NOVA CENTRAL SINDICAL
DE TRABALHADORES
DO ESTADO DO PARANÁ

UNICIDADE
DESENVOLVIMENTO
JUSTIÇA SOCIAL

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

O antigo auxílio-doença poderá ser concedido sem perícia médica se tempo de espera for superior a 30 dias.

Por g1

Desde o início de agosto, é possível entrar com o pedido de benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) sem a necessidade de passar por períciaUma portaria recente prorrogou a decisão por mais 90 dias. A opção está liberada nas localidades em que o tempo de espera para a realização da perícia seja maior que 30 dias.

 

Quem já tem perícia agendada e quiser trocar o pedido para análise documental pode solicitar o “Auxílio por incapacidade temporária – Análise Documental – AIT” pelo Meu INSS. Isso cancelará a perícia agendada, mas a data de entrada do requerimento inicial será mantida.

 

É importante lembrar que a concessão do benefício não será automática. O atestado médico e os documentos complementares comprobatórios da doença serão submetidos à Perícia Médica Federal, que realizará a análise dos documentos.

 

Quando não for possível a concessão do benefício de auxílio por incapacidade temporária por meio de análise documental, em razão do não atendimento dos requisitos, bem como quando ultrapassado o prazo máximo estabelecido para a duração do benefício, será facultado ao requerente a opção de agendamento para se submeter a exame médico-pericial.

 

Não caberá recurso da análise documental realizada pela Perícia Médica Federal.

 

A emissão ou apresentação de atestado falso ou com informação falsa configura crime de falsidade documental. Isso significa que o trabalhador sofrerá as sanções penais e deverá devolver os valores indevidamente recebidos.

Como pedir o benefício

 

  • Clicar em “Agendar Perícia” e, depois, em “Perícia Inicial”.

 

  • Caso os documentos médicos estejam conforme as orientações e o segurado queira o atendimento à distância, deverá clicar em “Sim” e, em seguida, em “Continuar”.

 

O procedimento é o mesmo tanto para quem vai dar entrada no pedido quanto para quem já tinha a perícia agendada. Clique aqui para ver o passo a passo do INSS.

Sobre a documentação médica

 

  • O documento deve estar legível e sem rasuras;
  • Ser emitido há menos de 30 dias da Data de Entrada do Requerimento (DER);
  • Deve ainda conter:
  1. nome completo do requerente;
  2. data de início do repouso e o prazo estimado necessário;
  3. assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do Conselho de Classe (Conselho Regional de Medicina – CRM, Conselho Regional de Odontologia – CRO ou Registro do Ministério da Saúde – RMS), que poderão ser eletrônicos ou digitais, desde que respeitados os parâmetros estabelecidos pela legislação vigente; e
  4. informações sobre a doença ou Classificação Internacional de Doenças (CID).

 

Prazos

 

Os benefícios concedidos por meio da análise de atestado não poderão ter duração superior a 90 dias – podendo ser apenas um afastamento com o total de 90 dias, ou vários afastamentos, que somados, não podem passar de 90 dias.

 

O benefício não poderá ser restabelecido em caso de novo afastamento dentro de 60 dias decorrente do mesmo motivo que gerou a incapacidade anterior.

 

Quem já teve o benefício concedido com a análise documental, e quiser fazer um novo pedido, deve ficar atento ao prazo: o sistema só aceitará novo pedido de benefício com análise de atestado 30 dias após o resultado da última análise.

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/10/23/inss-veja-como-dar-entrada-em-beneficio-por-incapacidade-temporaria.ghtml

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

Mercado financeiro reduz para 5,60% estimativa de inflação em 2022 e vê alta maior do PIB

Esta é a 17ª queda consecutiva na expectativa dos investidores para a inflação. Teto da meta é de 5%, e BC já informou haver 93% de chance de estouro.

Por Alexandro Martello, g1 — Brasília

Os economistas do mercado financeiro reduziram de 5,62% para 5,60% a estimativa de inflação para este ano e também passaram a projetar uma expansão maior da economia.

As informações constam do relatório “Focus”, divulgado nesta segunda-feira (24) pelo Banco Central. Foram ouvidas mais de 100 instituições financeiras na semana passada.

Esta foi a 17ª queda seguida da estimativa para a inflação para o ano de 2022.

Quanto maior é a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam sem que o salário necessariamente acompanhe esse crescimento.

A meta de inflação para este ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,5% e será considerada cumprida se oscilar entre 2% e 5%. O Banco Central vê chance grande de estouro da meta em 2022, assim como aconteceu no ano passado.

 

Para atingir a meta, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta ou diminui a taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, o maior percentual dos últimos seis anos.

 

Para o próximo ano, a meta central de inflação foi fixada em 3,25% e será considerada formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%. De acordo com o boletim Focus, a previsão para 2023 recuou de 4,97% para 4,94%.

ICMS sobre itens essenciais

 

A nova redução da estimativa de inflação em 2022 coincide com o corte de impostos sobre itens essenciais, como combustíveis e energia elétrica. Esses produtos por si só já impactam a inflação. Além disso, influenciam indiretamente os preços de outros itens.

 

Por exemplo, se o preço do diesel aumenta, o transporte de um determinado produto fica mais caro. O dono da loja que revende esse produto, então, repassa o aumento para o consumidor, que acaba pagando mais caro pelo mesmo item. A diminuição dos impostos, em ano eleitoral, foi uma estratégia adotada pelo governo e pelo Congresso.

Além da redução de tributos, a forte desaceleração do nível de atividade mundial também tem contribuído para a queda da inflação ao impactar para baixo os preços das “commodities” (produtos básicos com cotação internacional, como petróleo e alimentos).

 

Produto Interno Bruto

 

O mercado financeiro elevou de 2,71% para 2,76% a previsão de alta do Produto Interno Bruto (PIB) em 2022.

 

Já para 2023, a previsão de crescimento avançou de 0,59% para 0,63%.

 

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

 

Ao sancionar a lei que prevê as diretrizes do orçamento de 2023, o governo informou que a previsão é o PIB crescer 2,5% no ano que vem.

 

Taxa de juros

 

O mercado financeiro manteve a expectativa para a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 13,75% ao ano no fim de 2022.

Já para o fechamento de 2023, a expectativa do mercado para a taxa Selic permaneceu em 11,25% ao ano. Com isso, o mercado financeiro segue estimando queda dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

 

Veja abaixo outras estimativas do mercado financeiro, segundo o BC:

 

  • Dólar: a projeção para a taxa de câmbio para o fim de 2022 permaneceu estável em R$ 5,20. Para 2023, continuou inalterada também em R$ 5,20.

  • Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção recuou de US$ 60 bilhões para US$ 56,2 bilhões de resultado positivo em 2022. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado caiu de US$ 60 bilhões para US$ 56 bilhões de superávit.

  • Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil neste ano subiu de US$ 66 bilhões para US$ 68 bilhões. Para 2023, a estimativa avançou de US$ 67,3 bilhões para US$ 70 bilhões de ingre

G1

https://g1.globo.com/economia/noticia/2022/10/24/mercado-financeiro-reduz-para-560percent-estimativa-de-inflacao-em-2022-e-ve-alta-maior-do-pib.ghtml

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

Parlamentares repudiam plano de desvincular salário mínimo da inflação

Isso significaria o maior arrocho salarial e de aposentadorias de todos os tempos, já que a inflação está na casa dos dois dígitos

por Walter Félix

O ministro Paulo Guedes (Economia) confirmou nesta quinta-feira (20) que o governo do presidente Jair Bolsonaro pretende desvincular o reajuste do salário mínimo e de aposentadorias à inflação do ano anterior. Pela nova regra, o piso passaria a considerar a expectativa de inflação e seria corrigido, no mínimo, pela meta de inflação. Isso significaria o maior arrocho salarial e de aposentadorias de todos os tempos, já que a inflação está na casa dos dois dígitos.

Como não poderia deixar de ser, o anúncio causou um generalizado repúdio.

Com a repercussão negativa, Guedes se apressou em arrumar um desmentido e negou congelamento ou correção menor do que os índices de preços. Mas sua fala só confirmou que o tema está em debate no governo.

Para o líder do PCdoB na Câmara, deputado Renildo Calheiros (PE), o ministro da Economia “já nem esconde os planos para prejudicar o povo”.

Leia mais: Plano de Guedes e Bolsonaro prevê salário mínimo e aposentadoria sem correção de inflação

“Salário mínimo e aposentadoria, que já não têm aumento real no governo Bolsonaro, não teriam sequer a garantia da correção da inflação. Na gestão atual não houve um ano sequer com reajuste real no mínimo. É o governo que desmonta políticas sociais e prejudica a população. Ninguém aguenta mais”, disse o parlamentar em uma rede social.

A vice-líder da Oposição, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), disse que a revelação do plano macabro de congelar salário mínimo e aposentadorias vai enterrar as pretensões do chefe do Executivo de tentar se reeleger.

“Guedes espatifou de vez com o eleitorado do Bolsonaro ao deixar escapar o plano: não terá mais reajuste no salário mínimo, nem nas aposentadorias ou benefícios sociais. Vai ter é redução de valores. Querem outra granada no bolso do povo. Ainda bem que vão perder a eleição”, comentou.

Mais arrocho

Na mesma linha, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) usou sua conta pessoal no Twitter para fazer um alerta aos brasileiros: “LEMBRETE: Bolsonaro e Paulo Guedes decidiram NÃO REAJUSTAR mais o salário mínimo e as aposentadorias pela inflação acumulada. Ou seja: se Bolsonaro ganhar, o SEU DINHEIRO VAI ACABAR!”.

O parlamentar lembrou que 60 milhões de brasileiros recebem até dois salários mínimos e seriam diretamente prejudicados, caso prosperem os planos do governo. Além disso, Orlando alertou que a imensa maioria de aposentados também seria afetada, uma vez que as aposentadorias e os benefícios da Previdência são vinculados ao valor do piso.

Segundo a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA), se depender do atual presidente da República e do seu ministro da Economia, “o brasileiro não terá aumento real nem no salário mínimo nem na aposentadoria”. “Um novo ataque previsto para depois das eleições! Como sempre, quem mais precisa paga pelo desastre que é esse governo”, diz um post da deputada.

Confisco salarial

Em suas redes sociais, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) se referiu à medida com um inaceitável “confisco” salarial. “Bolsonaro quebrou o Brasil e desviou todo o orçamento para comprar votos. E agora quer recuperar uma parte do prejuízo à custa dos aposentados e de quem vive com 1 salário mínimo! Um verdadeiro confisco!”, escreveu.

O deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) também criticou o ataque aos salários. “Não vamos permitir que essa barbárie continue e o salário mínimo continue sem correção. Precisamos derrotar esse projeto de destruição da nação!”, pontuou.

O líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), diz que o governo Bolsonaro prejudica os mais pobres. “É assim que Bolsonaro confirmou que vai deixar o reajuste do salário mínimo e das aposentadorias em 2023. Ele deixou claro que quer ver o povo na miséria! Não deixe ele fazer isso com a sua família, com você! Grita para o desumano: Bolsonaro não mexa no meu salário!”, convocou.

O deputado federal eleito Guilherme Boulos (PSOL-SP), afirmou que Bolsonaro confirmou que planeja mudar a Constituição para desvincular o aumento salário mínimo da inflação. “Para aumentar o salário acima da inflação, não precisa de mudança de lei. Só para diminuir. Adivinha qual o plano deles?”, questionou.

“GRAVÍSSIMO! Precisamos deixar claro para a população o que está em jogo nessa eleição. Bolsonaro quer o seu voto agora e depois baixar o valor do salário mínimo e das aposentadorias”, alertou o senador Humberto Costa (PT-PE).

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2022/10/21/parlamentares-repudiam-plano-de-desvincular-salario-minimo-da-inflacao/

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

Luta por transporte gratuito e contra abstenção ganha corpo no 2º turno

STF autoriza transporte público gratuito e ao menos 15 capitais vão adotá-lo. Campanha de Lula estimula eleitores a irem votar

por Priscila Lobregatte

Direito garantido na Constituição, o exercício do voto nem sempre é respeitado em sua plenitude. Nestas eleições, têm sido rotineiros, por parte de bolsonaristas, as pressões e crimes de assédio — seja de patrões sobre empregados, seja de líderes religiosos sobre fiéis — e as dificuldades criadas por governantes locais quanto à garantia da gratuidade do transporte público coletivo no dia do pleito, uma forma de evitar o comparecimento dos eleitores com menor poder aquisitivo.

Para evitar esse tipo de obstáculo, o Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para autorizar que o transporte público gratuito no segundo turno seja disponibilizado por prefeituras e empresas no segundo turno, dia 30 de outubro. Além disso, devem ser mantida a mesma frota dos dias úteis.

Seguindo o voto do relator, Luís Roberto Barroso, a presidenta Rosa Weber e os ministros Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes entenderam que a liberação das catracas não configuraria ato de improbidade administrativa, nem crime eleitoral. O ministro André Marques confirmou parcialmente e Nunes Marques divergiu — ambos foram indicados por Bolsonaro.

Barroso apontou a “desigualdade social extrema” e o “empobrecimento da população” como elementos que acabam por limitar o acesso de milhões de cidadãos ao exercício do voto, motivo pelo qual a gratuidade é fundamental para a garantia desse direito de forma igualitária.

A decisão diz respeito a ação movida pela Rede Sustentabilidade. Até o momento, ao menos 15 capitais confirmaram que terão passe livre: Rio de Janeiro (RJ), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Alegre (RS), Boa Vista (RR), Palmas (TO), Campo Grande (MS), Belém (PA), Rio Branco (AC), Fortaleza (CE), Cuiabá (MT), Aracaju (SE), Florianópolis (SC), Macapá (AP) e João Pessoa (PB)

A decisão pode incidir positivamente sobre o índice de abstenção, que historicamente já costuma ser maior no segundo turno. No primeiro turno deste ano, houve 20,9% de não comparecimento — o maior desde 1998 —, o que corresponde a 32,7 milhões de eleitores que deixaram de votar. Desses, cerca de 55% correspondem a pessoas com até o ensino fundamental completo. Já entre os que possuem ensino superior, a taxa foi bem menor: 11%.

A faixa na qual houve maior abstenção corresponde àquela em que Lula (PT) tem maior preferência e que também mais sofre com as dificuldades financeiras. Por isso, o presidente vem incentivando, em eventos e entrevistas, que os eleitores compareçam às urnas como forma de exercerem seu direito ao voto e poderem, depois, cobrar dos governantes.

“O nosso primeiro objetivo é tentar diminuir o número de abstenção, convencer as pessoas a votarem para que possam até, quem sabe, falar mal amanhã de quem elegeram”, disse Lula em entrevista nesta quinta-feira (20). Ele acrescentou que é preciso “continuar indo para as ruas”, assim como é necessário visitar quem não votou e quem está indeciso.

VERMELHO

https://vermelho.org.br/2022/10/21/luta-por-transporte-gratuito-e-contra-abstencao-ganha-corpo-no-2o-turno/

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

Governadores: Como estão os palanques de Lula e Bolsonaro nos estados no segundo turno

ELEIÇÕES 2022

No segundo turno entre os governadores, há um empate entre os apoiadores do ex-presidente Lula (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL). Fotos: Ricardo Stuckert e Caroline Antunes/PR

 

No próximo domingo (30), eleitores de 12 estados irão para as urnas escolher seus novos governadores. Entre os candidatos que lideram as pesquisas de intenções de voto do segundo turno, há um empate entre os apoiadores do ex-presidente Lula (PT) e do presidente Jair Bolsonaro (PL).

 

De acordo com levantamento feito pelo Congresso em Foco com base nas pesquisas do Ipec, Lula leva vantagem em cinco estados: Alagoas, com Paulo Dantas (MDB); Bahia, com Jerônimo (PT); Espírito Santo (PSB), com Renato Casagrande; Paraíba, com João Azevedo (PSB; e Sergipe, com Rogério Carvalho (PT).

 

Os candidatos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro também têm vantagem em cinco estados. São eles: Amazonas, com Wilson Lima (União); Mato Grosso do Sul, com Capitão Contar (PRTB); Rondônia, com Coronel Marcos Rocha (União); Santa Catarina, com Jorginho Mello (PL); e São Paulo, com Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

Em dois estados, Bolsonaro e Lula não têm o apoio direto dos líderes nas pesquisas. Raquel Lyra (PSDB), em Pernambuco, e Eduardo leite (PSDB), no Rio Grande do Sul, declararam neutralidade no segundo turno da eleição presidencial.

 

Confira as disputas entre os governadores para o segundo turno:

 

Alagoas

Paulo Dantas (MDB) – 49% [Lula]

Rodrigo Cunha (União) – 40% [Bolsonaro]

Brancos e nulos – 6%

Não sabe – 6%

Pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de outubro, com 800 pessoas em 34 municípios alagoanos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TER-AL) com o número AL-09001/2022.

 

 

Amazonas

Wilson Lima (União) – 53% [Bolsonaro]

Eduardo Braga (MDB) – 41%

Brancos e nulos – 4%

Não sabe – 2%

Pesquisa realizada entre os dias 17 e 19 de outubro, com 800 pessoas em 21 municípios amazonenses. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-08161/2022.

 

 

Bahia

Jerônimo (PT) – 48%

ACM Neto (União) – 44% [neutro]

Brancos e nulos – 5%

Não sabe – 3%

Pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de outubro, com 1.504 pessoas em 74 municípios baianos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05874/2022.

 

 

Espírito Santo

Renato Casagrande (PSB) – 49% [Lula]

Carlos Manato (PL) – 40% [Bolsonaro]

Brancos e nulos – 4%

Não sabe – 6%

Pesquisa realizada entre os dias 19 e 21 de outubro, com 800 pessoas em 29 municípios capixabas. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04574/2022.

 

 

Mato Grosso do Sul (votos válidos)

Capitão Contar (PRTB) – 50% [Bolsonaro]

Eduardo Riedel (PSDB) – 50% [Bolsonaro]

Pesquisa realizada entre os dias 19 e 21 de outubro, com 800 pessoas em 28 municípios sul-mato-grossenses. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06947/2022.

 

 

Paraíba

João Azevêdo (PSB) – 47% [Lula]

Pedro Cunha Lima (PSDB) – 42% [neutro]

Brancos e nulos – 7%

Não sabe – 4%

Pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de outubro, com 800 pessoas em 36 municípios paraibanos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06722/2022.

 

 

Pernambuco

Raquel Lyra (PSDB) – 50% [neutra]

Marília Arraes (Solidariedade) – 42% [Lula]

Brancos e nulos – 4%

Não sabe – 3%

Pesquisa realizada entre os dias 9 e 11 de outubro, com 2.000 pessoas em 75 municípios pernambucanos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04635/2022.

 

 

Rio Grande do Sul

Eduardo Leite (PSDB) – 50% [neutro]

Onyx Lorenzoni (PL) – 41% [Bolsonaro]

Brancos e nulos – 4%

Não sabe – 3%

Pesquisa realizada entre os dias 19 e 21 de outubro, com 1.200 pessoas em 62 municípios gaúchos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00863/2022.

 

 

Rondônia

Coronel Marcos Rocha (União) – 45% [Bolsonaro]

Marcos Rogério (PL) – 45% [Bolsonaro]

Brancos e nulos – 5%

Não sabe – 5%

Pesquisa realizada entre os dias 17 e 19 de outubro, com 800 pessoas em 26 municípios rondonienses. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número RO‐08968/2022.

 

 

Santa Catarina

Jorginho Mello (PL) – 59% [Bolsonaro]

Décio Lima (PT) – 26% [Lula]

Brancos e nulos – 9%

Não sabe – 6%

Pesquisa realizada entre os dias 16 e 18 de outubro, com 800 pessoas em 40 municípios catarinenses. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR‐09340/2022.

 

 

São Paulo

Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 46% [Bolsonaro]

Fernando Haddad (PT) – 41% [Lula]

Brancos e nulos – 9%

Não sabe – 4%

Pesquisa realizada entre os dias 9 e 11 de outubro, com 2.000 pessoas em 84 municípios paulistas. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de dois pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número SP-03658/2022.

 

 

Sergipe

Rogério Carvalho (PT) – 43% [Lula]

Fábio Mitidieri (PSD) – 40% [Lula]

Brancos e nulos – 11%

Não sabe – 7%

Pesquisa realizada entre os dias 18 e 20 de outubro, com 800 pessoas em 32 municípios sergipanos. O índice de confiança é de 95% e a margem de erro de três pontos percentuais. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06379/2022.

 

 

Caio Matos

CAIO MATOS Repórter. Formado em jornalismo pela Universidade Paulista (Unip). Trabalhou na Secretaria de Comunicação da Presidência da República (Secom) e nas assessorias de comunicação da Casa Civil da Presidência da República e da Codeplan.

caiomatos@congressoemfoco.com.br

CONGRESSO EM FOCO: https://congressoemfoco.uol.com.br/area/pais/governadores-como-estao-os-palanques-de-lula-e-bolsonaro-nos-estados-no-segundo-turno/

INSS: veja como dar entrada em benefício por incapacidade temporária

Lula diz que ação de Roberto Jefferson é “aberração”

ABERRAÇÃO

Em entrevista coletiva no início da tarde deste domingo (23), o ex-presidente Lula (PT) comentou os disparos efetuados pelo ex-deputado Roberto Jofferson (PTB) contra agentes da Polícia Federal (PF). O presidenciável afirmou que a ação do ex-deputado “não é um comportamento adequado” e classificou o caso como uma “aberração”.

“Nós disputamos tantas eleições, a gente nunca viu uma aberração dessa, uma ofensa dessa, uma cretinice dessa que esse cidadão que é o meu adversário estabeleceu no país”, afirmou Lula.

O petista atribuiu ao presidente Jair Bolsonaro (PL) as ações violentas de Jefferson e de seus seguidores. “Ele [Bolsonaro] conseguiu criar nesse país uma parcela da sociedade brasileira raivosa, com ódio, mentirosa e que espalha fake news o dia inteiro sem se importar se o filho dele está vendo mentira ou não”, destacou.

Lula também destacou que este não é o primeiro caso de violência neste segundo turno das eleições. “Não é a primeira violência. Tenho visto pela imprensa padres sendo ofendidos, pastores sendo atacados, evangélico sendo proibido de entrar na igreja. É uma máquina de destruição dos valores democráticos. É isso que está acontecendo no Brasil, e é contra isso que o povo deve se dirigir às urnas no dia 30 de outubro”, ressaltou.

Entenda o caso

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) reagiu a um mandado de prisão neste domingo (23) atirando em agentes da Polícia Federal (PF). Os policiais foram à casa de Jefferson em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, para cumprir um mandado contra o ex-deputado. Informações preliminares apontam dois feridos.

Roberto Jefferson recebeu os agentes com granadas e um fuzil. “Eu não vou me entregar. Eu não vou me entregar porque acho um absurdo. Chega, me cansei de ser vítima de arbítrio, de abuso. Infelizmente, eu vou enfrentá-los”, afirmou o ex-deputado.