NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Dentro dos planos do governo grego de cortar 35 mil funcionários públicos nos próximos meses, sob o argumento de reduzir as despesas da administração, o primeiro grupo de 16 mil pessoas foi afastado nesta segunda-feira (28), entre a reserva e a aposentadoria.


A maior parte desse primeiro grupo, 10 mil, é de funcionários públicos que serão aposentados, recebendo 60% do salário pelo prazo de um ano. Ao final do período, o governo vai avaliar se serão recontratados ou demitidos, sem direito à indenização. Os outros 6 mil funcionários, a maioria supera a idade de aposentadoria, serão aposentados.


A partir do dia 1º de janeiro entrarão para a reserva outros 12 mil funcionários, todos faltando dois anos para aposentadoria e cujos postos serão eliminados no processo de fusão ou fechamento de 36 empresas e órgãos públicos.


Até 2015, a meta do Executivo é cortar 300 mil servidores. Até o momento, 170 mil vagas já foram eliminadas, entre aposentadorias antecipadas e a não reposição de aposentados.


Um grupo de servidores da Aviação Civil afetado a partir desta segunda-feira pelo programa de reserva protestou contra a medida com a ocupação dos escritórios da instituição em Atenas.


Os jornalistas da agência estatal “ANA” e da rádio e TV públicas convocaram a partir das 8h (de Brasília) greve de 12h em protesto à redução do pessoal que causará o fechamento de um dos canais estatais e contra o corte generalizado de funcionários. As medidas de austeridade atendem aos interesses e às pressões exercidas pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional. 

Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Vendas de casas novas nos EUA crescem 1,32% em outubro

O número de casas novas vendidas nos EUA em outubro ficou abaixo do esperado por analistas, segundo dados do Departamento de Comércio americano.

Conforme o indicador divulgado nesta segunda-feira (28/11), foram vendidas 307 mil casas, valor inferior ao dado referente ao mês de setembro, revisado para 303 mil residências.

As expectativas giravam em torno de 312 mil moradias.
Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Aldo diz que Lei Geral da Copa deve ser votada ainda este ano

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse nesta segunda (28) que a Lei Geral da Copa de 2014 deverá ser votada até o final deste ano, na Câmara dos Deputados. Ele participou nesta segunda, no Rio de Janeiro, da abertura do Soccerex 2011, uma das maiores feiras de negócio do futebol mundial.
“A previsão é que [a lei] seja votada pela Câmara neste ano. Mesmo que o Senado só vote, no próximo ano, já teremos uma referência, um marco legal, que vai orientar as posições do governo e dos organizadores”, disse Rebelo.
Entre as questões que a lei deverá abordar estão a concessão da meia-entrada nos jogos da Copa para idosos e estudantes e a venda de cerveja dentro dos estádios. Essas propostas não são vistas como “questões delicadas” pelo ministro. “Há uma boa vontade tanto da parte do governo quanto da parte da [Federação Internacional de Futebol] Fifa e do Congresso Nacional, em administrar e encontrar uma solução adequada para todas as diferenças.”
O ministro também disse que enviará à Casa Civil da Presidência da República, nos próximos dias, o texto do projeto que cria o Departamento Antidoping no Ministério do Esporte. Segundo Aldo Rebelo, o envio da proposta à Casa Civil já foi autorizado pela presidenta da República, Dilma Rousseff.
Perguntado sobre a possível nomeação do ex-jogador Ronaldo Nazário (o Fenômeno) para presidir o Comitê Organizador Local da Copa 2014, o ministro também disse que o governo federal continuará colaborando com o comitê, independentemente das mudanças que possam ser feitas na direção do órgão.
“O governo não pode nem deve interferir ou fazer apreciação dos indicados para ocupar essa função. Nossa relação até agora com o senhor Ricardo Teixeira [atual presidente do Comitê] tem sido de respeito, de cooperação e continuará sendo enquanto ele ocupar essa função no comitê organizador local”, disse.
 
O ministro também disse que as obras dos estádios da Copa estão dentro do cronograma previsto, com exceção da arena de Porto Alegre. “Há uma diferença entre os conselheiros do Internacional, que terão que assinar o contrato, mas creio que, se não houver mais atrasos na decisão, é possível recuperar também esse tempo”, disse.
Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Aldo diz que Lei Geral da Copa deve ser votada ainda este ano

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse nesta segunda (28) que a Lei Geral da Copa de 2014 deverá ser votada até o final deste ano, na Câmara dos Deputados. Ele participou nesta segunda, no Rio de Janeiro, da abertura do Soccerex 2011, uma das maiores feiras de negócio do futebol mundial.
“A previsão é que [a lei] seja votada pela Câmara neste ano. Mesmo que o Senado só vote, no próximo ano, já teremos uma referência, um marco legal, que vai orientar as posições do governo e dos organizadores”, disse Rebelo.
Entre as questões que a lei deverá abordar estão a concessão da meia-entrada nos jogos da Copa para idosos e estudantes e a venda de cerveja dentro dos estádios. Essas propostas não são vistas como “questões delicadas” pelo ministro. “Há uma boa vontade tanto da parte do governo quanto da parte da [Federação Internacional de Futebol] Fifa e do Congresso Nacional, em administrar e encontrar uma solução adequada para todas as diferenças.”
O ministro também disse que enviará à Casa Civil da Presidência da República, nos próximos dias, o texto do projeto que cria o Departamento Antidoping no Ministério do Esporte. Segundo Aldo Rebelo, o envio da proposta à Casa Civil já foi autorizado pela presidenta da República, Dilma Rousseff.
Perguntado sobre a possível nomeação do ex-jogador Ronaldo Nazário (o Fenômeno) para presidir o Comitê Organizador Local da Copa 2014, o ministro também disse que o governo federal continuará colaborando com o comitê, independentemente das mudanças que possam ser feitas na direção do órgão.
“O governo não pode nem deve interferir ou fazer apreciação dos indicados para ocupar essa função. Nossa relação até agora com o senhor Ricardo Teixeira [atual presidente do Comitê] tem sido de respeito, de cooperação e continuará sendo enquanto ele ocupar essa função no comitê organizador local”, disse.
 
O ministro também disse que as obras dos estádios da Copa estão dentro do cronograma previsto, com exceção da arena de Porto Alegre. “Há uma diferença entre os conselheiros do Internacional, que terão que assinar o contrato, mas creio que, se não houver mais atrasos na decisão, é possível recuperar também esse tempo”, disse.
Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Sem controle, custo de obras da Copa já subiu R$ 2 bilhões

A fraude no Ministério das Cidades que abriu caminho para a aprovação do projeto de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, R$ 700 milhões mais caro que o original, é apenas um dos exemplos de como o custo das obras da Copa do Mundo escapou do controle público. No que diz respeito à mobilidade urbana, os gastos totais aumentaram R$ 760 milhões, quando comparada a atual estimativa à previsão inicial de janeiro de 2010. O caso de Cuiabá foi revelado pelo Estado na última quinta-feira.
 
Levando-se em conta a alteração orçamentária dos estádios, o aumento total das obras da Copa supera R$ 2 bilhões.
 
A mudança de planos em Cuiabá atendeu aos apelos do governador de Mato Grosso, Sinval Barbosa (PMDB). Além de Cuiabá, houve aumento de preço nas obras de mobilidade urbana em outras cinco cidades: Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro.
Em Belo Horizonte, o BRT da avenida Cristiano Machado saltou de R$ 51,2 milhões para R$ 135,3 milhões, acréscimo de 164,3%. Em Manaus, o valor global das duas obras previstas – um monotrilho, já criticado pela Controladoria-Geral da União (CGU), e uma linha rápida de ônibus – aumentou 20%.
O prolongamento da Avenida Severo Dullius, em Porto Alegre, ficou 70% mais caro. Todas as cinco obras de mobilidade urbana programadas para Recife encareceram – entre elas, o BRT Leste/Oeste – Ramal Cidade da Copa, que aumentou de R$ 99 milhões para R$ 182,6 milhões (84,40% de diferença). O Corredor Caxangá (Leste/Oeste), por sua vez, agora custa R$ 133,6 milhões, ou 80,54% a mais.
 
Exceção. Em São Paulo, por outro lado, a obra do monotrilho despencou de R$ 2,8 bilhões para R$ 1,8 bilhão, o que, no conjunto, reduziu o impacto do aumento de preço em outros Estados. Já em Fortaleza não houve mudança nos investimentos. Em Brasília, a variação foi mínima: 4,48%.
Grécia demite 16 mil funcionários públicos

Sem controle, custo de obras da Copa já subiu R$ 2 bilhões

A fraude no Ministério das Cidades que abriu caminho para a aprovação do projeto de Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá, R$ 700 milhões mais caro que o original, é apenas um dos exemplos de como o custo das obras da Copa do Mundo escapou do controle público. No que diz respeito à mobilidade urbana, os gastos totais aumentaram R$ 760 milhões, quando comparada a atual estimativa à previsão inicial de janeiro de 2010. O caso de Cuiabá foi revelado pelo Estado na última quinta-feira.
 
Levando-se em conta a alteração orçamentária dos estádios, o aumento total das obras da Copa supera R$ 2 bilhões.
 
A mudança de planos em Cuiabá atendeu aos apelos do governador de Mato Grosso, Sinval Barbosa (PMDB). Além de Cuiabá, houve aumento de preço nas obras de mobilidade urbana em outras cinco cidades: Belo Horizonte, Manaus, Porto Alegre, Recife e Rio de Janeiro.
Em Belo Horizonte, o BRT da avenida Cristiano Machado saltou de R$ 51,2 milhões para R$ 135,3 milhões, acréscimo de 164,3%. Em Manaus, o valor global das duas obras previstas – um monotrilho, já criticado pela Controladoria-Geral da União (CGU), e uma linha rápida de ônibus – aumentou 20%.
O prolongamento da Avenida Severo Dullius, em Porto Alegre, ficou 70% mais caro. Todas as cinco obras de mobilidade urbana programadas para Recife encareceram – entre elas, o BRT Leste/Oeste – Ramal Cidade da Copa, que aumentou de R$ 99 milhões para R$ 182,6 milhões (84,40% de diferença). O Corredor Caxangá (Leste/Oeste), por sua vez, agora custa R$ 133,6 milhões, ou 80,54% a mais.
 
Exceção. Em São Paulo, por outro lado, a obra do monotrilho despencou de R$ 2,8 bilhões para R$ 1,8 bilhão, o que, no conjunto, reduziu o impacto do aumento de preço em outros Estados. Já em Fortaleza não houve mudança nos investimentos. Em Brasília, a variação foi mínima: 4,48%.