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Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

As vendas de imóveis novos na cidade de São Paulo recuaram de janeiro a novembro de 2011, de acordo com levantamento do Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).
 
No acumulado do ano, na cidade de São Paulo foram vendidas 24.491 unidades novas, com variação negativa de 20,8%, comparativamente ao total de 30.909 imóveis comercializados no mesmo período de 2010.
 
Já no mês de novembro, o mercado imobiliário da cidade apontou alta de 29,0% nas vendas na comparação com o mês anterior, somando 2.601 unidades comercializadas.
 
No mês, a pesquisa revelou que os imóveis de dois dormitórios registraram maior participação nas vendas, com 1.387 unidades comercializadas, representando 53,3% do total.
 
Enquanto isso, o segmento de três dormitórios vendeu 746 unidades, ou 28,7% do total.
 
Em novembro, foram vendidos 1.317 imóveis com área útil entre 46 m² e 65 m², o equivalente a 50,6% do total.
 
No nicho de dois dormitórios, prevaleceu o lançamento de unidades econômicas, principalmente na região leste da Capital, e com valores próximos a R$ 150 mil. 
 
Em bairros tradicionais como Morumbi, Mooca e Saúde, os valores médios registrados para unidades de maior sucesso variaram de R$ 250 mil a R$ 320 mil e de R$ 470 mil a R$ 670 mil.
 
E na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), representada pela cidade de São Paulo e mais 38 municípios, as vendas somaram 3.988 unidades em novembro, contra 2.882 de outubro do mesmo ano, com alta de 38,4%.
 
Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

Melhora situação das famílias brasileiras, diz estudo do Ipea

As famílias brasileiras estão menos vulneráveis. Segundo estudo Vulnerabilidade das Famílias Brasileiras, divulgado ontem (17), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o índice de vulnerabilidade dos domicílios no país registrou melhoria de 14% em relação à média detectada em 2003. Entre os quesitos avaliados, o que registrou melhor avanço proporcional foi o desenvolvimento infanto-juvenil, com queda na vulnerabilidade de 26,4%.
Também há avanços muito significativos no acesso ao trabalho, com queda de 20,3% na vulnerabilidade; e com relação à escassez de recursos, tendo registrado queda de 24,2%.

O acesso ao conhecimento, em média, é a dimensão na qual houve menos avanços, com queda de 6,9%, especialmente por causa da baixa redução no indicador de qualificação profissional.

No período estudado, verificou-se uma elevação dos indicadores associados à presença de idoso nas famílias e à ausência de cônjuge. O relatório do Ipea aponta para o envelhecimento da população e o aumento de famílias chefiadas por apenas um adulto. Também há mais membros da família em idade ativa e menos crianças e bebês no conjunto total dos domicílios.

O índice de vulnerabilidade das famílias é feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE) e analisa seis quesitos: vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, escassez de recursos, desenvolvimento infantojuvenil e condições habitacionais.

O objetivo é identificar geograficamente dimensões variadas que afetam as famílias brasileiras, em seus domicílios, sem a consideração da ação do Poder Público na reação dessas famílias às dificuldades, bem como suas possibilidades de acesso à melhor qualidade de vida.

Dentre todas as regiões do país, a vulnerabilidade como um todo se concentra fortemente nas áreas rurais nos estados de Alagoas, Maranhão, Piauí e interiores do Ceará e de Pernambuco. A região Norte foi a que apresentou menor evolução dos indicadores no período, enquanto o Nordeste mantém, de longe, os maiores valores em termos absolutos.

Na Região Nordeste, o índice de vulnerabilidade apresentou maior decréscimo no Maranhão (17,7%), seguido da Bahia (16,3%), do Piauí (15,9%), Rio Grande do Norte (14,8%), Ceará (14,5%), de Pernambuco (14,3%), Alagoas (12,8%) e da Paraíba (12,3%).

“Em termos de evolução, a Região Norte foi a menos dinâmica em relação às melhorias, talvez pelas distâncias que são grandes, o que gera uma dificuldade de mobilidade e, com isso, há mais dificuldade do gestor público operar”, observou o coordenador do estudo, Bernardo Furtado, na apresentação dos dados hoje.

Ele explicou que o estudo leva em conta a capacidade das famílias brasileiras de reagir às dificuldades de dimensão social e econômica e citou alguns exemplos. Como a restrição do acesso a oportunidades de maneiras diversas, seja pela qualidade inadequada da habitação em si ou pela sua precária localização, pelo acesso dificultado a uma vaga no mercado de trabalho, pela falta de acesso à educação e ao conhecimento ou ainda pelos efeitos dessa falta de conhecimento na prevenção e profilaxia da saúde.

Outros recortes feitos pela pesquisa, que mostram as diferenças socioeconômicas que, por sua vez, levam ao índice de vulnerabilidade, foram as variações dos itens nas unidades da Federação, nas regiões metropolitanas e não metropolitanas e suas periferias.

Furtado observou que os itens relacionados à questão econômica tiveram melhor desempenho, o que ele atribui a um maior acesso ao trabalho registrado nos últimos anos. “Por outro lado, a vulnerabilidade social foi o indicador que menos reduziu na Região Norte”, disse. Para ele, o Norte chama a atenção pela baixa evolução dos indicadores, mas uma possível explicação e, certamente, um indicador importante para o gestor público, é o fato de outra pesquisa do IBGE ter apontado que as regiões Norte e Centro-Oeste cresceram mais do que a média nacional nos últimos anos.

“O que significa que, ganhando mais população, essas regiões têm mais dificuldade de oferecer serviço público de mais qualidade e universal.”, avaliou o coordenador.

Leia íntegra do estudo Vulnerabilidade das Famílias entre 2003 e 2009

Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

Melhora situação das famílias brasileiras, diz estudo do Ipea

As famílias brasileiras estão menos vulneráveis. Segundo estudo Vulnerabilidade das Famílias Brasileiras, divulgado ontem (17), pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o índice de vulnerabilidade dos domicílios no país registrou melhoria de 14% em relação à média detectada em 2003. Entre os quesitos avaliados, o que registrou melhor avanço proporcional foi o desenvolvimento infanto-juvenil, com queda na vulnerabilidade de 26,4%.
Também há avanços muito significativos no acesso ao trabalho, com queda de 20,3% na vulnerabilidade; e com relação à escassez de recursos, tendo registrado queda de 24,2%.

O acesso ao conhecimento, em média, é a dimensão na qual houve menos avanços, com queda de 6,9%, especialmente por causa da baixa redução no indicador de qualificação profissional.

No período estudado, verificou-se uma elevação dos indicadores associados à presença de idoso nas famílias e à ausência de cônjuge. O relatório do Ipea aponta para o envelhecimento da população e o aumento de famílias chefiadas por apenas um adulto. Também há mais membros da família em idade ativa e menos crianças e bebês no conjunto total dos domicílios.

O índice de vulnerabilidade das famílias é feito com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE) e analisa seis quesitos: vulnerabilidade, acesso ao conhecimento, acesso ao trabalho, escassez de recursos, desenvolvimento infantojuvenil e condições habitacionais.

O objetivo é identificar geograficamente dimensões variadas que afetam as famílias brasileiras, em seus domicílios, sem a consideração da ação do Poder Público na reação dessas famílias às dificuldades, bem como suas possibilidades de acesso à melhor qualidade de vida.

Dentre todas as regiões do país, a vulnerabilidade como um todo se concentra fortemente nas áreas rurais nos estados de Alagoas, Maranhão, Piauí e interiores do Ceará e de Pernambuco. A região Norte foi a que apresentou menor evolução dos indicadores no período, enquanto o Nordeste mantém, de longe, os maiores valores em termos absolutos.

Na Região Nordeste, o índice de vulnerabilidade apresentou maior decréscimo no Maranhão (17,7%), seguido da Bahia (16,3%), do Piauí (15,9%), Rio Grande do Norte (14,8%), Ceará (14,5%), de Pernambuco (14,3%), Alagoas (12,8%) e da Paraíba (12,3%).

“Em termos de evolução, a Região Norte foi a menos dinâmica em relação às melhorias, talvez pelas distâncias que são grandes, o que gera uma dificuldade de mobilidade e, com isso, há mais dificuldade do gestor público operar”, observou o coordenador do estudo, Bernardo Furtado, na apresentação dos dados hoje.

Ele explicou que o estudo leva em conta a capacidade das famílias brasileiras de reagir às dificuldades de dimensão social e econômica e citou alguns exemplos. Como a restrição do acesso a oportunidades de maneiras diversas, seja pela qualidade inadequada da habitação em si ou pela sua precária localização, pelo acesso dificultado a uma vaga no mercado de trabalho, pela falta de acesso à educação e ao conhecimento ou ainda pelos efeitos dessa falta de conhecimento na prevenção e profilaxia da saúde.

Outros recortes feitos pela pesquisa, que mostram as diferenças socioeconômicas que, por sua vez, levam ao índice de vulnerabilidade, foram as variações dos itens nas unidades da Federação, nas regiões metropolitanas e não metropolitanas e suas periferias.

Furtado observou que os itens relacionados à questão econômica tiveram melhor desempenho, o que ele atribui a um maior acesso ao trabalho registrado nos últimos anos. “Por outro lado, a vulnerabilidade social foi o indicador que menos reduziu na Região Norte”, disse. Para ele, o Norte chama a atenção pela baixa evolução dos indicadores, mas uma possível explicação e, certamente, um indicador importante para o gestor público, é o fato de outra pesquisa do IBGE ter apontado que as regiões Norte e Centro-Oeste cresceram mais do que a média nacional nos últimos anos.

“O que significa que, ganhando mais população, essas regiões têm mais dificuldade de oferecer serviço público de mais qualidade e universal.”, avaliou o coordenador.

Leia íntegra do estudo Vulnerabilidade das Famílias entre 2003 e 2009

Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

PMs afirmam possibilidade de greve geral

Até o dia 15 de fevereiro os policiais militares do Paraná aguardam pelo cumprimento da emenda 29, que garante a eles um aumento na remuneração, pagamento de subsídios e estabelece a exigência de curso superior de qualquer espécie para praças, de direito para combatentes e de engenharia para o Corpo de Bombeiros. Caso isso não aconteça, há possibilidade de uma greve geral.
 
Em entrevista à Banda B nesta terça-feira (17), o coronel Elizeu Ferraz Furquim, da AMAI (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares), afirmou que os PMs estão insatisfeitos.
 
Após a sinalização feita inicialmente pela Secretaria de Estado da Administração e Previdência para o pagamento dos subsídios previstos na emenda, as associações que representam a categoria apresentaram uma contraproposta. A oferta inicial foi considerada “absurda”. A emenda foi aprovada em 2010 pelo então governador Orlando Pessuti.
 
Segundo Furquim, o governador está em falta com seu juramento número um feito no momento em que assumiu o cargo. “Ele se comprometeu especialmente em implantar a Emenda 29, mas pelo jeito foi uma promessa de campanha. Só que a Constituição não pediu, ela mandou fazer isso. Parece que judiciário e Assembleia Legislativa fazem vistas grossas”, relatou.
Vendas de imóveis novos em SP caem 20,8% até novembro

PMs afirmam possibilidade de greve geral

Até o dia 15 de fevereiro os policiais militares do Paraná aguardam pelo cumprimento da emenda 29, que garante a eles um aumento na remuneração, pagamento de subsídios e estabelece a exigência de curso superior de qualquer espécie para praças, de direito para combatentes e de engenharia para o Corpo de Bombeiros. Caso isso não aconteça, há possibilidade de uma greve geral.
 
Em entrevista à Banda B nesta terça-feira (17), o coronel Elizeu Ferraz Furquim, da AMAI (Associação de Defesa dos Direitos dos Policiais Militares), afirmou que os PMs estão insatisfeitos.
 
Após a sinalização feita inicialmente pela Secretaria de Estado da Administração e Previdência para o pagamento dos subsídios previstos na emenda, as associações que representam a categoria apresentaram uma contraproposta. A oferta inicial foi considerada “absurda”. A emenda foi aprovada em 2010 pelo então governador Orlando Pessuti.
 
Segundo Furquim, o governador está em falta com seu juramento número um feito no momento em que assumiu o cargo. “Ele se comprometeu especialmente em implantar a Emenda 29, mas pelo jeito foi uma promessa de campanha. Só que a Constituição não pediu, ela mandou fazer isso. Parece que judiciário e Assembleia Legislativa fazem vistas grossas”, relatou.