por master | 19/12/11 | Ultimas Notícias
O governo federal está investindo R$ 3,2 bilhões no programa Ciência sem Fronteiras, para oferecer 75 mil bolsas de estudos até 2014 para que jovens talentos possam estudar nas melhores universidades do mundo. Além do investimento público, uma parceria com empresas e outras instituições já viabilizou a oferta de mais 26 mil bolsas nos próximos anos, totalizando 101 mil bolsas do programa. A prioridade é para a formação de profissionais das áreas das engenharias, das ciências extatas, das ciências médicas e da tecnologia da informação.
Transcrição
Apresentador: Olá, amigos! Eu sou o Luciano Seixas e começa agora mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta!
Presidenta: Bom dia, Luciano! E bom dia aos nossos ouvintes!
Apresentador: Hoje nós vamos falar sobre o Ciência sem Fronteiras – um programa que interessa muito aos jovens. E teve novidades na semana passada, não é, presidenta?
Presidenta: Teve sim, Luciano. A novidade é que nós abrimos, agora em dezembro, inscrições para selecionar 12.500 jovens brasileiros dos cursos de graduação, que vão estudar durante um ano e meio em universidades dos Estados Unidos, da Alemanha, da Itália, do Reino Unido ou da França. Para os Estados Unidos, serão 4.500. Para a Alemanha, 2.500. Para a França, 1.500. E para o Reino Unido, 2.500. Já para a Itália, serão 1.500 bolsas. No dia 02 de janeiro vamos abrir mais 500 vagas para o Canadá. Em fevereiro, faremos outra chamada, desta vez, Luciano, para universidades na Holanda, na Bélgica, Espanha, Portugal, Coreia e Suécia.
Apresentador: O programa está focado em alguma área específica, presidenta?
Presidenta: Está sim, Luciano. A necessidade mais urgente do nosso mercado de trabalho é ampliar a formação na área das engenharias, das ciências exatas, das ciências médicas e da tecnologia de informação. Agora, Luciano, esse é um programa que veio para ficar. Tenho a certeza de que depois desses 101 mil estudantes ou mais, que vamos selecionar até 2014, virão mais outros milhares. Eles vão estudar lá fora e, depois, com os conhecimentos científicos, serão cada vez mais capazes de ajudar o Brasil a ganhar mais produtividade e competitividade. O Ciência sem Fronteiras é um investimento no futuro do Brasil.
Apresentador: O Ciência sem Fronteiras terá bolsas também para pós-graduação?
Presidenta: Terá sim, Luciano. Para o doutorado e pós-doutorado, as inscrições de estudantes brasileiros ficam abertas permanentemente. Vamos ter também bolsas para atrair doutores estrangeiros para vir trabalhar em centros de pesquisa ou empresas aqui no Brasil.
Apresentador: E quanto vai ser investido pelo governo federal nesse programa, presidenta?
Presidenta: O governo federal esta investindo R$ 3,2 bilhões para oferecer essas 75 mil bolsas – é um impulso inédito para a formação científica e tecnológica de nossos jovens numa escala, Luciano, nunca antes vista no nosso país.
Apresentador: Algumas empresas também vão bancar bolsas de estudo no exterior, não é, presidenta?
Presidenta: Isso mesmo, Luciano. A adesão das empresas está sendo um sucesso. Quando nós lançamos o programa, no final de julho propusemos às empresas o desafio de cobrir os custos de 25 mil bolsas. Em menos de cinco meses nós já superamos essa meta – as empresas garantiram 26 mil bolsas – que serão pagas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Febraban, (Federação Brasileira de Bancos), a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base, a Vale, a Petrobras e a Eletrobras.
Apresentador: Mas para estudar no exterior é preciso dominar outro idioma, não é?
Presidenta: Ah, é sim, Luciano. Por isso, nós vamos ajudar os estudantes a superar essa barreira. Primeiro, nossas universidades vão oferecer cursos de línguas, aqui no Brasil, para quem tiver mais de 600 pontos no Enem, e quiser também se candidatar a uma bolsa no exterior. Mas, o mais importante, Luciano, é que iremos levar os estudantes selecionados para o exterior de seis a oito meses antes do início dos cursos, para que eles façam cursos de imersão no idioma do país onde serão bolsistas do Ciência sem Fronteiras.
Apresentador: Qual é o critério para ingressar no programa?
Presidenta: O principal critério é o mérito do estudante, que será medido pela pontuação no Enem. Queremos oferecer oportunidades para os melhores estudantes de todo o Brasil estudarem fora do país, independentemente da renda da família. Para você ver que o mérito não depende da classe social, eu vou te dar um exemplo, o exemplo do estudante Lincoln Barbosa Silva: ele é filho de uma cabeleireira, de uma família simples, Luciano, ele estudou em escola pública e terminou o Ensino Médio em um curso supletivo. Com uma boa nota no Enem, conseguiu uma bolsa do ProUni para um curso superior de desenho industrial no Senac de Santo Amaro, em São Paulo. Mas ele queria mais, o Lincoln se candidatou à primeira chamada do Ciência sem Fronteiras em outubro, e conseguiu uma bolsa no Instituto Rochester, de Nova Iorque. Então, Luciano, os jovens que estão nos ouvindo podem ter certeza de que, com o Ciência sem Fronteiras, daremos oportunidade aos melhores talentos, porque o conhecimento é o que move e muda o mundo.
Apresentador: Presidenta, infelizmente nós estamos chegando ao fim do programa, que é o nosso último Café antes do Natal.
Presidenta: Olha, Luciano, eu queria aproveitar para desejar um Feliz Natal para você e a todos os nossos ouvintes. Mandar um abraço para cada uma das famílias brasileiras. Queria dizer que nós trabalhamos muito neste ano para fazer do Brasil um país cada vez melhor e mais justo. Vamos trabalhar ainda mais. Feliz Natal a todos! E Feliz Natal para você e sua família, Luciano!
Apresentador: Feliz Natal, presidenta! E você que nos ouve pode acessar este programa na internet pelo www.cafe.ebc.com.br. E para mais informações sobre bolsas de estudos no exterior, o endereço é www.cienciasemfronteiras.gov.br. Um Feliz Natal a todos!
por master | 19/12/11 | Ultimas Notícias
O governo federal está investindo R$ 3,2 bilhões no programa Ciência sem Fronteiras, para oferecer 75 mil bolsas de estudos até 2014 para que jovens talentos possam estudar nas melhores universidades do mundo. Além do investimento público, uma parceria com empresas e outras instituições já viabilizou a oferta de mais 26 mil bolsas nos próximos anos, totalizando 101 mil bolsas do programa. A prioridade é para a formação de profissionais das áreas das engenharias, das ciências extatas, das ciências médicas e da tecnologia da informação.
Transcrição
Apresentador: Olá, amigos! Eu sou o Luciano Seixas e começa agora mais um Café com a Presidenta Dilma. Bom dia, presidenta!
Presidenta: Bom dia, Luciano! E bom dia aos nossos ouvintes!
Apresentador: Hoje nós vamos falar sobre o Ciência sem Fronteiras – um programa que interessa muito aos jovens. E teve novidades na semana passada, não é, presidenta?
Presidenta: Teve sim, Luciano. A novidade é que nós abrimos, agora em dezembro, inscrições para selecionar 12.500 jovens brasileiros dos cursos de graduação, que vão estudar durante um ano e meio em universidades dos Estados Unidos, da Alemanha, da Itália, do Reino Unido ou da França. Para os Estados Unidos, serão 4.500. Para a Alemanha, 2.500. Para a França, 1.500. E para o Reino Unido, 2.500. Já para a Itália, serão 1.500 bolsas. No dia 02 de janeiro vamos abrir mais 500 vagas para o Canadá. Em fevereiro, faremos outra chamada, desta vez, Luciano, para universidades na Holanda, na Bélgica, Espanha, Portugal, Coreia e Suécia.
Apresentador: O programa está focado em alguma área específica, presidenta?
Presidenta: Está sim, Luciano. A necessidade mais urgente do nosso mercado de trabalho é ampliar a formação na área das engenharias, das ciências exatas, das ciências médicas e da tecnologia de informação. Agora, Luciano, esse é um programa que veio para ficar. Tenho a certeza de que depois desses 101 mil estudantes ou mais, que vamos selecionar até 2014, virão mais outros milhares. Eles vão estudar lá fora e, depois, com os conhecimentos científicos, serão cada vez mais capazes de ajudar o Brasil a ganhar mais produtividade e competitividade. O Ciência sem Fronteiras é um investimento no futuro do Brasil.
Apresentador: O Ciência sem Fronteiras terá bolsas também para pós-graduação?
Presidenta: Terá sim, Luciano. Para o doutorado e pós-doutorado, as inscrições de estudantes brasileiros ficam abertas permanentemente. Vamos ter também bolsas para atrair doutores estrangeiros para vir trabalhar em centros de pesquisa ou empresas aqui no Brasil.
Apresentador: E quanto vai ser investido pelo governo federal nesse programa, presidenta?
Presidenta: O governo federal esta investindo R$ 3,2 bilhões para oferecer essas 75 mil bolsas – é um impulso inédito para a formação científica e tecnológica de nossos jovens numa escala, Luciano, nunca antes vista no nosso país.
Apresentador: Algumas empresas também vão bancar bolsas de estudo no exterior, não é, presidenta?
Presidenta: Isso mesmo, Luciano. A adesão das empresas está sendo um sucesso. Quando nós lançamos o programa, no final de julho propusemos às empresas o desafio de cobrir os custos de 25 mil bolsas. Em menos de cinco meses nós já superamos essa meta – as empresas garantiram 26 mil bolsas – que serão pagas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Febraban, (Federação Brasileira de Bancos), a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base, a Vale, a Petrobras e a Eletrobras.
Apresentador: Mas para estudar no exterior é preciso dominar outro idioma, não é?
Presidenta: Ah, é sim, Luciano. Por isso, nós vamos ajudar os estudantes a superar essa barreira. Primeiro, nossas universidades vão oferecer cursos de línguas, aqui no Brasil, para quem tiver mais de 600 pontos no Enem, e quiser também se candidatar a uma bolsa no exterior. Mas, o mais importante, Luciano, é que iremos levar os estudantes selecionados para o exterior de seis a oito meses antes do início dos cursos, para que eles façam cursos de imersão no idioma do país onde serão bolsistas do Ciência sem Fronteiras.
Apresentador: Qual é o critério para ingressar no programa?
Presidenta: O principal critério é o mérito do estudante, que será medido pela pontuação no Enem. Queremos oferecer oportunidades para os melhores estudantes de todo o Brasil estudarem fora do país, independentemente da renda da família. Para você ver que o mérito não depende da classe social, eu vou te dar um exemplo, o exemplo do estudante Lincoln Barbosa Silva: ele é filho de uma cabeleireira, de uma família simples, Luciano, ele estudou em escola pública e terminou o Ensino Médio em um curso supletivo. Com uma boa nota no Enem, conseguiu uma bolsa do ProUni para um curso superior de desenho industrial no Senac de Santo Amaro, em São Paulo. Mas ele queria mais, o Lincoln se candidatou à primeira chamada do Ciência sem Fronteiras em outubro, e conseguiu uma bolsa no Instituto Rochester, de Nova Iorque. Então, Luciano, os jovens que estão nos ouvindo podem ter certeza de que, com o Ciência sem Fronteiras, daremos oportunidade aos melhores talentos, porque o conhecimento é o que move e muda o mundo.
Apresentador: Presidenta, infelizmente nós estamos chegando ao fim do programa, que é o nosso último Café antes do Natal.
Presidenta: Olha, Luciano, eu queria aproveitar para desejar um Feliz Natal para você e a todos os nossos ouvintes. Mandar um abraço para cada uma das famílias brasileiras. Queria dizer que nós trabalhamos muito neste ano para fazer do Brasil um país cada vez melhor e mais justo. Vamos trabalhar ainda mais. Feliz Natal a todos! E Feliz Natal para você e sua família, Luciano!
Apresentador: Feliz Natal, presidenta! E você que nos ouve pode acessar este programa na internet pelo www.cafe.ebc.com.br. E para mais informações sobre bolsas de estudos no exterior, o endereço é www.cienciasemfronteiras.gov.br. Um Feliz Natal a todos!
por master | 19/12/11 | Ultimas Notícias
Será ironia? O jornalista Ilimar Franco publicou na sua coluna no jornal O Globo: “Diante da rejeição do ex-governador José Serra nas eleições para a prefeitura de S.Paulo, conforme o Datafolha, alguns de seus aliados avaliam que ele deveria considerar concorrer a vereador na capital paulista. Citam como exemplo decisão do ex-prefeito do Rio Cesar Maia. E os casos do ex-senador Arthur Virgílio e do ex-deputado Fernando Gabeira, que estão avaliando recomeçarem como vereadores em Manaus e no Rio”.
Provocação ou possibilidade?
É certo que a comparação com o demo Cesar Maia, o tucano-valentão Arthur Virgilio e o verde-travestido Fernando Gabeira deve incomodar o todo-poderoso Serra. Junto com outros direitistas famosos, como Tasso Jereissati (CE), Marco Maciel (PE) e Heráclito Fortes (PI), eles foram varridos pela onda lulista nas eleições do ano passado e hoje estão no ostracismo.
Já o ex-presidenciável tucano não sai dos jornalões e é cotado para uma nova – a terceira – disputa sucessória. Também é cortejado pelo maroto Aécio Neves para disputar a prefeitura da capital paulista. Diz ainda gozar de certo poder no ninho tucano, mantém estranhos laços com ricos empresários e possui prestígio entre os barões da mídia. Candidato a vereador? Só pode ser provocação!
Sonho presidencial mais distante
Mas não é! Como a própria imprensa constatou nos bastidores do congresso da Juventude do PSDB, neste final de semana, José Serra está cada vez mais isolado no partido. O senador mineiro já seduziu até os “tucaninhos” para o seu projeto presidencial. Na cúpula do partido, o ex-governador virou figura decorativa e é rejeitado por seus pares. Não tem qualquer posto de comando real.
A cada dia, o seu sonho de disputar novamente a Presidência da República fica mais distante. Poucos tucanos ainda acreditam nas suas chances! Na maioria dos estados, Serra já virou carta fora do baralho. As direções estaduais da legenda evitam convidá-lo para qualquer solenidade. Até FHC, o chefão dos tucanos, já andou dizendo que agora é a vez do senador mineiro.
Isolamento em São Paulo
Já em São Paulo, Serra sofre a vingança maligna de Geraldo Alckmin. Traído na disputa da prefeitura da capital em 2008, quando Serra rifou o PSDB e apoiou o ex-demo Gilberto Kassab, o governador dá o troco. Não sobrou nem casinha de cachorro no Palácio dos Bandeirantes. Para piorar, seu fiel aliado, Kassab, abandonou o DEM e criou o PSD, complicando a dobradinha demotucana.
Nas últimas semanas, outras três péssimas notícias para Serra. A pesquisa Datafolha confirmou que a sua rejeição é recorde entre os paulistanos – 35%. Os outros quatro pré-candidatos do PSDB (Bruno Covas, José Aníbal, Andrea Matarazzo e Ricardo Trípoli), mesmo frágeis, agora dizem que não se curvam diante de Serra. O espaço encurtou para ele na briga pela prefeitura da capital.
Corrupção e a bomba do Amaury
Dias antes, seu ex-subchefe da Casa Civil no governo paulista e um dos coordenadores de finanças da sua campanha presidencial, João Faustino, suplente do senador demo Agripino Maia, foi preso, acusado de comandar uma quadrilha que fraudou a inspeção veicular no Rio Grande do Norte. A mídia, sempre tão seletiva, abafou o escândalo, mas ele ainda vai dar muita dor de cabeça.
Por último, a pior das bombas. Tão aguardado, saiu o livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro, com inúmeras e documentadas provas de corrupção contra José Serra – sua filha, seu cunhado, seu primo, seu tesoureiro e outros amiguinhos. A obra desnorteou o ex-todo-poderoso. Ele só conseguiu balbuciar que o livro é “um lixo”, como que confessando as suas sujeiras.
Como se observa, a coisa está feia para Serra. Talvez só sobre mesmo uma vaguinha de vereador, como especulou Ilimar Franco.
por master | 19/12/11 | Ultimas Notícias
Será ironia? O jornalista Ilimar Franco publicou na sua coluna no jornal O Globo: “Diante da rejeição do ex-governador José Serra nas eleições para a prefeitura de S.Paulo, conforme o Datafolha, alguns de seus aliados avaliam que ele deveria considerar concorrer a vereador na capital paulista. Citam como exemplo decisão do ex-prefeito do Rio Cesar Maia. E os casos do ex-senador Arthur Virgílio e do ex-deputado Fernando Gabeira, que estão avaliando recomeçarem como vereadores em Manaus e no Rio”.
Provocação ou possibilidade?
É certo que a comparação com o demo Cesar Maia, o tucano-valentão Arthur Virgilio e o verde-travestido Fernando Gabeira deve incomodar o todo-poderoso Serra. Junto com outros direitistas famosos, como Tasso Jereissati (CE), Marco Maciel (PE) e Heráclito Fortes (PI), eles foram varridos pela onda lulista nas eleições do ano passado e hoje estão no ostracismo.
Já o ex-presidenciável tucano não sai dos jornalões e é cotado para uma nova – a terceira – disputa sucessória. Também é cortejado pelo maroto Aécio Neves para disputar a prefeitura da capital paulista. Diz ainda gozar de certo poder no ninho tucano, mantém estranhos laços com ricos empresários e possui prestígio entre os barões da mídia. Candidato a vereador? Só pode ser provocação!
Sonho presidencial mais distante
Mas não é! Como a própria imprensa constatou nos bastidores do congresso da Juventude do PSDB, neste final de semana, José Serra está cada vez mais isolado no partido. O senador mineiro já seduziu até os “tucaninhos” para o seu projeto presidencial. Na cúpula do partido, o ex-governador virou figura decorativa e é rejeitado por seus pares. Não tem qualquer posto de comando real.
A cada dia, o seu sonho de disputar novamente a Presidência da República fica mais distante. Poucos tucanos ainda acreditam nas suas chances! Na maioria dos estados, Serra já virou carta fora do baralho. As direções estaduais da legenda evitam convidá-lo para qualquer solenidade. Até FHC, o chefão dos tucanos, já andou dizendo que agora é a vez do senador mineiro.
Isolamento em São Paulo
Já em São Paulo, Serra sofre a vingança maligna de Geraldo Alckmin. Traído na disputa da prefeitura da capital em 2008, quando Serra rifou o PSDB e apoiou o ex-demo Gilberto Kassab, o governador dá o troco. Não sobrou nem casinha de cachorro no Palácio dos Bandeirantes. Para piorar, seu fiel aliado, Kassab, abandonou o DEM e criou o PSD, complicando a dobradinha demotucana.
Nas últimas semanas, outras três péssimas notícias para Serra. A pesquisa Datafolha confirmou que a sua rejeição é recorde entre os paulistanos – 35%. Os outros quatro pré-candidatos do PSDB (Bruno Covas, José Aníbal, Andrea Matarazzo e Ricardo Trípoli), mesmo frágeis, agora dizem que não se curvam diante de Serra. O espaço encurtou para ele na briga pela prefeitura da capital.
Corrupção e a bomba do Amaury
Dias antes, seu ex-subchefe da Casa Civil no governo paulista e um dos coordenadores de finanças da sua campanha presidencial, João Faustino, suplente do senador demo Agripino Maia, foi preso, acusado de comandar uma quadrilha que fraudou a inspeção veicular no Rio Grande do Norte. A mídia, sempre tão seletiva, abafou o escândalo, mas ele ainda vai dar muita dor de cabeça.
Por último, a pior das bombas. Tão aguardado, saiu o livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro, com inúmeras e documentadas provas de corrupção contra José Serra – sua filha, seu cunhado, seu primo, seu tesoureiro e outros amiguinhos. A obra desnorteou o ex-todo-poderoso. Ele só conseguiu balbuciar que o livro é “um lixo”, como que confessando as suas sujeiras.
Como se observa, a coisa está feia para Serra. Talvez só sobre mesmo uma vaguinha de vereador, como especulou Ilimar Franco.
por master | 19/12/11 | Ultimas Notícias
Negociar com antecedência o período de férias pode ser a diferença entre ver frustrados os planos para o período de folga ou aproveitar dias de frente para o mar em um lugar paradisíaco. Para fugir dos erros, especialistas em recursos humanos recomendam planejamento às empresas e muita paciência aos trabalhadores.
“O importante é todos manifestarem o desejo (do momento em que pretendem se ausentar). Depois, o gestor vai compatibilizar todas as datas”, diz o diretor de novos serviços e produtos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional), Cezar Tegon.
O levantamento de preferências, segundo ele, deve levar em conta todo o ano. “E a pessoa deve participar da decisão de quando poderá tirar férias. É importante negociar de forma transparente”, completa.
Feita a definição de datas, as empresas devem preparar previamente os colaboradores para a ausência dos colegas, de acordo com a diretora de recruitment services da Business Partners Consulting, Bárbara Will. “Com um mês de antecedência para o funcionário sair de férias, ele pode treinar a pessoa que o substituirá. Isso depende muito da estrutura das áreas da empresa, mas, em cada função, normalmente há pares que podem se alternar.”
A folga de superiores, segundo Bárbara, também pode ser uma oportunidade para que os outros colaboradores mostrem capacidade de assumir responsabilidades adicionais. Já Tegon acredita que o atual momento do mercado – de escassez de mão de obra – dê mais condições de negociação aos trabalhadores: “Hoje, não dá para imaginar que férias não importam”.