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Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

OPOSIÇÃO
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou ontem que gostaria de disputar as prévias que, na opinião dele, deveriam selecionar o candidato presidencial tucano para 2014. Segundo o paranaense, as primárias seriam uma maneira democrática de escolher o candidato. E ele afirma que, “se fosse convocado” por alguma ala do partido, não fugiria à disputa.
O senador afirma que, embora hoje o PSDB já tenha dois pré-candidatos fortes à Presidência – José Serra e Aécio Neves –, sempre existe a possibilidade de uma convocação de outros no­­mes. “Nos Estados Unidos ca­­da partido apresenta oito, dez candidatos nas primárias. É isso que revigora o partido. O PSDB só teria a ganhar em respeito e mobilização com um processo desse tipo”, afirmou.
Alvaro mencionou pela primeira vez a possibilidade de disputar as prévias como resposta “a uma provocação” de um repórter da rádio Jo­­vem Pan, na semana passada. Quando a notícia começou a circular, fez questão de dizer que não estava colocando sua candidatura. Mas, procurado ontem pela reportagem, confirmou que “gostaria” de participar da disputa.
Em 2010, Alvaro chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial de José Serra. No entanto, na última hora, para agradar ao DEM, os tucanos mudaram a composição e convidaram o deputado federal pelo Rio de Janeiro Índio da Costa para a vice. Antes disso, em 1988, Alvaro, que na época era governador do Paraná, chegou a colocar seu nome na convenção que escolheria o candidato a presidente pelo PMDB. O escolhido, na ocasião, foi Ulysses Guimarães.
Outros estados
Alvaro afirmou ontem que outra possibilidade que vem sendo aventada, de que ele seja candidato ao governo de outro estado, não é muito provável. O senador paranaense já foi citado como possível candidato aos governos de Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Não acredito que eu vá sair do Paraná. E a eleição de 2014 ainda está muito longe. Devo definir isso só no ano que vem”, afirmou.

Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

OPOSIÇÃO
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou ontem que gostaria de disputar as prévias que, na opinião dele, deveriam selecionar o candidato presidencial tucano para 2014. Segundo o paranaense, as primárias seriam uma maneira democrática de escolher o candidato. E ele afirma que, “se fosse convocado” por alguma ala do partido, não fugiria à disputa.
O senador afirma que, embora hoje o PSDB já tenha dois pré-candidatos fortes à Presidência – José Serra e Aécio Neves –, sempre existe a possibilidade de uma convocação de outros no­­mes. “Nos Estados Unidos ca­­da partido apresenta oito, dez candidatos nas primárias. É isso que revigora o partido. O PSDB só teria a ganhar em respeito e mobilização com um processo desse tipo”, afirmou.
Alvaro mencionou pela primeira vez a possibilidade de disputar as prévias como resposta “a uma provocação” de um repórter da rádio Jo­­vem Pan, na semana passada. Quando a notícia começou a circular, fez questão de dizer que não estava colocando sua candidatura. Mas, procurado ontem pela reportagem, confirmou que “gostaria” de participar da disputa.
Em 2010, Alvaro chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial de José Serra. No entanto, na última hora, para agradar ao DEM, os tucanos mudaram a composição e convidaram o deputado federal pelo Rio de Janeiro Índio da Costa para a vice. Antes disso, em 1988, Alvaro, que na época era governador do Paraná, chegou a colocar seu nome na convenção que escolheria o candidato a presidente pelo PMDB. O escolhido, na ocasião, foi Ulysses Guimarães.
Outros estados
Alvaro afirmou ontem que outra possibilidade que vem sendo aventada, de que ele seja candidato ao governo de outro estado, não é muito provável. O senador paranaense já foi citado como possível candidato aos governos de Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Não acredito que eu vá sair do Paraná. E a eleição de 2014 ainda está muito longe. Devo definir isso só no ano que vem”, afirmou.

Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

ONU corta previsão de crescimento do Brasil

A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu para 2,7% sua previsão para o crescimento do Brasil em 2012. Em relatório sobre a economia mundial, a entidade alerta que, após dois anos de “recuperação anêmica e recuperação desigual”, por causa da crise financeira, a economia global “está à beira de outra grande recessão”. Em relatório divulgado em meados do ano passado, a previsão da ONU para crescimento do Brasil em 2012 era de 5,3%. O corte na previsão para o País foi, portanto, de quase a metade da estimativa anterior.
 
As mais recentes previsões constam do relatório World Economic Situation and Prospects 2012 (Situação Econômica Mundial e Perspectivas), desenvolvido pelo Departamento de Temas Econômicos e Sociais, pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e pelas cinco comissões regionais da ONU.
 
No texto, a ONU aponta que “as economias em desenvolvimento e economias em transição” devem seguir como motor para o crescimento mundial, crescendo em média 5,6% em 2012 e 5,9% em 2013. Apesar disso, o documento destaca que essas nações seguem vulneráveis às condições econômicas dos países desenvolvidos. “A partir do segundo trimestre de 2011, o crescimento econômico na maioria dos países desenvolvidos e nas economias em transição começou a desacelerar notavelmente, para um nível de 5,9% para este ano”, destaca o texto.
 
Para a América Latina, a previsão para 2012 é de crescimento de 3,6%, e de 4,5% no ano seguinte. No caso do Brasil, a previsão para 2013 é de alta de 3,8% no PIB.
 
O documento destaca que, entre as principais nações em desenvolvimento, China e Índia devem permanecer com PIBs robustos, mas desacelerando. “Na China, o crescimento desacelerou de 10,4% em 2010 para 9,3% em 2011, e a projeção é que reduza mais para abaixo de 9% em 2012-2013. A economia da Índia é esperada para expandir entre 7,7% e 7,9% em 2012-2013, uma redução dos 9,0% em 2010”, afirma o texto.
 
“Brasil e México devem sofrer desacelerações econômicas mais visíveis”, afirma o documento, citando que o avanço no PIB do País já foi reduzido pela metade em 2011, para 3,7%, após uma forte alta de 7,5% em 2010, e deve desacelerar mais para 2,7% em 2012. No caso mexicano, a economia desacelerou para 3,8% de aumento no PIB em 2011 e deve desacelerar mais, para 2,5%, em 2012.
 
Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

ONU corta previsão de crescimento do Brasil

A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu para 2,7% sua previsão para o crescimento do Brasil em 2012. Em relatório sobre a economia mundial, a entidade alerta que, após dois anos de “recuperação anêmica e recuperação desigual”, por causa da crise financeira, a economia global “está à beira de outra grande recessão”. Em relatório divulgado em meados do ano passado, a previsão da ONU para crescimento do Brasil em 2012 era de 5,3%. O corte na previsão para o País foi, portanto, de quase a metade da estimativa anterior.
 
As mais recentes previsões constam do relatório World Economic Situation and Prospects 2012 (Situação Econômica Mundial e Perspectivas), desenvolvido pelo Departamento de Temas Econômicos e Sociais, pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e pelas cinco comissões regionais da ONU.
 
No texto, a ONU aponta que “as economias em desenvolvimento e economias em transição” devem seguir como motor para o crescimento mundial, crescendo em média 5,6% em 2012 e 5,9% em 2013. Apesar disso, o documento destaca que essas nações seguem vulneráveis às condições econômicas dos países desenvolvidos. “A partir do segundo trimestre de 2011, o crescimento econômico na maioria dos países desenvolvidos e nas economias em transição começou a desacelerar notavelmente, para um nível de 5,9% para este ano”, destaca o texto.
 
Para a América Latina, a previsão para 2012 é de crescimento de 3,6%, e de 4,5% no ano seguinte. No caso do Brasil, a previsão para 2013 é de alta de 3,8% no PIB.
 
O documento destaca que, entre as principais nações em desenvolvimento, China e Índia devem permanecer com PIBs robustos, mas desacelerando. “Na China, o crescimento desacelerou de 10,4% em 2010 para 9,3% em 2011, e a projeção é que reduza mais para abaixo de 9% em 2012-2013. A economia da Índia é esperada para expandir entre 7,7% e 7,9% em 2012-2013, uma redução dos 9,0% em 2010”, afirma o texto.
 
“Brasil e México devem sofrer desacelerações econômicas mais visíveis”, afirma o documento, citando que o avanço no PIB do País já foi reduzido pela metade em 2011, para 3,7%, após uma forte alta de 7,5% em 2010, e deve desacelerar mais para 2,7% em 2012. No caso mexicano, a economia desacelerou para 3,8% de aumento no PIB em 2011 e deve desacelerar mais, para 2,5%, em 2012.
 
Alvaro quer disputar prévias presidenciais do PSDB

Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo recuaram de janeiro a novembro de 2011, de acordo com levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).
 
No acumulado do ano, na cidade de São Paulo foram vendidas 24.491 unidades novas, com variação negativa de 20,8%, comparativamente ao total de 30.909 imóveis comercializados no mesmo período de 2010.
 
Já no mês de novembro, o mercado imobiliário da cidade apontou alta de 29,0% nas vendas na comparação com o mês anterior, somando 2.601 unidades comercializadas.
 
No mês, a pesquisa revelou que os imóveis de dois dormitórios registraram maior participação nas vendas, com 1.387 unidades comercializadas, representando 53,3% do total.
 
Enquanto isso, o segmento de três dormitórios vendeu 746 unidades, ou 28,7% do total.
 
Em novembro, foram vendidos 1.317 imóveis com área útil entre 46 m² e 65 m², o equivalente a 50,6% do total.
 
No nicho de dois dormitórios, prevaleceu o lançamento de unidades econômicas, principalmente na região leste da Capital, e com valores próximos a R$ 150 mil. 
 
Em bairros tradicionais como Morumbi, Mooca e Saúde, os valores médios registrados para unidades de maior sucesso variaram de R$ 250 mil a R$ 320 mil e de R$ 470 mil a R$ 670 mil.
 
E na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), representada pela cidade de São Paulo e mais 38 municípios, as vendas somaram 3.988 unidades em novembro, contra 2.882 de outubro do mesmo ano, com alta de 38,4%.