NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta segunda-feira as condições do Brasil de reagir aos efeitos da crise econômica internacional e manter seu crescimento mesmo diante das turbulências externas.
 
‘Chegou o momento em que o Brasil amadureceu, nós amadurecemos economicamente, somos um país que sabemos crescer, manter a estabilidade’, disse Dilma durante assinatura do contrato de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
 
Dilma voltou a citar a crise internacional como momento de ‘oportunidade’ para o país e pediu novamente para que brasileiros sigam consumindo e as empresas mantenham a produção.
 
‘Diante dessa crise, o Brasil tem todas as condições de continuar crescendo, o seu povo continuar consumindo, as suas empresas produzindo’, disse.
 
A fala de Dilma reforça seus últimos discursos, nos quais tem defendido o mercado interno brasileiro e a solidez fiscal como ferramentas do Brasil para amenizar os efeitos da crise.
 
O governo também vem estimulando a economia por meio da política monetária, com reduções na taxa básica de juros.
 
Dilma reafirmou as condições do país de garantir crédito às empresas, com as reservas internacionais brasileiras e o depósito compulsório dos bancos no Banco Central.
 
Citou também uma inflação ‘progressivamente caminhando’ para o centro da meta e uma política fiscal ‘séria’.
 
O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é o primeiro terminal leiloado à iniciativa privada no Brasil.
 
O governo já anunciou que irá conceder outros três terminais – Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília – já saturados, como parte das melhorias em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014.
 
(Por Hugo Bachega, em Brasília; Edição de Eduardo Simões)
 
Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

A presidente Dilma Rousseff reafirmou nesta segunda-feira as condições do Brasil de reagir aos efeitos da crise econômica internacional e manter seu crescimento mesmo diante das turbulências externas.
 
‘Chegou o momento em que o Brasil amadureceu, nós amadurecemos economicamente, somos um país que sabemos crescer, manter a estabilidade’, disse Dilma durante assinatura do contrato de concessão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN).
 
Dilma voltou a citar a crise internacional como momento de ‘oportunidade’ para o país e pediu novamente para que brasileiros sigam consumindo e as empresas mantenham a produção.
 
‘Diante dessa crise, o Brasil tem todas as condições de continuar crescendo, o seu povo continuar consumindo, as suas empresas produzindo’, disse.
 
A fala de Dilma reforça seus últimos discursos, nos quais tem defendido o mercado interno brasileiro e a solidez fiscal como ferramentas do Brasil para amenizar os efeitos da crise.
 
O governo também vem estimulando a economia por meio da política monetária, com reduções na taxa básica de juros.
 
Dilma reafirmou as condições do país de garantir crédito às empresas, com as reservas internacionais brasileiras e o depósito compulsório dos bancos no Banco Central.
 
Citou também uma inflação ‘progressivamente caminhando’ para o centro da meta e uma política fiscal ‘séria’.
 
O aeroporto de São Gonçalo do Amarante é o primeiro terminal leiloado à iniciativa privada no Brasil.
 
O governo já anunciou que irá conceder outros três terminais – Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília – já saturados, como parte das melhorias em infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014.
 
(Por Hugo Bachega, em Brasília; Edição de Eduardo Simões)
 
25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

violencia-contra-a-mulherEm 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal – conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher.

Não é um momento de comemorarmos, mas de nos perguntar: por que precisamos falar da violência contra a mulher em pleno século 21? É uma pena, mas devemos aproveitar este momento para ficarmos vigilantes e atentos ao que tem sido feito para minimizar a desigualdade entre os sexos em nosso país.

Um importante avanço em 2006 foi a promulgação da Lei Maria da Penha, que aumenta o rigor na punição de agressões domésticas e familiares. Para que tal lei não seja letra morta, duas coisas são fundamentais: ela ser propagandeada entre a população e a criação de delegacias especializadas, juizados e instrumentos desse tipo.

Avançamos a passos lentos. São 84 novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) desde o início da Lei até agora, sendo 491 em todo o Brasil e 13 no Paraná, segundo dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal (SPM). Como este número é pequeno, muitos casos acabam nas delegacias comuns e é frequente que as agredidas sejam desqualificadas por juízes e policiais quando vão dar queixa.

 

(mais…)

25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

25/11: Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher

violencia-contra-a-mulherEm 25 de novembro de 1960 as irmãs dominicanas Patria, Minerva de Maria Mirabal – conhecidas como Las Mariposas – foram brutalmente assassinadas por fazerem oposição à ditadura militar daquele país. Para marcar o sacrifício destas e de tantas outras mulheres guerreiras a data foi instituída pela ONU em 2009 como Dia Internacional da Eliminação da Violência Contra a Mulher.

Não é um momento de comemorarmos, mas de nos perguntar: por que precisamos falar da violência contra a mulher em pleno século 21? É uma pena, mas devemos aproveitar este momento para ficarmos vigilantes e atentos ao que tem sido feito para minimizar a desigualdade entre os sexos em nosso país.

Um importante avanço em 2006 foi a promulgação da Lei Maria da Penha, que aumenta o rigor na punição de agressões domésticas e familiares. Para que tal lei não seja letra morta, duas coisas são fundamentais: ela ser propagandeada entre a população e a criação de delegacias especializadas, juizados e instrumentos desse tipo.

Avançamos a passos lentos. São 84 novas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM) desde o início da Lei até agora, sendo 491 em todo o Brasil e 13 no Paraná, segundo dados da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Governo Federal (SPM). Como este número é pequeno, muitos casos acabam nas delegacias comuns e é frequente que as agredidas sejam desqualificadas por juízes e policiais quando vão dar queixa.

 

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Brasil tem condições de continuar crescendo com crise, diz Dilma

Palavra do Presidente

Tem momentos em que a gente para e olha com atenção o trabalho que vem construindo e vê com alegria e satisfação que as coisas caminham para o caminho certo. Nossa plenária foi um sinal disso. Mais de 150 dirigentes de todo o estado reunidos, trocando experiência e debatendo os rumos da nossa entidade. Essa disposição toda é uma demonstração de que não somos uma central de uma pessoa ou de um grupo fechado, mas que é construída na base, cotidianamente, por companheiras e companheiros de todo o estado.

Não é por acaso que hoje temos a necessidade de criar secretarias para o funcionalismo público, metalúrgicos, trabalhadores e setor de alimentação. É mais uma prova de que nosso trabalho está se ampliando e é para marcar isso que dedicamos um texto desta edição em especial para os funcionários do serviço público, falando de sua importância e convidando-os a somarem nessa luta.

Uma importante caminhada que traçamos foi a participação nas Conferências Macrorregionais do Trabalho Decente. Novamente em todo o estado nossos sindicatos marcaram presença e alcançamos uma delegação imponente: seremos 30% dos delegados representantes de trabalhadores na Conferência Estadual. Relatamos aqui também a audiência organizada pelo FST e CFT na Assembleia Legislativa do Estado do Paraná para marcar a defesa da CLT.

E como a tarefa de uma central é abranger todas as lutas dos trabalhadores, lembramos aqui duas datas que não podem passar batidas: o Dia da Consciência Negra e o Dia Internacional de Combate à Violência Contra a Mulher. Apesar de parecerem questões específicas, para nós são temas que devem estar na agenda de todo trabalhador e sindicalista. Seguimos com desafios, como a luta para a consolidação do mínimo regional, mas com segurança de saber que não estamos sozinhos nestas batalhas.