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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Desemprego no País recua para 9,7%

Desemprego no País recua para 9,7%

A taxa de desemprego no País em novembro recuou para 9,7%, ante 10,1% em outubro, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) em sete regiões metropolitanas e divulgada ontem. Em novembro, havia 2,1 milhões de pessoas desempregadas no País, 78 mil a menos do que em outubro. 
Todas as cidades apresentaram queda em seus percentuais em novembro. A taxa registrada em São Paulo caiu de 9,9% para 9,5%. As reduções mais significativas foram registradas em Recife (de 13,5% para 12,8%) e Belo Horizonte (de 6% para 5,7%). No Distrito Federal, houve redução da taxa de 12,2% para 11,9%, seguida por Salvador (de 15,9% para 15,5%), Porto Alegre ( de 7,1% para 7%) e Fortaleza (de 8,3% para 8,2%). 
O total de ocupados nas sete regiões pesquisadas foi estimado em 20,1 milhões de pessoas, para uma População Economicamente Ativa (PEA) de 22,2 milhões. Na divisão por atividade, o nível de ocupação subiu 0,4%, e verificou alta em quatro dos cinco setores. Nos serviços, com abertura de 56 mil vagas, alta de 0,5%; no comércio, com 43 mil novas vagas, alta de 1,3%; na indústria (15 mil vagas, alta de 0,5%) e na construção civil (8.000 novas vagas, alta de 0,6%). 
Houve redução no número de vagas apenas em outros setores, com fechamento de 32 mil vagas, queda de 2,1%. 
Rendimento 
O rendimento médio real dos ocupados (descontada a inflação) cresceu 2,5% no País em outubro, ficando em R$ 1.426. Já o dos assalariados apresentou alta de 2%, para R$ 1.478. Esta é a segunda alta no rendimento consecutiva (após oito quedas e estabilidade nos meses de julho e agosto). 
 
 
 
 
Desemprego no País recua para 9,7%

Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

A taxa de desemprego de novembro ficou em 9,7% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e do Distrito Federal, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada hoje (20) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em outubro, a taxa ficou em 10,1%. 
Segundo a pesquisa, o número de desempregados nas principais regiões metropolitanas do país foi estimado em 2,1 milhões de pessoas em novembro, 78 mil a menos do que no mês anterior. O nível de ocupação aumentou 0,4%. Foram criados 90 mil empregos, enquanto entraram no mercado de trabalho apenas 12 mil pessoas. O total de ocupados foi estimado em 20,1 milhões. 
Os setores que mais contrataram, no conjunto das sete regiões, foram serviços (0,5% ou 56 mil vagas), comércio (1,3% ou 43 mil), indústria (0,5% ou 15 mil) e construção civil (0,6% ou 8 mil).
Desemprego no País recua para 9,7%

Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

A taxa de desemprego de novembro ficou em 9,7% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e do Distrito Federal, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada hoje (20) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em outubro, a taxa ficou em 10,1%. 
Segundo a pesquisa, o número de desempregados nas principais regiões metropolitanas do país foi estimado em 2,1 milhões de pessoas em novembro, 78 mil a menos do que no mês anterior. O nível de ocupação aumentou 0,4%. Foram criados 90 mil empregos, enquanto entraram no mercado de trabalho apenas 12 mil pessoas. O total de ocupados foi estimado em 20,1 milhões. 
Os setores que mais contrataram, no conjunto das sete regiões, foram serviços (0,5% ou 56 mil vagas), comércio (1,3% ou 43 mil), indústria (0,5% ou 15 mil) e construção civil (0,6% ou 8 mil).
Desemprego no País recua para 9,7%

Economia do PR cresce acima da média nacional

O ano de 2011 foi muito bom para a economia paranaense, com os principais índices ficando positivamente acima da média nacional. Foi esse o cenário mostrado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), durante lançamento do balanço dos resultados do Paraná. Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), de 4,1%, acima do índice nacional de 3,0%. 

Agricultura e indústria, principalmente a automotiva, puxaram os índices para cima. A variação da produção industrial de janeiro a outubro de 2011 dão conta de uma grande diferença entre a média nacional (0,7%) e do Paraná (5,2%). Quando comparada com os resultados da produção industrial de Santa Catarina, o abismo fica mais evidente, pois o estado vizinho ficou com resultado negativo, -4,4%. Segundo Julio Suzuki, diretor de Pesquisa do Ipardes, provavelmente a economia catarinense foi afetada por conta das complicações climáticas de 2011. O Rio Grande do Sul ficou com taxa de 2,4%. 
Na indústria, as melhores variações ficaram para o setor de Veículos e Automotores, seguido de Aparelhos e Materias Elétricos e Refino de Petróleo e Álcool. Os únicos resultados negativos foram vistos nos setores de Edição e Impressão, Máquinas e Equipamentos e Mobiliário (veja infográfico). Julio Suzuki explica que a ampliação da montadora Renault e os bons resultados da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) influenciaram bastante neste balanço. As vendas industriais do Paraná, assim como os índices de pessoal ocupado e folha de pagamento real também ficaram bem acima da média nacional (veja infográfico). 
As exportações deram um salto de quase US$ 2 bilhões este ano em relação a 2011, apresentando o melhor resultado desde 2006. Segundo o Ipardes, de janeiro até o mês passado, o Paraná exportou US$ 16 bilhões. No mesmo período do ano passado, foram US$ 14,2 bilhões. Em relação ao ano de 2009, bastante afetado pela crise internacional, as exportações aumentaram US$ 4,8 bilhões. A maior parte das exportações de 2011 foram óleo de soja bruto, açúcar bruto, soja em grão, farelo de soja, café solúvel e carne de frango in natura. 
As vendas do comércio varejista também ficaram acima da média nacional e dos resultados dos outros estados do Sul. Enquanto o Paraná registrou variação de 8,9%, a média nacional ficou em 7,3%, Santa Catarina, 8,6% e Rio Grande do Sul, 6,9%. 
Este ano foram criados 157.526 empregos formais no Paraná, 16.827 a menos do que em 2010, segundo o diretor de Estatística do Ipardes, Daniel Nojima. Como foi acontecendo em outros balanços anuais, o interior do Estado tem contratado mais que a Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Enquanto as cidades em torno da capital contabilizaram mais 61.319 postos de trabalho formais, os municípios do interior contrataram 96.207 empregados. A taxa de desocupação da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entre janeiro a outubro de 2011 ficou em 3,8% – no ano passado, o índice foi de 4,6%. 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
Desemprego no País recua para 9,7%

Economia do PR cresce acima da média nacional

O ano de 2011 foi muito bom para a economia paranaense, com os principais índices ficando positivamente acima da média nacional. Foi esse o cenário mostrado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), durante lançamento do balanço dos resultados do Paraná. Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), de 4,1%, acima do índice nacional de 3,0%. 

Agricultura e indústria, principalmente a automotiva, puxaram os índices para cima. A variação da produção industrial de janeiro a outubro de 2011 dão conta de uma grande diferença entre a média nacional (0,7%) e do Paraná (5,2%). Quando comparada com os resultados da produção industrial de Santa Catarina, o abismo fica mais evidente, pois o estado vizinho ficou com resultado negativo, -4,4%. Segundo Julio Suzuki, diretor de Pesquisa do Ipardes, provavelmente a economia catarinense foi afetada por conta das complicações climáticas de 2011. O Rio Grande do Sul ficou com taxa de 2,4%. 
Na indústria, as melhores variações ficaram para o setor de Veículos e Automotores, seguido de Aparelhos e Materias Elétricos e Refino de Petróleo e Álcool. Os únicos resultados negativos foram vistos nos setores de Edição e Impressão, Máquinas e Equipamentos e Mobiliário (veja infográfico). Julio Suzuki explica que a ampliação da montadora Renault e os bons resultados da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) influenciaram bastante neste balanço. As vendas industriais do Paraná, assim como os índices de pessoal ocupado e folha de pagamento real também ficaram bem acima da média nacional (veja infográfico). 
As exportações deram um salto de quase US$ 2 bilhões este ano em relação a 2011, apresentando o melhor resultado desde 2006. Segundo o Ipardes, de janeiro até o mês passado, o Paraná exportou US$ 16 bilhões. No mesmo período do ano passado, foram US$ 14,2 bilhões. Em relação ao ano de 2009, bastante afetado pela crise internacional, as exportações aumentaram US$ 4,8 bilhões. A maior parte das exportações de 2011 foram óleo de soja bruto, açúcar bruto, soja em grão, farelo de soja, café solúvel e carne de frango in natura. 
As vendas do comércio varejista também ficaram acima da média nacional e dos resultados dos outros estados do Sul. Enquanto o Paraná registrou variação de 8,9%, a média nacional ficou em 7,3%, Santa Catarina, 8,6% e Rio Grande do Sul, 6,9%. 
Este ano foram criados 157.526 empregos formais no Paraná, 16.827 a menos do que em 2010, segundo o diretor de Estatística do Ipardes, Daniel Nojima. Como foi acontecendo em outros balanços anuais, o interior do Estado tem contratado mais que a Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Enquanto as cidades em torno da capital contabilizaram mais 61.319 postos de trabalho formais, os municípios do interior contrataram 96.207 empregados. A taxa de desocupação da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entre janeiro a outubro de 2011 ficou em 3,8% – no ano passado, o índice foi de 4,6%.