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DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

A taxa de desemprego de novembro ficou em 9,7% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e do Distrito Federal, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada hoje (20) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em outubro, a taxa ficou em 10,1%. 
Segundo a pesquisa, o número de desempregados nas principais regiões metropolitanas do país foi estimado em 2,1 milhões de pessoas em novembro, 78 mil a menos do que no mês anterior. O nível de ocupação aumentou 0,4%. Foram criados 90 mil empregos, enquanto entraram no mercado de trabalho apenas 12 mil pessoas. O total de ocupados foi estimado em 20,1 milhões. 
Os setores que mais contrataram, no conjunto das sete regiões, foram serviços (0,5% ou 56 mil vagas), comércio (1,3% ou 43 mil), indústria (0,5% ou 15 mil) e construção civil (0,6% ou 8 mil).
Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

A taxa de desemprego de novembro ficou em 9,7% nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e do Distrito Federal, de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgada hoje (20) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade). Em outubro, a taxa ficou em 10,1%. 
Segundo a pesquisa, o número de desempregados nas principais regiões metropolitanas do país foi estimado em 2,1 milhões de pessoas em novembro, 78 mil a menos do que no mês anterior. O nível de ocupação aumentou 0,4%. Foram criados 90 mil empregos, enquanto entraram no mercado de trabalho apenas 12 mil pessoas. O total de ocupados foi estimado em 20,1 milhões. 
Os setores que mais contrataram, no conjunto das sete regiões, foram serviços (0,5% ou 56 mil vagas), comércio (1,3% ou 43 mil), indústria (0,5% ou 15 mil) e construção civil (0,6% ou 8 mil).
Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

Economia do PR cresce acima da média nacional

O ano de 2011 foi muito bom para a economia paranaense, com os principais índices ficando positivamente acima da média nacional. Foi esse o cenário mostrado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), durante lançamento do balanço dos resultados do Paraná. Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), de 4,1%, acima do índice nacional de 3,0%. 

Agricultura e indústria, principalmente a automotiva, puxaram os índices para cima. A variação da produção industrial de janeiro a outubro de 2011 dão conta de uma grande diferença entre a média nacional (0,7%) e do Paraná (5,2%). Quando comparada com os resultados da produção industrial de Santa Catarina, o abismo fica mais evidente, pois o estado vizinho ficou com resultado negativo, -4,4%. Segundo Julio Suzuki, diretor de Pesquisa do Ipardes, provavelmente a economia catarinense foi afetada por conta das complicações climáticas de 2011. O Rio Grande do Sul ficou com taxa de 2,4%. 
Na indústria, as melhores variações ficaram para o setor de Veículos e Automotores, seguido de Aparelhos e Materias Elétricos e Refino de Petróleo e Álcool. Os únicos resultados negativos foram vistos nos setores de Edição e Impressão, Máquinas e Equipamentos e Mobiliário (veja infográfico). Julio Suzuki explica que a ampliação da montadora Renault e os bons resultados da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) influenciaram bastante neste balanço. As vendas industriais do Paraná, assim como os índices de pessoal ocupado e folha de pagamento real também ficaram bem acima da média nacional (veja infográfico). 
As exportações deram um salto de quase US$ 2 bilhões este ano em relação a 2011, apresentando o melhor resultado desde 2006. Segundo o Ipardes, de janeiro até o mês passado, o Paraná exportou US$ 16 bilhões. No mesmo período do ano passado, foram US$ 14,2 bilhões. Em relação ao ano de 2009, bastante afetado pela crise internacional, as exportações aumentaram US$ 4,8 bilhões. A maior parte das exportações de 2011 foram óleo de soja bruto, açúcar bruto, soja em grão, farelo de soja, café solúvel e carne de frango in natura. 
As vendas do comércio varejista também ficaram acima da média nacional e dos resultados dos outros estados do Sul. Enquanto o Paraná registrou variação de 8,9%, a média nacional ficou em 7,3%, Santa Catarina, 8,6% e Rio Grande do Sul, 6,9%. 
Este ano foram criados 157.526 empregos formais no Paraná, 16.827 a menos do que em 2010, segundo o diretor de Estatística do Ipardes, Daniel Nojima. Como foi acontecendo em outros balanços anuais, o interior do Estado tem contratado mais que a Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Enquanto as cidades em torno da capital contabilizaram mais 61.319 postos de trabalho formais, os municípios do interior contrataram 96.207 empregados. A taxa de desocupação da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entre janeiro a outubro de 2011 ficou em 3,8% – no ano passado, o índice foi de 4,6%. 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

Economia do PR cresce acima da média nacional

O ano de 2011 foi muito bom para a economia paranaense, com os principais índices ficando positivamente acima da média nacional. Foi esse o cenário mostrado ontem pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), durante lançamento do balanço dos resultados do Paraná. Começando pelo Produto Interno Bruto (PIB), de 4,1%, acima do índice nacional de 3,0%. 

Agricultura e indústria, principalmente a automotiva, puxaram os índices para cima. A variação da produção industrial de janeiro a outubro de 2011 dão conta de uma grande diferença entre a média nacional (0,7%) e do Paraná (5,2%). Quando comparada com os resultados da produção industrial de Santa Catarina, o abismo fica mais evidente, pois o estado vizinho ficou com resultado negativo, -4,4%. Segundo Julio Suzuki, diretor de Pesquisa do Ipardes, provavelmente a economia catarinense foi afetada por conta das complicações climáticas de 2011. O Rio Grande do Sul ficou com taxa de 2,4%. 
Na indústria, as melhores variações ficaram para o setor de Veículos e Automotores, seguido de Aparelhos e Materias Elétricos e Refino de Petróleo e Álcool. Os únicos resultados negativos foram vistos nos setores de Edição e Impressão, Máquinas e Equipamentos e Mobiliário (veja infográfico). Julio Suzuki explica que a ampliação da montadora Renault e os bons resultados da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) influenciaram bastante neste balanço. As vendas industriais do Paraná, assim como os índices de pessoal ocupado e folha de pagamento real também ficaram bem acima da média nacional (veja infográfico). 
As exportações deram um salto de quase US$ 2 bilhões este ano em relação a 2011, apresentando o melhor resultado desde 2006. Segundo o Ipardes, de janeiro até o mês passado, o Paraná exportou US$ 16 bilhões. No mesmo período do ano passado, foram US$ 14,2 bilhões. Em relação ao ano de 2009, bastante afetado pela crise internacional, as exportações aumentaram US$ 4,8 bilhões. A maior parte das exportações de 2011 foram óleo de soja bruto, açúcar bruto, soja em grão, farelo de soja, café solúvel e carne de frango in natura. 
As vendas do comércio varejista também ficaram acima da média nacional e dos resultados dos outros estados do Sul. Enquanto o Paraná registrou variação de 8,9%, a média nacional ficou em 7,3%, Santa Catarina, 8,6% e Rio Grande do Sul, 6,9%. 
Este ano foram criados 157.526 empregos formais no Paraná, 16.827 a menos do que em 2010, segundo o diretor de Estatística do Ipardes, Daniel Nojima. Como foi acontecendo em outros balanços anuais, o interior do Estado tem contratado mais que a Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Enquanto as cidades em torno da capital contabilizaram mais 61.319 postos de trabalho formais, os municípios do interior contrataram 96.207 empregados. A taxa de desocupação da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), entre janeiro a outubro de 2011 ficou em 3,8% – no ano passado, o índice foi de 4,6%. 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
Desemprego cai quase 10% nas principais regiões metropolitanas do país

Decisão do TST enfraquece greve do setor aéreo

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) praticamente enterrou a possibilidade dos trabalhadores do setor aéreo pararem os aeroportos do País a partir da noite de amanhã. O presidente da corte, João Oreste Dalazen, determinou hoje que pelos menos 80% dos aeronautas e aeroviários trabalhem nas vésperas do Natal e ano-novo. Se a determinação não for cumprida, os sindicatos das duas categorias poderão pagar multa diária de R$ 100 mil.
 
No início desta semana, os trabalhadores protocolaram no TST um aviso formal de greve, prevista para iniciar amanhã, depois do fracasso das negociações com representantes das companhias aéreas sobre o reajuste salarial.
 
Na quarta-feira, sindicatos do município do Rio de Janeiro e do Estado do Amazonas, ligados à Força Sindical, firmaram um compromisso com as empresas aéreas aceitando a proposta de reajuste apresentada – um aumento de 6,17%.
 
O porcentual mínimo de 80% dos trabalhadores nos aeroportos terá que ser cumprido nos dias 23, 24, 29, 30 e 31 de dezembro, de acordo com a decisão do presidente do TST, que atendeu a um pedido do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea).
 
Após o feriado de ano-novo, pelo menos 60% dos funcionários terão de trabalhar, caso a greve seja efetivamente iniciada.