por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar do crescimento de 3% em 2011, maior economia da União Europeia encolheu 0,25% no fim do ano passado
Maior economia da Europa, a Alemanha emendou seu segundo ano consecutivo de crescimento em 2011, mas pode não escapar de uma breve recessão em parte deste ano, como efeito da crise que abala a continente. “A economia da Alemanha, fortemente dirigida para o setor externo, não será capaz de evitar o desaquecimento da economia global. Especialmente as exportações alemãs vão sofrer com a crise da zona do euro”, comentou Simon Junker, especialista do instituto DIW.
O governo alemão reportou ontem que o país cresceu 3% em 2011, após a recuperação de 2010 (3,7%) do tombo histórico de 2009 (-5,1%), a pior queda desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas a boa notícia foi temperada pela perspectiva de uma contração de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre final de 2011 (a ser revisto em fevereiro), com perspectivas de encolher novamente no início deste ano antes de voltar a crescer.
Economistas projetam que o gigante europeu deva crescer entre 0,45% e 0,5% neste ano, um cenário até favorável considerando o crescimento quase nulo previsto para a França e Espanha, e a recessão antecipada para a Itália em 2012.
O quadro não difere muito do restante do bloco. Ontem, três institutos europeus – Istat (Itália), Insee (França) e Ifo (Alemanha) – divulgaram um relatório onde estimam uma sequência de duas contrações (0,3% e 0,2%) entre o fim de 2011 e início de 2012 para a zona do euro, seguida por estagnação no segundo trimestre.
Itália
O governo italiano anunciou ontem que o rombo das contas públicas, comparado ao PIB, caiu para 2,7% no terceiro trimestre de 2011, o menor nível desde 2008. O primeiro-ministro Mario Monti luta para recuperar a confiança dos mercados, que ainda cobram juros bastante altos para financiar o país – perto dos 7% ao ano, nível considerado “insustentável” por especialistas.
O novo governo já se comprometeu a cortar 30 bilhões de euros, mas precisa do respaldo europeu para melhorar as condições de rolagem da dívida pública, equivalente a todo o PIB italiano. Trata-se de uma das piores relações dívida/PIB da região (118,4%), e um dos maiores obstáculos para que o mercado aceite emprestar a juros mais favoráveis.
“Se os italianos não notarem recompensas concretas ao seu desejo de poupar e melhorar, haverá protestos na Itália contra a Europa e contra a Alemanha, que é vista como a líder da intolerância da UE [União Europeia], e contra o Banco Central Europeu”, disse Monti ao jornal alemão Die Welt. Hoje, o país mediterrâneo vai oferecer 12 bilhões de euros em títulos públicos, no primeiro teste da boa vontade dos investidores em relação às finanças do país neste ano.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Apesar do crescimento de 3% em 2011, maior economia da União Europeia encolheu 0,25% no fim do ano passado
Maior economia da Europa, a Alemanha emendou seu segundo ano consecutivo de crescimento em 2011, mas pode não escapar de uma breve recessão em parte deste ano, como efeito da crise que abala a continente. “A economia da Alemanha, fortemente dirigida para o setor externo, não será capaz de evitar o desaquecimento da economia global. Especialmente as exportações alemãs vão sofrer com a crise da zona do euro”, comentou Simon Junker, especialista do instituto DIW.
O governo alemão reportou ontem que o país cresceu 3% em 2011, após a recuperação de 2010 (3,7%) do tombo histórico de 2009 (-5,1%), a pior queda desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas a boa notícia foi temperada pela perspectiva de uma contração de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre final de 2011 (a ser revisto em fevereiro), com perspectivas de encolher novamente no início deste ano antes de voltar a crescer.
Economistas projetam que o gigante europeu deva crescer entre 0,45% e 0,5% neste ano, um cenário até favorável considerando o crescimento quase nulo previsto para a França e Espanha, e a recessão antecipada para a Itália em 2012.
O quadro não difere muito do restante do bloco. Ontem, três institutos europeus – Istat (Itália), Insee (França) e Ifo (Alemanha) – divulgaram um relatório onde estimam uma sequência de duas contrações (0,3% e 0,2%) entre o fim de 2011 e início de 2012 para a zona do euro, seguida por estagnação no segundo trimestre.
Itália
O governo italiano anunciou ontem que o rombo das contas públicas, comparado ao PIB, caiu para 2,7% no terceiro trimestre de 2011, o menor nível desde 2008. O primeiro-ministro Mario Monti luta para recuperar a confiança dos mercados, que ainda cobram juros bastante altos para financiar o país – perto dos 7% ao ano, nível considerado “insustentável” por especialistas.
O novo governo já se comprometeu a cortar 30 bilhões de euros, mas precisa do respaldo europeu para melhorar as condições de rolagem da dívida pública, equivalente a todo o PIB italiano. Trata-se de uma das piores relações dívida/PIB da região (118,4%), e um dos maiores obstáculos para que o mercado aceite emprestar a juros mais favoráveis.
“Se os italianos não notarem recompensas concretas ao seu desejo de poupar e melhorar, haverá protestos na Itália contra a Europa e contra a Alemanha, que é vista como a líder da intolerância da UE [União Europeia], e contra o Banco Central Europeu”, disse Monti ao jornal alemão Die Welt. Hoje, o país mediterrâneo vai oferecer 12 bilhões de euros em títulos públicos, no primeiro teste da boa vontade dos investidores em relação às finanças do país neste ano.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Entre as indicações do diretor da ViaTrade Cristiano Winckler para facilitar o trabalho dos profissionais da construção civil, estão as máquinas da marca Umacon, entre elas as minigruas, desenvolvidas para atender às necessidades dos profissionais para a elevação de cargas de até 500 kg em obras. São equipamentos de pequeno porte que se destacam por rapidez, versatilidade, segurança, baixa manutenção, desempenho e, além disso, contam com componentes elétricos de alto padrão.
Outra marca de destaque é a alemã Baier Ferramentas Elétricas. Entre as inúmeras soluções oferecidas estão as decapadoras para paredes e fachadas. De fácil utilização, as máquinas são ideais para remoção de reboco (chegam a remover 1 m² de reboco em menos de 2 minutos), pintura, restos de adesivo ou cola e outros materiais, o que proporciona um acabamento de qualidade, dispensando reparos manuais. Elas podem ser utilizadas tanto em áreas externas quanto internas, além de fachadas, concreto, pisos e outros.
Ele destaca também as cortadoras de paredes da marca Macroza que chegam a cortar 1 metro de tijolo com furos comuns em menos de 20 segundos. Através da perfeição e da limpeza dos cortes permitem o encaixe preciso na tubulação – o que diminui a quantidade de materiais necessários para preenchimento. As cortadoras utilizam sete tipos de fresas de diferentes espessuras e profundidades, resultando em um trabalho muito rápido se comparado ao manual. “Além de suprirem as necessidades de serviços manuais, reduzirem o tempo de execução e os custos, novas tecnologias trazidas por marcas de alta qualidade proporcionam resultados diferenciados no acabamento e na obra em si e, consequentemente, são valores agregados ao cliente final, tanto para obras em construção, como em reformas”, afirma Cristiano.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Entre as indicações do diretor da ViaTrade Cristiano Winckler para facilitar o trabalho dos profissionais da construção civil, estão as máquinas da marca Umacon, entre elas as minigruas, desenvolvidas para atender às necessidades dos profissionais para a elevação de cargas de até 500 kg em obras. São equipamentos de pequeno porte que se destacam por rapidez, versatilidade, segurança, baixa manutenção, desempenho e, além disso, contam com componentes elétricos de alto padrão.
Outra marca de destaque é a alemã Baier Ferramentas Elétricas. Entre as inúmeras soluções oferecidas estão as decapadoras para paredes e fachadas. De fácil utilização, as máquinas são ideais para remoção de reboco (chegam a remover 1 m² de reboco em menos de 2 minutos), pintura, restos de adesivo ou cola e outros materiais, o que proporciona um acabamento de qualidade, dispensando reparos manuais. Elas podem ser utilizadas tanto em áreas externas quanto internas, além de fachadas, concreto, pisos e outros.
Ele destaca também as cortadoras de paredes da marca Macroza que chegam a cortar 1 metro de tijolo com furos comuns em menos de 20 segundos. Através da perfeição e da limpeza dos cortes permitem o encaixe preciso na tubulação – o que diminui a quantidade de materiais necessários para preenchimento. As cortadoras utilizam sete tipos de fresas de diferentes espessuras e profundidades, resultando em um trabalho muito rápido se comparado ao manual. “Além de suprirem as necessidades de serviços manuais, reduzirem o tempo de execução e os custos, novas tecnologias trazidas por marcas de alta qualidade proporcionam resultados diferenciados no acabamento e na obra em si e, consequentemente, são valores agregados ao cliente final, tanto para obras em construção, como em reformas”, afirma Cristiano.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
A indústria da construção civil é um dos setores mais afetados com a falta de mão de obra qualificada e com os maiores índices de acidentes de trabalho. Sondagem realizada neste ano com 385 empresas do gênero pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 85% sofrem com a escassez de trabalhadores qualificados, especialmente nas funções básicas como marceneiro, pintor, pedreiro e servente. Ao mesmo tempo, dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT) revelam que o Brasil ocupa o quarto lugar mundial em acidentes de trabalho. Morrem em média sete trabalhadores por dia e 36 ficam com graves sequelas. Muitas dessas ocorrências se dão na área da construção civil.
Talvez esse número expressivo de acidentados seja reflexo da falta de mão de obra especializada, reclamação da maioria das grandes construtoras, que afirmam não encontrar técnicos especializados para o setor. Operários despreparados, resultam em mais problemas nos canteiros de obras.
Com o boom da construção civil em todo o país nos últimos anos, empresas que atuam no setor passaram a buscar soluções ou mesmo alternativas para, pelo menos, amenizar a falta de mão de obra e a segurança dos trabalhadores em obras. Com a convicção de que em alguns casos a mão humana pode ser substituída pela tecnologia, a Via Trade e o Grupo Baram saíram na frente.
Estabelecida em Balneário Camboriú, onde há uma virtuosa expansão imobiliária, a ViaTrade é responsável pela importação e pela distribuição de marcas exclusivas de equipamentos para agilizar o trabalho no canteiro de obras.
O diretor da empresa, Cristiano Winckler, acredita que o nível de qualidade da mão de obra é essencial para suprir a demanda e, especialmente, manter a competitividade com outras empresas. “Através da utilização de novas tecnologias em máquinas e equipamentos, os nossos clientes têm obtido resultados eficientes, agilizando o processo de execução das obras com produtos inovadores e de alta qualidade e amenizando essa crise que o mercado atravessa”, explica.
Também para suprir a demanda de falta de pessoal, o Grupo Baram, uma empresa com matriz em Esteio e parque industrial em Sapucaia do Sul – as duas cidades na região Metropolitana de Porto Alegre (RS) -, criada em 2000, de olho nesse nicho de mercado, passou a produzir equipamentos para agilizar as tarefas mais comuns na construção civil, como aplicar a argamassa em paredes ou dar acabamento com gesso ou reboco. Além de andaimes, produz minigruas, dutos para entulhos, guinchos e balancins.