por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
OPOSIÇÃO
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou ontem que gostaria de disputar as prévias que, na opinião dele, deveriam selecionar o candidato presidencial tucano para 2014. Segundo o paranaense, as primárias seriam uma maneira democrática de escolher o candidato. E ele afirma que, “se fosse convocado” por alguma ala do partido, não fugiria à disputa.
O senador afirma que, embora hoje o PSDB já tenha dois pré-candidatos fortes à Presidência – José Serra e Aécio Neves –, sempre existe a possibilidade de uma convocação de outros nomes. “Nos Estados Unidos cada partido apresenta oito, dez candidatos nas primárias. É isso que revigora o partido. O PSDB só teria a ganhar em respeito e mobilização com um processo desse tipo”, afirmou.
Alvaro mencionou pela primeira vez a possibilidade de disputar as prévias como resposta “a uma provocação” de um repórter da rádio Jovem Pan, na semana passada. Quando a notícia começou a circular, fez questão de dizer que não estava colocando sua candidatura. Mas, procurado ontem pela reportagem, confirmou que “gostaria” de participar da disputa.
Em 2010, Alvaro chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial de José Serra. No entanto, na última hora, para agradar ao DEM, os tucanos mudaram a composição e convidaram o deputado federal pelo Rio de Janeiro Índio da Costa para a vice. Antes disso, em 1988, Alvaro, que na época era governador do Paraná, chegou a colocar seu nome na convenção que escolheria o candidato a presidente pelo PMDB. O escolhido, na ocasião, foi Ulysses Guimarães.
Outros estados
Alvaro afirmou ontem que outra possibilidade que vem sendo aventada, de que ele seja candidato ao governo de outro estado, não é muito provável. O senador paranaense já foi citado como possível candidato aos governos de Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Não acredito que eu vá sair do Paraná. E a eleição de 2014 ainda está muito longe. Devo definir isso só no ano que vem”, afirmou.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
OPOSIÇÃO
O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou ontem que gostaria de disputar as prévias que, na opinião dele, deveriam selecionar o candidato presidencial tucano para 2014. Segundo o paranaense, as primárias seriam uma maneira democrática de escolher o candidato. E ele afirma que, “se fosse convocado” por alguma ala do partido, não fugiria à disputa.
O senador afirma que, embora hoje o PSDB já tenha dois pré-candidatos fortes à Presidência – José Serra e Aécio Neves –, sempre existe a possibilidade de uma convocação de outros nomes. “Nos Estados Unidos cada partido apresenta oito, dez candidatos nas primárias. É isso que revigora o partido. O PSDB só teria a ganhar em respeito e mobilização com um processo desse tipo”, afirmou.
Alvaro mencionou pela primeira vez a possibilidade de disputar as prévias como resposta “a uma provocação” de um repórter da rádio Jovem Pan, na semana passada. Quando a notícia começou a circular, fez questão de dizer que não estava colocando sua candidatura. Mas, procurado ontem pela reportagem, confirmou que “gostaria” de participar da disputa.
Em 2010, Alvaro chegou a ser convidado para ser vice na chapa presidencial de José Serra. No entanto, na última hora, para agradar ao DEM, os tucanos mudaram a composição e convidaram o deputado federal pelo Rio de Janeiro Índio da Costa para a vice. Antes disso, em 1988, Alvaro, que na época era governador do Paraná, chegou a colocar seu nome na convenção que escolheria o candidato a presidente pelo PMDB. O escolhido, na ocasião, foi Ulysses Guimarães.
Outros estados
Alvaro afirmou ontem que outra possibilidade que vem sendo aventada, de que ele seja candidato ao governo de outro estado, não é muito provável. O senador paranaense já foi citado como possível candidato aos governos de Rio de Janeiro e Distrito Federal. “Não acredito que eu vá sair do Paraná. E a eleição de 2014 ainda está muito longe. Devo definir isso só no ano que vem”, afirmou.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu para 2,7% sua previsão para o crescimento do Brasil em 2012. Em relatório sobre a economia mundial, a entidade alerta que, após dois anos de “recuperação anêmica e recuperação desigual”, por causa da crise financeira, a economia global “está à beira de outra grande recessão”. Em relatório divulgado em meados do ano passado, a previsão da ONU para crescimento do Brasil em 2012 era de 5,3%. O corte na previsão para o País foi, portanto, de quase a metade da estimativa anterior.
As mais recentes previsões constam do relatório World Economic Situation and Prospects 2012 (Situação Econômica Mundial e Perspectivas), desenvolvido pelo Departamento de Temas Econômicos e Sociais, pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e pelas cinco comissões regionais da ONU.
No texto, a ONU aponta que “as economias em desenvolvimento e economias em transição” devem seguir como motor para o crescimento mundial, crescendo em média 5,6% em 2012 e 5,9% em 2013. Apesar disso, o documento destaca que essas nações seguem vulneráveis às condições econômicas dos países desenvolvidos. “A partir do segundo trimestre de 2011, o crescimento econômico na maioria dos países desenvolvidos e nas economias em transição começou a desacelerar notavelmente, para um nível de 5,9% para este ano”, destaca o texto.
Para a América Latina, a previsão para 2012 é de crescimento de 3,6%, e de 4,5% no ano seguinte. No caso do Brasil, a previsão para 2013 é de alta de 3,8% no PIB.
O documento destaca que, entre as principais nações em desenvolvimento, China e Índia devem permanecer com PIBs robustos, mas desacelerando. “Na China, o crescimento desacelerou de 10,4% em 2010 para 9,3% em 2011, e a projeção é que reduza mais para abaixo de 9% em 2012-2013. A economia da Índia é esperada para expandir entre 7,7% e 7,9% em 2012-2013, uma redução dos 9,0% em 2010”, afirma o texto.
“Brasil e México devem sofrer desacelerações econômicas mais visíveis”, afirma o documento, citando que o avanço no PIB do País já foi reduzido pela metade em 2011, para 3,7%, após uma forte alta de 7,5% em 2010, e deve desacelerar mais para 2,7% em 2012. No caso mexicano, a economia desacelerou para 3,8% de aumento no PIB em 2011 e deve desacelerar mais, para 2,5%, em 2012.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
A Organização das Nações Unidas (ONU) reduziu para 2,7% sua previsão para o crescimento do Brasil em 2012. Em relatório sobre a economia mundial, a entidade alerta que, após dois anos de “recuperação anêmica e recuperação desigual”, por causa da crise financeira, a economia global “está à beira de outra grande recessão”. Em relatório divulgado em meados do ano passado, a previsão da ONU para crescimento do Brasil em 2012 era de 5,3%. O corte na previsão para o País foi, portanto, de quase a metade da estimativa anterior.
As mais recentes previsões constam do relatório World Economic Situation and Prospects 2012 (Situação Econômica Mundial e Perspectivas), desenvolvido pelo Departamento de Temas Econômicos e Sociais, pela Conferência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) e pelas cinco comissões regionais da ONU.
No texto, a ONU aponta que “as economias em desenvolvimento e economias em transição” devem seguir como motor para o crescimento mundial, crescendo em média 5,6% em 2012 e 5,9% em 2013. Apesar disso, o documento destaca que essas nações seguem vulneráveis às condições econômicas dos países desenvolvidos. “A partir do segundo trimestre de 2011, o crescimento econômico na maioria dos países desenvolvidos e nas economias em transição começou a desacelerar notavelmente, para um nível de 5,9% para este ano”, destaca o texto.
Para a América Latina, a previsão para 2012 é de crescimento de 3,6%, e de 4,5% no ano seguinte. No caso do Brasil, a previsão para 2013 é de alta de 3,8% no PIB.
O documento destaca que, entre as principais nações em desenvolvimento, China e Índia devem permanecer com PIBs robustos, mas desacelerando. “Na China, o crescimento desacelerou de 10,4% em 2010 para 9,3% em 2011, e a projeção é que reduza mais para abaixo de 9% em 2012-2013. A economia da Índia é esperada para expandir entre 7,7% e 7,9% em 2012-2013, uma redução dos 9,0% em 2010”, afirma o texto.
“Brasil e México devem sofrer desacelerações econômicas mais visíveis”, afirma o documento, citando que o avanço no PIB do País já foi reduzido pela metade em 2011, para 3,7%, após uma forte alta de 7,5% em 2010, e deve desacelerar mais para 2,7% em 2012. No caso mexicano, a economia desacelerou para 3,8% de aumento no PIB em 2011 e deve desacelerar mais, para 2,5%, em 2012.
por master | 18/01/12 | Ultimas Notícias
As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo recuaram de janeiro a novembro de 2011, de acordo com levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).
No acumulado do ano, na cidade de São Paulo foram vendidas 24.491 unidades novas, com variação negativa de 20,8%, comparativamente ao total de 30.909 imóveis comercializados no mesmo período de 2010.
Já no mês de novembro, o mercado imobiliário da cidade apontou alta de 29,0% nas vendas na comparação com o mês anterior, somando 2.601 unidades comercializadas.
No mês, a pesquisa revelou que os imóveis de dois dormitórios registraram maior participação nas vendas, com 1.387 unidades comercializadas, representando 53,3% do total.
Enquanto isso, o segmento de três dormitórios vendeu 746 unidades, ou 28,7% do total.
Em novembro, foram vendidos 1.317 imóveis com área útil entre 46 m² e 65 m², o equivalente a 50,6% do total.
No nicho de dois dormitórios, prevaleceu o lançamento de unidades econômicas, principalmente na região leste da Capital, e com valores próximos a R$ 150 mil.
Em bairros tradicionais como Morumbi, Mooca e Saúde, os valores médios registrados para unidades de maior sucesso variaram de R$ 250 mil a R$ 320 mil e de R$ 470 mil a R$ 670 mil.
E na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), representada pela cidade de São Paulo e mais 38 municípios, as vendas somaram 3.988 unidades em novembro, contra 2.882 de outubro do mesmo ano, com alta de 38,4%.