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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

O Índice de Medo do Desemprego passou de 78,7 pontos, em setembro, para 81,6, em dezembro, uma alta de 3,7%, informou nessa terça-feira (13) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade destaca que o índice está próximo do piso histórico, que foi registrado em setembro.
Para a CNI, como o resultado foi muito baixo naquele mês, já havia a expectativa de um crescimento agora.
O índice varia em uma escala de 0 a 100. Os dados foram coletados pelo Ibope entre os dias 2 a 5 de dezembro. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios. A CNI informou ainda que, na comparação com dezembro de 2010, houve uma alta de 2,9%.
A parcela de pessoas que disseram estar com muito medo do desemprego subiu de 12,8% em setembro para 19,2% em dezembro. O percentual dos que disseram estar com pouco medo caiu de 30,2% para 23,1% e o dos que responderam não temer o desemprego aumentou de 57% em setembro para 57,7%, informou a CNI.
Como a próxima pesquisa está prevista para ser divulgada em março, a confederação avalia que, diante do “cenário econômico mundial adverso”, a tendência é que o receio de perder o emprego aumente.
Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

O Índice de Medo do Desemprego passou de 78,7 pontos, em setembro, para 81,6, em dezembro, uma alta de 3,7%, informou nessa terça-feira (13) a Confederação Nacional da Indústria (CNI). A entidade destaca que o índice está próximo do piso histórico, que foi registrado em setembro.
Para a CNI, como o resultado foi muito baixo naquele mês, já havia a expectativa de um crescimento agora.
O índice varia em uma escala de 0 a 100. Os dados foram coletados pelo Ibope entre os dias 2 a 5 de dezembro. Foram ouvidas 2.002 pessoas em 141 municípios. A CNI informou ainda que, na comparação com dezembro de 2010, houve uma alta de 2,9%.
A parcela de pessoas que disseram estar com muito medo do desemprego subiu de 12,8% em setembro para 19,2% em dezembro. O percentual dos que disseram estar com pouco medo caiu de 30,2% para 23,1% e o dos que responderam não temer o desemprego aumentou de 57% em setembro para 57,7%, informou a CNI.
Como a próxima pesquisa está prevista para ser divulgada em março, a confederação avalia que, diante do “cenário econômico mundial adverso”, a tendência é que o receio de perder o emprego aumente.
Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Desaposentação vira tema de repercussão no Supremo Tribunal Federal

Na última sexta-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que uma futura decisão sobre a desaposentação terá repercussão geral, ou seja, a sentença passará a orientar decisões em outros tribunais, em instâncias inferiores. A decisão foi tomada no debate de um dos processos em julgamento pelo órgão, Recurso Extraordinário (RE) 661.256, cuja relatoria coube ao ministro Ayres Britto.
As ações são movidas por segurados que se aposentaram e continuaram trabalhando. Eles querem a revisão das aposentadorias (ou sua substituição), considerando o tempo de serviço e as contribuições posteriores ao início do pagamento do benefício.
Um primeiro julgamento teve início em setembro do ano passado, mas foi suspenso a pedido do ministro Dias Tóffoli. O processo voltou à pauta em agosto e em setembro de 2011, mas não chegou a ser analisado. Não há previsão de quando o julgamento será retomado.
O processo em questão é o Recurso Extraordinário (RE) 381.367, interposto por seguradas gaúchas em 2003. O relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello, manifestou-se favorável à segurada: “Ao trabalhador que, aposentado, retorna [ou permanece] à atividade, cabe o ônus alusivo à contribuição, devendo-se a ele a contrapartida: os benefícios próprios, mais precisamente a consideração das novas contribuições”.
Outro processo em tramitação é o RE 661.256, cujo relator é o ministro Ayres Britto e que suscitou o reconhecimento da repercussão geral. O recurso foi interposto pelo INSS, depois que o Superior Tribunal de Justiça reconheceu o direito de um segurado renunciar à sua aposentadoria e requerer uma nova, com valor maior.
O trabalhador tinha se aposentado proporcionalmente aos 27 anos de contribuição, mas continuou trabalhando. Ele reclama uma aposentadoria integral – em substituição à proporcional – por ter contribuído por mais de 35 anos.
Existem hoje cerca de 70 mil processos de desaposentação. 
Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Desaposentação vira tema de repercussão no Supremo Tribunal Federal

Na última sexta-feira (9), o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu que uma futura decisão sobre a desaposentação terá repercussão geral, ou seja, a sentença passará a orientar decisões em outros tribunais, em instâncias inferiores. A decisão foi tomada no debate de um dos processos em julgamento pelo órgão, Recurso Extraordinário (RE) 661.256, cuja relatoria coube ao ministro Ayres Britto.
As ações são movidas por segurados que se aposentaram e continuaram trabalhando. Eles querem a revisão das aposentadorias (ou sua substituição), considerando o tempo de serviço e as contribuições posteriores ao início do pagamento do benefício.
Um primeiro julgamento teve início em setembro do ano passado, mas foi suspenso a pedido do ministro Dias Tóffoli. O processo voltou à pauta em agosto e em setembro de 2011, mas não chegou a ser analisado. Não há previsão de quando o julgamento será retomado.
O processo em questão é o Recurso Extraordinário (RE) 381.367, interposto por seguradas gaúchas em 2003. O relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello, manifestou-se favorável à segurada: “Ao trabalhador que, aposentado, retorna [ou permanece] à atividade, cabe o ônus alusivo à contribuição, devendo-se a ele a contrapartida: os benefícios próprios, mais precisamente a consideração das novas contribuições”.
Outro processo em tramitação é o RE 661.256, cujo relator é o ministro Ayres Britto e que suscitou o reconhecimento da repercussão geral. O recurso foi interposto pelo INSS, depois que o Superior Tribunal de Justiça reconheceu o direito de um segurado renunciar à sua aposentadoria e requerer uma nova, com valor maior.
O trabalhador tinha se aposentado proporcionalmente aos 27 anos de contribuição, mas continuou trabalhando. Ele reclama uma aposentadoria integral – em substituição à proporcional – por ter contribuído por mais de 35 anos.
Existem hoje cerca de 70 mil processos de desaposentação. 
Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Quatro em dez empresas pretendem contratar mais no início de 2012

Quatro em dez empresas brasileiras pretendem contratar trabalhadores no primeiro trimestre do ano que vem. É o que mostra pesquisa da ManpowerGroup, empresa especializada em soluções de mão de obra, com 851 empregadores do país.
O levantamento mostra que 7% dos entrevistados disseram que não irão contratar no período.
O trabalho foi feito em quatro estados – Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – e envolveu oito dos maiores setores contratantes.
Segundo Riccardo Barberis, diretor-executivo da consultoria, “os resultados mostram que os empregadores continuam confiantes na economia brasileira, mesmo com a desaceleração e a crise na Europa”.
O comércio apresentará desaceleração na intenção de contratação – de 44% para 37% – comparado ao primeiro trimestre de 2011. “Após grandes picos de crescimento, o mercado volta agora para o seu novo normal, ou seja, um sistema de ciclos curtos e com alto nível de imprevisibilidade.”
Segundo o especialista, porém, não há com o que se preocupar, já que nos últimos anos a demanda interna aumentou e muitas pessoas, com ganho maior, passaram a consumir mais -fato que não acontece na economia europeia, por exemplo.
Para Barberis, o trabalhador tem possibilidade de escolha. “Desde que o candidato mantenha-se apto, tem a chance de escolher onde quer trabalhar, e isso envolve os valores e a cultura da empresa.”
Medo de desemprego cresce em dezembro, mostra CNI

Quatro em dez empresas pretendem contratar mais no início de 2012

Quatro em dez empresas brasileiras pretendem contratar trabalhadores no primeiro trimestre do ano que vem. É o que mostra pesquisa da ManpowerGroup, empresa especializada em soluções de mão de obra, com 851 empregadores do país.
O levantamento mostra que 7% dos entrevistados disseram que não irão contratar no período.
O trabalho foi feito em quatro estados – Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo – e envolveu oito dos maiores setores contratantes.
Segundo Riccardo Barberis, diretor-executivo da consultoria, “os resultados mostram que os empregadores continuam confiantes na economia brasileira, mesmo com a desaceleração e a crise na Europa”.
O comércio apresentará desaceleração na intenção de contratação – de 44% para 37% – comparado ao primeiro trimestre de 2011. “Após grandes picos de crescimento, o mercado volta agora para o seu novo normal, ou seja, um sistema de ciclos curtos e com alto nível de imprevisibilidade.”
Segundo o especialista, porém, não há com o que se preocupar, já que nos últimos anos a demanda interna aumentou e muitas pessoas, com ganho maior, passaram a consumir mais -fato que não acontece na economia europeia, por exemplo.
Para Barberis, o trabalhador tem possibilidade de escolha. “Desde que o candidato mantenha-se apto, tem a chance de escolher onde quer trabalhar, e isso envolve os valores e a cultura da empresa.”