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Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

Durante o ano de 2010, cerca de 9,6 milhões de caminhões e ônibus passaram pelos Postos de Pesagem de Veículos nas rodovias federais de todo o País. Deste total, 8,8 milhões foram avaliados pelas balanças de precisão, que executam a pesagem em baixa velocidade. Mais de 7% deles (676.239) levavam cargas acima dos limites permitidos pelo Código de Trânsito Brasileiro. Com 18 balanças funcionando em 2010, a porcentagem de veículos com excesso de peso diminuiu em relação ao ano anterior. Isso pode resultar em menos danos ao pavimento, menos gastos com manutenção e menos riscos de acidentes, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O excesso total foi de 625, 7 mil toneladas, considerando os dados dos 70 postos que operaram nas rodovias durante todo o ano.

De acordo com o Coordenador Geral de Operações Rodoviárias, Luiz Cláudio Varejão, a redução é um indício de que o fator educativo dos postos está funcionando. No ano anterior (2009), com 52 postos operando, passaram nas balanças de precisão dos postos de pesagem 5,4 milhões de veículos e 8,5% deles (468.352) transportavam excesso de peso — cerca de 546,6 mil toneladas. Com o aumento de postos de pesagem, a tendência é diminuir o tráfego de veículos com excesso de peso nas estradas.

Fonte: Em Questão

Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

PSol vai para o bate-chapa contra Sarney

Brasília – O senador Randolfe Rodrigues (PSol-AP) anunciou ontem que se­­rá candidato na disputa pela presidência do Senado para “apresentar uma alternativa” ao candidato à reeleição, José Sarney (PMDB-AP). “Toda unanimidade é burra, já dizia Nelson Rodrigues. [Um candidato único] não é bom para a democracia brasileira”, afirmou o senador. Aos 38 anos, Randolfe é o mais jovem senador eleito do país e o mais votado nas eleições de 2010 no Amapá, com 203,2 mil votos. “O Senado precisa de um pacote de mudanças éticas. Precisamos fazer uma autocrítica desses últimos anos”, disse. A candidatura de Randolfe, porém, deverá ser meramente protocolar. Sarney tem o apoio de toda a base da presidente Dilma Rousseff no Senado e será reeleito com facilidade na eleição de hoje, após a posse dos novos senadores.

Fonte: Gazeta do Povo

Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

Greve dos vigilantes pode fechar agências bancárias

Lotéricas e terminais são alternativa para greve de vigilantes

Caixas eletrônicos localizados fora de agências bancárias são a melhor opção para saques, pois serão abastecidos normalmente

Com a maior parte das agências e postos bancários de Curitiba, região metropolitana e muitas áreas do interior fechadas hoje, por causa da greve dos vigilantes patrimoniais – responsáveis pela segurança das entidades financeiras, além das indústrias, comércios e órgãos públicos –, as opções para clientes de bancos se reduzem às lotéricas e terminais de autoatendimento, além da internet. A Lei 7.102 não permite a abertura de agências bancárias sem a presença de no mínimo dois vigilantes. Caso um profissional esteja presente, somente expediente interno é permitido. Mesmo com a greve e os bancos fechados, o vencimento das contas não muda.

A paralisação também deve provocar o desabastecimento de cédulas no sistema de caixas eletrônicos das agências, já que os carros-fortes não poderão descarregar. Os terminais localizados em shoppings, supermercados e postos de gasolina devem funcionar normalmente, pois são abastecidos por profissionais terceirizados.

A expectativa do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região (Sindivigilantes) e da Federação dos Vigilantes do Paraná (Fetra­vispp) é de que 80% dos profissionais cruzem os braços no primeiro dia de paralisação. São 22,6 mil vigilantes em todo o estado, dos quais 8 mil na capital e região metropolitana. A greve foi decidida no dia 26 de janeiro, durante reunião em Curitiba, com a presença de 1.350 vigilantes. Também houve assembleias em Londrina, Foz do Iguaçu, Maringá, Pato Bran­co, Umuarama e Ponta Grossa.

Segundo João Soares, presidente de ambas as entidades, os efeitos da paralisação da categoria devem atingir em cheio o setor financeiro. “A greve é geral e por tempo indeterminado. É líquido e certo que teremos próximo de 100% das agências bancárias fechadas. O sistema se tornará um caos. Isso vai dar força ao movimento”, afirma.

Na última greve da categoria, em 2009, mais de 200 agências e postos de atendimento bancários da capital permaneceram fechados. Nos dias seguintes, o número aumentou e chegou a 270 estabelecimentos fechados. No total, há 344 agências em Curitiba e 1.337 no Paraná. “Na última greve, todas as agências da região central e algumas do interior ficaram fechadas. Pela nossa experiência, já sabemos que a maioria dos estabelecimentos não vai abrir por causa da ausência de vigilantes”, diz o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região, Otávio Dias.

Na assembleia de ontem a noite, na Praça Santos Andrade, em Curitiba, a categoria definiu detalhes da paralisação. Durante o período de greve, os profissionais prometem se reunir diariamente no mesmo local.

Sem interrupção

Para contornar os transtornos causados pela greve dos vigilantes, veja que serviços não dependem da abertura de agências bancárias:

Nas casas lotéricas:

– Recebimento de benefícios sociais como Bolsa Família, INSS, FGTS, Seguro-Desemprego e PIS

– Pagamento de contas de água, luz e telefone

– Pagamento de bloquetos de cobrança bancária

– Pagamento de prestação habitacional

– Consulta de saldo de conta corrente e poupança

– Depósitos em conta corrente e poupança

– Saques de conta corrente e poupança com o cartão magnético

Em terminais eletrônicos (caixas automáticos e salas de autoatendimento):

– Saques

– Depósitos em dinheiro ou cheque

– Consulta e retirada de saldo/extrato

– Transferências

– Retirada de folhas de cheque

– Pagamento de contas (não vencidas)

– Agendamento de pagamentos e DOC

– Pagamento de cartão de crédito

– Saques de benefícios sociais, com o cartão magnético

– Resgate de investimento
Sindicato dos bancários vai pressionar por solução rápida

A possibilidade de caos no setor financeiro do Paraná fará com que o Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região pressione os bancos para que haja uma solução para o impasse.

“Nós apoiamos a mobilização dos vigilantes, pois estamos percebendo que a negociação não evolui. Mas vamos exigir que a Fenaban [Federação Nacional dos Bancos] e os banqueiros façam pressão para sair uma solução”, afirma o presidente da entidade, Otávio Dias.

Ainda de acordo com o dirigente, nenhuma agência irá abrir sem que dois profissionais estejam presentes. “Sem vigilantes, não abre. Se não aparecerem dois homens, a agência estará fora das orientações legais e não terá expediente. Somente assim a segurança dos funcionários e dos clientes estará garantida”, afirma. (CGF)

Fonte: Gazeta do Povo

Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

Egito: Oposição no Egito convoca greve geral para hoje

Mubarak nomeia ministro do Interior linha-dura. Manifestante stemem banho de sangue durante protestos

Cairo – O movimento que exige a saída do ditador do Egito, Hosni Mu­­ba­­rak, planeja realizar hoje um dos maiores protestos desde o início do levante, há oito dias. Ativistas lan­­çaram apelo a uma greve geral em todo o país e esperam reunir pelo me­­nos 1 milhão de pessoas na praça Tahrir (Libertação, em árabe), no centro do Cairo, que se tornou o símbolo da resistência ao regime.

A convocação foi feita em gran­­de parte por boca a boca e por jornais, rádios e tevês, já que a internet e o sistema de mensagens por celular ainda estão bloqueados.

Ontem, em mais um de seus pro­­nunciamentos nos últimos dias, Mubarak nomeou um ministro do Interior linha-dura para co­­man­­dar a repressão, num gesto tido como de desafio aos opositores.

Teme-se um banho de sangue contra o movimento inspirado na Tunísia, onde uma revolta popular no mês passado varreu do poder o ditador Zine el Abidine Ben Ali, no cargo havia 23 anos.

O Exército egípcio, no entanto, divulgou nota ontem dizendo que não utilizará a força contra os manifestantes e reconhece a legitimidade das demandas do povo e prometendo garantir sua “liberdade de expressão”.

O governo interrompeu o sistema de trens e metrôs e recolocou a polícia nas ruas, que nos últimos dias vinham sendo monitoradas pelo Exército, mais simpático aos olhos da população. Com medo de não conseguir fu­­rar o bloqueio policial, milhares de pessoas chegaram ontem à praça Tahrir, trans­­formada num imenso acampamento improvisado.

No gramado do balão situado no centro da praça, era impossível caminhar sem esbarrar em manifestantes deitados ou sentados em cobertores ou tapetes de papel.

Divididas em rodinhas, pessoas de todas as idades, principalmente jovens, conversavam, riam e comiam. O engenheiro civil Mo­­hamed, 32 anos, viajou do interior para participar do protesto. “Es­­tou instalado aqui e só saio depois que Mubarak deixar o po­­der”, disse.

Acampado em Tahrir há dois dias, Safa, designer de interiores, disse não se importar com o frio e a dificuldade para ir ao banheiro. “Desconforto muito maior é ter um presidente como Mubarak, no cargo desde que nasci.”

Segundo os acampados, moradores do centro fornecem água e comida. Apesar da atmosfera cordial, houve alguns incidentes. Um empurra-empurra ocorreu à noite em torno de um suspeito de ser um policial à paisana. Ele escapou por pouco de ser linchado.

A onda de protestos antigoverno já cobra o seu preço da economia egípcia, com efeitos sobre a importante indústria do turismo, o rebaixamento de nota pela agência de risco Moody’s e ameaças de desabastecimento.

Fonte: Gazeta do Povo

Quantidade de veículos com excesso de peso diminui nas rodovias

Pelo INPC, déficit da Previdência teve queda real

Os sucessivos recordes de geração de emprego e da massa salarial fizeram com que as contas da Previdência Social apresentassem melhora no ano passado em relação a 2009. Em termos nominais, o déficit da Previdência fechou o ano em R$ 42,890 bilhões ante R$ 42,867 bilhões de 2009, ou seja, praticamente estável.

Em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no entanto, segundo números divulgados hoje pelo Ministério da Previdência Social, o rombo da Previdência chega até a cair. Em 2010, o déficit previdenciário foi de R$ 44,353 bilhões, o que representa uma queda real de 4,5% na comparação com o ano anterior, quando o resultado negativo foi de R$ 46,434 bilhões.

“Em termos nominais, tivemos praticamente o mesmo número (déficit)”, afirmou o novo secretário da Previdência Social, Leonardo Rolim, ressaltando que, em números corrigidos pelo INPC, houve uma queda. “Nossa expectativa para 2011 é de que (o déficit) caia de novo”, afirmou Rolim.

Segundo ele, a arrecadação teve um crescimento real de 10,7% no passado, a maior expansão desde 2001. No caso das despesas, o avanço real foi de 7,8%, o melhor desde 2006. Para 2011, o novo secretário evitou fazer projeções quanto ao resultado da Previdência. De acordo com ele, isso só será possível quando o governo tiver o número fechado do salário mínimo. Desde janeiro, está em vigor o valor de R$ 540. Se for dada apenas a inflação, o mínimo sobe para R$ 545. As centrais sindicais querem um mínimo de R$ 580. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias, a estimativa do governo para o déficit da Previdência Social em 2011 era de R$ 41,6 bilhões. Mas ao mexer no salário mínimo, esse número é influenciado negativamente.

Fonte: Paraná Online