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Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

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O Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção, firmado em 1º de março de 2012, tem como objetivo aprimorar as condições de trabalho nos canteiros de obras do país. Suas diretrizes são fruto de intensas negociações ocorridas entre o governo federal – sob a coordenação da Secretaria-Geral da Presidência da República, e as entidades representativas de empresários e empregados do setor da construção.

Ao longo de dezoito reuniões e três plenárias – iniciadas em março e concluídas em dezembro de 2011 -, foram definidos e acordados os termos que resultaram no Compromisso, reunindo diretrizes sobre recrutamento e seleção; formação e qualificação profissional; saúde e segurança; representação sindical no local de trabalho; condições de trabalho, e relações com a comunidade. Merecem destaque os avanços que representam os mecanismos de estímulo à formalização contratual e o fortalecimento do Sine, a implementação de comitês de saúde e segurança e a adoção de representantes sindicais nas obras, entre outras iniciativas.

Para acompanhar o Compromisso Nacional, foi criada a Mesa Nacional Permanente para o Aperfeiçoamento das Condições de Trabalho na Indústria da Construção, que tem caráter tripartite (com representantes do governo federal, setor empresarial e centrais sindicais), e é coordenada pela Secretaria-Geral da Presidência da República. Além de funcionar como um espaço permanente de discussão entre as partes envolvidas, a Mesa também tem a incumbência de receber e divulgar as adesões ao Compromisso.

Participam da Mesa, como representantes dos trabalhadores: Central Única dos Trabalhadores (CUT); Força Sindical; Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB); Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB); União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria (CNTI); Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção (CNTIC); Confederação Nacional dos Sindicatos de Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (CONTICOM); Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria da Construção e do Mobiliário (CONTRICOM); e Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada (FENATRACOP).

Já a parte patronal está representada pelo Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada-Infraestrutura (Sinicon) e pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Além da Secretaria-Geral, também estão representados na Mesa, pelo governo federal, os seguintes Ministérios: Trabalho e Emprego; Planejamento, Orçamento e Gestão; Previdência Social; Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Casa Civil; Educação; Cidades; Minas e Energia; Esporte; Integração Nacional; Transportes; e a Secretaria de Direitos Humanos.

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Assista a cerimônia de assinatura do acordo
cartilha construção

Cartilha do Compromisso

Documentos:
Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

Recife lidera alta de preços de imóveis em fevereiro, mostra Fipe

Região

Variação de preço em fevereiro

      Preço médio do metro quadrado

São Paulo
      1,3%
      R$ 6.215
Rio de Janeiro
      1,3%
      R$ 7.687
Belo Horizonte
      1,5%
      R$ 4.616
Distrito Federal
      1,5%
      R$ 7.965
Salvador
      2,1%
      R$ 3.686
Fortaleza
      0,8%
      R$ 4.384
Recife
      3,2%
      R$ 5.015
Composto Nacional
      1,5%
      R$ 6.356

O metro quadrado dos imóveis nas principais capitais do país ficou, em média, 1,5% mais caro em fevereiro, segundo dados divulgados nesta domingo (4) pela Fipe. A taxa é superior à registrada em janeiro, de 1,1%. Em 12 meses, os preços já acumulam alta média de 24,8%.
 
A maior variação no preço do metro quadrado entre as seis capitais pesquisadas mais o Distrito Federal foi registrada no Recife, onde a alta média foi de 3,2% no mês passado. Na capital pernambucana, os preços dos imóveis já subiram em média 36,6% nos últimos 12 meses.
 
De acordo com o levantamento, o preço médio do metro quadrado nos locais pesquisados ficou entre R$ 7.965, no Distrito Federal, e R$ 3.686 em Salvador. Em São Paulo, foi de R$ 6.215 e no Rio de Janeiro, R$ 7.687. Na média das 7 regiões, o valor do metro quadrado anunciado foi de R$ 6.356.
 
Rio e São Paulo
Nas duas maiores cidades do país, a alta dos preços ficou abaixo da média de todas as regiões pela primeira vez desde fevereiro de 2010. Tanto em São Paulo quanto no Rio, o preço do metro quadrado subiu, em média, 1,3%.
 
O Leblon permanece com o maior preço por metro quadrado entre os bairros do Rio de Janeiro, a R$ 17.358, seguido por Ipanema (R$ 16.072) e Lagoa (R$ 14.283). Já em São Paulo os bairros mais caros são Ibirapuera/Vila Nova Conceição, onde o preço médio do metro quadrado é de R$ 9.758, Jardim Paulistano (R$ 8.675) e Chácara Itaim (R$ 8.251).
Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

China limita a 7,5% sua meta de crescimento econômico em 2012

A China tem uma meta de crescimento econômico de 7,5% este ano, abaixo dos 8% fixados para 2011, segundo informe governamental que o premier, Wen Jiabao, apresentará ao Parlamento esta segunda-feira.
 
A China costuma exceder sua meta anual de crescimento, anunciada todo mês de março. A maioria dos economistas prevê que o PIB chinês crescerá entre 8% e 8,5% este ano. Em 2011, o crescimento chinês foi de 9,2% e em 2010, alcançou 10,4%.
 
A redução da meta é um reconhecimento de que a segunda economia do mundo está reduzindo o ritmo, uma vez que a crise da dívida na zona do euro e a lenta recuperação dos Estados Unidos afetam a demanda por exportações chinesas.
 
O país também estabeleceu sua meta de inflação em 4% em 2012, percentual inalterado desde o ano passado, depois que os preços ao consumidor dispararam 5,4% em todo o ano de 2011.
 
A reunião de 10 dias do Congresso Nacional do Povo, no Grande Hall do Povo, em Pequim, começa com um discurso do “estado da nação”, pronunciado por Wen, que então anunciará as prioridades do governo para 2012.
Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

Segunda maior cidade de MT busca liberação de R$ 110 milhões do PAC 2

O prefeito de Várzea Grande, Sebastião Gonçalves (PSD), afirmou que vai buscar cerca de R$ 110 milhões em recursos junto ao governo federal para conseguir realizar as obras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no município da região metropolitana de Cuiabá.
 
Nesta semana, o prefeito anunciou a abertura de dois editais para as obras do chamado PAC 1, que foram suspensas em 2009 por supostas irregularidades em licitações. Ao todo, oito editais, orçados em R$ 70 milhões, devem ser lançados até o final do mês de abril deste ano, conforme declarou o prefeito.
 
O chefe do executivo explicou que as obras do PAC 1 serão destinadas para melhorias em saneamento básico, abastecimento de água e urbanização de favelas em pelo menos 20 bairros.
 
Os antigos convênios do PAC1 foram feitos em 2007 e as obras deveriam ser executadas até dezembro do ano passado, prazo final estipulado pelo governo. No entanto, as obras do PAC em Várzea Grande foram paralisadas no dia 10 de agosto de 2009 após a Polícia Federal deflagrar a Operação Pacenas.
 
Onze pessoas chegaram a ser presas por suspeita de envolvimento em um esquema fraudulento de licitações. Entre os suspeitos estavam empresários da construção civil e funcionários públicos. Entretanto, o resultados obtidos pela operação foram cancelados após a Justiça Federal desconsiderar as escutas telefônicas como provas legais no processo criminal.
Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Indústria da Construção

TST cria programa nacional para evitar acidentes de trabalho

O Brasil registra quase sete mortes por dia em acidentes de trabalho. Nesta sexta-feira (2), no Rio, o Tribunal Superior do Trabalho lançou um programa nacional para reduzir esse número. Especialmente na construção civil.
 
Falta um ano para a inauguração e a obra do Maracanã parou. Os operários participaram da abertura do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho.
 
Bebeto e Ronaldo – ídolos do futebol – se juntaram às autoridades para incentivar o trabalho seguro. “É muito importante que eles tenham consciência do uso do equipamento de segurança”, afirma Ronaldo.
 
“Aqui foi somente o início, vai servir para o país todo”, opina Bebeto.
 
“Nós queremos expandir a prática desse atos públicos como forma de educação dos trabalhadores e empresários para a necessidade de prevenção dos acidentes de trabalho”, explica João Oreste Dalazen, ministro do TST.
 
Um operário da construção civil tem três vezes mais risco de se envolver num acidente fatal do que qualquer outro trabalhador brasileiro.
 
Em 2010, foram 54 mil acidentes. Quase 20% de todos os acidentes de trabalho na indústria.
 
No Rio, foi criada uma espécie de selo de qualidade para quem dá exemplo de segurança. Em uma obra que visitamos, os avisos não deixam ninguém esquecer da proteção. Todos usam capacetes, óculos, luvas , gancho, cintos.
 
Além do equipamento de proteção individual, a obra tem também equipamentos de proteção coletiva. A área do fosso do elevador, por exemplo, fica cercada e coberta para evitar acidentes.
 
É assim em todo o prédio. O treinamento é diário. Aos poucos, vai mudando o hábito dos trabalhadores.
 
“Como nós viemos inteiros, é necessário que nós retornemos inteiros para o nosso lar”, diz um operário.