por master | 08/02/12 | Ultimas Notícias
O atual valor do salário mínimo, R$ 622, está 3,86 vezes abaixo do necessário para suprir as necessidades básicas do brasileiro. O valor ideal, em janeiro deste ano, era de R$ 2.398,82. Os dados são da pesquisa divulgada no início da semana pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Já em dezembro do ano passado, o valor do mínimo era de R$ 545, porém, o valor necessário era de R$ 2.329,35. O economista do Dieese, Cid Cordeiro, explica que a lei considera salário mínimo necessário o valor que consegue atender às necessidades vitais como habitação, alimentação, sa© úde, lazer, vestuário, educação, higiene e transporte. Para chegar ao valor ideal, é usado como base o cálculo mensal da cesta básica.
O economista lembra que desde 1994 o País desenvolve uma política de valorização do salário mínimo. ”Mesmo com a recuperação, o valor ainda está distante do que a lei prevê. A evolução é positiva, entretanto, não está cobrindo o custo de uma família com alimentação, por exemplo, que está na média de R$ 730”, afirma.
Cordeiro considera que se algumas medidas forem mantidas e outras adotadas, em 20 anos teremos condições de chegar a um valor maior. Entre as alternativas, ele aponta a continuidade de valorização do salário mínimo e percentuais de aumento real maiores do que os praticados.
O chefe do departamento de Economia e professor de Macroeconomia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Antônio Eduardo Nogueira, explica que o salário não acompanha o valor necessário por problemas de mão de obra. ”As empresas, o governo e os municípios não têm condições de pagar os funcionários à altura”, diz.
De acordo com ele, se o governo reajustasse ”numa pincelada”, haveria o repasse para a sociedade em inflação. Consequentemente, ”o salário mínimo compraria até menos do que compra hoje”. Ele completa que, como muitos trabalhadores recebem o mínimo, um reajuste imediato poderia causar uma hiperinflação que traria resultados piores que os dos anos 1980.
Para chegar aos vencimentos necessários em 10 ou 15 anos, Nogueira aponta que o Brasil deve investir em educação, ciência e tecnologia e infraestrutura. ”Se os trabalhadores desenvolverem funções que exijam mais conhecimento, vão ganhar mais. Então, teremos uma minoria recebendo o salário mínimo. Dessa maneira, o valor pode aumentar que não haverá impacto muito grande para a economia”, afirma. ”O segredo não está na greve ou pincelada do governo, mas sim em investimentos”, reitera.

por master | 08/02/12 | Ultimas Notícias
O atual valor do salário mínimo, R$ 622, está 3,86 vezes abaixo do necessário para suprir as necessidades básicas do brasileiro. O valor ideal, em janeiro deste ano, era de R$ 2.398,82. Os dados são da pesquisa divulgada no início da semana pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Já em dezembro do ano passado, o valor do mínimo era de R$ 545, porém, o valor necessário era de R$ 2.329,35. O economista do Dieese, Cid Cordeiro, explica que a lei considera salário mínimo necessário o valor que consegue atender às necessidades vitais como habitação, alimentação, sa© úde, lazer, vestuário, educação, higiene e transporte. Para chegar ao valor ideal, é usado como base o cálculo mensal da cesta básica.
O economista lembra que desde 1994 o País desenvolve uma política de valorização do salário mínimo. ”Mesmo com a recuperação, o valor ainda está distante do que a lei prevê. A evolução é positiva, entretanto, não está cobrindo o custo de uma família com alimentação, por exemplo, que está na média de R$ 730”, afirma.
Cordeiro considera que se algumas medidas forem mantidas e outras adotadas, em 20 anos teremos condições de chegar a um valor maior. Entre as alternativas, ele aponta a continuidade de valorização do salário mínimo e percentuais de aumento real maiores do que os praticados.
O chefe do departamento de Economia e professor de Macroeconomia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Antônio Eduardo Nogueira, explica que o salário não acompanha o valor necessário por problemas de mão de obra. ”As empresas, o governo e os municípios não têm condições de pagar os funcionários à altura”, diz.
De acordo com ele, se o governo reajustasse ”numa pincelada”, haveria o repasse para a sociedade em inflação. Consequentemente, ”o salário mínimo compraria até menos do que compra hoje”. Ele completa que, como muitos trabalhadores recebem o mínimo, um reajuste imediato poderia causar uma hiperinflação que traria resultados piores que os dos anos 1980.
Para chegar aos vencimentos necessários em 10 ou 15 anos, Nogueira aponta que o Brasil deve investir em educação, ciência e tecnologia e infraestrutura. ”Se os trabalhadores desenvolverem funções que exijam mais conhecimento, vão ganhar mais. Então, teremos uma minoria recebendo o salário mínimo. Dessa maneira, o valor pode aumentar que não haverá impacto muito grande para a economia”, afirma. ”O segredo não está na greve ou pincelada do governo, mas sim em investimentos”, reitera.

por master | 08/02/12 | Ultimas Notícias
Projetos sustentáveis incluem sistemas de economia e reaproveitamento de água, uso de aquecimento solar, materiais com certificação ambiental, entre outros
A construção civil ocupa um papel de suma importância na economia brasileira e desenvolvimento da sociedade. O segmento está a todo vapor. São milhares de canteiros de obra espalhados por todo o país. Novos empreendimentos comerciais e residenciais são lançados frequentemente, aquecendo ainda mais o mercado imobiliário. O cenário, no entanto, traz uma grande preocupação, uma vez que o segmento causa impactos ao meio ambiente ao consumir recursos naturais e gerar grande quantidades de resíduos.
Para se ter uma ideia, segundo o UNEP/SBCI, siglas em inglês para Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Construções Sustentáveis e Iniciativa Imobiliária, os edifícios consomem 40% da energia produzida no mundo. O setor da construção civil é responsável por um terço dos recursos naturais consumidos pela sociedade, incluindo 12% de toda a água potável do planeta e produção de 40% de todo o lixo sólido.
Diante disso, surge a urgente necessidade de adotar práticas sustentáveis na construção. É preciso pensar em um desenvolvimento capaz de satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras. A frase, utilizada em 1987 para definir o termo sustentabilidade no Informe de Brundtland, da Organização das Nações Unidas (ONU), nunca foi tão atual.
Segundo o arquiteto Humberto Carneiro Leal, a construção civil é responsável por cerca de 30% da emissão de CO2 na atmosfera. Há cinco meses ele voltou de Barcelona (Espanha), onde ficou mais de dois anos para cursar o mestrado em arquitetura sustentável na Universidade Politécnica Catalunha (UPC). ”Percebi que o assunto é mais discutido nos países europeus e que o povo de lá se preocupa mais com essas questões, sendo mais responsáveis socialmente”, constata, ressaltando que aos poucos a legislação brasileira está se adequando aos parâmetros internacionais de construção.
Ele destaca, porém, que não basta apenas adotar práticas sustentáveis. ”Deve haver mudança de mentalidade e mais conscientização”. A diretora do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Diana Csillag, destaca que 80% da energia e dos recursos naturais consumidos nos edifícios, incluindo água potável e descarte do lixo sólido, ocorrem na fase de uso do imóvel. ”Por isso, é fundamental investir em educação para estimular o uso e manutenção de forma adequada. Caso contrário, os investimentos realizados podem perder sua a efetividade”, alerta Diana.
Pensar em construção sustentável é pensar em maneiras de fechar os ciclos dos materiais em todos os processos técnicos. ”É preciso aproveitar praticamente 100% dos recursos, a fim de não gerar resíduos”, pontua o arquiteto Humberto Leal. Uma medida indicada é reciclar e reutilizar materiais, como a madeira, o vidro e metais. Além disso, é necessário incluir sistemas de economia e reaproveitamento de água, uso de aquecimento solar, materiais com certificação ambiental, entre outros.
”A sustentabilidade é alcançada quando equilibramos os impactos ambientais e sociais com a viabilidade econômica”, define a diretora do CBCS. A construção ambientalmente correta apresenta um custo inicial maior, mas isso pode ser um argumento de marketing que facilita a comercialização do empreendimento. Os edifícios sustentáveis proporcionam diversas vantagens para os investidores e ocupantes. ”O consumo de energia pode ser reduzido entre 30% e 50% sem acréscimos significantes de custos e sem perda do conforto e da qualidade do ambiente construído”, calcula Marcelo Takaoka, presidente do CBCS e do SBCI/ UNEP.
E não há dúvidas de que a ”onda verde” chegou à construção civil brasileira. Existe uma visível mobilização do setor. Em Londrina, muitos novos empreendimentos já vislumbram questões sustentáveis, como mostram as fotos selecionadas pela reportagem da FOLHA.
Competição Internacional
A competição Solar Decathlon Europe reúne projetos de casas eficientes de diferentes universidades do mundo. O arquiteto Humberto Leal, que teve o projeto premiado em uma categoria na edição de 2010, explica que o objetivo é projetar e construir casas que consumam poucos recursos naturais e gerem baixa produção de resíduos durante o seu ciclo de vida. Além disso, os projetos devem apresentar meios para reduzir o consumo de energia.
A competição acontecia somente nos Estados Unidos e a partir de 2010 começou a ser realizada também na Europa. Leal concedeu imagens de três projetos premiados na primeira edição do Solar Decathlon Europe, que trouxe o que há de mais moderno em sustentabilidade nas construções.
Fotos: Celso Pacheco e Divulgação
O projeto do Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, o Fab Lab levou o prêmio na categoria escolha do público. Traz importantes contribuições tecnológicas, como painéis solares flexíveis desenvolvidos com tecnologia espanhola e norte-americana. Representa um avanço significativo na integração arquitetônica de sistemas solares
O vencedor da competição, Lumenhaus, é a terceira casa de energia solar projetada e construída. O projeto da Universidade Virginia Tech tem aberturas estratégicas para resistir à transferência de calor e paredes de vidro, que maximizam a exposição à luz do dia. Utiliza a tecnologia ideal para tornar a vida do proprietário mais simples, mais eficiente e menos cara.
O Edifício Palhano Square Garden está sendo construído de acordo com as recomendações do Green Building Council, para obtenção do selo verde Leed. A construção vai atender a alguns pré-requistos, como eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, espaço sustentável e inovações e tecnologias. A unidade decorada está em exposição na Vectra Store, às margens do Lago Igapó.
O empreendimento Jardins Eco Resort & Residence, da Plaenge, inclui caixa acoplada de alto desempenho e torneiras com redutores de pressão nos banheiros. Também contará com elevadores ecológicos dotados de controle de pico de energia, placas solares para aquecer a água da piscina, sistema para armazenar água da chuva, central de coleta de óleo de cozinha, entre outros itens. A entrega está prevista para julho deste ano
O edifício Arquiteto Vilanova Artigas, entregue em 2005 pela Plaenge, foi dotado com sistema de coleta e armazenamento de água da chuva. A tecnologia chega a reduzir em mais de 80% a despesa com a conta de água nas áreas comuns do condomínio, nos meses de chuva regulares.
por master | 08/02/12 | Ultimas Notícias
Projetos sustentáveis incluem sistemas de economia e reaproveitamento de água, uso de aquecimento solar, materiais com certificação ambiental, entre outros
A construção civil ocupa um papel de suma importância na economia brasileira e desenvolvimento da sociedade. O segmento está a todo vapor. São milhares de canteiros de obra espalhados por todo o país. Novos empreendimentos comerciais e residenciais são lançados frequentemente, aquecendo ainda mais o mercado imobiliário. O cenário, no entanto, traz uma grande preocupação, uma vez que o segmento causa impactos ao meio ambiente ao consumir recursos naturais e gerar grande quantidades de resíduos.
Para se ter uma ideia, segundo o UNEP/SBCI, siglas em inglês para Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Construções Sustentáveis e Iniciativa Imobiliária, os edifícios consomem 40% da energia produzida no mundo. O setor da construção civil é responsável por um terço dos recursos naturais consumidos pela sociedade, incluindo 12% de toda a água potável do planeta e produção de 40% de todo o lixo sólido.
Diante disso, surge a urgente necessidade de adotar práticas sustentáveis na construção. É preciso pensar em um desenvolvimento capaz de satisfazer as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras. A frase, utilizada em 1987 para definir o termo sustentabilidade no Informe de Brundtland, da Organização das Nações Unidas (ONU), nunca foi tão atual.
Segundo o arquiteto Humberto Carneiro Leal, a construção civil é responsável por cerca de 30% da emissão de CO2 na atmosfera. Há cinco meses ele voltou de Barcelona (Espanha), onde ficou mais de dois anos para cursar o mestrado em arquitetura sustentável na Universidade Politécnica Catalunha (UPC). ”Percebi que o assunto é mais discutido nos países europeus e que o povo de lá se preocupa mais com essas questões, sendo mais responsáveis socialmente”, constata, ressaltando que aos poucos a legislação brasileira está se adequando aos parâmetros internacionais de construção.
Ele destaca, porém, que não basta apenas adotar práticas sustentáveis. ”Deve haver mudança de mentalidade e mais conscientização”. A diretora do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), Diana Csillag, destaca que 80% da energia e dos recursos naturais consumidos nos edifícios, incluindo água potável e descarte do lixo sólido, ocorrem na fase de uso do imóvel. ”Por isso, é fundamental investir em educação para estimular o uso e manutenção de forma adequada. Caso contrário, os investimentos realizados podem perder sua a efetividade”, alerta Diana.
Pensar em construção sustentável é pensar em maneiras de fechar os ciclos dos materiais em todos os processos técnicos. ”É preciso aproveitar praticamente 100% dos recursos, a fim de não gerar resíduos”, pontua o arquiteto Humberto Leal. Uma medida indicada é reciclar e reutilizar materiais, como a madeira, o vidro e metais. Além disso, é necessário incluir sistemas de economia e reaproveitamento de água, uso de aquecimento solar, materiais com certificação ambiental, entre outros.
”A sustentabilidade é alcançada quando equilibramos os impactos ambientais e sociais com a viabilidade econômica”, define a diretora do CBCS. A construção ambientalmente correta apresenta um custo inicial maior, mas isso pode ser um argumento de marketing que facilita a comercialização do empreendimento. Os edifícios sustentáveis proporcionam diversas vantagens para os investidores e ocupantes. ”O consumo de energia pode ser reduzido entre 30% e 50% sem acréscimos significantes de custos e sem perda do conforto e da qualidade do ambiente construído”, calcula Marcelo Takaoka, presidente do CBCS e do SBCI/ UNEP.
E não há dúvidas de que a ”onda verde” chegou à construção civil brasileira. Existe uma visível mobilização do setor. Em Londrina, muitos novos empreendimentos já vislumbram questões sustentáveis, como mostram as fotos selecionadas pela reportagem da FOLHA.
Competição Internacional
A competição Solar Decathlon Europe reúne projetos de casas eficientes de diferentes universidades do mundo. O arquiteto Humberto Leal, que teve o projeto premiado em uma categoria na edição de 2010, explica que o objetivo é projetar e construir casas que consumam poucos recursos naturais e gerem baixa produção de resíduos durante o seu ciclo de vida. Além disso, os projetos devem apresentar meios para reduzir o consumo de energia.
A competição acontecia somente nos Estados Unidos e a partir de 2010 começou a ser realizada também na Europa. Leal concedeu imagens de três projetos premiados na primeira edição do Solar Decathlon Europe, que trouxe o que há de mais moderno em sustentabilidade nas construções.
Fotos: Celso Pacheco e Divulgação
O projeto do Instituto de Arquitetura Avançada da Catalunha, o Fab Lab levou o prêmio na categoria escolha do público. Traz importantes contribuições tecnológicas, como painéis solares flexíveis desenvolvidos com tecnologia espanhola e norte-americana. Representa um avanço significativo na integração arquitetônica de sistemas solares
O vencedor da competição, Lumenhaus, é a terceira casa de energia solar projetada e construída. O projeto da Universidade Virginia Tech tem aberturas estratégicas para resistir à transferência de calor e paredes de vidro, que maximizam a exposição à luz do dia. Utiliza a tecnologia ideal para tornar a vida do proprietário mais simples, mais eficiente e menos cara.
O Edifício Palhano Square Garden está sendo construído de acordo com as recomendações do Green Building Council, para obtenção do selo verde Leed. A construção vai atender a alguns pré-requistos, como eficiência energética, uso racional da água, materiais e recursos, qualidade ambiental interna, espaço sustentável e inovações e tecnologias. A unidade decorada está em exposição na Vectra Store, às margens do Lago Igapó.
O empreendimento Jardins Eco Resort & Residence, da Plaenge, inclui caixa acoplada de alto desempenho e torneiras com redutores de pressão nos banheiros. Também contará com elevadores ecológicos dotados de controle de pico de energia, placas solares para aquecer a água da piscina, sistema para armazenar água da chuva, central de coleta de óleo de cozinha, entre outros itens. A entrega está prevista para julho deste ano
O edifício Arquiteto Vilanova Artigas, entregue em 2005 pela Plaenge, foi dotado com sistema de coleta e armazenamento de água da chuva. A tecnologia chega a reduzir em mais de 80% a despesa com a conta de água nas áreas comuns do condomínio, nos meses de chuva regulares.
por master | 08/02/12 | Ultimas Notícias
Uma reunião entre a Superintendência Regional do Trabalho do Amazonas (SRTE-AM), Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil (Sintracomec) e representantes de uma construtora, em Manaus, pôs fim à paralisação dos 400 operários da construção de um condomínio residencial, na Zona Leste de Manaus, iniciada às 6h desta terça-feira (7).
Os manifestantes acusam a empresa de cometer excessos na jornada de trabalho e não pagar o abono de produtividade ou horas extras desde novembro do ano passado.
Segundo o titular da SRTE, Dermílson Chagas, o ponto eletrônico deverá ser instalado até o dia 20 deste mês. Enquanto isso, o registro de entrada, saída e horas extras será feito manualmente em um livro. Além disso, de acordo com Chagas, a construtora se comprometeu em quitar os atrasos em pagamentos até o dia 3 de março. A empresa, segundo o Sindicato, trocará também a companhia que fornece almoço e lanche aos trabalhadores.
Com o acordo, fechado às 11h, as atividades deverão ser retomadas na tarde desta quinta-feira (7).
Os operários paralisaram as obras de um condomínio residencial, na Alameda Cosme Ferreira, Coroado, Zona Leste de Manaus, em frente ao conjunto Tiradentes. A manifestação dos trabalhadores teve o apoio da Superintendência Regional do Trabalho em Emprego do Amazonas (SRTE-AM) e do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil do Amazonas (Sintracomec).
O residencial está em obras desde setembro de 2010. De acordo com o titular da SRTE, Dermílson Chagas, foram identificadas diversas irregularidades, como a ausência de relógio de ponto – o que leva ao não registro das horas extras -, falta de pagamento do abono de produtividadade, excesso de jornada, ambiente de trabalho e alimentação precários. “A chefia disse aos operários que se quisessem comer melhor, que fossem para a penitenciária. Isso é um absurdo”, disse Dermílson.