por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Para o Sebrae, que realizou o levantamento, empreendedor descobriu que sai mais barato formalizar o negócio
Os pequenos empresários paranaenses mostraram que 2011 foi o ano da formalização dos seus empreendimentos. Um levantamento do Sebrae do Paraná constatou um aumento de mais de 130% no número de pessoas que se tornaram um Empreendedor Individual (EI) em comparação à 2010. O salto foi de 42 mil para 97 mil pessoas que garantiram registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e que agora estão em dia com o fisco e contribuindo com a Previdência Social.
No Brasil, existem atualmente 1,89 milhão de EIs, número que deve subir ainda mais em 2012, já que mais sete atividades econômicas estão prestes a conseguir formalização (veja quadro), totalizando 471 profissões. No Estado, a profissão que lidera as formalizações são os comerciantes de roupa (7.950 pessoas), seguido dos cabeleireiros (5.870), pedreiros (4.895), donos de lanchonetes (3.193) e esteticistas (3.193). O EI paga uma taxa mensal de 5% sobre o salário mínimo – R$ 31,10 – como constribuição ao INSS, mais R$ 1 se for do setor da indústria ou comércio, ou mais R$ 5 se for da área de serviços.
De acordo com Cesar Rissete, coordenador estadual de políticas públicas do Sebrae/PR, a justificativa para este crescimento substancial é simples. Segundo ele, os emprendedores estão se conscientizando que é mais barato estar na formalidade do que ser um informal. ”Seguramente, o ponto mais atrativo é que desta forma o empresário consegue ter acesso às linhas de crédito específicas para ele”, comenta Rissete.
Numa outra pesquisa realizada pelo Sebrae, os EIs responderam dizendo que outro benefício importante quando se está formalizado é poder emitir nota fiscal e possuir um CNPJ. ”Se você não tem crédito, vai acabar pagando mais caro porque vai ter que ir até um agiota, por exemplo. Se não pode comprar no atacado, vai pagar mais no varejo. Quando tudo é colocado na ponta do lápis, fica nítido que o custo da informalidade é maior.”
Entretanto, na hora de se regularizar, é preciso que o empresário se planeje. Apesar dos tributos mensais serem baixos nesta categoria implantada pelo governo federal (por volta de R$ 36/mês), é necessário ter um plano de negócios e fluxo de caixas para evitar problemas logo no início dos trabalhos formais.
Para 2012, o crescimento de empreendedores que devem se formalizar deve continuar significativo no Paraná. A expectativa é que atinja 130 mil pessoas. Na avaliação de Rissete, isso deve acontecer devido a dois fatores. ”O primeiro é o incremento das atividades que estão enquadradas no EI e a segundo é o aumento do teto de faturamento a partir deste ano, que sai de R$ 36 mil para R$ 60 mil”, completa o coordenador do Sebrae-PR.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Para o Sebrae, que realizou o levantamento, empreendedor descobriu que sai mais barato formalizar o negócio
Os pequenos empresários paranaenses mostraram que 2011 foi o ano da formalização dos seus empreendimentos. Um levantamento do Sebrae do Paraná constatou um aumento de mais de 130% no número de pessoas que se tornaram um Empreendedor Individual (EI) em comparação à 2010. O salto foi de 42 mil para 97 mil pessoas que garantiram registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e que agora estão em dia com o fisco e contribuindo com a Previdência Social.
No Brasil, existem atualmente 1,89 milhão de EIs, número que deve subir ainda mais em 2012, já que mais sete atividades econômicas estão prestes a conseguir formalização (veja quadro), totalizando 471 profissões. No Estado, a profissão que lidera as formalizações são os comerciantes de roupa (7.950 pessoas), seguido dos cabeleireiros (5.870), pedreiros (4.895), donos de lanchonetes (3.193) e esteticistas (3.193). O EI paga uma taxa mensal de 5% sobre o salário mínimo – R$ 31,10 – como constribuição ao INSS, mais R$ 1 se for do setor da indústria ou comércio, ou mais R$ 5 se for da área de serviços.
De acordo com Cesar Rissete, coordenador estadual de políticas públicas do Sebrae/PR, a justificativa para este crescimento substancial é simples. Segundo ele, os emprendedores estão se conscientizando que é mais barato estar na formalidade do que ser um informal. ”Seguramente, o ponto mais atrativo é que desta forma o empresário consegue ter acesso às linhas de crédito específicas para ele”, comenta Rissete.
Numa outra pesquisa realizada pelo Sebrae, os EIs responderam dizendo que outro benefício importante quando se está formalizado é poder emitir nota fiscal e possuir um CNPJ. ”Se você não tem crédito, vai acabar pagando mais caro porque vai ter que ir até um agiota, por exemplo. Se não pode comprar no atacado, vai pagar mais no varejo. Quando tudo é colocado na ponta do lápis, fica nítido que o custo da informalidade é maior.”
Entretanto, na hora de se regularizar, é preciso que o empresário se planeje. Apesar dos tributos mensais serem baixos nesta categoria implantada pelo governo federal (por volta de R$ 36/mês), é necessário ter um plano de negócios e fluxo de caixas para evitar problemas logo no início dos trabalhos formais.
Para 2012, o crescimento de empreendedores que devem se formalizar deve continuar significativo no Paraná. A expectativa é que atinja 130 mil pessoas. Na avaliação de Rissete, isso deve acontecer devido a dois fatores. ”O primeiro é o incremento das atividades que estão enquadradas no EI e a segundo é o aumento do teto de faturamento a partir deste ano, que sai de R$ 36 mil para R$ 60 mil”, completa o coordenador do Sebrae-PR.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Uma série de imagens do fotógrafo britânico Brian Cassey revelaram o resultado da bolha imobiliária que atinge a região administrativa de Hong Kong. Estima-se que mais de 100 mil pessoas morem em gaiolas de cachorro nesta que é uma das cidades mais ricas do mundo.

Com menos de dois metros quadrados, elas são alugadas por um valor mensal de 200 dólares. Cada dormitório do edifício chega a abrigar vinte delas, dispostas de três em três, umas sobre as outras.
As gaiolas mais próximas do chão são as mais caras, pois os proprietários argumentam que dentro delas pode-se ficar praticamente em pé. As condições de higiene e saneamento, contudo, não são menos precárias. Banheiros e água são compartilhados e não há cozinha.
Famosa por ter mais lojas Louis Vuitton do que Paris, a cidade possui enorme densidade demográfica e há décadas sofre com a especulação imobiliária. Com a crise econômica, o número de gaiolas humanas elevou-se ainda mais.
O morador de uma gaiola, Cheung, que mora em Sham Shui Po, disse ao portal Asia Times que enfrenta “condições fétidas” de vida. Ao relatar seu desconforto, ele lembra que baratas, ratos e lagartixas são comuns no local. “Às vezes temo que as baratas entrem em meus ouvidos”, completou.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
Uma série de imagens do fotógrafo britânico Brian Cassey revelaram o resultado da bolha imobiliária que atinge a região administrativa de Hong Kong. Estima-se que mais de 100 mil pessoas morem em gaiolas de cachorro nesta que é uma das cidades mais ricas do mundo.

Com menos de dois metros quadrados, elas são alugadas por um valor mensal de 200 dólares. Cada dormitório do edifício chega a abrigar vinte delas, dispostas de três em três, umas sobre as outras.
As gaiolas mais próximas do chão são as mais caras, pois os proprietários argumentam que dentro delas pode-se ficar praticamente em pé. As condições de higiene e saneamento, contudo, não são menos precárias. Banheiros e água são compartilhados e não há cozinha.
Famosa por ter mais lojas Louis Vuitton do que Paris, a cidade possui enorme densidade demográfica e há décadas sofre com a especulação imobiliária. Com a crise econômica, o número de gaiolas humanas elevou-se ainda mais.
O morador de uma gaiola, Cheung, que mora em Sham Shui Po, disse ao portal Asia Times que enfrenta “condições fétidas” de vida. Ao relatar seu desconforto, ele lembra que baratas, ratos e lagartixas são comuns no local. “Às vezes temo que as baratas entrem em meus ouvidos”, completou.
por master | 12/01/12 | Ultimas Notícias
O Congresso da Espanha aprovou nesta quarta-feira (11), com 197 a favor, 138 contra e 4 abstenções, o plano de austeridade apresentado em 30 de dezembro pelo governo do país, que estabelece novas medidas para reduzir o déficit orçamentário espanhol.
As medidas prevêem um corte de gastos de 8,9 bilhões de euros e o aumento de impostos sobre a renda e propriedades imóveis.
Os cortes nos gastos atingirão principalmente o Ministério de Desenvolvimento, que coordena as obras públicas, e também as pastas da Indústria e da Energia. O governo da Espanha também vai congelar os salários e aumentar a jornada de trabalho dos funcionários públicos. A jornada semanal de trabalho também será aumentada em duas horas e meia, para 37,5 horas.
Também ficará congelado, pela primeira vez na democracia espanhola, o salário mínimo interprofissional, que na Espanha é atualmente de 641 euros por mês.
O Governo aprovou aumentar durante dois anos o chamado Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF), no que diz respeito aos rendimentos de trabalho e “especialmente de capital”.
As aposentadorias, no entanto, serão corrigidas em 1%, após o congelamento sofrido no ano anterior.