por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Pesquisa aponta falta de comunicação entre mercado de trabalho e instituições de ensino; para Acil, é preciso ”alinhar demandas”
Sobram vagas, há demanda, mas falta comunicação entre mercado de trabalho e instituições de ensino superior. Esta é a realidade londrinense com relação ao mercado de trabalho para os formandos. Os dados são da ”Pesquisa sobre limitação do mercado de mão de obra para os novos profissionais e necessidade de mão de obra qualificada”, encomendada pelo Núcleo de Desenvolvimento Empresarial de Londrina, cujos resultados foram apresentados ontem na sede da Associação Comercial de Industrial de Londrina (Acil). Conforme o estudo, 26,3% das empresas locais, o que corresponde a um universo de aproximadamente sete mil estabelecimentos, têm vagas disponíveis.
De acordo com o professor José Gonçalves Vicente, coordenador do estudo, no geral, falta diálogo entre as universidades e as empresas. ”Na verdade, é muito tênue o conhecimento que o mercado tem do que as instituições de ensino superior estão fazendo aqui e também, da mesma forma, é tênue o conhecimento que as universidades têm sobre as necessidades do mercado”, observou. ”Por isso, aproximadamente 27% das empresas de Londrina estão sedentas de mão de obra, principalmente a qualificada, e não sabem onde buscar”, completou.
Segundo a pesquisa, em contrapartida, 23,4% dos universitários afirmam ter interesse em trabalhar nos próximos seis meses. ”Dentro das universidades temos mais de 7 mil alunos formados por ano, e grande parte deles não sabe onde buscar trabalho”, disse. ”Existe a mão de obra dentro das universidades, existe o mercado que está esperando esta mão de obra e eles não se conversam.”
Ainda conforme o professor, boa parte dos alunos que se formam em Londrina não se sente preparada para assumir os cargos abertos pelas empresas justamente pela desinformação existente entre a universidade e o mercado. ”Essa mão de obra pode estar dentro das universidades, mas o mercado não sabe e as instuições, por sua vez, também desconhecem quem está precisando de funcionário”, relatou.
Para melhorar o relacionamento entre as empresas e as instituições de ensino superior, Vicente sugere que seja feito o casamento entre as duas partes, buscando exemplos de fora para aprender a fazer essa junção. ”Falta humildade suficiente para isso. Houve tentativas passadas, mas que até hoje não deram resultado”, disse.
De acordo com o presidente da Acil, Nivaldo Benvenho, os problemas ”já serão colocados à mesa” para que as empresas e as universidades tomem as providências necessárias para resolver a falta de convergência. Ele avalia que a falta de comunicação se deve à correria do dia a dia tanto de quem forma quanto de quem recebe os profissionais, ”o que acaba resultando em menor atenção para alinhar as demandas”.
”Vamos aguardar um período para que os resultados individuais sejam analisados, então, vamos sentar novamente e traçar as estratégias que promovam mais desenvolvimento para ambos”. Uma das sugestões é trabalhar em conjunto com as entidades e instituições de ensino por meio de um banco de dados coletivo.
A pesquisa ouviu 1.201 alunos formandos da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Norte do Paraná (Unopar), Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR) e Faculdade Pitágoras. Também participaram empresários dos setores de serviço (411), comércio (190) e indústria (43), além de 29 entidades.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Pesquisa aponta falta de comunicação entre mercado de trabalho e instituições de ensino; para Acil, é preciso ”alinhar demandas”
Sobram vagas, há demanda, mas falta comunicação entre mercado de trabalho e instituições de ensino superior. Esta é a realidade londrinense com relação ao mercado de trabalho para os formandos. Os dados são da ”Pesquisa sobre limitação do mercado de mão de obra para os novos profissionais e necessidade de mão de obra qualificada”, encomendada pelo Núcleo de Desenvolvimento Empresarial de Londrina, cujos resultados foram apresentados ontem na sede da Associação Comercial de Industrial de Londrina (Acil). Conforme o estudo, 26,3% das empresas locais, o que corresponde a um universo de aproximadamente sete mil estabelecimentos, têm vagas disponíveis.
De acordo com o professor José Gonçalves Vicente, coordenador do estudo, no geral, falta diálogo entre as universidades e as empresas. ”Na verdade, é muito tênue o conhecimento que o mercado tem do que as instituições de ensino superior estão fazendo aqui e também, da mesma forma, é tênue o conhecimento que as universidades têm sobre as necessidades do mercado”, observou. ”Por isso, aproximadamente 27% das empresas de Londrina estão sedentas de mão de obra, principalmente a qualificada, e não sabem onde buscar”, completou.
Segundo a pesquisa, em contrapartida, 23,4% dos universitários afirmam ter interesse em trabalhar nos próximos seis meses. ”Dentro das universidades temos mais de 7 mil alunos formados por ano, e grande parte deles não sabe onde buscar trabalho”, disse. ”Existe a mão de obra dentro das universidades, existe o mercado que está esperando esta mão de obra e eles não se conversam.”
Ainda conforme o professor, boa parte dos alunos que se formam em Londrina não se sente preparada para assumir os cargos abertos pelas empresas justamente pela desinformação existente entre a universidade e o mercado. ”Essa mão de obra pode estar dentro das universidades, mas o mercado não sabe e as instuições, por sua vez, também desconhecem quem está precisando de funcionário”, relatou.
Para melhorar o relacionamento entre as empresas e as instituições de ensino superior, Vicente sugere que seja feito o casamento entre as duas partes, buscando exemplos de fora para aprender a fazer essa junção. ”Falta humildade suficiente para isso. Houve tentativas passadas, mas que até hoje não deram resultado”, disse.
De acordo com o presidente da Acil, Nivaldo Benvenho, os problemas ”já serão colocados à mesa” para que as empresas e as universidades tomem as providências necessárias para resolver a falta de convergência. Ele avalia que a falta de comunicação se deve à correria do dia a dia tanto de quem forma quanto de quem recebe os profissionais, ”o que acaba resultando em menor atenção para alinhar as demandas”.
”Vamos aguardar um período para que os resultados individuais sejam analisados, então, vamos sentar novamente e traçar as estratégias que promovam mais desenvolvimento para ambos”. Uma das sugestões é trabalhar em conjunto com as entidades e instituições de ensino por meio de um banco de dados coletivo.
A pesquisa ouviu 1.201 alunos formandos da Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Norte do Paraná (Unopar), Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR) e Faculdade Pitágoras. Também participaram empresários dos setores de serviço (411), comércio (190) e indústria (43), além de 29 entidades.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Antiga pedreira no Distrito Industrial será desativada.
Materiais serão separados e geradores de lixo instalados no novo local.
Uberaba vai ganhar um novo ponto para descarte de sobras da construção civil e o local atual, a Pedreira de Léia, será adaptada. As mudanças foram discutidas numa audiência realizada nesta quarta-feira (9) no Centro Administrativo da Prefeitura. Vários empresários do ramo de coleta de materiais descartados da construção civil participaram da reunião.
A pedreira, que hoje recebe todo tipo de resíduo, está com os dias contados. O Ministério Público informou que fez a intervenção por entender que a área está saturada e não suporta mais receber resíduos industriais. Assim que o local for desativado terá início o plano de recuperação da área degradada da Pedreira de Léa. Já o novo aterro industrial ficará em um terreno na Avenida Filomena Cartafina.
Atualmente são produzidos mais de 30 mil metros cúbicos de resíduos por mês, o que representa mais de 200 caçambas por dia. Agora os materiais serão separados e os geradores com mais de um metro cúbico de lixo estarão no novo local. Já os ecopontos vão continuar recebendo resíduos em menor quantidade.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Antiga pedreira no Distrito Industrial será desativada.
Materiais serão separados e geradores de lixo instalados no novo local.
Uberaba vai ganhar um novo ponto para descarte de sobras da construção civil e o local atual, a Pedreira de Léia, será adaptada. As mudanças foram discutidas numa audiência realizada nesta quarta-feira (9) no Centro Administrativo da Prefeitura. Vários empresários do ramo de coleta de materiais descartados da construção civil participaram da reunião.
A pedreira, que hoje recebe todo tipo de resíduo, está com os dias contados. O Ministério Público informou que fez a intervenção por entender que a área está saturada e não suporta mais receber resíduos industriais. Assim que o local for desativado terá início o plano de recuperação da área degradada da Pedreira de Léa. Já o novo aterro industrial ficará em um terreno na Avenida Filomena Cartafina.
Atualmente são produzidos mais de 30 mil metros cúbicos de resíduos por mês, o que representa mais de 200 caçambas por dia. Agora os materiais serão separados e os geradores com mais de um metro cúbico de lixo estarão no novo local. Já os ecopontos vão continuar recebendo resíduos em menor quantidade.
por master | 10/11/11 | Ultimas Notícias
Seleção para nove funções será realizada neste sábado.
Salário base oferecido é de até R$ 1.105,65.
Um mutirão de contratações vai oferecer 800 vagas de trabalho para 13 obras em Manaus. A seleção será feita neste sábado (12) das 8h às 14h, na Escola Municipal Francisca Gomes Mendes, na Rua Belorizonte 1000, no CDC da Compensa, Zona Oeste.
As oportunidades são para pedreiros, carpinteiros, ferreiros, eletricistas, bombeiros hidráulicos, além de azulejistas, gesseiros, ceramistas e ladrilheiros. Os candidatos devem levar documentos como identidade, PIS, CPF e carteira de trabalho.
Segundo a consultora regional de Recursos Humanos da construtora responsável pelas contratações, Socorro Vieira, a escolaridade mínima exigida é o Ensino Fundamental completo. Os salários variam de acordo com as funções: o salário base para carpinteiro, ferreiro armador, bombeiro hidráulico e gesseiro é de R$ 906,35. Para eletricista predial, azulejista e pedreiro, o salário base é de R$ 1.105,65.
Além de benefícios como alimentação e seguro de vida, os contratados ainda terão participação nos lucros da empresa e a oportunidade de fazer treinamentos e cursos de capacitação. Os candidatos participam de um processo seletivo, com analise de experiência e entrevista técnica.
No primeiro mutirão realizado pela empresa, realizado no dia 8 de outubro, cerca de 165 profissionais foram contratados.