por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou nesta quarta (30), em Brasília (DF), um relatório sobre a situação dos adolescentes brasileiros. Na área da educação, o órgão aponta que 20% dos adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola, em uma faixa etária que abrange praticamente todo o ensino médio. Quando analisada a faixa de 6 e 14 anos a situação é mais tranquila, com apenas 3% fora da escola.
O relatório analisa a situação de meninas e meninos de 12 a 17 anos a partir da evolução de 10 indicadores entre 2004 e 2009. O documento também traz uma análise das políticas públicas desenvolvidas no Brasil e propõe um conjunto de ações a serem tomadas para garantir a realização dos direitos de todos e de cada adolescente.
Vivem hoje no Brasil 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos (incompletos), o que equivale a 11% da população brasileira. Na área da educação, o Unicef propõe como uma ação imediata o estabelecimento de um plano específico no Plano Nacional de Educação (PNE) para os adolescentes fora da escola, em risco de evasão ou retidos no ensino fundamental. O PNE estabelece 20 metas para a educação brasileira nos próximos dez anos e é analisado na Câmara dos Deputados.
“O Unicef quer propor um novo olhar. Um olhar que reconheça que os adolescentes são um grupo em si. Ou seja, não são crianças grandes, nem futuros adultos. São sujeitos, com direitos específicos, vivendo uma fase extraordinária de sua vida”, disse Marie-Pierre Poirier, representante do Unicef no Brasil.
Violência
Em relação aos homícidios, o Unicef aponta que, em 2009, a taxa de mortalidade entre adolescentes de 15 a 19 anos era de 43,2 para cada grupo de 100 mil adolescentes, enquanto a média para a população como um todo era de 20 homicídios para cada 100 mil.
O documento também diz que, entre os adolescentes, alguns sofrem essas violações de forma mais severa. Isso faz com que um adolescente negro tenha quase quatro vezes mais risco de ser assassinado do que um adolescente branco. Também mostra que um adolescente indígena tem três vezes mais possibilidade de ser analfabeto do que os adolescentes em geral.
Já o indicador da extrema pobreza entre os adolescentes, por exemplo, registrou um pequeno aumento, enquanto a tendência na população geral é de queda. De acordo com o Unicef, isso significa que houve um aumento da representação dos adolescentes na população pobre.
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O Sindicato dos Servidores Municipais de Londrina (Sindserv) vai recorrer ao Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná contra a decisão da 2 Vara da Fazenda Pública, que autoriza o município a descontar os dias parados na greve de 2006. Na semana passada, o juiz Emil Gonçalves julgou improcedente a ação do sindicato e concluiu que o desconto dos dias parados nos vencimentos dos servidores grevistas foi legal. Escreveu o juiz que ”havendo ilegalidade da greve, a ausência dos servidores grevistas pode constar em suas fichas funcionais”. Naquele ano a paralisação durou 106 dias e segundo cálculos divulgados pela categoria, R$ 2,4 milhões é o montante necessário para quitar o pagamento dos trabalhadores.
O núcleo de comunicação da prefeitura divulgou nota afirmando que a decisão impede o pagamento, que, aliás, havia sido anunciado pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) logo quando assumiu, em 2009. No entanto, o presidente do sindicato Marcelo Urbaneja constesta a posição da administração municipal, alegando que a decisão judicial não impõe restrições ao prefeito. ”Além de recorrer ao TJ, vamos também procurá-lo (prefeito) porque entendemos que ele tem a prerrogativa de decidir sobre o pagamento. A Justiça apenas considerou legal os descontos”, afirmou. De acordo com o advogado Vinicius Borba, ”o recurso ao TJ pede o pagamento dos dias parados e uma indenização pela falta de reposição salarial na época”. Segundo o sindicato, esse débito com os servidores estaria hoje acumulado em torno de 37%.
Já o secretário de Governo, Marco Antonio Cito, admitiu receber o sindicato, mas nega a possibilidade de saldar os dias parados neste momento. ”Se o juiz considera legal o desconto, não podemos correr o risco e efetuar o pagamento.”
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
O Sindicato dos Servidores Municipais de Londrina (Sindserv) vai recorrer ao Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná contra a decisão da 2 Vara da Fazenda Pública, que autoriza o município a descontar os dias parados na greve de 2006. Na semana passada, o juiz Emil Gonçalves julgou improcedente a ação do sindicato e concluiu que o desconto dos dias parados nos vencimentos dos servidores grevistas foi legal. Escreveu o juiz que ”havendo ilegalidade da greve, a ausência dos servidores grevistas pode constar em suas fichas funcionais”. Naquele ano a paralisação durou 106 dias e segundo cálculos divulgados pela categoria, R$ 2,4 milhões é o montante necessário para quitar o pagamento dos trabalhadores.
O núcleo de comunicação da prefeitura divulgou nota afirmando que a decisão impede o pagamento, que, aliás, havia sido anunciado pelo prefeito Barbosa Neto (PDT) logo quando assumiu, em 2009. No entanto, o presidente do sindicato Marcelo Urbaneja constesta a posição da administração municipal, alegando que a decisão judicial não impõe restrições ao prefeito. ”Além de recorrer ao TJ, vamos também procurá-lo (prefeito) porque entendemos que ele tem a prerrogativa de decidir sobre o pagamento. A Justiça apenas considerou legal os descontos”, afirmou. De acordo com o advogado Vinicius Borba, ”o recurso ao TJ pede o pagamento dos dias parados e uma indenização pela falta de reposição salarial na época”. Segundo o sindicato, esse débito com os servidores estaria hoje acumulado em torno de 37%.
Já o secretário de Governo, Marco Antonio Cito, admitiu receber o sindicato, mas nega a possibilidade de saldar os dias parados neste momento. ”Se o juiz considera legal o desconto, não podemos correr o risco e efetuar o pagamento.”
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED mostram que, em outubro, o total de desempregados no conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada foi estimado em 2.240 mil pessoas, 122 mil a menos do que no mês anterior. Após seis meses em relativa estabilidade, a taxa de desemprego total diminuiu, ao passar de 10,6%, em setembro, para os atuais 10,1%. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto reduziu-se de 8,1% para 7,7% e a de desemprego oculto variou de 2,5% para 2,4%. A taxa de participação passou de 60,1% para 59,9%, no período em análise.
Em outubro, o nível de ocupação pouco variou (0,3%). A geração de 66 mil ocupações e a saída de 56 mil pessoas da força de trabalho metropolitano resultaram na redução do contingente de desempregados em 122 mil pessoas. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20.040 mil pessoas e a PEA, em 22.280 mil.
A taxa de desemprego total diminuiu na maioria das regiões onde a pesquisa é realizada, à exceção do Distrito Federal e de Salvador, onde permaneceu relativamente estável.
O nível de ocupação aumentou em Recife (2,7%) e, em menor proporção, em São Paulo (0,6%), Distrito Federal (0,6%) e Fortaleza (0,5%). Em contraste, diminuiu em Belo Horizonte (1,4%), Porto Alegre (0,7%) e Salvador (0,4%).
Segundo setor de atividade econômica, no conjunto das regiões, o nível ocupacional aumentou nos Serviços (geração de 78 mil postos de trabalho, ou 0,7%) e na Indústria (44 mil, ou 1,5%) e praticamente compensou as reduções no agregado Outros Setores (24 mil postos de trabalho a menos, ou 1,5%), na Construção Civil (19 mil, ou 1,4%) e no Comércio (13 mil, ou 0,4%).
Em setembro, no conjunto das regiões pesquisadas, cresceram os rendimentos médios reais de ocupados (1,0%) e assalariados (1,8%). Seus valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.387 e R$ 1.445, respectivamente.
por master | 01/12/11 | Ultimas Notícias
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego – PED mostram que, em outubro, o total de desempregados no conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada foi estimado em 2.240 mil pessoas, 122 mil a menos do que no mês anterior. Após seis meses em relativa estabilidade, a taxa de desemprego total diminuiu, ao passar de 10,6%, em setembro, para os atuais 10,1%. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto reduziu-se de 8,1% para 7,7% e a de desemprego oculto variou de 2,5% para 2,4%. A taxa de participação passou de 60,1% para 59,9%, no período em análise.
Em outubro, o nível de ocupação pouco variou (0,3%). A geração de 66 mil ocupações e a saída de 56 mil pessoas da força de trabalho metropolitano resultaram na redução do contingente de desempregados em 122 mil pessoas. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 20.040 mil pessoas e a PEA, em 22.280 mil.
A taxa de desemprego total diminuiu na maioria das regiões onde a pesquisa é realizada, à exceção do Distrito Federal e de Salvador, onde permaneceu relativamente estável.
O nível de ocupação aumentou em Recife (2,7%) e, em menor proporção, em São Paulo (0,6%), Distrito Federal (0,6%) e Fortaleza (0,5%). Em contraste, diminuiu em Belo Horizonte (1,4%), Porto Alegre (0,7%) e Salvador (0,4%).
Segundo setor de atividade econômica, no conjunto das regiões, o nível ocupacional aumentou nos Serviços (geração de 78 mil postos de trabalho, ou 0,7%) e na Indústria (44 mil, ou 1,5%) e praticamente compensou as reduções no agregado Outros Setores (24 mil postos de trabalho a menos, ou 1,5%), na Construção Civil (19 mil, ou 1,4%) e no Comércio (13 mil, ou 0,4%).
Em setembro, no conjunto das regiões pesquisadas, cresceram os rendimentos médios reais de ocupados (1,0%) e assalariados (1,8%). Seus valores monetários passaram a equivaler a R$ 1.387 e R$ 1.445, respectivamente.