por master | 02/02/12 | Ultimas Notícias
A indústria paranaense vendeu 5,8% a mais em 2011 em comparação a 2010. O resultado fez do ano passado o de melhor faturamento para a indústria do Paraná em toda a série histórica pesquisada pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) desde 1986. Além disso, com o resultado de 2011 completam-se três anos de crescimento consecutivo. Os gêneros que mais contribuíram para o bom desempenho ao longo do ano foram os de maior peso relativo na economia do Estado: ‘Alimentos e Bebidas’ (com participação de 2,7% dos 5,80% e crescimento de 5,76%), ‘Refino de Petróleo e Produção de Álcool’ (participação de 1,6% e expansão de 12,05%) e ‘Veículos Automotores’ (participação de 1,38% e aumento de 9,61%).
O desempenho positivo das vendas refletiu também no nível de emprego que cresceu 3,38%. De acordo com análise do Departamento Econômico da Fiep, responsável pela pesquisa, os dois índices situam a indústria do Paraná, para o período de 2002 a 2011, como a de melhor desempenho entre os estados brasileiros do Sul e Sudeste.
“A performance do faturamento em 2011 ficou acima daquela manifestada pelo ritmo de crescimento da economia nacional, fato que vem se repetindo nos últimos anos”, observa Maurílio Schmitt, coordenador do Departamento Econômico da Fiep. Este aumento não foi apenas motivado pela elevação de postos de trabalho, da renda e das boas safras paranaenses, mas também pelo aumento significativo do crédito pessoal havido nos últimos anos, o que coloca em cheque a sustentabilidade deste aumento.
“Os níveis excessivos de financiamento à demanda de bens e serviços e a não solução de problemas clássicos da economia nacional como juros superiores aos praticados em outros países, a elevada carga tributária, os excessivos encargos sociais, problemas de infraestrutura, baixo nível de poupança interna, além da falta de planejamento estratégico para o desenvolvimento do país, somado à crise internacional, indicam que esta onda de crescimento pode não se sustentar no médio e longo prazo”, observa o economista.
Ainda de acordo com a pesquisa da Fiep, os resultados acumulados em 2011 mostram-se positivos para as vendas no Paraná (+12,58%) e para outros Estados do País (+3,23%) e negativos para o exterior (-2,39%).
por master | 02/02/12 | Ultimas Notícias
A indústria paranaense vendeu 5,8% a mais em 2011 em comparação a 2010. O resultado fez do ano passado o de melhor faturamento para a indústria do Paraná em toda a série histórica pesquisada pela Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) desde 1986. Além disso, com o resultado de 2011 completam-se três anos de crescimento consecutivo. Os gêneros que mais contribuíram para o bom desempenho ao longo do ano foram os de maior peso relativo na economia do Estado: ‘Alimentos e Bebidas’ (com participação de 2,7% dos 5,80% e crescimento de 5,76%), ‘Refino de Petróleo e Produção de Álcool’ (participação de 1,6% e expansão de 12,05%) e ‘Veículos Automotores’ (participação de 1,38% e aumento de 9,61%).
O desempenho positivo das vendas refletiu também no nível de emprego que cresceu 3,38%. De acordo com análise do Departamento Econômico da Fiep, responsável pela pesquisa, os dois índices situam a indústria do Paraná, para o período de 2002 a 2011, como a de melhor desempenho entre os estados brasileiros do Sul e Sudeste.
“A performance do faturamento em 2011 ficou acima daquela manifestada pelo ritmo de crescimento da economia nacional, fato que vem se repetindo nos últimos anos”, observa Maurílio Schmitt, coordenador do Departamento Econômico da Fiep. Este aumento não foi apenas motivado pela elevação de postos de trabalho, da renda e das boas safras paranaenses, mas também pelo aumento significativo do crédito pessoal havido nos últimos anos, o que coloca em cheque a sustentabilidade deste aumento.
“Os níveis excessivos de financiamento à demanda de bens e serviços e a não solução de problemas clássicos da economia nacional como juros superiores aos praticados em outros países, a elevada carga tributária, os excessivos encargos sociais, problemas de infraestrutura, baixo nível de poupança interna, além da falta de planejamento estratégico para o desenvolvimento do país, somado à crise internacional, indicam que esta onda de crescimento pode não se sustentar no médio e longo prazo”, observa o economista.
Ainda de acordo com a pesquisa da Fiep, os resultados acumulados em 2011 mostram-se positivos para as vendas no Paraná (+12,58%) e para outros Estados do País (+3,23%) e negativos para o exterior (-2,39%).
por master | 02/02/12 | Ultimas Notícias
A escassez de mão de obra capacitada na construção civil é realidade em muitos municípios do Norte Pioneiro. A falta de pessoal não é uma exclusividade de Santo Antônio da Platina, a construtora Provectum de Maringá (Noroeste) venceu uma licitação para construir 320 apartamentos e 133 casas em Assaí e precisará de trabalhadores da região. A Provectum deve assinar o projeto orçado em R$ 25 milhões no dia 8 de fevereiro, segundo a prefeitura de Assaí.
O engenheiro e proprietário da construtora, Álvaro Silva, se diz preparado para enfrentar as dificuldades com a mão de obra qualificada, mas acredita no potencial do projeto e vê toda a região colhendo frutos do investimento em breve. ”Estamos levando alguns profissionais daqui (Maringá), mas a maioria será contratada na região, isso sem falar na compra de materiais para obra que buscaremos ou em Assaí ou em cidades próximas, todo mundo sai ganhando”, pondera.
O secretário de desenvolvimento de Assaí, Orlando Menegazzo Filho, diz que existe um déficit de moradias na cidade e que há ainda muitos moradores que viajam para Londrina para trabalhar na construção civil. ”Esse projeto é a chance de segurar esse pessoal e ainda atender a demanda de moradias”.
por master | 02/02/12 | Ultimas Notícias
A escassez de mão de obra capacitada na construção civil é realidade em muitos municípios do Norte Pioneiro. A falta de pessoal não é uma exclusividade de Santo Antônio da Platina, a construtora Provectum de Maringá (Noroeste) venceu uma licitação para construir 320 apartamentos e 133 casas em Assaí e precisará de trabalhadores da região. A Provectum deve assinar o projeto orçado em R$ 25 milhões no dia 8 de fevereiro, segundo a prefeitura de Assaí.
O engenheiro e proprietário da construtora, Álvaro Silva, se diz preparado para enfrentar as dificuldades com a mão de obra qualificada, mas acredita no potencial do projeto e vê toda a região colhendo frutos do investimento em breve. ”Estamos levando alguns profissionais daqui (Maringá), mas a maioria será contratada na região, isso sem falar na compra de materiais para obra que buscaremos ou em Assaí ou em cidades próximas, todo mundo sai ganhando”, pondera.
O secretário de desenvolvimento de Assaí, Orlando Menegazzo Filho, diz que existe um déficit de moradias na cidade e que há ainda muitos moradores que viajam para Londrina para trabalhar na construção civil. ”Esse projeto é a chance de segurar esse pessoal e ainda atender a demanda de moradias”.
por master | 02/02/12 | Ultimas Notícias
De 2001 a 2009, a quantidade de famílias vivendo em pobreza extrema, com rendimentos de até R$ 70, caiu 67% no Paraná. No início da década passada, 7,1% da população do Estado encontravam-se nessa situação, mas há três anos esse índice passou para 2,3%.
Esse é o sétimo melhor desempenho entre os Estados. Os dados fazem parte do estudo ”Situação Social nos Estados”, divulgado ontem pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em Curitiba.
A redução da pobreza em território paranaense foi maior do que a registrada na Região Sul e no País. No Sul, o índice foi de 60,7% (5,2% para 2,05%). Em todo o País, foi de 51% (de 10,5% para 5,16%). Ainda hoje, segundo o Ipea, 16 milhões de brasileiros vivem com apenas R$ 2 por dia.
Para o presidente do Ipea, Márcio Pochmann, a diminuição no número de pessoas vivendo na miséria pode ser explicada pela implantação dos programas de complementação de renda do governo federal, além dos investimentos em políticas públicas, como melhorias na saúde, recursos para a educação e crescimento das vagas de emprego, com consequente incremento da renda.
”A trajetória de queda é significativa, mas ainda estamos longe do ideal. Até 2014 ou 2015 devemos diminuir essa taxa, entretanto, quanto menor ela fica, mais difícil fica conseguirmos atingir todas as famílias miseráveis, porque grande parte delas vive isolada, sem acesso à informação. Por isso a importância deste balanço para identificarmos onde é necessária a implantação de novas políticas sociais”, destacou Pochmann.
Os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, segundo Pochmann, colaboraram para a redução da pobreza extrema. O dado é confirmado pela quantidade de famílias atendidas em todo o País e no Estado. Em uma década, esse número cresceu 13% no Brasil e 6,25% na Região Sul. No Paraná, em 2001, 16,08% das famílias recebiam algum tipo de ajuda do governo federal. Em 2009, esse índice passou para 17,08% – uma alta de 6,25%.
”Foram identificados os mais necessitados e eles foram atendidos. Com isso, aos poucos, as pessoas conseguem ter mais acesso aos estudos e, assim, crescer profissionalmente para entrar no mercado de trabalho”, explicou Pochmann.
A relação entre aumento da educação e da renda média aparece no estudo. O Paraná reduziu a taxa de analfabetismo durante o período analisado na pesquisa. A queda foi de 22%, passando de 8,66% para 6,67%. A Região Sul também diminuiu em 22% (de 7,08% para 5,46%), já a média nacional ficou em 21% (de 12,3% para 9,7%).
Outro dado analisado é a média de anos de estudo. Segundo o levantamento, de 2001 a 2009, o Estado apresentou crescimento de 19,5%, passando de 6,6 para 7,8 anos. O resultado superou o desempenho da Região Sul (17,3%) e a média nacional (18,7%).
O rendimento médio apresentou alta de 14% no Paraná, de R$ 1.086,9 para R$ 1.239,5. A renda média da Região Sul cresceu 15%, passando de R$ 1.091,2 para R$ 1.261,3. Já a média nacional aumentou 7,4%, com R$ 1.039,4 em 2001 e R$ 1.116,4 em 2009.