NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

NCST/PR realiza nesta quinta (20/07), evento: UMA CONVERSA DEMOCRÁTICA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO SINDICAL na sede da FETRACONSPAR

NCST/PR realiza nesta quinta (20/07), evento: UMA CONVERSA DEMOCRÁTICA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO SINDICAL na sede da FETRACONSPAR

A Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), realiza nesta quinta-feira(20 de julho de 2023), às 14 horas, na sede da FETRACONSPAR o evento: UMA CONVERSA DEMOCRÁTICA SOBRE O FUTURO DO MOVIMENTO SINDICAL na sede da FETRACONSPAR.

O objetivo deste encontro é debater e esclarecer sobre a última versão de um documento que trata de uma possível reforma sindical apresentado pelo coordenador do Fórum das Centrais. A NCST, após várias reuniões com sua diretoria e estaduais, se coloca contra a proposta nos termos apresentados. Será uma oportunidade para discutir a construção de um documento que permita abrir um diálogo ‘democrático real’ entre todas as entidades sindicais, sem prejudicar ninguém. A Nova Central quer esclarecer as bases sobre o quão nefasto é esse projeto, que caso avance, trará prejuízos para sindicatos, federações, confederações e, especialmente, as trabalhadoras e trabalhadores brasileiros

Além disso, durante o evento, o Presidente da NCST, Moacyr Auersvald e o assessor jurídico da NCST, Cristiano Meira irão compartilhar informações e análises acerca dos eventos já realizados em outras regiões do país. Até o momento, a NCST já percorreu os estados do Nordeste e Sudeste, chegando agora a vez os estados da região sul.

Ressaltamos que a maratona de eventos está sendo apoiada pelas entidades sindicais filiadas à NCST, incluindo Confederações (CNTI, CSPB, CNTTT, CNTEEC e CONTRATUH), Federações e Sindicatos, bem como pelo FST – Fórum Sindical de Trabalhadores.

Contamos com a participação ativa de todos os dirigentes sindicais do estado do Paraná neste evento fundamental para a defesa dos direitos dos trabalhadores brasileiros. Precisamos do apoio de cada um para barrar o avanço desse projeto de reforma sindical e priorizar a revisão da Reforma Trabalhista que retirou direitos essenciais.

Fonte: NCST/PR

O aumento da renda global e da renda per capita dos países entre 1980 e 2023. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

O aumento da renda global e da renda per capita dos países entre 1980 e 2023. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Crescimento demográfico e econômico desregrado é insustentável em termos ecológicos e é injusto em termos sociais.

O artigo é de José Eustáquio Diniz Alves, doutor em Demografia, em artigo publicado por Ecodebate, 19-07-2023.

Eis o artigo.

O crescimento da população e da economia tem sido uma constante desde o início da Revolução Industrial e Energética do final do século XVIII. O gráfico abaixo, com dados do FMI, mostra que no período entre 1980 e 2023 a população mundial passou de 4,4 bilhões para 8,1 bilhões de habitantes (um crescimento de 80%), o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 3,5 vezes (250%) e a renda per capita também cresceu 80%.

O aumento das atividades antrópicas são responsáveis pela elevação da Pegada Ecológica e a redução da biocapacidade do Planeta. Portanto, o déficit ecológico aumentou e este fenômeno se generalizou para quase todos os países.

Crescimento da economia, da população e da renda per capita mundial: 1980-2023

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

tabela abaixo mostra a distribuição de 192 países segundo faixas de renda para os anos de 1980 e 2023 (os dados de 1980 representam uma média da década ou o último dado disponível). Chama a atenção que havia 25 países de renda alta (de US$ 30 mil ou mais) em 1980 e este número subiu para 59 países em 2023. O número de países de renda média não se alterarou muito, mas o número de países de baixa renda diminuiu de 113 países para 75 países.

Número de países por faixa de renda (preços constantes em ppp): 1980 e 2023

Faixas de renda 1980 2023
Alta (US$ 30 mil e +) 25 39
Média alta (De US$ 20 mil a US$ 29,9 mil) 14 14
Média baixa (De US$ 10 mil a US$ 19,9 mil) 40 44
Baixa (até US$ 9,9 mil) 113 75
Total de países 192 192

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

As 5 tabelas abaixo mostram os 192 países por faixas de renda por volta do ano de 1980 e em 2023. As tabelas indicam os países que subiram na faixa de renda, se mantiveram ou caíram (como no caso da Líbia e da Venezuela). Embora o número de países ricos tenha aumentado, há muitas nações presas na armadilha da pobreza ou na armadilha da renda média.

Renda per capita (preços constantes, poder de paridade de compra), por faixas de renda: 1980 e 2023

Ordem

Países

1980

1980

2023

2023

1

Ireland

21.736,11

Média alta

>

118.442,66

Alta

2

Luxembourg

52.010,58

Alta

=

116.235,16

Alta

3

Singapore

27.815,01

Média alta

=

109.223,41

Alta

4

Qatar

97.934,87

Alta

=

101.832,05

Alta

5

Macao SAR

50.000,00

Alta

=

73.056,34

Alta

6

United Arab Emirates

121.655,79

Alta

=

71.965,69

Alta

7

Switzerland

50.604,15

Alta

=

71.754,94

Alta

8

Norway

37.530,33

Alta

=

67.424,80

Alta

9

United States

35.344,07

Alta

=

65.287,54

Alta

10

San Marino

80.000,00

Alta

=

64.383,63

Alta

11

Brunei Darussalam

80.000,00

Alta

=

61.656,26

Alta

12

Hong Kong SAR

21.657,06

Média alta

>

60.852,72

Alta

13

Denmark

35.625,18

Alta

=

59.863,64

Alta

14

Taiwan

11.156,63

Média baixa

> >

59.829,96

Alta

15

Netherlands

32.006,69

Alta

=

59.527,37

Alta

16

Iceland

32.661,57

Alta

=

56.921,54

Alta

17

Austria

33.518,83

Alta

=

56.695,85

Alta

18

Andorra

60.000,00

Alta

=

56.284,45

Alta

19

Germany

32.375,82

Alta

=

53.947,03

Alta

20

Sweden

30.948,89

Alta

=

53.710,08

Alta

21

Belgium

31.183,16

Alta

=

53.431,68

Alta

22

Australia

28.288,32

Média alta

>

53.321,48

Alta

23

Saudi Arabia

54.249,52

Alta

=

52.889,64

Alta

24

Malta

16.663,34

Média baixa

> >

50.526,62

Alta

25

Finland

28.428,86

Média alta

>

49.676,51

Alta

26

Guyana

5.708,47

Baixa

> > >

49.473,16

Alta

27

Bahrain

44.738,52

Alta

=

49.430,45

Alta

28

Canada

32.326,22

Alta

=

49.088,63

Alta

29

France

30.606,04

Alta

=

47.988,10

Alta

30

Korea

8.136,15

Baixa

> > >

46.257,47

Alta

31

United Kingdom

27.869,18

Média alta

>

46.065,58

Alta

32

Israel

20.925,86

Média alta

>

44.863,41

Alta

33

Cyprus

18.877,30

Média baixa

> >

44.548,57

Alta

34

Italy

32.095,75

Alta

=

44.226,48

Alta

35

New Zealand

26.228,73

Média alta

>

44.087,72

Alta

36

Kuwait

42.484,67

Alta

=

43.264,43

Alta

37

Slovenia

18.000,00

Média baixa

> >

42.941,34

Alta

38

Japan

26.240,45

Média alta

>

42.262,86

Alta

39

Czech Republic

22.000,00

Média alta

>

41.571,40

Alta

40

Aruba

10.514,00

Média baixa

> >

40.482,89

Alta

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

Renda per capita (preços constantes, poder de paridade de compra), por faixas de renda: 1980 e 2023

Ordem

Países

1980

1980

2023

2023

41

Spain

22.469,30

Média alta

>

40.336,64

Alta

42

Lithuania

11.000,00

Média baixa

> >

40.188,63

Alta

43

Estonia

12.000,00

Média baixa

> >

37.838,34

Alta

44

Poland

11.302,91

Média baixa

> >

36.987,99

Alta

45

Portugal

18.096,30

Média baixa

> >

36.469,77

Alta

46

The Bahamas

35.449,56

Alta

=

35.821,51

Alta

47

Hungary

17.824,93

Média baixa

> >

35.816,44

Alta

48

Puerto Rico

17.963,63

Média baixa

> >

35.766,01

Alta

49

Croatia

14.000,00

Média baixa

> >

34.693,96

Alta

50

Oman

22.994,70

Média alta

>

34.414,83

Alta

51

Romania

14.858,51

Média baixa

> >

33.962,37

Alta

52

Slovak Republic

12.000,00

Média baixa

> >

33.865,23

Alta

53

Türkiye

10.339,13

Média baixa

> >

33.781,81

Alta

54

Latvia

10.000,00

Média baixa

> >

32.838,72

Alta

55

Panama

11.434,21

Média baixa

> >

32.773,87

Alta

56

Seychelles

11.279,76

Média baixa

> >

32.354,28

Alta

57

Greece

23.405,85

Média alta

>

32.204,01

Alta

58

Malaysia

8.499,43

Baixa

> > >

30.057,27

Alta

59

Maldives

6.067,49

Baixa

> > >

29.658,97

Alta

60

Russia

21.000,00

Média alta

=

28.418,17

Média alta

61

Kazakhstan

10.000,00

Média baixa

>

26.665,24

Média alta

62

Trinidad and Tobago

13.051,34

Média baixa

>

26.148,04

Média alta

63

Bulgaria

17.591,34

Média baixa

>

26.108,46

Média alta

64

St. Kitts and Nevis

9.384,09

Baixa

> >

24.196,63

Média alta

65

Chile

8.182,76

Baixa

> >

24.156,63

Média alta

66

Mauritius

6.155,92

Baixa

> >

23.790,53

Média alta

67

Uruguay

11.098,58

Média baixa

>

23.444,61

Média alta

68

Montenegro

12.000,00

Média baixa

>

22.646,19

Média alta

69

Argentina

16.200,89

Média baixa

>

22.237,76

Média alta

70

Costa Rica

9.383,66

Baixa

> >

21.553,44

Média alta

71

Dominican Republic

6.357,50

Baixa

> >

21.124,14

Média alta

72

Serbia

6.000,00

Baixa

> >

20.746,26

Média alta

73

Libya

47.396,10

Alta

<

20.066,08

Média alta

74

Antigua and Barbuda

11.188,14

Média baixa

=

19.587,43

Média baixa

75

Mexico

14.949,58

Média baixa

=

19.430,95

Média baixa

76

Belarus

9.000,00

Baixa

>

19.126,47

Média baixa

77

China

998,39

Baixa

>

19.073,98

Média baixa

78

Thailand

4.783,70

Baixa

>

18.497,02

Média baixa

79

Georgia

7.000,00

Baixa

>

17.883,09

Média baixa

80

North Macedonia

10.000,00

Média baixa

=

17.220,75

Média baixa

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

Renda per capita (preços constantes, poder de paridade de compra), por faixas de renda: 1980 e 2023

Ordem

Países

1980

1980

2023

2023

81

Grenada

6.797,51

Baixa

>

16.375,84

Média baixa

82

Turkmenistan

6.000,00

Baixa

>

16.293,59

Média baixa

83

Bosnia and Herzegovina

4.000,00

Média baixa

=

15.991,39

Média baixa

84

Islamic Republic of Iran

10.220,75

Média baixa

=

15.946,15

Média baixa

85

Armenia

2.500,00

Baixa

>

15.898,32

Média baixa

86

Colombia

7.504,30

Baixa

>

15.874,60

Média baixa

87

Botswana

7.025,21

Baixa

>

15.823,42

Média baixa

88

Gabon

18.339,71

Média baixa

=

15.659,92

Média baixa

89

Albania

5.658,77

Baixa

>

15.522,49

Média baixa

90

Barbados

13.186,31

Média baixa

=

15.382,90

Média baixa

91

Brazil

10.936,45

Média baixa

=

15.242,78

Média baixa

92

Azerbaijan

5.000,00

Baixa

>

15.229,38

Média baixa

93

Equatorial Guinea

762,10

Baixa

>

15.099,50

Média baixa

94

St. Lucia

8.032,21

Baixa

>

15.038,37

Média baixa

95

Suriname

12.000,00

Média baixa

=

15.031,73

Média baixa

96

St. Vincent/Grenadines

5.596,32

Baixa

>

14.514,42

Média baixa

97

Egypt

6.255,21

Baixa

>

13.850,42

Média baixa

98

Moldova

8.000,00

Baixa

>

13.737,16

Média baixa

99

Palau

11.000,00

Média baixa

=

13.373,26

Média baixa

100

Peru

7.091,81

Baixa

>

13.159,20

Média baixa

101

South Africa

11.807,15

Média baixa

=

13.125,82

Média baixa

102

Indonesia

3.355,63

Baixa

>

12.933,70

Média baixa

103

Fiji

7.464,17

Baixa

>

12.828,88

Média baixa

104

Kosovo

6.000,00

Baixa

>

12.741,55

Média baixa

105

Paraguay

8.191,93

Baixa

>

12.707,31

Média baixa

106

Mongolia

5.000,00

Baixa

>

12.186,59

Média baixa

107

Vietnam

1.741,48

Baixa

>

11.794,16

Média baixa

108

Sri Lanka

3.215,64

Baixa

>

11.602,40

Média baixa

109

Bhutan

1.831,41

Baixa

>

11.559,07

Média baixa

110

Dominica

5.469,92

Baixa

>

11.551,62

Média baixa

111

Ukraine

13.000,00

Média baixa

=

11.339,53

Média baixa

112

Ecuador

8.091,93

Baixa

>

11.023,46

Média baixa

113

Algeria

9.256,29

Baixa

>

11.018,37

Média baixa

114

Tunisia

5.357,66

Baixa

>

10.825,06

Média baixa

115

Iraq

10.000,00

Média baixa

=

10.544,86

Média baixa

116

Jordan

10.351,97

Média baixa

=

10.517,63

Média baixa

117

Jamaica

8.626,47

Baixa

>

10.512,39

Média baixa

118

El Salvador

5.084,41

Baixa

=

9.500,61

Baixa

119

Eswatini

4.138,50

Baixa

=

9.374,47

Baixa

120

Namibia

6.000,00

Baixa

=

9.331,98

Baixa

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

Renda per capita (preços constantes, poder de paridade de compra), por faixas de renda: 1980 e 2023

Ordem

Países

1980

1980

2023

2023

121

Philippines

4.275,88

Baixa

=

9.316,10

Baixa

122

Nauru

4.000,00

Baixa

=

9.251,92

Baixa

123

Belize

4.199,78

Baixa

=

8.923,39

Baixa

124

Guatemala

5.829,15

Baixa

=

8.602,65

Baixa

125

Morocco

3.783,89

Baixa

=

8.532,28

Baixa

126

Bolivia

4.924,57

Baixa

=

8.424,19

Baixa

127

Uzbekistan

3.000,00

Baixa

=

8.408,70

Baixa

128

Lao P.D.R.

1.793,13

Baixa

=

7.994,87

Baixa

129

Cabo Verde

2.324,61

Baixa

=

7.880,94

Baixa

130

India

1.388,54

Baixa

=

7.401,22

Baixa

131

Bangladesh

1.775,69

Baixa

=

7.066,97

Baixa

132

Venezuela

20.000,00

Média alta

< <

6.548,41

Baixa

133

Nicaragua

3.000,00

Baixa

=

6.200,77

Baixa

134

Mauritania

4.000,00

Baixa

=

6.066,91

Baixa

135

Honduras

3.880,20

Baixa

=

5.896,17

Baixa

136

Angola

3.199,61

Baixa

=

5.890,97

Baixa

137

Tonga

3.209,26

Baixa

=

5.812,01

Baixa

138

Côte d’Ivoire

5.618,57

Baixa

=

5.718,87

Baixa

139

Ghana

2.286,87

Baixa

=

5.689,29

Baixa

140

Djibouti

4.000,00

Baixa

=

5.623,36

Baixa

141

Pakistan

2.613,98

Baixa

=

5.576,76

Baixa

142

West Bank and Gaza

4.000,00

Baixa

=

5.455,87

Baixa

143

Kenya

3.673,65

Baixa

=

5.358,64

Baixa

144

Samoa

3.000,00

Baixa

=

5.158,59

Baixa

145

Kyrgyz Republic

3.000,00

Baixa

=

5.098,13

Baixa

146

Nigeria

3.000,00

Baixa

=

5.039,59

Baixa

147

Cambodia

1.000,00

Baixa

=

4.969,53

Baixa

148

Tuvalu

3.000,00

Baixa

=

4.728,74

Baixa

149

Tajikistan

2.000,00

Baixa

=

4.317,54

Baixa

150

Republic of Congo

4.339,32

Baixa

=

4.205,16

Baixa

151

Myanmar

1.000,00

Baixa

=

4.186,01

Baixa

152

Nepal

1.355,79

Baixa

=

4.160,85

Baixa

153

São Tomé and Príncipe

3.292,50

Baixa

=

3.975,87

Baixa

154

Marshall Islands

3.000,00

Baixa

=

3.808,58

Baixa

155

Cameroon

4.068,75

Baixa

=

3.805,38

Baixa

156

Papua New Guinea

2.711,98

Baixa

=

3.683,53

Baixa

157

Senegal

2.587,55

Baixa

=

3.682,99

Baixa

158

Sudan

2.811,99

Baixa

=

3.647,51

Baixa

159

Benin

2.266,65

Baixa

=

3.507,58

Baixa

160

Zambia

2.877,76

Baixa

=

3.296,39

Baixa

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

Renda per capita (preços constantes, poder de paridade de compra), por faixas de renda: 1980 e 2023

Ordem

Países

1980

1980

2023

2023

161

Micronesia

3.000,00

Baixa

=

3.206,40

Baixa

162

Ethiopia

852,09

Baixa

=

3.038,16

Baixa

163

Timor-Leste

2.000,00

Baixa

=

2.967,10

Baixa

164

Tanzania

1.253,60

Baixa

=

2.936,62

Baixa

165

Comoros

2.798,31

Baixa

=

2.824,79

Baixa

166

Lesotho

1.336,84

Baixa

=

2.651,96

Baixa

167

Haiti

3.806,09

Baixa

=

2.649,89

Baixa

168

Uganda

1.032,03

Baixa

=

2.630,28

Baixa

169

Guinea

1.000,00

Baixa

=

2.624,93

Baixa

170

Rwanda

1.051,62

Baixa

=

2.521,02

Baixa

171

Guinea-Bissau

1.732,92

Baixa

=

2.505,87

Baixa

172

Vanuatu

2.385,07

Baixa

=

2.448,30

Baixa

173

The Gambia

2.519,76

Baixa

=

2.287,11

Baixa

174

Togo

1.958,12

Baixa

=

2.246,88

Baixa

175

Burkina Faso

970,15

Baixa

=

2.223,89

Baixa

176

Mali

1.206,98

Baixa

=

2.166,38

Baixa

177

Zimbabwe

3.000,00

Baixa

=

2.143,04

Baixa

178

Solomon Islands

2.170,63

Baixa

=

1.969,31

Baixa

179

Kiribati

2.123,33

Baixa

=

1.942,60

Baixa

180

Eritrea

1.000,00

Baixa

=

1.784,50

Baixa

181

Sierra Leone

2.046,27

Baixa

=

1.698,62

Baixa

182

Yemen

3.000,00

Baixa

=

1.665,93

Baixa

183

Madagascar

1.965,20

Baixa

=

1.563,26

Baixa

184

Liberia

1.500,00

Baixa

=

1.458,56

Baixa

185

Chad

941,38

Baixa

=

1.457,73

Baixa

186

Malawi

988,34

Baixa

=

1.372,20

Baixa

187

Niger

1.295,86

Baixa

=

1.305,57

Baixa

188

Mozambique

429,09

Baixa

=

1.269,51

Baixa

189

Demo Republic Congo

2.294,95

Baixa

=

1.202,61

Baixa

190

Somalia

1.000,00

Baixa

=

1.120,81

Baixa

191

Central African Republic

1.296,96

Baixa

=

919,14

Baixa

192

Burundi

995,43

Baixa

=

727,17

Baixa

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

A despeito das desigualdades sociais, houve avanços significativos em diversas áreas. A expectativa de vida ao nascer que estava em 60,6 anos no mundo em 1980, passou para 73,4 anos em 2023. A taxa de fecundidade total (TFT) que estava em 3,8 filhos por mulher, diminuiu para 2,3 filhos por mulher em 2023. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que estava em 0,601 em 1990 no mundo, subiu para 0,735 em 2020.

Porém, enquanto a humanidade enriqueceu, elevou o padrão de educação e saúde e aumentou os níveis de renda e consumo (mesmo que de maneira desigual) a natureza empobreceu e diminuiu a capacidade de fornecer de forma sustentável os recursos ecossistêmicos.

O gráfico abaixo mostra que o mundo tinha superávit ambiental na década de 1960, mas passou a ter déficit a partir dos anos de 1970 e se ampliou nas últimas 4 décadas. Segundo o Instituto Global Footprint Network o mundo tinha, em 1961, uma Pegada Ecológica total de 7 bilhões de hectares globais (gha) e uma Biocapacidade total de 9,7 bilhões de gha. Em 2018, a Pegada Ecológica total passou para 21,2 bilhões gha e a Biocapacidade total passou para 12,1 bilhões de gha. Assim, o déficit ecológico chegou a 75%, ou seja, a humanidade está consumindo 1,75 planeta, conforme mostra a figura abaixo.

Fonte: FMI/WEO abril de 2023.

A China que é um dos maiores países em termos econômicos e populacionais possui o maior déficit ambiental do Planeta. Os Estados Unidos da América (USA) aparece como o segundo maior déficit ambiental. Mas mesmo um país como Burundi, que figura em último lugar na lista de renda per capita em 2023, também tem Pegada Ecológica maior do que a Biocapacidade, portanto, apresenta déficit ambiental.

Este caminho de crescimento demográfico e econômico desregrado é insustentável em termos ecológicos e é injusto em termos sociais, pois tem ocorrido de forma desigual e com alta concentração de renda.

A humanidade está no caminho do inferno climático e ambiental. Para mudar de rumo é preciso romper com o vício do crescimento e planejar o decrescimento demoeconômico ao longo do século XXI, possibilitando a redução das desigualdades sociais e incentivando a restauração ecológica.

IHU-UNISINOS

https://www.ihu.unisinos.br/630678-o-aumento-da-renda-global-e-da-renda-per-capita-dos-paises-entre-1980-e-2023-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves

O aumento da renda global e da renda per capita dos países entre 1980 e 2023. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Governo eleva estimativa oficial de alta do PIB para 2,5% em 2023 e passa a projetar inflação menor

Fazenda divulgou estimativas para a economia neste ano. Se confirmado, crescimento de 2,5% significará desaceleração da atividade econômica em relação a 2022, quando país cresceu 2,9%.

Por Alexandro Martello e Ana Paula Castro, g1 e TV Globo — Brasília

O Ministério da Fazenda anunciou nesta quarta-feira (19) uma estimativa de que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá 2,5% em 2023.

Em maio, o governo havia estimado uma alta de 1,91% para o PIB desse ano. Em junho, após a divulgação do resultado do PIB no começo de 2023, o ministério informou que o chamado “carry over” (carregamento estatístico) para o crescimento em todo este ano é de 2,4%.

O PIB é um indicador usado para medir a evolução da economia. É a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Nem sempre, entretanto, a alta do PIB equivale necessariamente a bem-estar social.

“Mais de 40% do crescimento esperado para o ano se deve à dinâmica do setor agropecuário. Para os demais setores produtivos, o cenário projetado segue considerando desaceleração frente ao ano anterior, ainda em repercussão à política monetária contracionista [taxa de juros elevada, em 13,75% ao ano] e ao menor ritmo de crescimento global”, informou o Ministério da Fazenda.

Para o ano de 2024, o Ministério da Fazenda manteve em 2,3% a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

No início do mês, o secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, havia antecipado que o governo pretendia revisar a estimativa de PIB para um patamar entre 2,5% e 3%.

Inflação

O Ministério da Fazenda também estimou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2023 somará 4,85%. Em maio, a previsão do governo era de que a inflação atingiria 5,58% nesse ano.

Para este ano, a meta central de inflação foi fixada em 3,25% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

“A expectativa de inflação foi revisada para baixo repercutindo as surpresas positivas com a divulgação do IPCA de abril e maio; o reajuste autorizado para plano de saúde levemente inferior ao projetado; a redução nos preços da gasolina, diesel e gás de botijão nas refinarias; e revisões nas tarifas de energia elétrica residencial e ônibus urbano”, informou o governo.

Se confirmado, esse será o terceiro ano seguido de estouro da meta de inflação, ou seja, no qual o IPCA fica acima do teto fixado pelo sistema de metas. Em 2022, a inflação somou 5,79%.

mercado financeiro estimou, na semana passada, que o IPCA somará 4,95% neste ano.

Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso, porque os preços dos produtos aumentam sem que o salário acompanhe esse crescimento.

Para o ano de 2024, o Ministério da Fazenda baixou sua estimativa para a inflação oficial de 3,63%, em maio, para 3,30%.

A meta de inflação de 2024, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3% e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%

Ou seja, a previsão do governo continua dentro do teto da meta de inflação, mas está se afastando gradualmente do centro da meta, de 3%.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/07/19/governo-eleva-para-25percent-estimativa-de-alta-do-pib-neste-ano-e-ve-inflacao-menor.ghtml

O aumento da renda global e da renda per capita dos países entre 1980 e 2023. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Trabalhadores autônomos estão nos planos do Minha Casa, Minha Vida

O ministro Jader Filho diz que são catadores de materiais recicláveis, motoristas de aplicativos e vendedores ambulantes que têm dificuldades de comprovar renda

por Redação

Em entrevista ao Bom Dia Ministro, da TV Brasil, o ministro das Cidades, Jader Filho, disse nesta quarta-feira (19) que catadores de materiais recicláveis, motoristas de aplicativos e vendedores ambulantes estão entre as categorias que podem acessar o programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV).

De acordo com ele, o governo federal estuda medida para facilitar a comprovação da renda dos trabalhadores autônomos visando permitir que eles ingressem no programa.

No Brasil, estima-se que 38,8 milhões de pessoas estavam na informalidade em 2022, o que representava 39,6% da população economicamente ativa.

Leia mais: Lula sanciona o novo Minha Casa Minha Vida

“A equipe da Secretaria Nacional de Habitação, através do secretário Ailton Madureira, tem feito esse estudo junto à Caixa Econômica Federal para que nós possamos apresentar uma proposta à Casa Civil, ao presidente Lula, para atender esse público”, disse.

São essas pessoas que têm renda, segundo o ministro, mas não conseguem fazer a comprovação dessa renda.

“É o motorista de Uber, é o catador de material reciclável, [são] os autônomos todos que acabam não tendo carteira assinada e não conseguem fazer essa comprovação”, explicou.

Faixas de Renda

O Minha Casa, Minha Vida depende da renda das famílias. A Faixa 1 do programa contempla famílias com renda mensal de até R$ 2.640. Já a Faixa 2 abrange famílias com renda entre R$ 2.640 e R$ 4,4 mil; e a Faixa 3, envolve famílias com renda mensal entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil.

Valores

Em relação ao valor do imóvel, o financiamento máximo é de R$ 170 mil para empreendimentos voltados à Faixa 1; de R$ 264 mil para a Faixa 2; e de R$ 350 mil para a Faixa 3.

No caso do MCMV rural, o valor máximo para novas moradias passou de R$ 55 mil para R$ 75 mil. Já o financiamento para melhoria de uma moradia subiu de R$ 23 mil para R$ 40 mil.

As taxas de juros variam de acordo com a região e com a renda, indo de 4% ao ano a 5,5% no caso da Faixa 1; de 4,75% a 7% para a Faixa 2; e de 7,66% a 8,16% para a Faixa 3.

As famílias também podem conseguir descontos na aquisição dos imóveis. Eles são oferecidos para trabalhadores com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de R$ 55 mil, restrito aos beneficiários da Faixa 1.

As prestações mensais pagas pelos beneficiários da Faixa 1 serão proporcionais à renda, com um valor mínimo de R$ 80 ao longo de um período de cinco anos.

Com informações da Agência Brasil

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2023/07/19/trabalhadores-autonomos-estao-nos-planos-do-minha-casa-minha-vida/

O aumento da renda global e da renda per capita dos países entre 1980 e 2023. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves

Indústria está mais insatisfeita com juros altos, diz pesquisa da CNI

As taxas de juros elevadas são uma das principais preocupações de 1 em cada 3 empresários do setor industrial, mostra pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com o levantamento, os juros foram o terceiro item mais citado como um problema pelos entrevistados, atrás apenas da falta de demanda interna e da alta carga tributária.

A Sondagem Industrial da CNI publicada nesta terça-feira (18) é referente ao segundo trimestre de 2023 e mostra que 31,3% dos entrevistados elenca a taxa de juros como um dos seus principais problemas; no primeiro trimestre, eram 28,8%. A proporção vem crescendo nos últimos dois anos: no segundo trimestre de 2021, estava abaixo de 10%.

A Selic, taxa básica de juros no Brasil, está em 13,75% ao ano e é assunto de controvérsia entre o governo Lula e o Banco Central. Em 21 de junho, o Comitê de Política Monetária do BC escolheu manter a taxa no mesmo patamar, enquanto a gestão federal faz pressão para uma queda. Os juros altos seguram a inflação mas tendem a desacelerar a economia, o que, segundo o levantamento, esbarra no setor industrial.

“O recuo [da produção industrial] foi mais intenso do que o esperado para o mês de junho. A queda desses indicadores vem em linha com a perda do ritmo de crescimento devido à política monetária”, explica Paula Verlangeiro, economista da CNI.

A Sondagem Industrial indica queda tanto na produção quanto nos empregos dentro do setor em junho. A CNI mede as duas variáveis por um índice mensal que vai de 0 a 100. Produção e número de empregados da indústria fecharam o mês com um número abaixo de 50, o que indica retração.

CARLOS LINS Editor. Passou por Poder360, SBT e Fato Online. Formado em Comunicação Social e em Teoria, Crítica e História da Arte pela UnB.

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