NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

Desde 2009, as mulheres representam mais da metade dos médicos brasileiros recém-formados. É o que revela a pesquisa Demografia Médica no Brasil, divulgada hoje (30) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
 Desde 2009, as mulheres representam mais da metade dos médicos brasileiros recém-formados. É o que revela a pesquisa Demografia Médica no Brasil, divulgada hoje (30) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp).
Naquele ano, foram registradas 7.301 novas médicas no país, 50,23% do total. Em 2010, a taxa subiu para 52,4% do total, com 7.634 profissionais mulheres. Elas também são maioria entre os jovens profissionais da categoria com até 29 anos. Em 2011, dos 48.569 médicos nessa faixa etária, 53,3% eram mulheres ante 46,6% de homens.
Para os pesquisadores, a feminização na medicina acompanha o aumento de mulheres na população brasileira em geral e é também uma tendência em outros países. Um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de 2007, revelou que a proporção de mulheres médicas, em 30 países estudados, cresceu 30% entre 1990 e 2005.
No entanto, os homens estão em maior número entre os profissionais em atividade. Dos 351.779 médicos ativos no país, 206.639 são do sexo masculino (58,7%) e 145.140 são do feminino (41,2%). “Ao menos nas próximas décadas, o predomínio dos homens na medicina deve permanecer”, conclui a pesquisa.
Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

China: Os anos dourados para os Brics ainda estão por vir

Por Yue Fubin
Passaram-se dez anos desde o surgimento do conceito de Brics, um período muito curto se comparado com a história da humanidade como um todo. No entanto, a economia e a política mundiais passaram por um tremendo passeio de montanha-russa nesse tempo.
As velhas economias desenvolvidas estão agora perturbadas por crises e estão perdendo seu brilho. Enquanto isso, as nações do grupo Brics estão se desenvolvendo rapidamente e fornecendo grandes contribuições para a economia mundial. Com a formação da nova ordem internacional, os Brics se tornarão uma importante força emergente para ser considerada.
Frota combinadaNotícias relacionadasArtigo: Brasil foi país que mais se beneficiou de sigla BricsBrics não ameaçam hegemonia dos EUA, diz ‘pai’ da teoria do neoliberalismoTópicos relacionadosEconomiaDesde o início do século 21, os potenciais conflitos que borbulhavam por muitos anos se tornaram mais visíveis, e as crises que assolam a situação econômica e política mundial estão ficando mais sérias.
Embora nenhuma guerra em escala mundial tenha sido deflagrada, os conflitos militares regionais nunca pararam. Seguindo-se à tempestade financeira da Ásia, uma crise financeira global foi iniciada pelo distúrbio do subprime dos EUA. Enquanto as pessoas ainda esperam que a crise financeira tenha um fim, a crise da dívida europeia começa a se espalhar.
Enquanto o mundo enfrentava dificuldades políticas e econômicas, os países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China – com seus recursos especiais e vantagens de população e mercado – aproveitaram a oportunidade e intensificaram imensamente os seus respectivos poderes nacionais.

Os quatro integrantes do grupo Bric – Brasil, Rússia, Índia e China – eram como uma frota combinada navegando pelos continentes. Depois que a África do Sul uniu-se ao grupo, os Brics estenderam a sua influência.

Uma década de desenvolvimentoA China precisa intensificar a cooperação com o grupo dos Brics, assim como o grupo precisa da participação chinesa.
A política de reformas que a China adotou nos últimos 30 anos permitiu ao país modificar-se a ponto de ficar irreconhecível – a China do século 21 é completamente diferente da China de 30 anos atrás. Nos últimos dez anos em particular, a China atingiu o que países desenvolvidos atingiram em várias décadas, ou até mesmo séculos.
O PIB da China cresceu de menos de 10 trilhões para quase 40 trilhões de yuans, pulando da 6ª para a 2ª posição no ranking mundial. O seu comércio exterior foi de menos de US$ 500 bilhões para quase US$ 3 trilhões, também chegando a segundo lugar no mundo.
O que é mais importante, a China se transformou de um país que tinha de importar capital, tecnologia e know-how em uma nação que exporta capital e manufaturas, fortalecendo ainda mais a influência do país na arena internacional.
Desafios para a China
Fubin diz que emergentes aproveitaram instabilidade dos países ricos e ganharam importância. No entanto, a China também enfrenta dificuldades no seu desenvolvimento: a apreciação do yuan tem sido muito acelerada, prejudicando as nossas exportações; a dependência das importações de petróleo é muito grande, e a população é imensa.
Existe o problema estrutural de encontrar as pessoas certas para os empregos certos, e a pressão do desemprego é forte. O aumento nos preços da habitação se soma à inflação alta, e o mercado de ações é volátil. O desafio ambiental também é sério.
Nós acreditamos que a China é capaz de resolver estes problemas. Nós temos vantagens especiais, tais como ricos recursos humanos de qualidade crescente, raros recursos naturais e de alta tecnologia e um grande mercado consumidor interno.
Além do mais, a China tem continuamente adotado uma política externa de benefícios mútuos, e mantido uma boa cooperação econômica e política com outros países, incluindo países desenvolvidos e, particularmente, com seus vizinhos. A influência da China no mundo está se fortalecendo, e o papel do país no grupo dos Brics está aumentando.
Boas perspectivasOutros países do grupo dos Brics também estão obtendo rápido progresso. O crescimento anual do PIB da Índia é maior que 6,5%. A Rússia está acordando depois de um período de “choque”. O PIB do Brasil está liderando a América do Sul, e depois que a África do Sul uniu-se ao grupo, o grupo ganhou mais representatividade global.
Nos Brics estão 42% da população do planeta e 30% dos seus territórios. Espera-se que, em 2015, o PIB dos Brics chegue a 22% do PIB mundial.

Com o desenvolvimento de seu poderio econômico, os Brics estão destinados a exercer um papel cada vez maior no cenário internacional.

Yue Fubin é professor da Academia Chinesa de Ciências Sociais e diretor do Instituto Chinês para a Pesquisa Econômica do Carvão, da Universidade Central de Finanças e Economia (China).

Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

China: Os anos dourados para os Brics ainda estão por vir

Por Yue Fubin
Passaram-se dez anos desde o surgimento do conceito de Brics, um período muito curto se comparado com a história da humanidade como um todo. No entanto, a economia e a política mundiais passaram por um tremendo passeio de montanha-russa nesse tempo.
As velhas economias desenvolvidas estão agora perturbadas por crises e estão perdendo seu brilho. Enquanto isso, as nações do grupo Brics estão se desenvolvendo rapidamente e fornecendo grandes contribuições para a economia mundial. Com a formação da nova ordem internacional, os Brics se tornarão uma importante força emergente para ser considerada.
Frota combinadaNotícias relacionadasArtigo: Brasil foi país que mais se beneficiou de sigla BricsBrics não ameaçam hegemonia dos EUA, diz ‘pai’ da teoria do neoliberalismoTópicos relacionadosEconomiaDesde o início do século 21, os potenciais conflitos que borbulhavam por muitos anos se tornaram mais visíveis, e as crises que assolam a situação econômica e política mundial estão ficando mais sérias.
Embora nenhuma guerra em escala mundial tenha sido deflagrada, os conflitos militares regionais nunca pararam. Seguindo-se à tempestade financeira da Ásia, uma crise financeira global foi iniciada pelo distúrbio do subprime dos EUA. Enquanto as pessoas ainda esperam que a crise financeira tenha um fim, a crise da dívida europeia começa a se espalhar.
Enquanto o mundo enfrentava dificuldades políticas e econômicas, os países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China – com seus recursos especiais e vantagens de população e mercado – aproveitaram a oportunidade e intensificaram imensamente os seus respectivos poderes nacionais.

Os quatro integrantes do grupo Bric – Brasil, Rússia, Índia e China – eram como uma frota combinada navegando pelos continentes. Depois que a África do Sul uniu-se ao grupo, os Brics estenderam a sua influência.

Uma década de desenvolvimentoA China precisa intensificar a cooperação com o grupo dos Brics, assim como o grupo precisa da participação chinesa.
A política de reformas que a China adotou nos últimos 30 anos permitiu ao país modificar-se a ponto de ficar irreconhecível – a China do século 21 é completamente diferente da China de 30 anos atrás. Nos últimos dez anos em particular, a China atingiu o que países desenvolvidos atingiram em várias décadas, ou até mesmo séculos.
O PIB da China cresceu de menos de 10 trilhões para quase 40 trilhões de yuans, pulando da 6ª para a 2ª posição no ranking mundial. O seu comércio exterior foi de menos de US$ 500 bilhões para quase US$ 3 trilhões, também chegando a segundo lugar no mundo.
O que é mais importante, a China se transformou de um país que tinha de importar capital, tecnologia e know-how em uma nação que exporta capital e manufaturas, fortalecendo ainda mais a influência do país na arena internacional.
Desafios para a China
Fubin diz que emergentes aproveitaram instabilidade dos países ricos e ganharam importância. No entanto, a China também enfrenta dificuldades no seu desenvolvimento: a apreciação do yuan tem sido muito acelerada, prejudicando as nossas exportações; a dependência das importações de petróleo é muito grande, e a população é imensa.
Existe o problema estrutural de encontrar as pessoas certas para os empregos certos, e a pressão do desemprego é forte. O aumento nos preços da habitação se soma à inflação alta, e o mercado de ações é volátil. O desafio ambiental também é sério.
Nós acreditamos que a China é capaz de resolver estes problemas. Nós temos vantagens especiais, tais como ricos recursos humanos de qualidade crescente, raros recursos naturais e de alta tecnologia e um grande mercado consumidor interno.
Além do mais, a China tem continuamente adotado uma política externa de benefícios mútuos, e mantido uma boa cooperação econômica e política com outros países, incluindo países desenvolvidos e, particularmente, com seus vizinhos. A influência da China no mundo está se fortalecendo, e o papel do país no grupo dos Brics está aumentando.
Boas perspectivasOutros países do grupo dos Brics também estão obtendo rápido progresso. O crescimento anual do PIB da Índia é maior que 6,5%. A Rússia está acordando depois de um período de “choque”. O PIB do Brasil está liderando a América do Sul, e depois que a África do Sul uniu-se ao grupo, o grupo ganhou mais representatividade global.
Nos Brics estão 42% da população do planeta e 30% dos seus territórios. Espera-se que, em 2015, o PIB dos Brics chegue a 22% do PIB mundial.

Com o desenvolvimento de seu poderio econômico, os Brics estão destinados a exercer um papel cada vez maior no cenário internacional.

Yue Fubin é professor da Academia Chinesa de Ciências Sociais e diretor do Instituto Chinês para a Pesquisa Econômica do Carvão, da Universidade Central de Finanças e Economia (China).

Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

Seguro-desemprego cai 30% no PR

Curitiba – As mudanças nas regras do seguro-desemprego fizeram o número de pedidos diminuir nos últimos meses. Levantamento realizado pela Secretaria Estadual de Trabalho e Emprego mostrou que o número de trabalhadores desempregados que recebem o benefício caiu 30% no Paraná. Em setembro, 29.315 trabalhadores foram assegurados e a média deste mês era de 43 mil benefícios. 
O secretário estadual de Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, disse que isso foi possível porque a prioridade está na intermediação da mão de obra do trabalhador e também em função das novas regras para a concessão do seguro. 
O economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Cid Cordeiro, observa que o desemprego vem caindo gradativamente no Estado e no Brasil. Segundo ele, havia informações de que as pessoas saíam do emprego para receber o seguro, voltavam a trabalhar e pediam para não serem registradas em carteira de trabalho para continuarem a receber o benefício. Este foi um dos motivos que levou à criação das novas regras. 
Ele acredita que a taxa de desemprego deve cair ainda mais com o crescimento da economia brasileira. Para este ano, é esperado um crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, para o próximo, de 3,5%. Em 2009, o desemprego no Estado era de 4,6%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, informações preliminares do Censo 2010 apontam para uma taxa de desemprego de 5,02%. Em setembro de 2011, a taxa de desemprego em Curitiba e Região Metroplitana já era de 3,4%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
Para o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná, Denilson Pestana da Costa, a redução nos pedidos de seguro-desemprego é resultado das novas regras e da maior oferta de vagas no Paraná. Segundo ele, só no setor de construção civil as mudanças na concessão de seguro reduziram em 30% as solicitações do benefício. 
Para a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PR), Sônia Gurgel, o aquecimento do mercado de trabalho e as novas restrições para conceder o seguro, foram os motivos que influenciaram na queda de solicitações, o que também ajudou a inibir fraudes. 

Quanto ao futuro do crescimento das vagas no mercado de trabalho, Sônia acredita que tudo vai depender do aquecimento da economia e do aprofundamento da crise internacional.

Mulheres são mais da metade dos médicos recém-formados no Brasil

Seguro-desemprego cai 30% no PR

Curitiba – As mudanças nas regras do seguro-desemprego fizeram o número de pedidos diminuir nos últimos meses. Levantamento realizado pela Secretaria Estadual de Trabalho e Emprego mostrou que o número de trabalhadores desempregados que recebem o benefício caiu 30% no Paraná. Em setembro, 29.315 trabalhadores foram assegurados e a média deste mês era de 43 mil benefícios. 
O secretário estadual de Trabalho, Luiz Claudio Romanelli, disse que isso foi possível porque a prioridade está na intermediação da mão de obra do trabalhador e também em função das novas regras para a concessão do seguro. 
O economista do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Cid Cordeiro, observa que o desemprego vem caindo gradativamente no Estado e no Brasil. Segundo ele, havia informações de que as pessoas saíam do emprego para receber o seguro, voltavam a trabalhar e pediam para não serem registradas em carteira de trabalho para continuarem a receber o benefício. Este foi um dos motivos que levou à criação das novas regras. 
Ele acredita que a taxa de desemprego deve cair ainda mais com o crescimento da economia brasileira. Para este ano, é esperado um crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) e, para o próximo, de 3,5%. Em 2009, o desemprego no Estado era de 4,6%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado, informações preliminares do Censo 2010 apontam para uma taxa de desemprego de 5,02%. Em setembro de 2011, a taxa de desemprego em Curitiba e Região Metroplitana já era de 3,4%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).
Para o presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná, Denilson Pestana da Costa, a redução nos pedidos de seguro-desemprego é resultado das novas regras e da maior oferta de vagas no Paraná. Segundo ele, só no setor de construção civil as mudanças na concessão de seguro reduziram em 30% as solicitações do benefício. 
Para a presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-PR), Sônia Gurgel, o aquecimento do mercado de trabalho e as novas restrições para conceder o seguro, foram os motivos que influenciaram na queda de solicitações, o que também ajudou a inibir fraudes. 

Quanto ao futuro do crescimento das vagas no mercado de trabalho, Sônia acredita que tudo vai depender do aquecimento da economia e do aprofundamento da crise internacional.