por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
A falta de mão de obra na construção civil resultou em adiamento de seis meses da inauguração do Pátio Batel, shopping que está sendo erguido em Curitiba, orçado em R$ 280 milhões. Em vez de setembro de 2012, como estava previsto, para aproveitar as vendas de fim de ano, as portas serão abertas em março de 2013.
O Pátio Batel pertence ao Grupo Soifer, do empresário Salomão Soifer, dono do primeiro shopping da capital paranaense, o Mueller. Em nota distribuída hoje, o engenheiro civil Eugênio Reichman informa que no canteiro de obras trabalham atualmente 400 pessoas, quando o ideal seria ter o dobro.
‘Temos feito todo esforço possível para contratar o contingente necessário’, contou. ‘Muitos dos nossos colaboradores atuais tivemos que buscar no interior do Paraná e de Santa Catarina.’ Segundo ele, além dos empregos diretos, o empreendimento gera outros 1,5 mil indiretos. Além da etapa da construção, falta gente também para instalações e acabamento.
O Pátio Batel terá nove pavimentos, sendo cinco dedicados a estacionamento. ‘Quando recebemos essa análise técnica, semana passada, que não poderíamos ter a mão de obra qualificada para atingirmos esse objetivo, tomamos essa decisão de comunicar ao mercado e a cidade de Curitiba’, explicou Soifer.
O empresário também tem participações em negócios nas áreas de logística, turismo, tratamento de resíduos e criação de cavalos. Quando lançou o empreendimento, no ano passado, Soifer prometeu trazer marcas internacionais que não estavam presentes no Sul do país. O terreno do Pátio Batel ele comprou há 25 anos.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
Com a correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física 2012, autorizada pelo governo em março do ano passado, menos contribuintes pagarão o imposto este ano, já que a correção aumenta o limite de isenção do IR. Ou aqueles que continuarão pagando, com o reajuste da tabela, seriam menos tributados.
O governo afirma que deixará de arrecadar cerca de R$ 1,6 bilhão neste ano com a correção da tabela.
Estão isentos de tributação os contribuintes que ganharam até R$ 1.637,11 por mês no ano passado. Acima deste valor serão cobradas alíquotas que vão de 7,5% até 27,5%.
Em março, o governo oficializou a correção da tabela do Imposto de Renda para 2011, 2012, 2013 e 2014, ou seja, até o fim mandato da presidente Dilma Rousseff. O reajuste anual da tabela do IR em 4,5% será aplicado até 2014. O porcentual corresponde ao centro da meta de inflação definida pelo governo.
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FIQUE ATENTO AOS LIMITES DE COBRANÇA E ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2012
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– Estão isentos de tributação os contribuintes que ganharam até R$ 1.637,11 por mês em 2011.
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– Quem fizer a declaração simplificada poderá deduzir 20% da renda tributável, até o limite de R$ 13.916,36.
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– Quem fizer a declaração completa poderá deduzir até R$ 1.889,64 por dependente.
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Limites para 2012
O reajuste da tabela do IR neste ano ficou abaixo, porém, do que pediam os sindicatos, que buscavam um reajuste de 6,46% – correspondente à variação do INPC no ano passado.
Pelos dados da tabela para 2012, está obrigado a declarar o Imposto de Renda quem recebeu mais de R$ 1.637,11 por mês.
A correção da tabela do IR também implicará no reajuste dos valores das deduções do Imposto de Renda.
Na declaração do IR deste ano, por exemplo, quem optar pela declaração simplificada, poderá fazer o abatimento de 20% da renda tributável, limitado a R$ 13.916,36.
No caso da dedução por dependentes, possível apenas por meio da declaração completa, o valor será de R$ 1.889,64 em 2012.
A atualização da tabela do Imposto de Renda, de acordo com o governo federal, está sendo feita com base no centro da meta de inflação deste ano, que é de 4,5%, tendo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como referência. Entretanto, analistas do mercado financeiro estimam uma inflação bem maior para este ano, em torno de 5,9%, tendo como base também o IPCA.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
Com a correção de 4,5% na tabela do Imposto de Renda Pessoa Física 2012, autorizada pelo governo em março do ano passado, menos contribuintes pagarão o imposto este ano, já que a correção aumenta o limite de isenção do IR. Ou aqueles que continuarão pagando, com o reajuste da tabela, seriam menos tributados.
O governo afirma que deixará de arrecadar cerca de R$ 1,6 bilhão neste ano com a correção da tabela.
Estão isentos de tributação os contribuintes que ganharam até R$ 1.637,11 por mês no ano passado. Acima deste valor serão cobradas alíquotas que vão de 7,5% até 27,5%.
Em março, o governo oficializou a correção da tabela do Imposto de Renda para 2011, 2012, 2013 e 2014, ou seja, até o fim mandato da presidente Dilma Rousseff. O reajuste anual da tabela do IR em 4,5% será aplicado até 2014. O porcentual corresponde ao centro da meta de inflação definida pelo governo.
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FIQUE ATENTO AOS LIMITES DE COBRANÇA E ISENÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA 2012
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– Estão isentos de tributação os contribuintes que ganharam até R$ 1.637,11 por mês em 2011.
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– Quem fizer a declaração simplificada poderá deduzir 20% da renda tributável, até o limite de R$ 13.916,36.
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– Quem fizer a declaração completa poderá deduzir até R$ 1.889,64 por dependente.
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Limites para 2012
O reajuste da tabela do IR neste ano ficou abaixo, porém, do que pediam os sindicatos, que buscavam um reajuste de 6,46% – correspondente à variação do INPC no ano passado.
Pelos dados da tabela para 2012, está obrigado a declarar o Imposto de Renda quem recebeu mais de R$ 1.637,11 por mês.
A correção da tabela do IR também implicará no reajuste dos valores das deduções do Imposto de Renda.
Na declaração do IR deste ano, por exemplo, quem optar pela declaração simplificada, poderá fazer o abatimento de 20% da renda tributável, limitado a R$ 13.916,36.
No caso da dedução por dependentes, possível apenas por meio da declaração completa, o valor será de R$ 1.889,64 em 2012.
A atualização da tabela do Imposto de Renda, de acordo com o governo federal, está sendo feita com base no centro da meta de inflação deste ano, que é de 4,5%, tendo o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) como referência. Entretanto, analistas do mercado financeiro estimam uma inflação bem maior para este ano, em torno de 5,9%, tendo como base também o IPCA.
por master | 03/02/12 | Ultimas Notícias
O índice FipeZap Composto, que acompanha o preço médio do metro quadrado de apartamentos prontos em seis municípios e no Distrito Federal, teve alta de 1,1% em janeiro na comparação com dezembro – variação idêntica à registrada no mês anterior.
A variação positiva, no entanto, segue a tendência de desaceleração que vem sendo observada nos últimos meses. Em abril do ano passado, por exemplo, o indicador havia registrado alta de 2,7%, mas, desde então, as altas vêm sendo sucessivamente menores.
No acumulado em 12 meses, o preço médio das sete regiões pesquisadas aumentou 25,5%, reforçando ainda mais a tendência de desaceleração. Para se ter uma ideia, no acumulado de setembro de 2010 a setembro de 2011, a alta estava em 30%
No Rio de Janeiro a desaceleração é mais acentuada, já que caiu de 42%, no acumulado de doze meses de setembro a setembro, para 33% de janeiro a janeiro.
Recife foi a cidade que teve a maior variação em janeiro, com alta de 3,4%. No Distrito Federal, que tem o preço médio do metro quadrado mais caro do país, houve estabilidade de preços no primeiro mês de 2012.
Em São Paulo, o índice registrou alta de 1,2% e, no acumulado em 12 meses, os preços anunciados subiram em média 26%.
A região do Ibirapuera/Vila Nova Conceição manteve o posto de líder no preço por metro quadrado anunciado na capital paulista, com valor de R$ 9.644, seguida pelo Jardim Paulistano e pela Chácara Itaim.
Os preços no Rio subiram, em média, 1,3% em janeiro. Na divisão por bairros, os valores mais altos seguem sendo registrados no Leblon, onde o metro quadrado anunciado chegou a R$ 17.328 e, em Ipanema, onde o metro quadrado anunciado mediano foi de R$ 15.809.
Considerando todos os bairros pesquisados, o preço médio do metro quadrado em janeiro ficou entre R$ 7.847, no Distrito Federal, e R$ 3.610, em Salvador. Em São Paulo, o valor médio foi de R$ 6.135, e no Rio de Janeiro, R$ 7.589. Na média das sete regiões, o valor do metro quadrado anunciado foi de R$ 6267.
Dormitórios
Em relação ao número de dormitórios, os imóveis com um dormitório tiveram a maior alta no período, de 1,5%, enquanto os de quatro ou mais dormitórios registraram a menor elevação nos preços, de 0,7%.
O índice composto inclui as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife, Fortaleza, Salvador e o Distrito Federal.