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Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Itapetininga, interior do estado de São Paulo, vive um momento de expansão no setor imobiliário. Essa informação é do chefe de gabinete da Prefeitura, José Alves, conforme mostrou a reportagem da TV Tem.
 
No município, 14 novos empreendimentos imobiliários estão aprovados. Três deles serão de alto padrão e 11 do tipo médio e popular. No total, estão previstos o lançamento de 10 mil lotes residenciais.
 
A estimativa da secretaria Municipal de Planejamento, é que 35 mil pessoas passem a morar nesses locais nos próximos anos. Para José Alves, a cidade está na melhor fase imobiliária dos últimos dez anos.
Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Itapetininga, interior do estado de São Paulo, vive um momento de expansão no setor imobiliário. Essa informação é do chefe de gabinete da Prefeitura, José Alves, conforme mostrou a reportagem da TV Tem.
 
No município, 14 novos empreendimentos imobiliários estão aprovados. Três deles serão de alto padrão e 11 do tipo médio e popular. No total, estão previstos o lançamento de 10 mil lotes residenciais.
 
A estimativa da secretaria Municipal de Planejamento, é que 35 mil pessoas passem a morar nesses locais nos próximos anos. Para José Alves, a cidade está na melhor fase imobiliária dos últimos dez anos.
Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Dilma: governo decide até junho se amplia Minha Casa, Minha Vida

O governo federal decidirá até junho se ampliará em ao menos 400 mil unidades a meta de moradias contratadas dentro do programa Minha Casa, Minha Vida 2, atualmente em 2 milhões de unidades, afirmou nesta quinta-feira a presidente Dilma Rousseff.
Se concretizada a ampliação, as unidades adicionais serão destinadas a famílias com renda de até 1,6 mil reais por mês, disse Dilma durante discurso em São Paulo.
 
“Como prometemos quando lançamos o Minha Casa, Minha Vida 2 2 milhões de moradias, nós estamos considerando até junho ampliar este número para mais de 400 mil”, disse Dilma durante assinatura de parceria entre os governos federal e estadual para a construção de unidades do programa.
 
“Isso significa 400 mil moradias para essa faixa de renda de até 1,6 mil reais”, disse ela.
 
A presidente explicou que, em junho, será feita uma avaliação do andamento do programa, quando poderá ser decidida a ampliação da meta atual, de 2 milhões de moradias contratadas até 2014, sendo que 500 mil delas deverão ser realizadas neste ano.
 
O vice-presidente da Caixa, José Urbano Duarte, disse ser “factível” o cumprimento da meta, e demonstrou otimismo com a ampliação
 
“No ritmo que nós estamos neste momento dá conta de que os 2 milhões são possíveis de serem superados”, disse ele.
 
“DECORO GOVERNAMENTAL”
 
Durante o evento, no qual também discursou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Dilma enfatizou parcerias recentes que seu governo tem feito com a administração do PSDB, que há 18 anos está no comando do Estado.
 
“Podemos ter nossas divergências eleitorais, mas acabou a eleição, essas divergências eleitorais deixam de existir”, disse a presidente, que em pouco mais de um ano de governo participou de sua terceira cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
 
“Eu tenho dito no governo federal que, assim como há o decoro parlamentar, também há o decoro governamental. E o decoro governamental consiste em perceber que não se faz, que não se pode ter dentro de políticas governamentais uma relação de atrito com Estados e municípios”.
 
Assim como Alckmin, que falou antes da presidente, Dilma lembrou das parcerias realizadas com o governo paulista, como no programa Brasil sem Miséria e na ampliação do Rodoanel, que interliga as principais estradas do Estado na capital.
 
Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

Dilma: governo decide até junho se amplia Minha Casa, Minha Vida

O governo federal decidirá até junho se ampliará em ao menos 400 mil unidades a meta de moradias contratadas dentro do programa Minha Casa, Minha Vida 2, atualmente em 2 milhões de unidades, afirmou nesta quinta-feira a presidente Dilma Rousseff.
Se concretizada a ampliação, as unidades adicionais serão destinadas a famílias com renda de até 1,6 mil reais por mês, disse Dilma durante discurso em São Paulo.
 
“Como prometemos quando lançamos o Minha Casa, Minha Vida 2 2 milhões de moradias, nós estamos considerando até junho ampliar este número para mais de 400 mil”, disse Dilma durante assinatura de parceria entre os governos federal e estadual para a construção de unidades do programa.
 
“Isso significa 400 mil moradias para essa faixa de renda de até 1,6 mil reais”, disse ela.
 
A presidente explicou que, em junho, será feita uma avaliação do andamento do programa, quando poderá ser decidida a ampliação da meta atual, de 2 milhões de moradias contratadas até 2014, sendo que 500 mil delas deverão ser realizadas neste ano.
 
O vice-presidente da Caixa, José Urbano Duarte, disse ser “factível” o cumprimento da meta, e demonstrou otimismo com a ampliação
 
“No ritmo que nós estamos neste momento dá conta de que os 2 milhões são possíveis de serem superados”, disse ele.
 
“DECORO GOVERNAMENTAL”
 
Durante o evento, no qual também discursou o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), Dilma enfatizou parcerias recentes que seu governo tem feito com a administração do PSDB, que há 18 anos está no comando do Estado.
 
“Podemos ter nossas divergências eleitorais, mas acabou a eleição, essas divergências eleitorais deixam de existir”, disse a presidente, que em pouco mais de um ano de governo participou de sua terceira cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.
 
“Eu tenho dito no governo federal que, assim como há o decoro parlamentar, também há o decoro governamental. E o decoro governamental consiste em perceber que não se faz, que não se pode ter dentro de políticas governamentais uma relação de atrito com Estados e municípios”.
 
Assim como Alckmin, que falou antes da presidente, Dilma lembrou das parcerias realizadas com o governo paulista, como no programa Brasil sem Miséria e na ampliação do Rodoanel, que interliga as principais estradas do Estado na capital.
 
Construção civil segue em ritmo acelerado em Itapetininga, SP

PIB crescerá entre 4% e 5% neste ano, diz Barbosa

O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, disse hoje que o Produto Interno Bruto (PIB) no Brasil deverá crescer de 4% a 5% neste ano, marca que será superior à expansão estimada pelo seu ministério de 3,2% do País em 2011. “Já foram adotadas medidas de estímulo (da economia) que estarão entrando gradualmente em operação ao longo deste ano, como por exemplo o aumento do salário mínimo (para R$ 622,00), a desoneração do Super Simples, e também do microempreendedor individual, a desoneração da folha de pagamento”, disse.
 
“Há também os impactos defasados da redução dos juros registrada no segundo semestre do ano passado e mais recentemente algum relaxamento das medidas macroprudenciais”, destacou Barbosa. “As medidas, no seu todo, entram em efeito gradualmente e promovem uma recuperação do crescimento que nós achamos que ficará (em 2012) entre 4% e 5%”, disse. Barbosa participou do III Laporde, evento que está sendo realizado nesta semana na EESP-FGV.
 
Inflação

 

Na avaliação de Barbosa, a inflação, neste ano, deve ficar em um patamar menor do que os 6,5% de 2011. “Achamos que fica abaixo de 5%, como tem sido indicado nos relatórios de inflação do Banco Central”, destacou. No Relatório Trimestral de Inflação de dezembro, o cenário de referência apontou que o IPCA deve fechar 2012 em 4,7%.
 
“Não deve se repetir neste ano, pelo menos com a mesma intensidade do ano passado, por exemplo, o aumento de preços do etanol. Tem um aumento, mas não será na mesma magnitude que ocorreu em 2011”, disse. “Os preços das commodities se estabilizaram e algumas delas até caíram. Então, algumas coisas que pressionaram a inflação para cima no ano passado não tendem a se repetir neste ano. Mas há sempre novos fatores. Temos de avaliar qual vai ser o impacto líquido disso”.