Equipe econômica do governo estuda mudanças nas regras do FGTS

O objetivo é estimular a economia - Contas têm em estoque R$ 545 bi


A equipe econômica do governo estuda fazer mudanças no FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Os objetivos são estimular a economia, elevar a rentabilidade do dinheiro e flexibilizar as formas de acesso aos recursos.


O governo analisa inclusive ampliar as possibilidades de saques das contas e a rentabilidade do FGTS. De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, os estudos sobre o aumento da rentabilidade do fundo –que tem guardado R$545 bilhões– estão em fase inicial.


O FGTS é uma conta aberta na Caixa Econômica Federal vinculada ao contrato de trabalho. Nela, os empregadores depositam, em nome dos empregados, o valor correspondente a 8% do salário dos funcionários.


O fundo foi criado para ser usado em compras de casas, ajuda em caso de doenças graves ou proteção dos trabalhadores que são demitidos sem justa causa. O dinheiro guardado quase sempre tem ganhos abaixo da inflação porque o rendimento equivale à taxa referencial, mais os juros de 3%.


Em 2016, o ex-presidente Michel Temer liberou o saque de R$ 44 bilhões de contas inativas. De acordo com a Caixa, mais de 30,2 milhões de brasileiros tiveram direito ao saque do beneficio. A medida ajudou a estimular o PIB (Produto Interno Bruto) daquele ano, que cresceu 1,1% após 2 anos de retração.

Fonte: Poder360

 

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