por master | 22/10/10 | Ultimas Notícias
O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) permanece alto, com registro de 62,8 pontos. Acima, portanto, da média histórica de 59,5 pontos, mas em trajetória de queda em relação a outubro do ano passado (65,9 pontos) e na comparação com setembro último (63,4 pontos). A pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) foi feita com 1.922 indústrias de todos os portes entre os dias 4 e 9 deste mês.
Dos 26 setores pesquisados, 16 registraram redução do nível de otimismo na comparação com o mês anterior, com destaque para as indústrias farmacêutica, de limpeza e perfumaria, de veículos automotores e de outros equipamentos de transporte, que tiveram quedas superiores a 2 pontos no Icei.
Os índices relativos às indústrias extrativa e da construção civil caíram 1,9 ponto, enquanto o indicador manteve-se relativamente estável na indústria de transformação, com recuo de 0,1 ponto. Em contrapartida, os setores de plástico, calçados, metalurgia básica, móveis e indústrias diversas apresentaram crescimento de mais de 2 pontos.
O grau de confiança em outubro caiu nos três portes de empresa, comparado a igual período do ano passado. As grandes indústrias demonstraram perda de confiança de 4 pontos, as de porte médio, 3,8 pontos, e as pequenas exibiram queda de 1,3 ponto no índice de confiança. Todas permaneceram, porém, em patamar considerado otimista.
por master | 22/10/10 | Ultimas Notícias
adastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou crescimento de 0,83% em empregos na construção civil no mês de setembro. O setor criou 21.676 novas vagas, resultando o quarto maior saldo de geração de empregos com carteira assinada.
No ano, já foram criados 320.215 novos postos de trabalho, alta de 14,59% no estoque. Nos últimos 12 meses terminados em setembro, o setor gerou 323.196 vagas, crescimento de 14,89% no estoque. Os dois índices são os melhores da série histórica para setembro, além de serem os melhores em relação aos índices de outros setores neste mês.
No total, segundo o Caged, foram criadas 246.875 vagas no mês em todos os setores, alta de 0,70% em relação a agosto. No acumulado de 2010 foram criados 2.201.406 empregos formais (+6,67%) e nos últimos 12 meses, 2.263.865 (+6,83%).
por master | 22/10/10 | Ultimas Notícias
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, vai colocar na pauta de julgamento da próxima quarta-feira (27) o recurso do deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA) contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negou seu registro de candidatura.
A informação foi confirmada nesta quinta-feira (21) pela assessoria do STF, depois de o relator do caso, ministro Joaquim Barbosa, ter concluído seu voto e disponibilizado o processo para análise em plenário. Este é o segundo caso sobre a validade da Lei da Ficha Limpa e sua aplicação nas eleições deste ano que deve ser julgado pelo Supremo.
Jader teve a candidatura questionada pela Procuradoria Eleitoral do estado porque renunciou ao mandato de senador, em 2001, para evitar um processo de cassação em meio às investigações do caso que apurava desvios no Banpará e a denúncias de envolvimento no desvio de dinheiro da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam). O candidato sempre negou irregularidades. Sua defesa afirma que não houve atentado à moralidade pública porque o então senador foi alvo apenas de denúncias publicadas na imprensa.
Primeiro julgamento
Em caso semelhante sobre o registro de candidatura a governador do Distrito Federal de Joaquim Roriz, o julgamento no STF terminou empatado em 5 votos a 5. Roriz terminou renunciando à disputa e a coligação indicou a mulher dele, Weslian Roriz, para concorrer ao governo do DF.
O empate aconteceu porque o STF está com um integrante a menos desde agosto, quando o ministro Eros Grau se aposentou. A indicação de um novo ministro é feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A expectativa de alguns ministros era de que o STF fosse aguardar a nomeação de um novo integrante para retormar a discussão sobre o assunto. Em entrevista ao G1, no final de setembro, o ministro do STF e presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, afirmou que a decisão sobre a validade da Lei da Ficha Limpa dependeria do novo ministrar a ser indicado.
“Eu diria que [o futuro da ficha limpa] está nas mãos do próximo ministro, salvo se algum outro integrante da corte mudar de opinião. Claro que é mais confortável um Supremo completo, porque nós não teríamos o impasse que tivemos, mas a escolha de um ministro do Supremo é difícil, complexa, porque é preciso que seja alguém que tenha notório saber jurídico e reputação ilibada.”
Caso
O Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) liberou o registro de Jader, mas a Procuradoria Eleitoral recorreu ao TSE, que barrou o candidato com base na ficha limpa. Mesmo com registro indeferido, nas eleições do último domingo (3), Jader Barbalho recebeu 1.799.762 de votos e, caso não estivesse barrado, seria eleito em segundo lugar.
Na última segunda-feira (18), o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, encaminhou ao Supremo parecer contrário à liberação do registro de candidatura do deputado federal Jader Barbalho (PMDB-PA).
“Inelegibilidade constitui restrição temporária à possibilidade de o recorrente candidatar-se a cargo eletivo. Não visa propriamente a exclusão do candidato, mas a proteção da coletividade, a preservação dos valores democráticos e republicanos, afirma o procurador.
por master | 21/10/10 | Ultimas Notícias
O rendimento real médio dos trabalhadores atingiu R$ 1.499,00 em setembro, registrando o patamar mais alto desde o início da série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), iniciada em março de 2002, segundo os dados divulgados nesta quinta-feira.
A média contabilizada nos nove primeiros meses de 2010 (R$ 1.443,94) também é recorde para o período.
Cimar Azeredo Pereira, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do órgão, destaca, entre os ganhos proporcionados pelo crescimento da economia, o maior nível de formalização do mercado de trabalho.
Na média, a alta 1,3% do rendimento médio do trabalhador de agosto para setembro, completa, também foi fruto desse maior dinamismo. Também pesou, avalia, a inflação sob controle.
De agosto para setembro, o contingente de trabalhadores formais cresceu 1% –ou alta de 103 mil pessoas ocupadas. Já ante setembro de 2009, houve expansão de 8,6% (816 mil pessoas).
Por outro lado, caiu o total de trabalhadores sem carteira (-0,9%) em relação a agosto. Já o grupo dos sem carteira subiu 0,9% na mesma base de comparação. No confronto com setembro de 2009, esses contingentes registraram queda de 0,1% e 1,2%, respectivamente.
Ao observar a evolução do rendimento em cada um desses grupos, Azeredo Pereira afirma que restaram apenas no mercado de trabalho os postos de trabalho informais “de melhor qualidade” –ou seja, com renda maior. “Os com rendimento mais baixo ou saíram do mercado ou arrumaram uma ocupação formal.”
Fonte: Folha de S. Paulo
por master | 21/10/10 | Ultimas Notícias
A queda da taxa de desemprego de agosto para setembro foi provocada pela maior oferta de postos de trabalho, gerados em número suficiente para fazer frente à procura por uma nova colocação, segundo o IBGE.
De um mês para o outro, foram criadas 147 mil vagas, mais do que o crescimento do número de pessoas ocupadas (120 mil). Ou seja, todos que procuraram emprego (condição para ser classificado como desocupado) foram absorvidos pelo mercado de trabalho.
Em setembro, a taxa caiu para 6,2%, menor patamar da série histórica do IBGE iniciada em março de 2002. Em agosto, havia sido de 6,7%, menor marca até então.
“Houve, de fato, um aumento expressivo da ocupação, que permitiu a queda da taxa de desemprego. Isso é reflexo do cenário econômico favorável, que se traduz na geração de postos de trabalho”, disse Cimar Azeredo Pereira, gerente da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE.
Percentualmente, a ocupação subiu 0,7% de agosto para setembro, enquanto o número de pessoas desocupadas caiu 7,5%.
No intervalo de um ano (setembro de 2009 a setembro de 2010), foram abertas 762 mil vagas –alta de 3,5%. Já a desocupação cedeu 17,7% –ou 319 mil pessoas a menos procurando trabalho.
Fonte: Folha de S. Paulo