a série histórica.
Abritta destacou ainda o impacto das parcelas de participação de lucros e resultados. “Normalmente, as negociações salariais são no segundo semestre. Agora, os efeitos aparecem nas comparações. A elevação reflete também o pagamento de horas extras e de férias”, afirmou.
Setorialmente, em comparação com março do ano passado, o valor da folha de pagamento real cresceu em 12 dos 18 setores pesquisados. Os destaques foram meios de transporte (14%), máquinas e equipamentos (10%) e alimentos e bebidas (4,9%). O setor de papel e gráfica apresentou a maior queda (-13,7%).
Fonte: Correio Braziliense
por master | 13/05/11 | Ultimas Notícias
A 3ª Vara do Trabalho de Governador Valadares decidiu que a empresa deve arcar sozinha com despesas pagas a título de indenização às famílias das vítimas de acidente de trânsito causado por empregado durante viagem a trabalho. O empregado era diretor executivo da empresa, tendo sido dispensado sem justa causa. Quando ainda existia a relação de emprego, ele causou um acidente de trânsito quando retornava de uma viagem a trabalho, no qual morreram duas empregadas da empresa. Em conseqüência, a empregadora teve que pagar danos morais e materiais às famílias das vítimas.
A empresa ajuizou ação de regresso contra o empregado para recuperar os valores pagos a título de indenização, considerando que a culpa do empregado ficou realmente comprovada. O juiz substituto José Barbosa Neto Fonseca Suett, não deu razão à empregadora, porque considerou que ela foi omissa e imprudente, colocando seus empregados em risco.
Segundo o art. 933 do Código Civil, o empregador responde objetivamente pelos atos praticados por seus empregados, isso quer dizer que, independentemente de quem seja a culpa do ato que gerou a obrigação de indenizar, quem deve arcar com a obrigação é a empresa. Acontece que, se a culpa do empregado ficar comprovada, o empregador tem o direito de regresso, ou seja, o direito de cobrar de quem provocou o dano, o valor que a empresa teve que pagar a título de indenização.
No caso do processo, a culpa do ex-empregado pelo acidente que matou as duas funcionárias ficou comprovada porque ele fez ultrapassagem em local proibido, vindo a bater de frente com um caminhão. O magistrado, no entanto, levou em consideração o fato de que o empregado não era motorista profissional, tendo sido contratado como diretor executivo da empresa, que exigiu que ele fizesse a viagem dirigindo seu próprio carro.
Assim, o julgador concluiu que a empresa foi omissa e imprudente ao deixar que seus empregados fizessem uma viagem de trabalho sem os serviços de um motorista profissional e por ter obrigado o ex-empregado, mesmo que de forma velada, a viajar dirigindo seu próprio veículo. Por isso, o magistrado decidiu que o empregador deve arcar sozinho com as indenizações que pagou às famílias das vítimas do acidente. A sentença foi confirmada em 2ª instância. O processo recebeu o selo “Tema Relevante”, do Centro de Memória do TRT mineiro.
( 0072600-81.2009.5.03.0135 AIRR )
Fonte: TRT3
por master | 13/05/11 | Ultimas Notícias
O empregado pode permanecer no local de prestação do serviço durante o período destinado ao intervalo para refeição e descanso, sendo que tal intervalo não será computado na duração do trabalho, se esta condição constar em acordo coletivo. A decisão da Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) foi específica para a categoria de vigilantes, em julgamento de agravo de instrumento em recurso de revista interposto pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
O MPT propôs ação civil pública em desfavor da empresa Segura – Segurança Industrial, Bancária e de Valores Ltda. após apuração, pela Procuradoria Regional do Trabalho da 24ª Região (Dourados – MS), de denúncia feita em 2009 apontando irregularidades cometidas pela empresa contra os seus empregados. Entre outras irregularidades, o MPT relatou que a Segura não estaria concedendo o intervalo intrajornada de no mínimo 1 hora e no máximo de 2 horas, a que têm direito os trabalhadores que cumprem jornada contínua superior a 6 horas.
Quanto a esse tema, a empresa alegou que seus funcionários desfrutavam regularmente do intervalo intrajornada, no próprio posto de serviço, conforme pactuado nas normas coletivas da categoria. A Vara do Trabalho, no entanto, entendeu ser irregular a atitude da empresa. Segundo o juiz, a empresa estaria interpretando erroneamente a cláusula coletiva, ao exigir que seus empregados permanecessem no local de trabalho, quando isso deveria ser, na verdade, uma faculdade do trabalhador. Para o julgador, a Segura deixou claro que necessitava da presença do empregado no local, razão pela qual, inclusive, fazia o pagamento de uma hora por dia de trabalho. A empresa foi condenada na obrigação de conceder os intervalos aos trabalhadores.
Insatisfeita com os termos da sentença, a empresa recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região (MS). Pelo entendimento do regional, a empresa não excluiu o intervalo intrajornada, mas pactuou com a categoria de trabalhadores de que o tempo do referido intervalo, caso não usufruído, seria pago nos termos da legislação vigente.Dessa forma, considerou que a cláusula coletiva não fere normas de ordem pública, excluindo da condenação a obrigação de fazer consistente na concessão do intervalo intrajornada legalmente previsto.
O MPT, então, recorreu ao TST insistindo na invalidade da cláusula coletiva. A juíza convocada Maria Doralice Novaes, ao negar provimento ao agravo de instrumento, esclareceu que o TRT deixou claro que não se trata, no caso, de supressão ou redução do intervalo intrajornada, mas sim da faculdade de o empregado permanecer no local da prestação de serviço durante o intervalo destinado a repouso e alimentação e que esse período, caso não usufruído, seria pago na forma do art. 71, § 4º, da CLT. Assim, relatora entendeu que não houve afronta à Orientação Jurisprudencial 342 da SBDI-1 do TST, como pretendia o MPT.
AIRR – 120700-93.2009.5.24.0002
por master | 12/05/11 | Ultimas Notícias
Remuneração média do paranaense chegou a R$ 1,586 em 2010, alta de 3,84% em relação ao ano anterior
A renda média do paranaense cresceu mais que o salário médio dos brasileiros, mas um trabalhador no Paraná ainda recebe menos que um trabalhador dentro da média nacional. O salário dos paranaenses é o 12.° mais alto do país, atrás principalmente de estados do Sudeste e do Norte. Os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), mostram ainda que o estado gerou 145,9 mil empregos em 2010, com destaque para os setores de serviços, comércio e indústria de transformação. No Brasil foram 2,8 milhões de novos empregos no ano passado.
O rendimento médio dos trabalhadores paranaenses passou de R$ 1.527,48 em 2009 para R$ 1.586,16 em 2010, um acréscimo de 3,84%. A renda média nacional fechou o ano passado em R$ 1.742, com ganho de 2,57%. Para o professor de Economia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) Ricardo Kureski, a diferença de salários entre o estado e a média nacional poderia ser menor caso não fossem computadas as remunerações médias do Distrito Federal, que chegam a R$ 3.713,84. “Há um problema estatístico porque Brasília, que possui muitos trabalhadores no setor público, entra na média e distorce o resultado nacional”, avalia Kureski. Em relação aos salários médios dos estados do Norte do país serem mais altos do que no Paraná, o economista afirma que isso se deve mais a fatores históricos do que a ganhos reais. “Muitos dos estados do Norte eram territórios e nestes locais os funcionários públicos eram maioria, que recebiam salários da União. Isso faz com que a renda nesses estados seja elevada”, analisa.
Na comparação entre os estados, o abismo entre a maior e a menor remuneração média é de mais de 200% – uma diferença de quase cinco salários mínimos. O maior rendimento médio mensal foi verificado no Distrito Federal, enquanto que no Ceará a remuneração média, no fim do ano passado, foi de R$ 1.228,94. “Vale ressaltar que o aumento dos rendimentos em 2010 beneficiou todas as unidades da federação, demonstrando uma menor variabilidade entre as taxas de crescimento, quando comparado com os resultados de 2009”, afirma o documento do MTE.
Setores
Entre os setores do Paraná que mais geraram empregos, serviços, comércio e indústria de transformação se destacam devido ao crescimento vigoroso da economia em 2010, segundo o presidente do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Social (Ipardes), Gilmar Lourenço. “Com a economia forte, as pessoas ganham mais e têm mais crédito para consumir serviços e no comércio. Com isso, a indústria é impulsionada a produzir mais e mais pessoas são contratadas. É um círculo virtuoso”, salienta.
Na outra ponta, porém, administração pública e agropecuária foram os setores que demitiram mais que contrataram. A aposentadoria dos servidores e a tecnologia no campo explicam os cortes, de acordo com Lourenço. “A administração pública paranaense envelheceu e nos últimos dez anos teve uma reduzida reposição de trabalhadores”, avalia. Os setores que tiveram o maior incremento de trabalhadores no ano passado, com aumento de 21% no número de empregados, foram construção civil e extrativa mineral.
Fonte: Gazeta do Povo
por master | 12/05/11 | Ultimas Notícias
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Oreste Dalazen recebeu a visita de representantes de cinco centrais sindicais que entregaram um documento propondo a revogação da Súmula 369 do TST. Essa súmula trata da estabilidade sindical e limita a sete o número de dirigentes de órgãos de classe com direito à garantia do emprego.
De acordo com os sindicalistas, o número é muito limitado e “impede a livre organização sindical, estimulando a demissão de dirigentes e ampliando a incidência de atos antissindicais”.
Eles defendem que seja observado o tamanho da representação de cada órgão de classe para a definição proporcional da quantidade de diretores com estabilidade.
O ministro Dalazen ouviu as ponderações dos representantes de classe e informou que levará o documento para ser analisado pelos demais ministros da Casa.
Ele disse que o Tribunal está aberto para este tipo de discussão no momento: na próxima semana, o TST vai parar as atividades judicantes ordinárias para discutir sua jurisprudência e as normas internas e externas relativas à prestação jurisdicional, e está recebendo sugestões neste sentido de instituições e entidades interessadas.
Estiveram presentes na visita ao presidente do TST os representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Central Sindical e Popular (Conlutas) e União Geral dos Trabalhadores (UGT). (Fonte: TST)
por master | 12/05/11 | Ultimas Notícias
Logo após a divulgação do resultado das eleições de 2010, o DIAP atualizou a bancada sindicalista considerando os parlamentares reeleitos que já integravam o grupo e também os novos eleitos com ligações com o movimento sindical.
O DIAP incluiu na relação de parlamentares sindicalistas aqueles originários do movimento sindical, ou seja, que já exerceram cargo na diração de sindicatos, federações, confederações ou centrais sindicais, assim como em associações de classe. Integram a lista também pessoas que não ocuparam cargos, mas tiveram ou ainda têm vínculos com entidades sindicais atuando, por exemplo, como assessores ou consultores.
No levantamento preliminar, foram identificados 68 congressistas, sendo 62 deputados e seis senadores. Com a atualização dos dados, houve importante ampliação da bancada sindical.
Portanto, a representação dos trabalhadores no Congresso, segundo o levantamento atualizado do DIAP, é de 91 congressistas – 83 deputados e oito senadores.
Neste grupo de 83 deputados, 50 são reeleitos e 33 são novos.
Foram barrados nas urnas: Anselmo de Jesus (PT-RO), Augusto Carvalho (PPS-DF), Chico D’Angelo (PT-RJ), Edmilson Valentim (PCdoB-RJ), Emília Fernandes (PT-RS) e Fernando Lopes (PMDB-RJ). Entretanto, Augusto Carvalho e Chico D´Angelo acabaram assumindo os mandatos como suplentes em exercício.
Outros suplentes que assumiram: Policarpo (PT-DF); Paulo Rubem Santiago (PDT-PE); Nazareno Fonteles (PT-PI); e Fernando Marroni (PT-RS).
Carlos Abicalil (PT-MT) não teve êxito para eleição ao Senado; Cláudio Magrão (PPS-SP) não disputou nenhum cargo eletivo; Eduardo Valverde (PT-RO) ficou em terceiro na disputa do governo de estado; José Pimentel (PT-CE) foi eleito senador; Luiz Bassuma (PV-BA) disputou e perdeu o governo de estado; Paulo Rocha (PT-PA) disputou o Senado, mas sua candidatura está sub judice; Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) foi eleita senadora; Vignatti (PT-SC) perdeu a disputa pela cadeira de senador; Virgílio Guimarães (PT-MG) foi suplente de senador, cujo titular foi derrotado; e Walter Pinheiro (PT-BA) eleito senador.
Senado Federal
Na atual legislatura há oito representantes oriundos do movimento sindical na Casa. Desses, seis são novos – Randolfe (PSol-AP), Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), Walter Pinheiro (PT-BA), José Pimentel (PT-CE), Marinor (PSol-PA) e Wellington Dias (PT-PI) – que se juntaram ao reeleito Paulo Paim (PT-RS) e Inácio Arruda (PCdoB-CE), cujo mandato vai até 2015. A bancada sindical na legislatura 2007-2011 era composta por sete senadores.
Da bancada sindical que atuava na legislatura anterior no Senado, ficou fora Fátima Cleide (PT-RO), que não conseguiu se reeleger.
Os demais – Ideli Salvatti (PT-SC) disputou e perdeu o governo de estado; José Nery (PSol-PA) não se saiu bem nas urnas para vaga de deputado estadual; Marina Silva (PV-AC) concorreu ao Planalto e ficou em terceiro lugar; Tião Viana (PT-AC) ganhou o governo do estado. Como tem mandato até 2015, renunciou ao cargo para assumir o novo posto. O suplente que assumiu, senador Anibal Diniz, não tem atuação no meio sindical.
Veja a composição da bancada sindical eleita em 2010
Câmara dos Deputados
(83 deputados)
|
ACRE
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
HENRIQUE AFONSO
|
PV
|
REELEITO
|
Professor
|
|
PERPÉTUA ALMEIDA
|
PCdoB
|
REELEITA
|
Professora e bancária
|
|
SIBA MACHADO
|
PT
|
NOVO
|
Geógrafo
|
|
TAUMATURGO
|
PT
|
NOVO
|
Auditor fiscal do trabalho
|
|
AMAPÁ
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
PROFESSORA DALVA
|
PT
|
REELEITA
|
Professora
|
|
PROFESSORA MARCIVÂNIA
|
PT
|
NOVA
|
Professora de ensino superior
|
|
BAHIA
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ALICE PORTUGAL
|
PCdoB
|
REELEITA
|
Química industrial e farmacêutica bioquímica
|
|
AMAURI TEIXEIRA
|
PT
|
NOVO
|
Economista e especialista em direito do estado e tributário
|
|
DANIEL ALMEIDA
|
PCdoB
|
REELEITO
|
Industriário
|
|
EDSON PIMENTA
|
PCdoB
|
NOVO
|
Agricultor familiar
|
|
JÂNIO NATAL
|
PRP
|
NOVO
|
Administrador
|
|
JOSIAS GOMES
|
PT
|
REELEITO
|
Agrônomo
|
|
LUIZ ALBERTO
|
PT
|
REELEITO
|
Técnico químico/petroleiro
|
|
NELSON PELLEGRINO
|
PT
|
REELEITO
|
Advogado
|
|
RUI COSTA
|
PT
|
NOVO
|
Economista
|
|
VALMIR ASSUNÇÃO
|
PT
|
NOVO
|
Agricultor
|
|
WALDENOR
|
PT
|
NOVO
|
Economista e professor universitário
|
|
CEARÁ
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ANDRÉ FIGUEIREDO
|
PDT
|
NOVO
|
Economista
|
|
ARTUR BRUNO
|
PT
|
NOVO
|
Professor de ensino superior
|
|
CHICO LOPES
|
PCdoB
|
REELEITO
|
Professor e auditor-fiscal
|
|
JOÃO ANANIAS
|
PCdoB
|
NOVO
|
Médico
|
|
JOSÉ GUIMARÃES
|
PT
|
REELEITO
|
Advogado
|
|
EUDES XAVIER
|
PT
|
REELEITO
|
Comerciário
|
|
DISTRITO FEDERAL
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
AUGUSTO CARVALHO
|
PPS
|
REELEITO
|
Sociólogo e bancário
|
|
ERIKA KOKAY
|
PT
|
NOVA
|
Bancária e economiária
|
|
POLICARPO
|
PT
|
NOVO
|
Servidor público
|
|
ESPÍRITO SANTO
|
|
LELO COIMBRA
|
PMDB
|
REELEITO
|
Médico
|
|
GOIÁS
|
|
JOÃO CAMPOS
|
PSDB
|
REELEITO
|
Delegado de polícia
|
|
MARINA SANTANNA
|
PT
|
NOVA
|
Advogada
|
|
MARANHÃO
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
CLEBER VERDE
|
PRB
|
REELEITO
|
Professor e servidor público
|
|
DOMINGOS DUTRA
|
PT
|
REELEITO
|
Advogado
|
|
LOURIVAL MENDES
|
PTdoB
|
NOVO
|
Delegado de Polícia
|
|
MINAS GERAIS
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
GILMAR MACHADO
|
PT
|
REELEITO
|
Professor de história
|
|
LEONARDO MONTEIRO
|
PT
|
REELEITO
|
Advogado e técnico químico
|
|
MATO GROSSO DO SUL
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ANTÔNIO CARLOS BIFFI
|
PT
|
REELEITO
|
Professor
|
|
VANDER LOUBET
|
PT
|
REELEITO
|
Bancário e funcionário público
|
|
PARÁ
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
BETO FARO
|
PT
|
REELEITO
|
Agricultor familiar
|
|
MIRIQUINHO BATISTA
|
PT
|
NOVO
|
Professor
|
|
ZÉ GERALDO
|
PT
|
REELEITO
|
Trabalhador rural
|
|
PARAÍBA
|
|
LUIZ COUTO
|
PT
|
REELEITO
|
Professor e padre
|
|
PERNAMBUCO
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
FERNANDO FERRO
|
PT
|
REELEITO
|
Engenheiro elétrico
|
|
GONZAGA PATRIOTA
|
PSB
|
REELEITO
|
Advogado e jornalista
|
|
JOÃO PAULO LIMA
|
PT
|
NOVO
|
Técnico em edificações
|
|
PAULO RUBEM SANTIAGO
|
PDT
|
REELEITO
|
Professor
|
|
PIAUÍ
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ASSIS CARVALHO
|
PT
|
NOVO
|
Bancário e economiário
|
|
JESUS RODRIGUES
|
PT
|
NOVO
|
Industrial
|
|
NAZARENO FONTELES
|
PT
|
REELEITO
|
Médico
|
|
PARANÁ
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ÂNGELO VANHONI
|
PT
|
REELEITO
|
Bancário e professor
|
|
ASSIS DO COUTO
|
PT
|
REELEITO
|
Agricultor
|
|
Dr. ROSINHA
|
PT
|
REELEITO
|
Médico e servidor público
|
|
RIO DE JANEIRO
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
CHICO D’ANGELO
|
PT
|
REELEITO
|
Médico
|
|
DR. PAULO CÉSAR
|
PR
|
REELEITO
|
Médico
|
|
JANDIRA FEGHALI
|
PCdoB
|
NOVA
|
Médica
|
|
JORGE BITTAR
|
PT
|
REELEITO
|
Engenheiro
|
|
STEPAN NERCESSIAN
|
PPS
|
NOVO
|
Ator e diretor de espetáculo
|
|
RIO GRANDE DO NORTE
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
FÁTIMA BEZERRA
|
PT
|
REELEITA
|
Pedagoga
|
|
RIO GRANDE DO SUL
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ASSIS MELO
|
PCdoB
|
NOVO
|
Operador de aparelhos de produção industrial
|
|
ELVINO BHON GASS
|
PT
|
NOVO
|
Agricultor familiar
|
|
GIOVANI CHERINI
|
PDT
|
NOVO
|
Tecnólogo em cooperativismo
|
|
FERNANDO MARRONI
|
PT
|
REELEITO
|
Servidor público
|
|
JOSE STÉDILE
|
PSB
|
NOVO
|
Metalúrgico e administrador público
|
|
MARCO MAIA
|
PT
|
REELEITO
|
Metalúrgico
|
|
MARCON
|
PT
|
NOVO
|
Agricultor
|
|
PEPE VARGAS
|
PT
|
REELEITO
|
Médico
|
|
SANTA CATARINA
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
LUCI CHOINACKI
|
PT
|
NOVA
|
Agricultora
|
|
SERGIPE
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
MARCIO MACEDO
|
PT
|
NOVO
|
Professor
|
|
ROGERIO CARVALHO
|
PT
|
NOVO
|
Médico
|
|
SÃO PAULO
|
|
Parlamentar
|
Partido
|
Situação
|
Categoria/profissão
|
|
ARLINDO CHINAGLIA
|
PT
|
REELEITO
|
Médico
|
|
CÂNDIDO VACCAREZZA
|
PT
|
REELEITO
|
Médico
|
|
CARLINHOS ALMEIDA
|
PT
|
NOVO
|
Bancário e professor de história
|
|
CARLOS ZARATTINI
|
PT
|
REELEITOI
|
Economista
|
|
DEVANIR RIBEIRO
|
PT
|
REELEITO
|
Aposentado (metalúrgico)
|
|
IVAN VALENTE
|
PSol
|
REELEITO
|
Professor
|
|
JANETE PIETÁ
|
PT
|
REELEITA
|
Professora e arquiteta
|
|
JOÃO DADO
|
PDT
|
REELEITO
|
Agente fiscal de rendas
|
|
JOÃO PAULO CUNHA
|
PT
|
REELEITO
|
Metalúrgico
|
|
LUIZA ERUNDINA
|
PSB
|
REELEITA
|
Assistente social
|
|
NEWTON LIMA NETO
|
PT
|
NOVO
|
Professor universitário
|
|
PAULO PEREIRA DA SILVA
|
PDT
|
REELEITO
|
Metalúrgico
|
|
RICARDO BERZOINI
|
PT
|
REELEITO
|
Bancário
|
|
ROBERTO SANTIAGO
|
PV
|
REELEITO
|
Comerciário
|
|
VAZ DE LIMA
|
PSDB
|
NOVO
|
Agente fiscal de rendas
|
|
VICENTINHO
|
PT
|
REELEITO
|
Bacharel em direito e metalúrgico
|
Senado Federal
(8 senadores)
|
RANDOLFE
|
PSol/AP
|
NOVO – Até 2019
|
Professor
|
|
VANESSA GRAZIOTTIN
|
PCDOB/AM
|
NOVA – Até 2019
|
Farmacêutica / Professora
|
|
WALTER PINHEIRO
|
PT/BA
|
NOVO – Até 2019
|
Técnico em Telecomunicações
|
|
JOSÉ PIMENTAL
|
PT/CE
|
NOVO – Até 2019
|
Bancário / Advogado
|
|
MARINOR
|
PSOL/PA
|
NOVA – Até 2019
|
Professora |
|
WELLINGTON DIAS
|
PT/PI |
NOVA – Até 2019 |
Bancário / Economiário |
| PAULO PAIM |
PT/RS |
ATUAL – Até 2015 |
Metalúrgico |
| INÁCIO ARRUDA |
PCDOB/CE |
ATUAL – Até 2015 |
Eletrotécnico / Servidor |