por master | 15/09/11 | Ultimas Notícias
Agosto foi o melhor mês de 2011 na geração de empregos formais em Curitiba. No mês passado, a capital paranaense registrou o maior crescimento (0,71%) na abertura de novos postos de trabalho com carteira assinada desde o início do ano.
Foram criadas 5.032 vagas em agosto, como saldo de 39.986 admissões e 34.954 desligamentos. Os dados são do Cadastro Geral do Emprego e Desemprego (Caged) do Ministério do Trabalho, divulgados nesta quarta-feira (14).
De acordo com o secretário do Trabalho, Paulo Bracarense, o resultado de agosto foi impulsionado pela 1ª Feira do Primeiro Emprego de Curitiba, que ofereceu 6 mil vagas de emprego e outras 1 mil de qualificação, nos dias 19 e 20 do mês passado, na praça Santos Andrade. “Em dois dias de feira, realizamos mais de 13 mil atendimentos. Este tipo de iniciativa tem ajudado a melhorar ainda mais os números do emprego em Curitiba”, afirma Bracarense.
Com o saldo de agosto, Curitiba alcança um estoque de 716.908 trabalhadores com carteira assinada. Nos primeiros oito meses do ano, já foram criados 28.170 novos empregos.
Os setores de atividades que mais criaram vagas em agosto foram o da indústria de transformação (1.788), de serviços (1.235) e da construção civil (1.210).
Pleno emprego – Curitiba e região metropolitana têm a menor taxa de desemprego do país. O índice de 4,1% foi medido pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME), realizada pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O percentual registrado na capital e região revela uma situação de pleno emprego – que é atingido, conforme a experiência internacional, quando as taxas ficam abaixo de 5,0%.
Entre as capitais, Curitiba segue com menor percentual de desemprego do país – apenas 3,5%. “Estes resultados são frutos de ações localizadas, como as feiras de empregos que temos promovido”, completa Bracarense.
por master | 15/09/11 | Ultimas Notícias
O Paraná teve um crescimento de 0,57% no nível de emprego em agosto, o que representou a criação de 14.251 postos de trabalho. Os setores que mais geraram vagas foram serviços com 4.822 empregos, indústria (4.306), comércio (3.324) e construção civil (1.987).
De janeiro a agosto, houve um crescimento no emprego de 5,17% com a geração de 123.395 vagas no Estado. Nos últimos 12 meses terminados em agosto, foram abertos 132.133 postos de trabalho, o que significou um crescimento de 5,56%. Os dados foram divulgados ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
Na indústria, os setores que mais criaram vagas em agosto no Paraná foram têxtil e vestuário (829 vagas), alimentos e bebidas (906), materiais elétricos e comunicações (759). A agropecuária foi o setor que mais demitiu com 459 desligamentos. Nos primeiros oito meses do ano, os setores que mais geraram empregos foram serviços, com 46.494 vagas; indústria, com 36.123; e comércio, com 18.606.
”Os números da geração de empregos no Paraná são moderados se comparados a 2010, mas são satisfatórios diante do cenário de crise internacional”, avalia o diretor de pesquisa do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), Julio Suzuki. Segundo ele, o Paraná tem apresentado resultados superiores à média nacional, tendo em vista que em agosto o Estado foi responsável por 7,5% dos empregos gerados no País, número superior à participação paranaense no PBI brasileiro, de aproximadamente 6%. ”Isso mostra que o Estado ainda possui solidez para geração de empregos”, esclarece. Em relação à predominância do setor de serviços, Suzuki lembra que o setor é responsável por 63% da economia do Paraná.
Em Curitiba, foram criados 5.032 empregos em agosto, o que representou um crescimento de 0,71%. No ano, o nível de emprego teve alta de 4,08% com a geração de 28.170 vagas. E, nos últimos 12 meses terminados em agosto, a Capital teve um crescimento de 4,91% no nível de emprego com a abertura de 33.634 vagas.
Londrina
Em Londrina, o mês de agosto contabilizou um saldo de 1.653 novos empregos gerados. No total, foram 10.114 admissões e 8.461 demissões. O resultado indica um crescimento de 1,12% na geração de empregos em comparação a julho. De acordo com a gerente do Serviço Nacional de Emprego (Sine) em Londrina, Neiva Sefrin, este foi o terceiro melhor resultado em agosto desde o início da série histórica. O melhor resultado foi obtido em 2003, com 2.490 empregos gerados, seguido de agosto de 2010, que registrou saldo de 1.724 vagas.
No acumulado dos últimos 12 meses, o município somou 7.724 empregos gerados, o equivalente a um crescimento de 5,42%. ”Isso indica que continuamos crescendo e que novos postos de trabalho estão surgindo”, argumenta. De janeiro a agosto deste ano, o saldo de empregos totaliza 6.958, com alta de 4,86%. ”Londrina voltou a ficar em segundo lugar na geração de empregos do Paraná, atrás apenas de Curitiba”, ressalta Neiva.
O setor de serviços se manteve na liderança de empregos em Londrina, com saldo de 1.215 vagas em agosto. Na sequência, estão a construção civil, com 212 vagas; e a indústria da transformação, com 170. ”A tendência é que a curva seja crescente, pois temos recebido um grande número de pedidos de empregadores com abertura de vagas no comércio e na indústria”, revela Neiva.
Andréa Bertoldi e Mariana Fabre
Reportagem Local
por master | 15/09/11 | Ultimas Notícias
A geração de empregos formais no país caiu em agosto. O número, próximo de 200 mil, até veio dentro do previsto pelos analistas, mas foi uma decepção para o governo. Entre janeiro e agosto foram criadas quase dois milhões de vagas com carteira assinada. A indústria é o setor que mais sente a perda de fôlego no mercado de trabalho. No maior parque do país, o estado de São Paulo, as demissões superaram as contratações em agosto .
A economista Silvia Matos, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, afirma que o crescimento do mercado de trabalho está começando a desaquecer, mas destaca que o movimento não é igual em todos os setores. “Se analisarmos o setor de serviços, que contribui com 50% das novas vagas, a gente observa que o valor de agosto veio similar ao de julho”, diz. Matos. Ela ressalta que, de acordo com os dados de São Paulo, os setores da indústria e construção civil são os que estão de fato piorando.
por master | 15/09/11 | Ultimas Notícias
Novo Código de Posturas pode atingir mais bares, restaurantes, construção civil e comércio em geral
A julgar por algumas emendas, o novo Código de Posturas de Londrina, que deve ser votado na próxima quinta-feira, será mais restritivo para alguns segmentos da economia. Os shoppings terão de fechar mais cedo aos domingos e a construção civil terá de paralisar as obras aos sábados ao meio-dia em vez de 16 horas. O comércio de calçada também pode ser afetado, pois só poderá abrir até as 18 horas no primeiro sábado após o 5º dia útil do mês, sendo que o atual Código dá essa possibilidade para os ”primeiros sábados”, após o 4º dia útil.
A Câmara de Vereadores terá que decidir entre o projeto do novo Código enviado pelo Executivo, que é bem mais liberal, e as emendas dos veredores e comissões internas. Saiba qual a repercussão que as possíveis mudanças estão causando nos diversos setores da economia londrinense na matéria de Nelson Bortolin.
por master | 15/09/11 | Ultimas Notícias
Em agosto, o Brasil criou 190.446 postos de trabalho com carteira assinada, um crescimento de 0,51% em relação ao estoque de trabalhadores do mês anterior. Nos oito primeiros meses do ano, foram gerados 1.825.382 postos formais, terceiro melhor resultado da série histórica, ficando atrás apenas do registrado em 2010 (2.195.370) e em 2008 (1.940.602).
Os dados, do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), foram divulgados nesta quarta-feira (14), pelo Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
“Tivemos em agosto uma média maior que a registrada normalmente no mês, que fica em torno de 185 mil empregos gerados. O número já é melhor que o de julho e minha expectativa é que setembro será melhor do que agosto, assim como outubro. Teremos muita contratação na Indústria de Produção de Alimentos e no Comércio por conta do fim do ano. O crescimento do emprego está acima do crescimento do PIB. Vamos ter uma geração menor que três milhões de empregos como eu havia previsto, ficando acima dos 2,7 milhões de novos empregos”, afirmou Lupi.
Contratações e demissões
O mês de agosto registrou o maior número de admissões e desligamentos para o período, com 1.830.321 e 1.639.875, respectivamente. Na série histórica do Caged para todos os meses, os resultados são o segundo e o terceiro maiores, respectivamente, e correspondem a segunda maior movimentação do mercado formal (admissões mais desligamentos). Para Lupi, quando a economia não está aquecida esses números diminuem.
“Nós registramos o maior número de admissões e demissões. Isso significa que a economia está movimentando muito. Se a crise aqui no Brasil tivesse chegado muito forte, teríamos uma queda nesses números. Estamos crescendo menos que em 2010, quando não tinha uma crise internacional, mas estamos crescendo. Não temos recessão. Não temos uma queda abrupta do nível do emprego”, enfatizou o ministro.
O crescimento do emprego no último mês decorreu do desempenho positivo de seis setores da economia, com a Extrativa Mineral registrando recorde no mês, abrindo 1.997 novas vagas.
Em números absolutos, o destaque ficou com Serviços, que criou 45.961 postos; Comércio, com 28.538 e terceiro melhor saldo para o mês, e Construção Civil, com a geração de 25.6323 postos e a maior taxa de crescimento entre os oito setores, com 1,16%. A Agricultura, por motivos sazonais, fechou 19.498 postos.
O Sudeste liderou a geração de empregos em agosto, com a criação de 74.895 novos postos de trabalho, seguido do Nordeste, com 59.513, o terceiro melhor saldo para o mês.
O sul ficou na terceira posição, com a criação de 27.457 empregos celetistas, seguido do Centro-Oeste, com 15.096 e Norte, com 13.485, ambas as regiões registrando o terceiro melhor resultado para o período.
Entre as Unidades de Federação, a Paraíba registrou resultado recorde para o mês e a maior taxa de crescimento entre os estados. Em termos absolutos, o maiores resultados ficaram com São Paulo, com a abertura de 53.033 postos; Rio de Janeiro, 19.865, e Pernambuco, 18.613. (Fonte: Assessoria de Imprensa do MTE)