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Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

Um grupo de 18 alunos que trabalham como carroceiros e carrinheiros na zona Sul da Capital começou na segunda-feira um curso para aprender a reciclar resíduos da construção civil.
A iniciativa da ONG Solidariedade, supervisionada por professores do curso de Engenharia Civil da Ufrgs, alia responsabilidade ambiental a novas oportunidades de geração de renda. O curso também vai ensinar os alunos a identificar os depósitos clandestinos para a realização da reciclagem destes materiais.
Depois de atuar durante 12 anos como papeleiro, Antonio Carboneiro,64, dedica-se atualmente ao trabalho com crianças portadoras de necessidades especiais. Ele viu no curso uma alternativa de renda. “Porto Alegre tem 8 mil carroceiros e carrinheiros. Com a lei que determina a saída das ruas é fundamental a oferta de novas oportunidades de trabalho para a geração de renda. Esse povo todo não pode ficar simplesmente desempregado”, afirmou. “Quero ser um multiplicador desse trabalho depois de formado para mostrar a outros papeleiros uma forma de trabalho que também é ambientalmente correta”, ressaltou.
O coordenador da ONG Solidariedade, Sergio Amaral, destacou que mais seis turmas devem ser abertas durante o ano. “Queremos gerar além de uma nova oportunidade de renda, qualidade de vida. A Organização Internacional do Trabalho classificou a atividade dos catadores como um trabalho não decente, exposto a condições extremas de clima.” Os alunos que concluírem o curso serão posteriormente cadastrados pela Secretaria Municipal de Coordenação Política e Governança Local. “Durante o ano, vamos realizar um levantamento do perfil destas famílias para adequá-las em outros projetos de geração de renda”, disse o secretário-adjunto, Marcos Botelho.
Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

PIB alemão perde força no 4.º trimestre

Apesar do crescimento de 3% em 2011, maior economia da União Europeia encolheu 0,25% no fim do ano passado
 
Maior economia da Europa, a Alemanha emendou seu segundo ano consecutivo de crescimento em 2011, mas pode não escapar de uma breve recessão em parte deste ano, como efeito da crise que abala a continente. “A economia da Alemanha, fortemente dirigida para o setor externo, não será capaz de evitar o desaquecimento da economia global. Especialmente as exportações alemãs vão sofrer com a crise da zona do euro”, comentou Simon Junker, especialista do instituto DIW.
O governo alemão reportou ontem que o país cresceu 3% em 2011, após a recuperação de 2010 (3,7%) do tombo histórico de 2009 (-5,1%), a pior queda desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas a boa notícia foi temperada pela perspectiva de uma contração de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre final de 2011 (a ser revisto em fevereiro), com perspectivas de encolher novamente no início deste ano antes de voltar a crescer.
Economistas projetam que o gigante europeu deva crescer entre 0,45% e 0,5% neste ano, um cenário até favorável considerando o crescimento quase nulo previsto para a França e Espanha, e a recessão antecipada para a Itália em 2012.
O quadro não difere muito do restante do bloco. Ontem, três institutos europeus – Istat (Itália), Insee (França) e Ifo (Alemanha) – divulgaram um relatório onde estimam uma sequência de duas contrações (0,3% e 0,2%) entre o fim de 2011 e início de 2012 para a zona do euro, seguida por estagnação no segundo trimestre.

Itália
O governo italiano anunciou ontem que o rombo das contas públicas, comparado ao PIB, caiu para 2,7% no terceiro trimestre de 2011, o menor nível desde 2008. O primeiro-ministro Mario Monti luta para recuperar a confiança dos mercados, que ainda cobram juros bastante altos para financiar o país – perto dos 7% ao ano, nível considerado “insustentável” por especialistas.
O novo governo já se comprometeu a cortar 30 bilhões de euros, mas precisa do respaldo europeu para melhorar as condições de rolagem da dívida pública, equivalente a todo o PIB italiano. Trata-se de uma das piores relações dívida/PIB da região (118,4%), e um dos maiores obstáculos para que o mercado aceite emprestar a juros mais favoráveis.
“Se os italianos não notarem recompensas concretas ao seu desejo de poupar e melhorar, haverá protestos na Itália contra a Europa e contra a Ale­manha, que é vista como a líder da intolerância da UE [União Europeia], e contra o Banco Central Europeu”, disse Monti ao jornal alemão Die Welt. Hoje, o país mediterrâneo vai oferecer 12 bilhões de euros em títulos públicos, no primeiro teste da boa vontade dos investidores em relação às finanças do país neste ano.

Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

PIB alemão perde força no 4.º trimestre

Apesar do crescimento de 3% em 2011, maior economia da União Europeia encolheu 0,25% no fim do ano passado
 
Maior economia da Europa, a Alemanha emendou seu segundo ano consecutivo de crescimento em 2011, mas pode não escapar de uma breve recessão em parte deste ano, como efeito da crise que abala a continente. “A economia da Alemanha, fortemente dirigida para o setor externo, não será capaz de evitar o desaquecimento da economia global. Especialmente as exportações alemãs vão sofrer com a crise da zona do euro”, comentou Simon Junker, especialista do instituto DIW.
O governo alemão reportou ontem que o país cresceu 3% em 2011, após a recuperação de 2010 (3,7%) do tombo histórico de 2009 (-5,1%), a pior queda desde o fim da Segunda Guerra Mundial. Mas a boa notícia foi temperada pela perspectiva de uma contração de 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre final de 2011 (a ser revisto em fevereiro), com perspectivas de encolher novamente no início deste ano antes de voltar a crescer.
Economistas projetam que o gigante europeu deva crescer entre 0,45% e 0,5% neste ano, um cenário até favorável considerando o crescimento quase nulo previsto para a França e Espanha, e a recessão antecipada para a Itália em 2012.
O quadro não difere muito do restante do bloco. Ontem, três institutos europeus – Istat (Itália), Insee (França) e Ifo (Alemanha) – divulgaram um relatório onde estimam uma sequência de duas contrações (0,3% e 0,2%) entre o fim de 2011 e início de 2012 para a zona do euro, seguida por estagnação no segundo trimestre.

Itália
O governo italiano anunciou ontem que o rombo das contas públicas, comparado ao PIB, caiu para 2,7% no terceiro trimestre de 2011, o menor nível desde 2008. O primeiro-ministro Mario Monti luta para recuperar a confiança dos mercados, que ainda cobram juros bastante altos para financiar o país – perto dos 7% ao ano, nível considerado “insustentável” por especialistas.
O novo governo já se comprometeu a cortar 30 bilhões de euros, mas precisa do respaldo europeu para melhorar as condições de rolagem da dívida pública, equivalente a todo o PIB italiano. Trata-se de uma das piores relações dívida/PIB da região (118,4%), e um dos maiores obstáculos para que o mercado aceite emprestar a juros mais favoráveis.
“Se os italianos não notarem recompensas concretas ao seu desejo de poupar e melhorar, haverá protestos na Itália contra a Europa e contra a Ale­manha, que é vista como a líder da intolerância da UE [União Europeia], e contra o Banco Central Europeu”, disse Monti ao jornal alemão Die Welt. Hoje, o país mediterrâneo vai oferecer 12 bilhões de euros em títulos públicos, no primeiro teste da boa vontade dos investidores em relação às finanças do país neste ano.

Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

Equipamentos leves e de fácil manejo

Entre as indicações do diretor da ViaTrade Cristiano Winckler para facilitar o trabalho dos profissionais da construção civil, estão as máquinas da marca Umacon, entre elas as minigruas, desenvolvidas para atender às necessidades dos profissionais para a elevação de cargas de até 500 kg em obras. São equipamentos de pequeno porte que se destacam por rapidez, versatilidade, segurança, baixa manutenção, desempenho e, além disso, contam com componentes elétricos de alto padrão.
Outra marca de destaque é a alemã Baier Ferramentas Elétricas. Entre as inúmeras soluções oferecidas estão as decapadoras para paredes e fachadas. De fácil utilização, as máquinas são ideais para remoção de reboco (chegam a remover 1 m² de reboco em menos de 2 minutos), pintura, restos de adesivo ou cola e outros materiais, o que proporciona um acabamento de qualidade, dispensando reparos manuais. Elas podem ser utilizadas tanto em áreas externas quanto internas, além de fachadas, concreto, pisos e outros.
Ele destaca também as cortadoras de paredes da marca Macroza que chegam a cortar 1 metro de tijolo com furos comuns em menos de 20 segundos. Através da perfeição e da limpeza dos cortes permitem o encaixe preciso na tubulação – o que diminui a quantidade de materiais necessários para preenchimento. As cortadoras utilizam sete tipos de fresas de diferentes espessuras e profundidades, resultando em um trabalho muito rápido se comparado ao manual. “Além de suprirem as necessidades de serviços manuais, reduzirem o tempo de execução e os custos, novas tecnologias trazidas por marcas de alta qualidade proporcionam resultados diferenciados no acabamento e na obra em si e, consequentemente, são valores agregados ao cliente final, tanto para obras em construção, como em reformas”, afirma Cristiano.
Curso ensina a reciclar materiais da Construção Civil

Equipamentos leves e de fácil manejo

Entre as indicações do diretor da ViaTrade Cristiano Winckler para facilitar o trabalho dos profissionais da construção civil, estão as máquinas da marca Umacon, entre elas as minigruas, desenvolvidas para atender às necessidades dos profissionais para a elevação de cargas de até 500 kg em obras. São equipamentos de pequeno porte que se destacam por rapidez, versatilidade, segurança, baixa manutenção, desempenho e, além disso, contam com componentes elétricos de alto padrão.
Outra marca de destaque é a alemã Baier Ferramentas Elétricas. Entre as inúmeras soluções oferecidas estão as decapadoras para paredes e fachadas. De fácil utilização, as máquinas são ideais para remoção de reboco (chegam a remover 1 m² de reboco em menos de 2 minutos), pintura, restos de adesivo ou cola e outros materiais, o que proporciona um acabamento de qualidade, dispensando reparos manuais. Elas podem ser utilizadas tanto em áreas externas quanto internas, além de fachadas, concreto, pisos e outros.
Ele destaca também as cortadoras de paredes da marca Macroza que chegam a cortar 1 metro de tijolo com furos comuns em menos de 20 segundos. Através da perfeição e da limpeza dos cortes permitem o encaixe preciso na tubulação – o que diminui a quantidade de materiais necessários para preenchimento. As cortadoras utilizam sete tipos de fresas de diferentes espessuras e profundidades, resultando em um trabalho muito rápido se comparado ao manual. “Além de suprirem as necessidades de serviços manuais, reduzirem o tempo de execução e os custos, novas tecnologias trazidas por marcas de alta qualidade proporcionam resultados diferenciados no acabamento e na obra em si e, consequentemente, são valores agregados ao cliente final, tanto para obras em construção, como em reformas”, afirma Cristiano.