por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
Para atender a demanda de estrangeiros de olho na compra de imóveis no Brasil, região sem crise financeira internacional batendo à porta, empresas como Bamberg Imóveis, Coelho da Fonseca, Judice & Araújo e Ópus têm de ampliar os serviços. “Este é o momento de formar corretores fluentes em pelo menos três línguas, disponibilizar site em inglês e espanhol, além de pensar em montar escritórios fora do País”, diz a professora de Engenharia da Universidade de Campinas (Unicamp), Sandra Mulloc.
De acordo com a agência de investimentos Adit Invest, a movimentação financeira na venda de imóveis a estrangeiros cresceu na casa de 50% ano passado, e este ritmo deverá se manter nos próximos anos. É o que espera a imobiliária carioca Judice & Araújo, na qual esse tipo de transação compõe 30% dos negócios e a média do valor dos imóveis adquiridos por estrangeiros é R$ 2 milhões.
Em São Paulo, o presidente da empresa que leva seu nome, Michael Bamberg, diz que os clientes compram casas para investir. “Aqui se consegue rendimento de até 12%; na Alemanha, o máximo é 6%.” É da mesma opinião o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo, João Crestana. “Em Londres, um apartamento de classe média vale R$ 15 mil por metro quadrado, mais que qualquer coisa no Brasil.”
No caso da imobiliária paraense Ópus, que iniciou este mês as suas operações de vendas internacionais, Victor Mensini, diretor de Novos Negócios da empresa projeta comercializar, apenas em 2012, cerca de US$ 500 milhões em espaços para investidores externos. “Fizemos um replanejamento da imobiliária e até abrimos um escritório em Miami (EUA), onde estaremos mais perto dos compradores”, disse.
Com a forte demanda de capital externo nos imóveis nacionais, a coreana Hyundai e a chinesa Zoomlion anunciaram, inclusive, a construção de fábricas para a produção de equipamentos para a construção civil no País, ainda em 2012. “Optamos por focar no atendimento para ganhar um mercado que, no Brasil, ainda é muito concentrado”, afirmou o presidente da Brasil Máquinas de Construção (BMC), Felipe Cavalieri. A empresa fechou uma joint venture com a Hyundai para começar a fabricar equipamentos no País.
No primeiro ano de operação, a empresa brasileira importou 858 máquinas e faturou cerca de R$ 343 milhões. A previsão para 2012, segundo Cavalieri, é de a BMC comercializar cerca de 3,3 mil equipamentos, o que pode gerar receita de até R$ 1,32 bilhão, quando a BMC terá aumentado ainda mais a carteira de clientes.
As empresas internacionais que estão com projetos de aumentar sua presença no País têm um termômetro a seu favor. Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), 60% das vendas mundiais de equipamentos para construção civil acontecerão na China, Índia e Brasil em 2015. Por isso, algumas asiáticas já traçam planos para fincar sua bandeira aqui.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
Para atender a demanda de estrangeiros de olho na compra de imóveis no Brasil, região sem crise financeira internacional batendo à porta, empresas como Bamberg Imóveis, Coelho da Fonseca, Judice & Araújo e Ópus têm de ampliar os serviços. “Este é o momento de formar corretores fluentes em pelo menos três línguas, disponibilizar site em inglês e espanhol, além de pensar em montar escritórios fora do País”, diz a professora de Engenharia da Universidade de Campinas (Unicamp), Sandra Mulloc.
De acordo com a agência de investimentos Adit Invest, a movimentação financeira na venda de imóveis a estrangeiros cresceu na casa de 50% ano passado, e este ritmo deverá se manter nos próximos anos. É o que espera a imobiliária carioca Judice & Araújo, na qual esse tipo de transação compõe 30% dos negócios e a média do valor dos imóveis adquiridos por estrangeiros é R$ 2 milhões.
Em São Paulo, o presidente da empresa que leva seu nome, Michael Bamberg, diz que os clientes compram casas para investir. “Aqui se consegue rendimento de até 12%; na Alemanha, o máximo é 6%.” É da mesma opinião o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo, João Crestana. “Em Londres, um apartamento de classe média vale R$ 15 mil por metro quadrado, mais que qualquer coisa no Brasil.”
No caso da imobiliária paraense Ópus, que iniciou este mês as suas operações de vendas internacionais, Victor Mensini, diretor de Novos Negócios da empresa projeta comercializar, apenas em 2012, cerca de US$ 500 milhões em espaços para investidores externos. “Fizemos um replanejamento da imobiliária e até abrimos um escritório em Miami (EUA), onde estaremos mais perto dos compradores”, disse.
Com a forte demanda de capital externo nos imóveis nacionais, a coreana Hyundai e a chinesa Zoomlion anunciaram, inclusive, a construção de fábricas para a produção de equipamentos para a construção civil no País, ainda em 2012. “Optamos por focar no atendimento para ganhar um mercado que, no Brasil, ainda é muito concentrado”, afirmou o presidente da Brasil Máquinas de Construção (BMC), Felipe Cavalieri. A empresa fechou uma joint venture com a Hyundai para começar a fabricar equipamentos no País.
No primeiro ano de operação, a empresa brasileira importou 858 máquinas e faturou cerca de R$ 343 milhões. A previsão para 2012, segundo Cavalieri, é de a BMC comercializar cerca de 3,3 mil equipamentos, o que pode gerar receita de até R$ 1,32 bilhão, quando a BMC terá aumentado ainda mais a carteira de clientes.
As empresas internacionais que estão com projetos de aumentar sua presença no País têm um termômetro a seu favor. Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), 60% das vendas mundiais de equipamentos para construção civil acontecerão na China, Índia e Brasil em 2015. Por isso, algumas asiáticas já traçam planos para fincar sua bandeira aqui.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
Este ano, o Brasil será o segundo melhor mercado imobiliário do mundo na atração de investidores estrangeiros, superando a China na lista de preferências. É o que aponta a pesquisa publicada este mês pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês). São Paulo é a cidade brasileira que mais se destaca, passando de 26º lugar no ranking para a 4ª colocação entre as grandes metrópoles, superando a cidade de Frankfurt e todas as capitais dos países da zona do Euro e das economias dos Brics.
Fatores como o crescimento da economia, os eventos esportivos mundiais e as garantias legais estão entre os principais a destacar o País. “O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirma o CEO da entidade, James Fetgatter. “O ponto baixo é que o País não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos.”
A pesquisa mostra que, mesmo com a crise, o mercado imobiliário nos Estados Unidos continua o melhor do mundo, com as opções de investimento em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mercado. Mas o Brasil conseguiu atrair alguns dos investimentos que seriam feitos no país da América do Norte. Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados indicam que o Brasil oferece melhores oportunidades de retorno de investimento no setor. Em 2011, o número de entrevistados que tinham escolhido o País para investir era de 4,4%.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
Este ano, o Brasil será o segundo melhor mercado imobiliário do mundo na atração de investidores estrangeiros, superando a China na lista de preferências. É o que aponta a pesquisa publicada este mês pela Associação de Investidores Estrangeiros no Setor Imobiliário (Afire, sigla em inglês). São Paulo é a cidade brasileira que mais se destaca, passando de 26º lugar no ranking para a 4ª colocação entre as grandes metrópoles, superando a cidade de Frankfurt e todas as capitais dos países da zona do Euro e das economias dos Brics.
Fatores como o crescimento da economia, os eventos esportivos mundiais e as garantias legais estão entre os principais a destacar o País. “O Brasil passou a ser considerado como um lugar muito mais seguro para investir e um local onde se consegue uma boa apreciação de capital”, afirma o CEO da entidade, James Fetgatter. “O ponto baixo é que o País não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos.”
A pesquisa mostra que, mesmo com a crise, o mercado imobiliário nos Estados Unidos continua o melhor do mundo, com as opções de investimento em imóveis comerciais mais estáveis e seguras do mercado. Mas o Brasil conseguiu atrair alguns dos investimentos que seriam feitos no país da América do Norte. Segundo o levantamento, 18,6% dos entrevistados indicam que o Brasil oferece melhores oportunidades de retorno de investimento no setor. Em 2011, o número de entrevistados que tinham escolhido o País para investir era de 4,4%.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
OPOSIÇÃO
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou ontem que gostaria de disputar as prévias que, na opinião dele, deveriam selecionar o candidato presidencial tucano para 2014. Segundo o paranaense, as primárias seriam uma maneira democrática de escolher o candidato. E ele afirma que, “se fosse convocado” por alguma ala do partido, não fugiria à disputa.
O senador afirma que, embora hoje o PSDB já tenha dois pré-candidatos fortes à Presidência – José Serra e Aécio Neves –, sempre existe a possibilidade de uma convocação de outros nomes. “Nos Estados Unidos cada partido apresenta oito, dez candidatos nas primárias. É isso que revigora o partido. O PSDB só teria a ganhar em respeito e mobilização com um processo desse tipo”, afirmou.
Alvaro mencionou pela primeira vez a possibilidade de disputar as prévias como resposta “a uma provocação” de um repórter da rádio Jovem Pan, na semana passada. Quando a notícia começou a circular, fez questão de dizer que não estava colocando sua candidatura. Mas, procurado ontem pela reportagem, confirmou que “gostaria” de participar da disputa.
Em 2010, Alvaro chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial de José Serra. No entanto, na última hora, para agradar ao DEM, os tucanos mudaram a composição e convidaram o deputado federal pelo Rio de Janeiro Índio da Costa para a vice. Antes disso, em 1988, Alvaro, que na época era governador do Paraná, chegou a colocar seu nome na convenção que escolheria o candidato a presidente pelo PMDB. O escolhido, na ocasião, foi Ulysses Guimarães.
Outros estados
Alvaro afirmou ontem que outra possibilidade que vem sendo aventada, de que ele seja candidato ao governo de outro estado, não é muito provável. O senador paranaense já foi citado como possível candidato aos governos de Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Não acredito que eu vá sair do Paraná. E a eleição de 2014 ainda está muito longe. Devo definir isso só no ano que vem”, afirmou.