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DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Pesquisa de Tábuas de Mortalidade foi divulgada nesta quarta (1º).
Dados são referentes a 2010; em 2009, número foi de 73,2 anos.
 
A expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, o que representa um aumento em relação a 2009, segundo a pesquisa de Tábuas de Mortalidade divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano anterior, a expectativa de vida era de 73,2 anos. Em 1980, o número era de 62 anos.
De acordo com os dados no “Diário Oficial da União”, a mortalidade infantil alcança 21,63 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1980, o número chegava a 69,12.
Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Pesquisa de Tábuas de Mortalidade foi divulgada nesta quarta (1º).
Dados são referentes a 2010; em 2009, número foi de 73,2 anos.
 
A expectativa de vida do brasileiro ao nascer alcançou 73,5 anos em 2010, o que representa um aumento em relação a 2009, segundo a pesquisa de Tábuas de Mortalidade divulgada nesta quarta-feira (1º) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano anterior, a expectativa de vida era de 73,2 anos. Em 1980, o número era de 62 anos.
De acordo com os dados no “Diário Oficial da União”, a mortalidade infantil alcança 21,63 óbitos por mil nascidos vivos. Em 1980, o número chegava a 69,12.
Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Nova Central defende manutenção da Contribuição Sindical em audiência na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados foi palco, nesta terça-feira (29/11), de uma série de debates polêmicos sobre a proposta de criação de uma contribuição negocial, com a consequente extinção da contribuição sindical. Além da NCST, estiveram presentes representantes das demais centrais, dirigentes de confederações patronais e do Fórum Sindical dos Trabalhadores.
 
Na audiência convocada pela Comissão de Trabalho, o presidente da NCST, José Calixto Ramos, presidente da NCST, foi enfático ao afirmar que a central e suas entidades filiadas são totalmente contrárias à extinção da contribuição sindical, por entender que é um claro retrocesso e, sobretudo, por representar o desmantelamento de toda a estrutura sindical.
 
Após as intervenções ficou evidente que a grande maioria dos presentes são favoráveis a manutenção da contribuição sindical, além de comprovar, mais uma vez, que as entidades sindicais estão unidas no forte propósito de defender esta grande conquista dos trabalhadores brasileiros.
Para a Nova Central, esta audiência foi um marco histórico, uma vez que a voz do trabalhador se fez ecoar no Congresso Nacional deixando claro o seu descontentamento com mais esta tentativa de ataque aos seus direitos.
 
Assessoria Imprensa – NCST
Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

Nova Central defende manutenção da Contribuição Sindical em audiência na Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados foi palco, nesta terça-feira (29/11), de uma série de debates polêmicos sobre a proposta de criação de uma contribuição negocial, com a consequente extinção da contribuição sindical. Além da NCST, estiveram presentes representantes das demais centrais, dirigentes de confederações patronais e do Fórum Sindical dos Trabalhadores.
 
Na audiência convocada pela Comissão de Trabalho, o presidente da NCST, José Calixto Ramos, presidente da NCST, foi enfático ao afirmar que a central e suas entidades filiadas são totalmente contrárias à extinção da contribuição sindical, por entender que é um claro retrocesso e, sobretudo, por representar o desmantelamento de toda a estrutura sindical.
 
Após as intervenções ficou evidente que a grande maioria dos presentes são favoráveis a manutenção da contribuição sindical, além de comprovar, mais uma vez, que as entidades sindicais estão unidas no forte propósito de defender esta grande conquista dos trabalhadores brasileiros.
Para a Nova Central, esta audiência foi um marco histórico, uma vez que a voz do trabalhador se fez ecoar no Congresso Nacional deixando claro o seu descontentamento com mais esta tentativa de ataque aos seus direitos.
 
Assessoria Imprensa – NCST
Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

SRTE/PR cria Comissão de Colaboração com a Inspeção do Trabalho

A Superintendência do Trabalho e Emprego no Paraná- SRTE/PR instituiu, nesta terça-feira (29) a Comissão de Colaboração com a Inspeção do Trabalho ( CCIT), de caráter consultivo, com a finalidade de contribuir no planejamento de ações de fiscalização. A  CCIT será formada por representantes das centrais sindicais e federações de trabalhadores, do Ministério Público do Trabalho e  por representantes dos setores de inspeção do trabalho, segurança e saúde do trabalhador, fiscalização do trabalho e de relações do trabalho da SRTE/PR.
 
“Cabe à Superintendência executar os programas de democratização das políticas públicas de governo, articular o diálogo e fortalecer as relações entre trabalhadores e empregadores. Esta comissão vai possibilitar às entidades sindicais a participação no processo de discussão e  no planejamento das ações de fiscalização da SRTE/PR”, afirmo u o superintendente Neivo Beraldin.
        
Para o procurador do Trabalho Iros Losso, a integração dos órgãos e entidades é importante para uma atuação mais efetiva. “Esta comissão terá a participação das entidades sindicais, do Ministério Público do Trabalho e do superintendente e dos técnicos da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Paraná, o que certamente vai contribuir para o diagnóstico dos principais problemas relacionados ao descumprimento da legislação e para o estabelecimento de prioridades na execução dos projetos de fiscalização”, disse.
 
Paulo Roberto dos Santos Pissinini Jr, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, também considera que a criação da CIRT será um instrumento de democratização das ações da SRTE/PR. “ Queremos contribuir para a efetividade da fiscalização e certamente a instituição dessa comissão vai possibilitar maior diálogo e a participação dos trabalhadores na cooperação dos serviços de inspeção. Creio que a superintendência dá uma demonstração de comprometimento ao instituir essa comissão”, analisou.
 
Geraldo Ramthun, diretor da Nova Central Sindical e presidente da Federação dos Trabalhadores das Indústrias de Construção e do Mobiliário- Fetraconspar, considera que ao criar a comissão a superintendência toma uma atitude de extrema relevância. “ O superintendente abre espaço para as entidades trazerem sugestões para o planejamento das ações de fiscalização. É a abertura de um espaço para a atuação conjunta entre a superintendência e as representações de trabalhadores para que possamos dar respostas às denúncias sobre a falta de cumprimento da legislação trabalhista”, afirmou.
 
Farão parte da CIRT, como representantes dos trabalhadores, a Central Única dos Trabalhadores; Força Sindical; Nova Central Sindical de Trabalhadores; União Geral dos Trabalhadores ; Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais do Paraná, Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Paraná; Federação dos Trabalhadores na Agricultura do PR; Federação dos Contabilistas do PR; Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgica do PR, Federação dos Trabalhadores nas Empresas de Difusão Cultural e Artística, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do PR e Coordenação Federativa dos Trabalhadores.
Expectativa de vida sobe 11,5 anos em três décadas no Brasil, diz IBGE

SRTE/PR cria Comissão de Colaboração com a Inspeção do Trabalho

A Superintendência do Trabalho e Emprego no Paraná- SRTE/PR instituiu, nesta terça-feira (29) a Comissão de Colaboração com a Inspeção do Trabalho ( CCIT), de caráter consultivo, com a finalidade de contribuir no planejamento de ações de fiscalização. A  CCIT será formada por representantes das centrais sindicais e federações de trabalhadores, do Ministério Público do Trabalho e  por representantes dos setores de inspeção do trabalho, segurança e saúde do trabalhador, fiscalização do trabalho e de relações do trabalho da SRTE/PR.
 
“Cabe à Superintendência executar os programas de democratização das políticas públicas de governo, articular o diálogo e fortalecer as relações entre trabalhadores e empregadores. Esta comissão vai possibilitar às entidades sindicais a participação no processo de discussão e  no planejamento das ações de fiscalização da SRTE/PR”, afirmo u o superintendente Neivo Beraldin.
        
Para o procurador do Trabalho Iros Losso, a integração dos órgãos e entidades é importante para uma atuação mais efetiva. “Esta comissão terá a participação das entidades sindicais, do Ministério Público do Trabalho e do superintendente e dos técnicos da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Paraná, o que certamente vai contribuir para o diagnóstico dos principais problemas relacionados ao descumprimento da legislação e para o estabelecimento de prioridades na execução dos projetos de fiscalização”, disse.
 
Paulo Roberto dos Santos Pissinini Jr, diretor do Sindicato dos Metalúrgicos de Curitiba, também considera que a criação da CIRT será um instrumento de democratização das ações da SRTE/PR. “ Queremos contribuir para a efetividade da fiscalização e certamente a instituição dessa comissão vai possibilitar maior diálogo e a participação dos trabalhadores na cooperação dos serviços de inspeção. Creio que a superintendência dá uma demonstração de comprometimento ao instituir essa comissão”, analisou.
 
Geraldo Ramthun, diretor da Nova Central Sindical e presidente da Federação dos Trabalhadores das Indústrias de Construção e do Mobiliário- Fetraconspar, considera que ao criar a comissão a superintendência toma uma atitude de extrema relevância. “ O superintendente abre espaço para as entidades trazerem sugestões para o planejamento das ações de fiscalização. É a abertura de um espaço para a atuação conjunta entre a superintendência e as representações de trabalhadores para que possamos dar respostas às denúncias sobre a falta de cumprimento da legislação trabalhista”, afirmou.
 
Farão parte da CIRT, como representantes dos trabalhadores, a Central Única dos Trabalhadores; Força Sindical; Nova Central Sindical de Trabalhadores; União Geral dos Trabalhadores ; Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais do Paraná, Federação dos Trabalhadores em Empresas de Crédito do Paraná, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário do Paraná; Federação dos Trabalhadores na Agricultura do PR; Federação dos Contabilistas do PR; Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgica do PR, Federação dos Trabalhadores nas Empresas de Difusão Cultural e Artística, Federação dos Trabalhadores nas Indústrias do PR e Coordenação Federativa dos Trabalhadores.