por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O Sindicato dos Servidores Municipais de Londrina (Sindserv) vai recorrer ao Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná contra a decisão da 2 Vara da Fazenda Pública, que autoriza o município a descontar os dias parados na greve de 2006. Na semana passada, o juiz Emil Gonçalves julgou improcedente a ação do sindicato e concluiu que o desconto dos dias parados nos vencimentos dos servidores grevistas foi legal. Escreveu o juiz que ”havendo ilegalidade da greve, a ausência dos servidores grevistas pode constar em suas fichas funcionais”. Naquele ano a paralisação durou 106 dias e segundo cálculos divulgados pela categoria, R$ 2,4 milhões é o montante necessário para quitar o pagamento dos trabalhadores.
O núcleo de comunicação da prefeitura divulgou nota afirmando que a decisão impede o pagamento, que, aliás, havia sido anunciado pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) logo quando assumiu, em 2009. No entanto, o presidente do sindicato Marcelo Urbaneja constesta a posição da administração municipal, alegando que a decisão judicial não impõe restrições ao prefeito. ”Além de recorrer ao TJ, vamos também procurá-lo (prefeito) porque entendemos que ele tem a prerrogativa de decidir sobre o pagamento. A Justiça apenas considerou legal os descontos”, afirmou. De acordo com o advogado Vinicius Borba, ”o recurso ao TJ pede o pagamento dos dias parados e uma indenização pela falta de reposição salarial na época”. Segundo o sindicato, esse débito com os servidores estaria hoje acumulado em torno de 37%.
Já o secretário de Governo, Marco Antonio Cito, admitiu receber o sindicato, mas nega a possibilidade de saldar os dias parados neste momento. ”Se o juiz considera legal o desconto, não podemos correr o risco e efetuar o pagamento.”
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O Sindicato dos Servidores Municipais de Londrina (Sindserv) vai recorrer ao Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná contra a decisão da 2 Vara da Fazenda Pública, que autoriza o município a descontar os dias parados na greve de 2006. Na semana passada, o juiz Emil Gonçalves julgou improcedente a ação do sindicato e concluiu que o desconto dos dias parados nos vencimentos dos servidores grevistas foi legal. Escreveu o juiz que ”havendo ilegalidade da greve, a ausência dos servidores grevistas pode constar em suas fichas funcionais”. Naquele ano a paralisação durou 106 dias e segundo cálculos divulgados pela categoria, R$ 2,4 milhões é o montante necessário para quitar o pagamento dos trabalhadores.
O núcleo de comunicação da prefeitura divulgou nota afirmando que a decisão impede o pagamento, que, aliás, havia sido anunciado pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) logo quando assumiu, em 2009. No entanto, o presidente do sindicato Marcelo Urbaneja constesta a posição da administração municipal, alegando que a decisão judicial não impõe restrições ao prefeito. ”Além de recorrer ao TJ, vamos também procurá-lo (prefeito) porque entendemos que ele tem a prerrogativa de decidir sobre o pagamento. A Justiça apenas considerou legal os descontos”, afirmou. De acordo com o advogado Vinicius Borba, ”o recurso ao TJ pede o pagamento dos dias parados e uma indenização pela falta de reposição salarial na época”. Segundo o sindicato, esse débito com os servidores estaria hoje acumulado em torno de 37%.
Já o secretário de Governo, Marco Antonio Cito, admitiu receber o sindicato, mas nega a possibilidade de saldar os dias parados neste momento. ”Se o juiz considera legal o desconto, não podemos correr o risco e efetuar o pagamento.”
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED mostram que, em outubro, o total de desempregados no conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada foi estimado em 2.240 mil pessoas, 122 mil a menos do que no mês anterior. Após seis meses em relativa estabilidade, a taxa de desemprego total diminuiu, ao passar de 10,6%, em setembro, para os atuais 10,1%. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto reduziu-se de 8,1% para 7,7% e a de desemprego oculto variou de 2,5% para 2,4%. A taxa de participação passou de 60,1% para 59,9%, no período em análise.
Em outubro, o nível de ocupação pouco variou (0,3%). A geração de 66 mil ocupações e a saída de 56 mil pessoas da força de trabalho metropolitano resultaram na redução do contingente de desempregados em 122 mil pessoas. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20.040 mil pessoas e a PEA, em 22.280 mil.
A taxa de desemprego total diminuiu na maioria das regiões onde a pesquisa é realizada, à exceção do Distrito Federal e de Salvador, onde permaneceu relativamente estável.
O nível de ocupação aumentou em Recife (2,7%) e, em menor proporção, em São Paulo (0,6%), Distrito Federal (0,6%) e Fortaleza (0,5%). Em contraste, diminuiu em Belo Horizonte (1,4%), Porto Alegre (0,7%) e Salvador (0,4%).
Segundo setor de atividade econômica, no conjunto das regiões, o nível ocupacional aumentou nos Serviços (geração de 78 mil postos de trabalho, ou 0,7%) e na Indústria (44 mil, ou 1,5%) e praticamente compensou as reduções no agregado Outros Setores (24 mil postos de trabalho a menos, ou 1,5%), na Construção Civil (19 mil, ou 1,4%) e no Comércio (13 mil, ou 0,4%).
Em setembro, no conjunto das regiões pesquisadas, cresceram os rendimentos médios reais de ocupados (1,0%) e assalariados (1,8%). Seus valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.387 e R$ 1.445, respectivamente.
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED mostram que, em outubro, o total de desempregados no conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada foi estimado em 2.240 mil pessoas, 122 mil a menos do que no mês anterior. Após seis meses em relativa estabilidade, a taxa de desemprego total diminuiu, ao passar de 10,6%, em setembro, para os atuais 10,1%. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto reduziu-se de 8,1% para 7,7% e a de desemprego oculto variou de 2,5% para 2,4%. A taxa de participação passou de 60,1% para 59,9%, no período em análise.
Em outubro, o nível de ocupação pouco variou (0,3%). A geração de 66 mil ocupações e a saída de 56 mil pessoas da força de trabalho metropolitano resultaram na redução do contingente de desempregados em 122 mil pessoas. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20.040 mil pessoas e a PEA, em 22.280 mil.
A taxa de desemprego total diminuiu na maioria das regiões onde a pesquisa é realizada, à exceção do Distrito Federal e de Salvador, onde permaneceu relativamente estável.
O nível de ocupação aumentou em Recife (2,7%) e, em menor proporção, em São Paulo (0,6%), Distrito Federal (0,6%) e Fortaleza (0,5%). Em contraste, diminuiu em Belo Horizonte (1,4%), Porto Alegre (0,7%) e Salvador (0,4%).
Segundo setor de atividade econômica, no conjunto das regiões, o nível ocupacional aumentou nos Serviços (geração de 78 mil postos de trabalho, ou 0,7%) e na Indústria (44 mil, ou 1,5%) e praticamente compensou as reduções no agregado Outros Setores (24 mil postos de trabalho a menos, ou 1,5%), na Construção Civil (19 mil, ou 1,4%) e no Comércio (13 mil, ou 0,4%).
Em setembro, no conjunto das regiões pesquisadas, cresceram os rendimentos médios reais de ocupados (1,0%) e assalariados (1,8%). Seus valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.387 e R$ 1.445, respectivamente.
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
Nesta quarta-feira (30), a Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou, entre outras proposições, o requerimento da deputada Flávia Moraes (PDT-GO), que solicita a realização de audiência pública para debater o tema – Saúde do Trabalhador.
Regulamentação de profissão
O relator da matéria é o deputado Mauro Nazif (PSB-RO), que apresentou parecer favorável. A proposição segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça.
Foi aprovado também, o parecer ao PL 1.872/07, do deputado Edinho Bez (PMDB-SC), que acrescenta dispositivo à Lei nº 6.530/78, a fim de dispor sobre o corretor de imóveis associado, isto é, regulamenta a profissão.
O relator, deputado Laercio Oliveira (PR-SE), apresentou parecer favorável do projeto, quando a emenda apresentada pela comissão, concorda parcialmente.
O texto já foi aprovado pela Comissão de Desenvolvimento Econômico e agora, será apreciado na Comissão de Constituição e Justiça.
Aprovado o parecer ao PL 1.025/11, do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), que visa a regulamentação do exercício da profissão de físico e dá outras providências.