NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Sintracom Londrina estreia o programa Sua Vez, Sua Voz!

Sintracom Londrina estreia o programa Sua Vez, Sua Voz!

O programa “Sua Vez, Sua Voz!” estreou recentemente em sua versão adaptada para as redes sociais, depois de mais de 10 anos de sucesso no rádio. Comandado pelo líder sindical e ativista dos direitos trabalhistas Denílson Pestana, o programa é dedicado a discutir e compartilhar informações sobre o mundo do trabalho.

Em sua edição de estreia, Pestana apresentou a festa em comemoração ao dia dos trabalhadores na sede campestre do Sintracom Londrina e a manifestação dos trabalhadores em Memória as vítimas por acidente de trabalho, realizada no dia 28/04/2023. O programa abordará temas como a luta por melhores condições de trabalho, direitos dos trabalhadores, igualdade de gênero e raça no ambiente de trabalho, entre outros assuntos relevantes para quem busca se informar sobre o universo do trabalho.

Sua vez, sua voz trará entrevistas com profissionais de diversas áreas, líderes sindicais e especialistas em assuntos relacionados ao mundo do trabalho. Essas conversas ofereceram insights valiosos e informações relevantes para quem deseja se manter atualizado sobre os desafios enfrentados pelos trabalhadores e as lutas por melhores condições de trabalho.

Com a adaptação do programa para as redes sociais, é possível que um número ainda maior de pessoas se engaje na conversa sobre o futuro do mundo do trabalho. Através de uma abordagem acessível e informativa, o programa busca trazer luz a questões importantes que afetam a vida dos trabalhadores e suas famílias.

Ao se inscrever no canal do programa, os espectadores podem se juntar à conversa e participar de uma comunidade engajada em discutir questões importantes relacionadas ao mundo do trabalho. Com a experiência de Pestana e a participação de profissionais e especialistas em diferentes áreas, “Sua Vez, Sua Voz!” promete ser uma fonte confiável e valiosa de informações para quem busca se informar sobre os desafios enfrentados pelos trabalhadores atualmente.

 

Produção industrial sobe alinhada às expectativas em março

Produção industrial sobe alinhada às expectativas em março

Número veio apenas 0,1 ponto percentual acima da mediana das apostas

Por Lucianne Carneiro, Valor — Rio

Após recuo em janeiro e fevereiro, a produção da indústria brasileira cresceu 1,1% em março ante fevereiro, segundo a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física (PIM-PF), divulgada nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

 

Em fevereiro, o indicador caiu 0,2% e em janeiro, 0,3%, considerando a série frente ao mês imediatamente anterior. Por um problema no site do IBGE, o dado não estava disponível ao público até a publicação desta nota e foi encaminhado aos jornalistas com atraso.

 

O desempenho de março foi alinhado às expectativas. Ficou levemente acima da mediana das apostas de 32 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data, de alta de 1%, livre dos efeitos sazonais. As projeções iam de alta de 0,3% a 3,3%.

 

Na comparação com igual mês em 2022, a produção industrial subiu 0,9% em março. Por essa base de comparação, a expectativa mediana do mercado era de que o indicador tivesse avançado 0,7% conforme levantamento do Valor. As projeções iam de queda de 1% a alta de 3,4%.

 

A indústria ficou estável no resultado acumulado nos últimos 12 meses. No primeiro trimestre do ano, há queda de 0,4% frente a igual período de 2022.

VALOR INVESTE

https://valorinveste.globo.com/mercados/brasil-e-politica/noticia/2023/05/10/producao-industrial-sobe-alinhada-as-expectativas-em-marco.ghtml

Produção industrial sobe alinhada às expectativas em março

Uberização “é um absurdo, é inaceitável”, diz Luiz Marinho

“É impensável falar que a Uber pode sair do Brasil, igual foi aventado”, diz o ministro do Trabalho

por André Cintra

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, diz que a regulação de serviços por aplicativos como o Uber é fundamental não apenas para garantir “proteção para uma empresa em relação à outra” e evitar a “concorrência desleal”. Segundo Marinho, é também uma forma de combater a “uberização” do trabalho nessas modalidades, hoje marcadas pela precarização.

Em entrevista ao Poder360, ele diz não acreditar que empresas abandonem o Brasil em caso de regulação. “Não tememos isso porque está crescente o trabalho de novas empresas nesse processo. A própria Uber me disse o seguinte: ‘Olha, o mercado número 1 da Uber no mundo está no território brasileiro’”, disse Marinho. “Então é impensável falar que a Uber pode sair do Brasil, igual foi aventado. Isso não existe em absoluto.”

Para o ministro, melhorar as condições de trabalho é dever dessas plataformas. “A história da ‘uberização’ – virou até sinônimo, é uma empresa – é exatamente a lógica da precarização, da superexploração das pessoas em relação a uma nova tecnologia. Isso é um absurdo, é inaceitável”, afirmou. “O que precisamos é que as tecnologias estejam à disposição da humanidade, favorecendo maior remuneração, maior conforto.”

Ele acrescentou “não ter nada contra as empresas”, mas, sim, contra a uberização. “Não está proibida a rentabilidade, não está proibida a palavra lucro. O que tem que estar proibido é a exploração”, resumiu. “É preciso garantir seguridade social, ou seja, Previdência Social para esses profissionais, mas é preciso ir além. É preciso falar de jornada, para não ter jornada extenuante, para evitar acidente, doença e ter um ambiente saudável nesse trabalho.”

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/05/07/uberizacao-e-um-absurdo-e-inaceitavel-diz-luiz-marinho/

Produção industrial sobe alinhada às expectativas em março

Futuro do trabalho: as profissões que estão com os dias contados

Graças às novas tecnologias – e, sobretudo, à inteligência artificial –, a transição no mundo do trabalho é mais acelerada do que o previsto

por André Cintra

A nova edição do Relatório sobre o Futuro dos Trabalhos (The Future of Jobs Report 2023), divulgado neste mês pelo Fórum Econômico Mundial (FEM), mostra que muitos trabalhos estão sem futuro. Graças às novas tecnologias – e, sobretudo, à inteligência artificial –, a transição no mundo do trabalho é mais acelerada do que o previsto.

Outros fatores, como a ampliação do acesso à internet e a desaceleração do crescimento da economia global, também ditam o ritmo das mudanças. A isso se soma a tão esperada atenuação da pandemia de Covid-19. Não é de estranhar que, logo após a apresentação do relatório do FEM, a OMS (Organização Mundial da Saúde) anunciou o fim da emergência de saúde pública global relacionada ao novo coronavírus.

Com base na realidade de 45 países, o Fórum Econômico Mundial recorre à palavra da moda – “disrupção” – para traduzir, sinteticamente, o sentido de tamanhas transformações. A imensa popularidade do ChatGPT, lançado no final de 2022, já sinalizava que os impactos da inteligência artificial estavam na ordem do dia.

Uma das áreas mais afetadas é o atendimento presencial ao cliente nos mais diversos locais, como agências bancárias, postos dos Correios, supermercado e lojas. É o exemplo de emprego ou função que, conforme o Fórum Econômico Mundial, estão com os dias contados. A demanda para caixas de bancos, funcionários relacionados e atendentes de serviços postais cairá 40% em cinco anos, diz o Relatório. Para operadores de caixa de supermercado e outros tipos de varejo, a queda será de 37%.

Neste prazo de cinco anos, duas outras áreas terão declínio considerável: trabalhos como os de digitadores de dados (36%) e secretário executivo e administrativo (34%). A crer nos cálculos da OIT (Organização Internacional do Trabalho), todas essas profissões “em risco” representam nada menos que 673 milhões de trabalhadores em todo o mundo.

O Fórum Econômico Mundial estima que, até 2027, 23% dos postos de trabalho atuais se modifiquem – parcial ou totalmente. “Muitos deles vão ser substituídos por soluções, por algoritmos que automatizam essas funções, ou por autosserviço”, diz o professor Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral, parceira da pesquisa. “É o caso do caixa do supermercado ou caixa do banco – que vai ser substituído por uma máquina e que vai atender bem, atender às necessidades do cliente.”

Estima-se que, no Brasil, surjam 13 milhões de vagas e se percam 16 milhões. Isso quer dizer que viveremos uma era de desemprego em massa? Nada disso.

Conforme o Relatório sobre o Futuro dos Trabalhos, a transição energética será capaz de, sozinha, gerar 30 milhões de trabalhos até 2030 no mundo – “em energia limpa, eficiência energética e tecnologias de baixa emissão”. Por regra, cada transição do gênero resulta em novas demandas e força outras mudanças.

No livro A Quarta Revolução Industrial, de 2016, Klaus Schwab, fundador do Fórum Econômico Mundial, já dizia que a nova era no mundo do trabalho estava em curso. “Começou na virada deste século e teve como fundamento a revolução digital. É caracterizada por uma Internet muito mais móvel e global, por sensores menores e mais poderosos e por inteligência artificial e machine learning”, escreveu Schwab.

Este “admirável mundo novo” já é realidade. Diz o autor: “de fato, trabalhadores que atuam com inteligência artificial, aprendizagem de máquina, big data e segurança da informação serão mais demandados, assim como aqueles que trabalham com energia renovável, como a solar”.

Assim, há uma lista grande de funções que devem surgir ou ganhar força nos próximos anos, estimulado a geração de postos de trabalho: são os especialistas em inteligência artificial, aprendizagem de máquina ou sustentabilidade; analistas em Inteligência de Negócios e Segurança da Informação; cientistas e analistas de dados; especialistas em Big Data e transformação digital; entre outros. Os empregos não vão acabar, mas é bom já nos prepararmos para este futuro que, a cada dia, parece mais próximo.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/05/09/futuro-do-trabalho-as-profissoes-que-estao-com-os-dias-contados/

Produção industrial sobe alinhada às expectativas em março

Governo deve apresentar revisão da reforma trabalhista até junho

Ministro do Trabalho reúne informações para atualizar legislação e reverter retrocessos aprovados por Temer e Bolsonaro; expectativa é votar no Congresso ainda em 2023

por Redação

Desde o final de 2017 os trabalhadores passaram a ter os seus direitos aviltados pela aprovação da Reforma Trabalhista no governo Michel Temer (MDB).  Com Jair Bolsonaro não foi diferente: houve diminuição de valores de arrecadação das empresas para os trabalhadores (FGTS) e alteração de Normas Regulamentadoras (NRs) que causaram o aumento de acidentes de trabalho.

Estudo divulgado pela Lagom Data comprova isto ao apontar que a maior onda de ataques à CLT ocorreu nos seis anos pós-golpe de 2016, sob os governos ultraliberais de Temer (MDB, 2016-2018) e Bolsonaro (PL, 2019-2022). Juntos responderam por 1.397 das 3.946 alterações – o equivalente a 35%. Já a ditadura militar – que durou 21 anos (1964-1985) – foi responsável por 1.286 mudanças.

Como forma de reverter os retrocessos aprovados no período e atualizar a legislação trabalhista, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, em entrevista à Agência Brasil, relatou que o governo trabalha para que as novas propostas sejam apresentadas até o final de julho. As discussões quanto a esta revisão são debatidas em grupos de trabalho tripartites em que participam governo, trabalhadores e empregadores.

Com as informações sistematizadas pelos grupos, Marinho pretende apresentar uma versão final e entende que as propostas possam ser votadas no Congresso Nacional ainda em 2023.

De acordo com o ministro, a atuação do governo é apenas de intermediação nos grupos: “O propósito do governo é mais de coordenar as partes, de provocar, para que as partes construam o entendimento. É evidente que o governo tem um posicionamento, mas desejamos que as partes construam esse entendimento porque, seguramente, isso será melhor para a tramitação no Congresso Nacional”, explicou Marinho.

Um dos temas que será trabalhado em termos de atualização da legislação trabalhista é o da regulação que envolve trabalhadores por aplicativos, como Uber, Ifood, Rappi e 99.

“O que as famosas plataformas estão fazendo no Brasil e no mundo é ir transformando os trabalhadores quase que em escravos dos algoritmos. Precisamos reagir para criar condições para que os trabalhadores sejam respeitados”, afirmou o ministro que espera que as plataformas digitais “venham para a mesa no propósito de construção”.

Leia também: CLT sofreu 4 mil alterações em 80 anos; era Temer-Bolsonaro foi a pior

*Com informações Agência Brasil

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/05/10/governo-deve-apresentar-revisao-da-reforma-trabalhista-ate-junho/