NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Setor da construção civil amplia vagas

Setor da construção civil amplia vagas

O setor da construção civil segue contratando no Grande ABC. Em outubro, foram geradas 132 vagas no segmento, alta de 0,28% no mês. O saldo foi maior do que o de setembro (109 postos a mais) e semelhante ao de agosto (134).
 
Os dados, da pesquisa divulgada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo, mostram o resultado favorável neste ano até agora. Na comparação com o total de dezembro de 2010, as empresas do ramo estão com 661 postos de trabalho adicionais.
Para a empresária Rosana Carnevalli, diretora adjunta da regional do SindusCon-SP do Grande ABC, o cenário do emprego no segmento se mantém positivo, mesmo com os receios gerados pelas turbulências no mercado financeiro internacional. A crise na Europa tem causado retração nas aplicações em Bolsa, afetando as empresas do setor que têm capital aberto.
A dirigente do SindusCon cita ainda que, em termos de vendas de imóveis, é normal retração no fim do ano, já que, nessa época, as pessoas estão mais preocupadas em comprar presentes de Natal e esperam um pouco mais antes de assinar contratos imobiliários. “Mas temos muitas obras que estão saindo da fase da fundação, e que vão continuar empregando”, acrescenta.
Além disso, o crescimento do poder de compra da população – diversas categorias de trabalhadores conquistaram aumentos salariais com ganhos acima da inflação neste ano – e o desemprego em baixa, colaboram para a atividade seguir em expansão, avalia outro empresário do ramo, Ricardo Di Folco, que tem construtora em São Bernardo.
DESACELERAÇÃO – Em 2012, deve haver pequena desaceleração no ritmo da atividade, por causa dos efeitos da crise no Exterior, segundo os representantes do segmento.
No entanto, a avaliação é de que há fatores que contribuem para que o mercado siga favorável no ano que vem, entre os quais obras de infraestrutura – há projeto do governo estadual para a construção da Linha Bronze do Metrô, que passará pelo Grande ABC e fará ligação com a Estação Tamanduateí, da Linha Verde – e a proximidade das eleições municipais. “Normalmente muitas obras públicas são entregues em ano eleitoral”, observa Rosana.
Novas leis de zoneamento vão limitar expansão
Mudanças em leis de zoneamento de cidades do Grande ABC, que restringiram o tamanho das construções, devem atrapalhar o crescimento do setor imobiliário da região nos próximos anos.
No entanto, segundo representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo, o impacto ainda não será sentido em 2012, pois as construtoras acumularam estoques de áreas e protocolaram projetos nas administrações municipais antes das alterações.
A diretora adjunta do SindusCon-SP, Rosana Carnevalli, que é empresária do ramo em São Caetano, cita o caso desse município, em que houve mudança do coeficiente de aproveitamento no fim de 2010. A lei de zoneamento, que antes permitia construir até seis vezes o tamanho do terreno, agora só autoriza até três vezes.
Também houve diminuição em São Bernardo. O Plano Diretor da cidade, aprovado no mês passado pela Câmara Municipal, reduziu de quatro para dois e meio o coeficiente.
 


Setor da construção civil amplia vagas

Setor da construção civil amplia vagas

O setor da construção civil segue contratando no Grande ABC. Em outubro, foram geradas 132 vagas no segmento, alta de 0,28% no mês. O saldo foi maior do que o de setembro (109 postos a mais) e semelhante ao de agosto (134).
 
Os dados, da pesquisa divulgada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo, mostram o resultado favorável neste ano até agora. Na comparação com o total de dezembro de 2010, as empresas do ramo estão com 661 postos de trabalho adicionais.
Para a empresária Rosana Carnevalli, diretora adjunta da regional do SindusCon-SP do Grande ABC, o cenário do emprego no segmento se mantém positivo, mesmo com os receios gerados pelas turbulências no mercado financeiro internacional. A crise na Europa tem causado retração nas aplicações em Bolsa, afetando as empresas do setor que têm capital aberto.
A dirigente do SindusCon cita ainda que, em termos de vendas de imóveis, é normal retração no fim do ano, já que, nessa época, as pessoas estão mais preocupadas em comprar presentes de Natal e esperam um pouco mais antes de assinar contratos imobiliários. “Mas temos muitas obras que estão saindo da fase da fundação, e que vão continuar empregando”, acrescenta.
Além disso, o crescimento do poder de compra da população – diversas categorias de trabalhadores conquistaram aumentos salariais com ganhos acima da inflação neste ano – e o desemprego em baixa, colaboram para a atividade seguir em expansão, avalia outro empresário do ramo, Ricardo Di Folco, que tem construtora em São Bernardo.
DESACELERAÇÃO – Em 2012, deve haver pequena desaceleração no ritmo da atividade, por causa dos efeitos da crise no Exterior, segundo os representantes do segmento.
No entanto, a avaliação é de que há fatores que contribuem para que o mercado siga favorável no ano que vem, entre os quais obras de infraestrutura – há projeto do governo estadual para a construção da Linha Bronze do Metrô, que passará pelo Grande ABC e fará ligação com a Estação Tamanduateí, da Linha Verde – e a proximidade das eleições municipais. “Normalmente muitas obras públicas são entregues em ano eleitoral”, observa Rosana.
Novas leis de zoneamento vão limitar expansão
Mudanças em leis de zoneamento de cidades do Grande ABC, que restringiram o tamanho das construções, devem atrapalhar o crescimento do setor imobiliário da região nos próximos anos.
No entanto, segundo representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de São Paulo, o impacto ainda não será sentido em 2012, pois as construtoras acumularam estoques de áreas e protocolaram projetos nas administrações municipais antes das alterações.
A diretora adjunta do SindusCon-SP, Rosana Carnevalli, que é empresária do ramo em São Caetano, cita o caso desse município, em que houve mudança do coeficiente de aproveitamento no fim de 2010. A lei de zoneamento, que antes permitia construir até seis vezes o tamanho do terreno, agora só autoriza até três vezes.
Também houve diminuição em São Bernardo. O Plano Diretor da cidade, aprovado no mês passado pela Câmara Municipal, reduziu de quatro para dois e meio o coeficiente.
 


Setor da construção civil amplia vagas

Dossiê critica remoções para obras a Copa em sete capitais

As obras de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 já provocaram, pelo menos, 21 casos de remoção forçada de moradores em sete capitais, de acordo com o dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil. O documento, divulgado nesta segunda-feira (12) pela Articulação Nacional de Comitês Populares da Copa, traz relatos de desalojamentos irregulares em Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
Segundo o relatório, as ações de desocupação de comunidades e famílias são marcadas pela arbitrariedade. “São aplicadas estratégias de guerra e perseguição, como a marcação de casas a tinta, sem esclarecimentos, invasão de domicílios sem mandados judiciais, apropriação indevida e destruição de bens móveis”. O dossiê estima que até 170 mil pessoas possam ser removidas para dar espaço a empreendimentos de infraestrutura ligados aos eventos esportivos.
Os depoimentos colhidos pelo comitê popular acusam a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana de usar força excessiva para expulsar moradores de áreas necessárias à construção de obras de infraestrutura.
Em nota, a Polícia Militar (PM) de São Paulo rebateu a acusação constante do dossiê. Já a Guarda Civil Metropolitana alegou que os agentes apenas dão suporte às operações da Polícia Militar.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, disse nesta segunda-feira (12) que as remoções provocadas por obras de infraestrutura devem garantir a dignidade das comunidades afetadas. 
“As remoções sempre são algo difícil para as comunidades. É preciso que em cada cidade se analise se essas remoções são feitas agregando dignidade à vida das pessoas ou não”, disse ao falar sobre o dossiê divulgado pela Articulação Nacional de Comitês Populares da Copa.
O documento aponta para a ocorrência de 21 casos de remoção forçada em sete capitais, devido a obras de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os comitês populares estimam que as retiradas possam atingir até 170 mil pessoas.
Maria do Rosário destacou ainda que os grandes eventos e os investimentos em infraestrutura devem respeitar os direitos da população. “O que nós defendemos é que é possível ter grandes eventos e grandes obras agregando direitos sociais e humanos”.
Setor da construção civil amplia vagas

Dossiê critica remoções para obras a Copa em sete capitais

As obras de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 já provocaram, pelo menos, 21 casos de remoção forçada de moradores em sete capitais, de acordo com o dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil. O documento, divulgado nesta segunda-feira (12) pela Articulação Nacional de Comitês Populares da Copa, traz relatos de desalojamentos irregulares em Belo Horizonte, Curitiba, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.
Segundo o relatório, as ações de desocupação de comunidades e famílias são marcadas pela arbitrariedade. “São aplicadas estratégias de guerra e perseguição, como a marcação de casas a tinta, sem esclarecimentos, invasão de domicílios sem mandados judiciais, apropriação indevida e destruição de bens móveis”. O dossiê estima que até 170 mil pessoas possam ser removidas para dar espaço a empreendimentos de infraestrutura ligados aos eventos esportivos.
Os depoimentos colhidos pelo comitê popular acusam a Polícia Militar e a Guarda Civil Metropolitana de usar força excessiva para expulsar moradores de áreas necessárias à construção de obras de infraestrutura.
Em nota, a Polícia Militar (PM) de São Paulo rebateu a acusação constante do dossiê. Já a Guarda Civil Metropolitana alegou que os agentes apenas dão suporte às operações da Polícia Militar.
A ministra da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário, disse nesta segunda-feira (12) que as remoções provocadas por obras de infraestrutura devem garantir a dignidade das comunidades afetadas. 
“As remoções sempre são algo difícil para as comunidades. É preciso que em cada cidade se analise se essas remoções são feitas agregando dignidade à vida das pessoas ou não”, disse ao falar sobre o dossiê divulgado pela Articulação Nacional de Comitês Populares da Copa.
O documento aponta para a ocorrência de 21 casos de remoção forçada em sete capitais, devido a obras de preparação para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Os comitês populares estimam que as retiradas possam atingir até 170 mil pessoas.
Maria do Rosário destacou ainda que os grandes eventos e os investimentos em infraestrutura devem respeitar os direitos da população. “O que nós defendemos é que é possível ter grandes eventos e grandes obras agregando direitos sociais e humanos”.
Setor da construção civil amplia vagas

Trabalhadores franceses fazem greve contra cortes e arrocho

Sindicatos franceses organizaram nesta terça-feira (13) quase 200 manifestações espalhadas pelo país em protesto contra o plano de arrocho e cortes defendido pelo governo para “diminuir” a dívida da França e “se prevenir” dos efeitos da crise na zona do euro.
Cinco organizações de trabalhadores que incentivaram os protestos afirmaram em comunicado conjunto que as medidas draconianas propostas pelo gabinete do presidente, Nicolas Sarkozy, afetavam em especial os benefícios sociais.
Tais medidas levarão a França à recessão e ao aprofundamento das desigualdades, levando milhares de famílias a dificuldades econômicas, denunciaram os sindicatos.
Setor da construção civil amplia vagas

Trabalhadores franceses fazem greve contra cortes e arrocho

Sindicatos franceses organizaram nesta terça-feira (13) quase 200 manifestações espalhadas pelo país em protesto contra o plano de arrocho e cortes defendido pelo governo para “diminuir” a dívida da França e “se prevenir” dos efeitos da crise na zona do euro.
Cinco organizações de trabalhadores que incentivaram os protestos afirmaram em comunicado conjunto que as medidas draconianas propostas pelo gabinete do presidente, Nicolas Sarkozy, afetavam em especial os benefícios sociais.
Tais medidas levarão a França à recessão e ao aprofundamento das desigualdades, levando milhares de famílias a dificuldades econômicas, denunciaram os sindicatos.