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Senado aprova aumento da participação do Brasil no FMI

Senado aprova aumento da participação do Brasil no FMI

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20), em votação simbólica, acordo que aumenta a participação do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), previsto na Mensagem 480/11, encaminhada pelo Executivo. A matéria agora será promulgada pelo Congresso Nacional.
 
O texto diz que o país passará da 14ª para a 10ª posição no ranking das nações com maior número de cotas, o que aumenta o peso do voto do Brasil dentro das decisões no FMI. De acordo com a proposta, a participação do Brasil no fundo sobe de 1,783% para 2,316%.
 
Além do aumento, o acordo prevê também que toda a diretoria do organismo seja eleita pelos governadores (representantes dos países). Atualmente, os diretores dos cinco maiores cotistas (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido e França) são indicados por seus respectivos governos, e o restante são eleitos.
 
“Através dessa medida, o Brasil está propondo, juntamente com outros integrantes, a diminuição da sobrerrepresentação dos países europeus no FMI e, ao mesmo tempo, está aumentando a representatividade dos países emergentes”, afirmou o senador Aníbal Diniz (PT-AC), que foi relator da matéria na Comissão de Relações Exteriores do Senado.
 
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) se manifestou contra a proposta em discurso no plenário. “Parece-me que isso aí é pura vaidade presidencial, nada além. O governo, ao mesmo tempo em que vota aqui a favor da DRU [Desvinculação das Receitas da União], porque alega que tem dificuldades, coloca dinheiro no FMI para emprestar. Então, o governo tem ou não tem dinheiro?”, questionou.
 
Desde quando tramitava na Câmara, a oposição questionava se o aumento de poder no Fundo estaria condicionada a repasses financeiros maiores. O relator na Casa, deputado Dr. Rosinha (PT-PR), explicou à época que as cotas aumentam o peso do voto do Brasil dentro das decisões no FMI, mas não os compromissos financeiros.
 
“O texto aprova a emenda que muda critérios de formação de diretoria executiva e dá distribuição de cotas de poder de voto. Essa mensagem não diz respeito a custas financeiras, como é especificado em artigo do próprio relatório”, afirmou.
Senado aprova aumento da participação do Brasil no FMI

Senado aprova desvinculação das receitas da União até 2015

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20), por 55 votos a 13 e uma abstenção, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prorroga por mais quatro anos a Desvinculação das Receitas da União (DRU).
 
A proposta segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional, o que deve acontecer nesta quarta (21).
 
A PEC, apresentada em agosto pelo Executivo, era considerada prioritária pelo governo para combater a crise econômica internacional. Com o mecanismo, válido desde 1994, o Executivo pode manejar livremente até 20% de suas receitas anuais. Só em 2012, serão R$ 62,4 bilhões, segundo o Ministério do Planejamento. O restante da arrecadação fica vinculado a despesas definidas previamente na lei orçamentária.
 
Para o líder do governo no Senado, Romero Jucá, a aprovação representou “um presente de Natal para o país”.
 
“É um instrumento importante para a governabilidade. É importante enfrentar a crise internacional, é importante manter a responsabilidade fiscal, e a DRU ajuda a fazer tudo isso”, disse Jucá.
 
A aprovação, segundo ele, representa uma vitória para o governo, independentemente da demora em conseguir quórum para aprovar a proposta na última semana de trabalho do Congresso neste ano.
 
“A base tem votado unida no momento que precisa votar unida”, disse e reiteirou: “É sempre necessário convencer, articular e fazer com que a base entenda a importância do projeto”, independente, disse ele, da liberação de emendas (recursos) e “bondades” para a base.
 
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, minimizou que a vitória no Congresso tenha ocorrido às custas da liberação a mais de emendas para os parlamentares. Segundo ela, a base “estava absolutamente convencida” da importância da votação e não houve dificuldades. Para ela, a liberação de emendas é parte de uma movimentação “normal” do governo, realizada todo fim de ano. “Foi uma votação boa. Agora vou cuidar do Orçamento”, disse.
 
Tramitação
 
No Senado, a votação em primeiro turno ocorreu no último dia 8 de dezembro. Desde então, a oposição não conseguiu apresentar emendas (mudanças), cuja votação poderia atrasar a tramitação da proposta.
 
Durante as discussões, na Câmara e no Senado, partidos de oposição argumentaram que o mecanismo já não é mais necessário e propuseram que a vigência fosse encurtada, para terminar em 2013. Alguns parlamentares da base aliada, especialmente do PDT, fizeram restrições, argumentando que a DRU poderia tirar recusos destinados à seguridade social.
 
A tramitação na Câmara dos Deputados, onde a PEC recebeu 68 emendas, todas rejeitadas, foi encerrada apenas no último dia 22 de novembro. Para acelerar a tramitação e evitar atrasos com obstruções, o Executivo chegou a enviar duas PECs idênticas com a prorrogação, uma para cada Casa.
 
Acabou prevalecendo, porém, o texto que tramitou primeiro na Câmara dos Deputados. Nas duas Casas do Congresso, o governo buscou seguir à risca as regras de tramitação previstas nos regimentos internos. Na Câmara, a oposição ameaçou recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso o intervalo para discussão entre as votações de primeiro e segundo turno fosse reduzido.
Plano Plurianual
Ainda no início da tarde desta terça, o Congresso, aprovou, em sessão conjunta de deputados e senadores, o Plano Plurianual (PPA) 2012-2015. A lei define diretrizes, metas e prioridades do governo para os próximos quatro anos, prevendo o quanto será gasto nas principais políticas públicas.
 
No relatório aprovado, foi prevista despesa total de R$ 5,4 trilhões. Desse montante, R$ 2,5 trilhões deverão ser aplicados na área social, composta de 25 programas. Outro R$ 1,2 trilhão deverá ser destinado a investimentos em infraestrutura.
 
O relator do texto, senador Walter Pinheiro (PT-BA), disse que incluiu no PPA a previsão de que o Executivo atualize anualmente a lei, para fiscalização pelo Legislativo.
 
Está prevista para esta quarta-feira (21) a votação do Orçamento de 2012, que define as receitas e despesas da União para o ano que vem.
Senado aprova aumento da participação do Brasil no FMI

Senado aprova desvinculação das receitas da União até 2015

O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (20), por 55 votos a 13 e uma abstenção, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prorroga por mais quatro anos a Desvinculação das Receitas da União (DRU).
 
A proposta segue agora para promulgação pelo Congresso Nacional, o que deve acontecer nesta quarta (21).
 
A PEC, apresentada em agosto pelo Executivo, era considerada prioritária pelo governo para combater a crise econômica internacional. Com o mecanismo, válido desde 1994, o Executivo pode manejar livremente até 20% de suas receitas anuais. Só em 2012, serão R$ 62,4 bilhões, segundo o Ministério do Planejamento. O restante da arrecadação fica vinculado a despesas definidas previamente na lei orçamentária.
 
Para o líder do governo no Senado, Romero Jucá, a aprovação representou “um presente de Natal para o país”.
 
“É um instrumento importante para a governabilidade. É importante enfrentar a crise internacional, é importante manter a responsabilidade fiscal, e a DRU ajuda a fazer tudo isso”, disse Jucá.
 
A aprovação, segundo ele, representa uma vitória para o governo, independentemente da demora em conseguir quórum para aprovar a proposta na última semana de trabalho do Congresso neste ano.
 
“A base tem votado unida no momento que precisa votar unida”, disse e reiteirou: “É sempre necessário convencer, articular e fazer com que a base entenda a importância do projeto”, independente, disse ele, da liberação de emendas (recursos) e “bondades” para a base.
 
A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, minimizou que a vitória no Congresso tenha ocorrido às custas da liberação a mais de emendas para os parlamentares. Segundo ela, a base “estava absolutamente convencida” da importância da votação e não houve dificuldades. Para ela, a liberação de emendas é parte de uma movimentação “normal” do governo, realizada todo fim de ano. “Foi uma votação boa. Agora vou cuidar do Orçamento”, disse.
 
Tramitação
 
No Senado, a votação em primeiro turno ocorreu no último dia 8 de dezembro. Desde então, a oposição não conseguiu apresentar emendas (mudanças), cuja votação poderia atrasar a tramitação da proposta.
 
Durante as discussões, na Câmara e no Senado, partidos de oposição argumentaram que o mecanismo já não é mais necessário e propuseram que a vigência fosse encurtada, para terminar em 2013. Alguns parlamentares da base aliada, especialmente do PDT, fizeram restrições, argumentando que a DRU poderia tirar recusos destinados à seguridade social.
 
A tramitação na Câmara dos Deputados, onde a PEC recebeu 68 emendas, todas rejeitadas, foi encerrada apenas no último dia 22 de novembro. Para acelerar a tramitação e evitar atrasos com obstruções, o Executivo chegou a enviar duas PECs idênticas com a prorrogação, uma para cada Casa.
 
Acabou prevalecendo, porém, o texto que tramitou primeiro na Câmara dos Deputados. Nas duas Casas do Congresso, o governo buscou seguir à risca as regras de tramitação previstas nos regimentos internos. Na Câmara, a oposição ameaçou recorrer ao Supremo Tribunal Federal caso o intervalo para discussão entre as votações de primeiro e segundo turno fosse reduzido.
Plano Plurianual
Ainda no início da tarde desta terça, o Congresso, aprovou, em sessão conjunta de deputados e senadores, o Plano Plurianual (PPA) 2012-2015. A lei define diretrizes, metas e prioridades do governo para os próximos quatro anos, prevendo o quanto será gasto nas principais políticas públicas.
 
No relatório aprovado, foi prevista despesa total de R$ 5,4 trilhões. Desse montante, R$ 2,5 trilhões deverão ser aplicados na área social, composta de 25 programas. Outro R$ 1,2 trilhão deverá ser destinado a investimentos em infraestrutura.
 
O relator do texto, senador Walter Pinheiro (PT-BA), disse que incluiu no PPA a previsão de que o Executivo atualize anualmente a lei, para fiscalização pelo Legislativo.
 
Está prevista para esta quarta-feira (21) a votação do Orçamento de 2012, que define as receitas e despesas da União para o ano que vem.
Denílson Pestana em reunião na Secretaria Especial para assuntos da Copa do Mundo de 2014

Denílson Pestana em reunião na Secretaria Especial para assuntos da Copa do Mundo de 2014

foto 3Uma reunião ocorrida na manhã desta terça-feira (20), na Secretaria de Estado da Copa do Mundo, com os secretários estaduais César Silvestri (Desenvolvimento Urbano) e Mario Celso Cunha (Copa 2014), selou a participação do Conselho Estadual das Cidades (ConCidades Paraná) nas Câmaras Temáticas da Secretaria da Copa.

O secretário César Silvestri, que também é presidente do ConCidades Paraná, indicou os conselheiros Denílson Pestana da Costa, para representar a Nova Central Sindical de Trabalhadores e a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário, e Érico Morbis, para representar a área empresarial do colegiado.

(mais…)

Denílson Pestana em reunião na Secretaria Especial para assuntos da Copa do Mundo de 2014

Denílson Pestana em reunião na Secretaria Especial para assuntos da Copa do Mundo de 2014

foto 3Uma reunião ocorrida na manhã desta terça-feira (20), na Secretaria de Estado da Copa do Mundo, com os secretários estaduais César Silvestri (Desenvolvimento Urbano) e Mario Celso Cunha (Copa 2014), selou a participação do Conselho Estadual das Cidades (ConCidades Paraná) nas Câmaras Temáticas da Secretaria da Copa.

O secretário César Silvestri, que também é presidente do ConCidades Paraná, indicou os conselheiros Denílson Pestana da Costa, para representar a Nova Central Sindical de Trabalhadores e a Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário, e Érico Morbis, para representar a área empresarial do colegiado.

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