por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) em dezembro foi de 3% da População Economicamente Ativa (PEA), a menor do País. Com esse nível, a RMC encerrou 2011 com taxa média de 3,7%, a menor de sua série histórica e também inferior à média das capitais pesquisadas, que foi de 6%. Os números foram apurados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O rendimento habitual do trabalho na RMC foi de R$ 1.817,20 – o que representa um crescimento real de 0,9% em comparação com o mês anterior e de 6,1% em relação a dezembro de 2010. Esse índice de rendimento também é o maior entre todas as capitais pesquisadas.
Para o diretor de estatística do Ipardes, Daniel Nojima, esse quadro do mercado de trabalho reflete o aquecimento do mercado nacional, apesar do progressivo arrefecimento do nível de atividade econômica ao longo do ano, demonstrado principalmente pelo declínio do crescimento do PIB brasileiro.
“Os números refletem o dinamismo do mercado interno, associado ao elevado volume de crédito para o consumo e à continuidade da expansão de setores empregadores, como a construção civil, que reflete também nos empregom com carteira assinada”, afirma Nojima.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indica que, na comparação entre 2010 e 2011, houve um crescimento no volume de empregos formais de 6,96% no Paraná e de 7,65% na RMC. Essas taxas decorrem do crescimento do emprego em setores diversos, destacando-se, no caso da RMC, a construção civil e a indústria de transformação, com crescimentos de 18,07% e de 7,83% em 2011, respectivamente.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
A taxa de desemprego na Região Metropolitana de Curitiba (RMC) em dezembro foi de 3% da População Economicamente Ativa (PEA), a menor do País. Com esse nível, a RMC encerrou 2011 com taxa média de 3,7%, a menor de sua série histórica e também inferior à média das capitais pesquisadas, que foi de 6%. Os números foram apurados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O rendimento habitual do trabalho na RMC foi de R$ 1.817,20 – o que representa um crescimento real de 0,9% em comparação com o mês anterior e de 6,1% em relação a dezembro de 2010. Esse índice de rendimento também é o maior entre todas as capitais pesquisadas.
Para o diretor de estatística do Ipardes, Daniel Nojima, esse quadro do mercado de trabalho reflete o aquecimento do mercado nacional, apesar do progressivo arrefecimento do nível de atividade econômica ao longo do ano, demonstrado principalmente pelo declínio do crescimento do PIB brasileiro.
“Os números refletem o dinamismo do mercado interno, associado ao elevado volume de crédito para o consumo e à continuidade da expansão de setores empregadores, como a construção civil, que reflete também nos empregom com carteira assinada”, afirma Nojima.
O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, indica que, na comparação entre 2010 e 2011, houve um crescimento no volume de empregos formais de 6,96% no Paraná e de 7,65% na RMC. Essas taxas decorrem do crescimento do emprego em setores diversos, destacando-se, no caso da RMC, a construção civil e a indústria de transformação, com crescimentos de 18,07% e de 7,83% em 2011, respectivamente.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Maioria utiliza quase totalidade da verba mensal de R$ 15 mil destinada a despesas relativas ao cargo
Os 54 deputados estaduais do Paraná – mais os secretários estaduais Durval Amaral (Casa Civil) e Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho e Emprego) – gastaram R$ 9.182.257,50, de fevereiro a dezembro de 2011, com a verba de ressarcimento a que têm direito. Podem ser incluídas no recurso de R$ 15 mil mensais destinados a cada um deles despesas diversas como alimentação, hospedagem e estadia, combustíveis, assinatura de periódicos, TV a cabo e similares, divulgação da atividade parlamentar, serviços de informática, material de limpeza, serviços de reparo e conservação e promoção e organização de eventos. Se o deputado não gasta os R$ 15 mil em um mês (embora muitos apresentem a prestação de contas com um total do tipo R$ 14.999,99 ou R$ 14.999,96), o que sobra fica acumulado e pode ser utilizado nos meses seguintes. Levantamento feito pela FOLHA apontou que a maioria dos parlamentares gasta a verba até o limite. Se isso não acontece mês a mês, os deputados dão um jeito de gastar tudo até o fim do ano.
Assim, as maiores somas de gastos entre todos os parlamentares ficou em outubro (R$ 899 mil), novembro (R$ 913 mil) e dezembro (R$ 996 mil). Individualmente, as maiores despesas são do último mês do ano, dos deputados Luiz Accorsi (PSDB), com mais de R$ 46,8 mil; Reni Pereira (PSB), que gastou R$ 40,6 mil; e Pastor Edson Praczyk (PRB), com R$ 34,5 mil. Entre os maiores gastos de Accorsi, por exemplo, referentes ao mês de dezembro, R$ 19 mil foram gastos com serviços gráficos e de encadernação (todos pagos à mesma empresa) e outros R$ 19 mil foram com serviços de correio e postagens.
Já Pereira separou R$ 16,9 mil para pagamento a ”serviços técnicos profissionais”, sem mais detalhes, e outros R$ 14,5 mil com correio. Em relação a Praczyk, os maiores gastos foram com serviços de informática (R$ 8,6 mil) e material de expediente (R$ 8,1 mil). No acumulado do ano, os deputados que lideram os gastos são Nereu Moura (PMDB), com soma de R$ 172,9 mil; Ênio Verri (PT), com R$ 170,7 mil; e Fábio Camargo (PTB), com R$ 169 mil.
Deputados secretários
Mesmo tendo se licenciado da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná para assumir secretarias de Estado, no início do ano passado, Durval Amaral e Luiz Cláudio Romanelli continuam com as estruturas no Legislativo e os demais benefícios de um deputado, o que inclui a verba de ressarcimento. Romanelli gastou quase R$ 165 mil em 2011 e, Durval Amaral, R$ 111 mil.
A verba de ressarcimento de R$ 15 mil é um dos benefícios dos deputados do Paraná, que ainda têm salário mensal de R$ 20 mil e outras duas cotas: uma postal telefônica, de R$ 3,2 mil, e outra de transporte, de R$ 9,3 mil. Os gastos publicados pelo Portal da Transparência da AL são somente referentes aos R$ 15 mil da verba de ressarcimento.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Maioria utiliza quase totalidade da verba mensal de R$ 15 mil destinada a despesas relativas ao cargo
Os 54 deputados estaduais do Paraná – mais os secretários estaduais Durval Amaral (Casa Civil) e Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho e Emprego) – gastaram R$ 9.182.257,50, de fevereiro a dezembro de 2011, com a verba de ressarcimento a que têm direito. Podem ser incluídas no recurso de R$ 15 mil mensais destinados a cada um deles despesas diversas como alimentação, hospedagem e estadia, combustíveis, assinatura de periódicos, TV a cabo e similares, divulgação da atividade parlamentar, serviços de informática, material de limpeza, serviços de reparo e conservação e promoção e organização de eventos. Se o deputado não gasta os R$ 15 mil em um mês (embora muitos apresentem a prestação de contas com um total do tipo R$ 14.999,99 ou R$ 14.999,96), o que sobra fica acumulado e pode ser utilizado nos meses seguintes. Levantamento feito pela FOLHA apontou que a maioria dos parlamentares gasta a verba até o limite. Se isso não acontece mês a mês, os deputados dão um jeito de gastar tudo até o fim do ano.
Assim, as maiores somas de gastos entre todos os parlamentares ficou em outubro (R$ 899 mil), novembro (R$ 913 mil) e dezembro (R$ 996 mil). Individualmente, as maiores despesas são do último mês do ano, dos deputados Luiz Accorsi (PSDB), com mais de R$ 46,8 mil; Reni Pereira (PSB), que gastou R$ 40,6 mil; e Pastor Edson Praczyk (PRB), com R$ 34,5 mil. Entre os maiores gastos de Accorsi, por exemplo, referentes ao mês de dezembro, R$ 19 mil foram gastos com serviços gráficos e de encadernação (todos pagos à mesma empresa) e outros R$ 19 mil foram com serviços de correio e postagens.
Já Pereira separou R$ 16,9 mil para pagamento a ”serviços técnicos profissionais”, sem mais detalhes, e outros R$ 14,5 mil com correio. Em relação a Praczyk, os maiores gastos foram com serviços de informática (R$ 8,6 mil) e material de expediente (R$ 8,1 mil). No acumulado do ano, os deputados que lideram os gastos são Nereu Moura (PMDB), com soma de R$ 172,9 mil; Ênio Verri (PT), com R$ 170,7 mil; e Fábio Camargo (PTB), com R$ 169 mil.
Deputados secretários
Mesmo tendo se licenciado da Assembleia Legislativa (AL) do Paraná para assumir secretarias de Estado, no início do ano passado, Durval Amaral e Luiz Cláudio Romanelli continuam com as estruturas no Legislativo e os demais benefícios de um deputado, o que inclui a verba de ressarcimento. Romanelli gastou quase R$ 165 mil em 2011 e, Durval Amaral, R$ 111 mil.
A verba de ressarcimento de R$ 15 mil é um dos benefícios dos deputados do Paraná, que ainda têm salário mensal de R$ 20 mil e outras duas cotas: uma postal telefônica, de R$ 3,2 mil, e outra de transporte, de R$ 9,3 mil. Os gastos publicados pelo Portal da Transparência da AL são somente referentes aos R$ 15 mil da verba de ressarcimento.
por master | 27/01/12 | Ultimas Notícias
Neste ano, as verbas a que os deputados estaduais têm direito será ainda maior. Um ato da comissão executiva da AL, publicado no Diário Oficial da Casa na última terça-feira, reajusta os valores que vigoravam desde junho de 2009 para a cota de transporte, a cota postal-telefônica e a verba de ressarcimento pelo exercício parlamentar. Os valores sofrerão um acréscimo de 14,44%, o correspondente à variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de 1º de julho de 2009 a 1º de janeiro deste ano.
Dessa forma, a verba de ressarcimento passa dos atuais R$ 15 mil para R$ 17,2 mil por mês; a cota transporte de R$ 9,3 mil para R$ 10,6 mil; e a cota postal-telefônica de R$ 3,2 mil para R$ 3,7 mil. Mensalmente, apenas essas verbas parlamentares representarão R$ 31,5 mil por mês por cada deputado. Anualmente, os novos valores equivalem a um gasto de mais de R$ 21,1 milhões aos cofres públicos, levando-se em conta os 54 deputados mais os dois secretários estaduais que também recebem a verba.
O presidente da AL, deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB), justifica que houve apenas correção dos valores das verbas seguindo variação anual do INPC e não um ”aumento” real nos valores. ”Acho que podemos dar as condições para que os deputados desempenhem muito bem as suas funções. Eles precisam dessa estrutura para desenvolver o seu trabalho”, defendeu. Ontem surgiram críticas ao reajuste, que iria de encontro às chamadas ”medidas moralizadoras” amplamente divulgadas pela AL em 2011, que tiveram início com a gestão de Rossoni na presidência do Legislativo. Para Rossoni, o reajuste nas verbas não significa mudança nas ações de austeridade da Casa, que segundo ele vão continuar. A meta para este ano é economizar R$ 100 milhões nos custos totais da AL. (L.C.)