por master | 16/03/12 | Notícias NCST/PR
O Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Estado do Paraná – Denílson Pestana da Costa esteve reunido na manhã desta sexta-feira (16) com as Centrais Sindicais.
O encontro realizado na sede da NCST/PR em Curitiba teve como objetivo levantar informações e definir estratégias a serem defendidas na próxima Reunião Ordinária da Comissão Tripartite de Acompanhamento da Política de Salário Mínimo Regional do Estado do Paraná, que será realizada no dia 19 de março de 2012 (Segunda-feira), com início às 14h30, em Curitiba/PR.
A briga para garantir um ganho real no piso mínimo regional paranaense está próxima do fim, e mais uma vez a NCST/Paraná teve papel protagonista nas negociações, com a participação do presidente da entidade (Denílson Pestana) na Comissão Tripartite de Acompanhamento da Política de Salário Mínimo Regional do Estado do Paraná representando o conjunto das centrais sindicais do estado. Participam da comissão os representantes dos trabalhadores, do setor empresarial, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), além da mediação da Secretaria do Trabalho, Emprego e Economia Solidária do estado.
por master | 15/03/12 | Notícias NCST/PR
O Presidente da NCST/PR – Denílson Pestana da Costa, esteve reunido na tarde desta Quinta –feira (15), na sede da Nova Central em Curitiba, com os Senhores Elton Evandro Marafigo (presidente) e José Carlos dos Santos (membro do Conselho Fiscal) do Siquim – Sindicato dos Químicos no Estado do Paraná.
O encontro teve como pauta, assuntos de interesse da entidade e a organização da categoria no Estado.
por master | 15/03/12 | Ultimas Notícias
Aproximadamente 500 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) da região se reuniram na manhã de ontem na Concha Acústica de Londrina em uma movimentação que visa reivindicar melhorias, por meio de iniciativas governamentais, para as famílias assentadas. Os agricultores, de Tamarana, Londrina, Arapongas, Alvorada do Sul, Florestópolis, Primeiro de Maio, Centenário do Sul e Porecatu seguiram para a agência do Banco do Brasil do Calçadão para apresentar e discutir a pauta com a gerência regional da unidade.
A renegociação de dívidas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) está entre as solicitações dos agricultores. ”Além das dívidas já vencidas, que estão sendo cobradas por empresas terceirizadas e outras que foram repassadas para o fundo da União, há dívidas a vencer e o pagamento está comprometido em função da seca que prejudicou a nossa produção”, disse José Damasceno, membro da coordenação estadual do MST.
Outra solicitação do movimento é a abertura de linhas de financiamento para a agricultura familiar. ”Os assentados não conseguem acessar as linhas existentes, principalmente por estarem inadimplentes. Queremos a desburocratização da liberação dos créditos”, completou.
Segundo ele, o movimento também reivindica, por meio de pauta federal, que o Incra, o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Banco do Brasil unifiquem a liberação dos créditos dos novos assentados em um único projeto. Conforme Damasceno, atualmente, os créditos de apoio e fomento, alimentação, habitação e investimento são liberados separadamente. ”Se houver a unificação, o assentado poderá fazer o planejamento de aplicação de um único projeto e isso vai facilitar o investimento e o desenvolvimento da produção”, esclareceu.
O representante do MST reiterou ainda que as reivindicações são antigas, mas permanecem porque não avançaram o suficiente. ”No ano passado conduzimos movimentação semelhante, no entanto, tivemos resposta muito pequena, que não atende à necessidade dos assentados, principalmente agora, que a seca agravou a nossa situação”, disse. De acordo com ele, o Paraná tem 22 mil famílias assentadas. As ocupações nas agências do Banco do Brasil, que começaram na terça-feira, seguem até hoje em todo o País.
Após a reunião com a gerência do BB em Londrina, ficaram agendadas para hoje de manhã outras audiências entre a comissão dos assentados e a gerência de algumas agências do banco estabelecidas na região. Além disso, Damasceno revelou que também será promovida hoje uma audiência em Brasília entre a equipe nacional de negociação dos assentados, a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, o secretário geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e o vice-presidente do Banco do Brasil, Osmar Dias. ”Esperamos avançar nas negociações”, afirmou.
Banco do Brasil
O gerente da agência do Calçadão, Paulo Zago, afirmou à FOLHA que o caminho da negociação está errado ”porque o BB simplesmente executa as obrigações governamentais”. ”A briga do MST não é com a gente, mas com o Governo Federal, que dita o que deve ser feito. Podemos receber a pauta de reivindicações e conversar com eles, mas o BB não tem nenhum poder para mudar as políticas de crédito. Vamos orientá-los a chegar a quem tem o poder de mudar as coisas”, informou.
por master | 15/03/12 | Ultimas Notícias
Alta foi de 1,6% sobre dezembro.
Número de pessoas empregadas chegou a 3,225 milhões em janeiro.
O nível de emprego na construção civil em todo o país se recuperou no começo de 2012, após a queda no fim do ano passado, como tradicionalmente ocorre devido a fatores sazonais. Em janeiro, o número de vagas no setor aumentou 1,6% ante dezembro, o que equivale à contratação de mais 50,8 mil trabalhadores com carteira assinada, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (14) pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o emprego na construção civil cresceu 7,32%
O número de pessoas empregadas no setor chegou a 3,225 milhões em janeiro.
No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em janeiro, o emprego na construção civil cresceu 7,32% em relação ao mesmo período do ano anterior, o que representa a adição de 219,8 mil postos de trabalho no ramo.
“O grande volume de contratações em janeiro denota uma perspectiva de intensa atividade da construção nos próximos meses e está de acordo com a previsão de que o setor deverá crescer acima do PIB neste ano”, afirma em nota o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe.
No Estado de São Paulo, o nível de emprego aumentou 1,63% em janeiro, com o acréscimo de 13,2 mil trabalhadores formais. Com isso, o número total de empregados das construtoras no estado passou a 829,5 mil. Em 12 meses, a elevação foi de 5,24%, equivalente à adição de 413 mil postos de trabalho.
Na capital paulista, o aumento foi de 1,48% (mais 5,5 mil trabalhadores), elevando o número de vagas para 375,8 mil. Em 12 meses, o aumento foi de 6,61%.
Entre as regiões do Brasil, a que registrou o maior aumento porcentual do emprego na construção no mês foi a Sul, com incremento de 2,40% em janeiro ante dezembro, seguida pela Centro-Oeste (1,95%). Em número de empregados, o maior aumento ocorreu na Região Sudeste (mais 26,9 mil vagas), seguida pela Sul (10,7 mil vagas).
por master | 15/03/12 | Ultimas Notícias
Depois de cinco dias de paralisação, funcionários do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica de Jirau, em Porto Velho, voltaram a trabalhar na manhã desta quarta-feira (14), informou ao G1o Tribunal Regional do Trabalho de Rondônia. Com o retorno dos operários ao trabalho, a Justiça decidiu em audiência na tarde de terça-feira (13) que os funcionários não poderão ser descontados pelos dias parados.
A greve começou na quinta-feira (8) depois que os empregados e a construtura Enesa, responsável pelo consórcio da usina, não chegaram a um acordo sobre o pagamento da verba de auxílio assiduidade, informou a assessoria de imprensa do Tribunal Regional do Trabalho. Como parte do acordo para retorno ao trabalho, a empresa e a categoria continuarão a negociar até o dia 30 de abril de 2012.
O vice- presidente do Tribunal Regional do Trabalho, Ilson Alves Pequeno Júnior, afirmou que seis reuniões serão marcadas para discutir as exigências tanto do sindicato da categoria quanto da construtura.Descontos salariais, remunerações e melhorias nas condições de trabalho ficarão a cargo da Secretaria de Segurança Pública de Rondônia, que intermediará as duas últimas reuniões até que o assunto volte ao Tribunal, em abril.
Entenda o caso
No ano passado, uma greve paralisou as obras de Jirau em março, quando os trabalhadores incendiaram ônibus e carros e depredaram instalações e alojamentos.
Na semana passada, quando ocorreu a paralisação, a Enesa informou que estava surpresa e entrou na Justiça, alegando que a situação era abusiva. Segundo o Sindicato dos Empregados da Construção Civil do Estado de Rondônia (Sticcero) dez exigências estavam na pauta da categoria, entre elas aumento de 30% do salário, aumento do valor da cesta básica de R$ 170 para R$ 350 e plano de saúde gratuito extensivo a familiares.