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Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

O governo federal promete dar prioridade no programa Minha Casa, Minha Vida às famílias que tiveram imóveis destruídos pelas chuvas em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo Fernando Bezerra, ministro da Integração Nacional, a demanda estimada é de 3 mil unidades habitacionais. Um grupo de acompanhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deve definir a medida.
O governo federal quer ainda antecipar de 2014 para este ano a conclusão do mapeamento geológico de 250 municípios de diferentes regiões do país. O objetivo é avaliar os riscos de desabamentos e alagamentos provocados por tempestades. A demanda para acelerar o processo foi colocada pela presidenta Dilma Rousseff ao ministro Bezerra, que preferiu evitar apresentar prazos antes de saber o tamanho da equipe disponível para a tarefa.

As chuvas em estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro desde o início do ano motivaram a decisão de agilizar o levantamento. A Casa Civil coordenará reunião com a Petrobras e representantes de universidades federais para avaliar a possibilidade de se reunir mais geólogos habilitados ao trabalho. A decisão foi anuncida nesta quarta-feira (18) após reunião entre representantes dos ministérios da Integração Nacional, Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente.

Bezerra afirma que, a partir do mapeamento concluído, o poder público terá condições melhores de analisar riscos, até de remover famílias de regiões ameaçadas de desabamento e de outros tipos de desastre natural.

Além disso, São Paulo e Santa Catarina terão a instalação de unidades do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, por causa da previsão de aumento de pluviosidade. O ministério deve transferir ainda R$ 25 milhões para Minas Gerais, para obras de recuperação de estragos provocados por tempestades nos últimos dias.

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

O governo federal promete dar prioridade no programa Minha Casa, Minha Vida às famílias que tiveram imóveis destruídos pelas chuvas em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Segundo Fernando Bezerra, ministro da Integração Nacional, a demanda estimada é de 3 mil unidades habitacionais. Um grupo de acompanhamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) deve definir a medida.
O governo federal quer ainda antecipar de 2014 para este ano a conclusão do mapeamento geológico de 250 municípios de diferentes regiões do país. O objetivo é avaliar os riscos de desabamentos e alagamentos provocados por tempestades. A demanda para acelerar o processo foi colocada pela presidenta Dilma Rousseff ao ministro Bezerra, que preferiu evitar apresentar prazos antes de saber o tamanho da equipe disponível para a tarefa.

As chuvas em estados como Minas Gerais e Rio de Janeiro desde o início do ano motivaram a decisão de agilizar o levantamento. A Casa Civil coordenará reunião com a Petrobras e representantes de universidades federais para avaliar a possibilidade de se reunir mais geólogos habilitados ao trabalho. A decisão foi anuncida nesta quarta-feira (18) após reunião entre representantes dos ministérios da Integração Nacional, Ciência, Tecnologia e Inovação e do Meio Ambiente.

Bezerra afirma que, a partir do mapeamento concluído, o poder público terá condições melhores de analisar riscos, até de remover famílias de regiões ameaçadas de desabamento e de outros tipos de desastre natural.

Além disso, São Paulo e Santa Catarina terão a instalação de unidades do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, por causa da previsão de aumento de pluviosidade. O ministério deve transferir ainda R$ 25 milhões para Minas Gerais, para obras de recuperação de estragos provocados por tempestades nos últimos dias.

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Indústria perde 35,5 mil vagas e fecha ano “melancólico”

Índice de Emprego divulgado pela Fiesp e Ciesp aponta corte de 500 postos de trabalho no acumulado de 2011
Em dezembro, a indústria paulista fechou 35 mil postos de trabalho, uma queda de 1,36% em comparação com novembro, na série sem ajuste sazonal. Mas na leitura com ajuste sazonal, o índice ficou com taxa positiva de 1,72% versus o mês anterior.

A variação positiva, no entanto, não alivia o cenário de baixa percebido ao longo do ano no qual houve um desempenho “melancólico” do mercado de trabalho da indústria, alertou Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos (Depecon).

“Um único mês não conta grande coisa. Não dá para extrair de um mês uma verdade. Em um conjunto de meses é possível extrair uma tendência”, argumentou Francini durante divulgação do Nível de Emprego da Fiesp e Ciesp, na tarde desta quinta-feira (12).

A entidade acredita que o crescimento da indústria deve ter ficado em torno de 1% em 2011, resultado que segundo o diretor é medíocre.

De acordo com Francini, a entrada de produtos importados no Brasil persistiu durante todo o ano de 2011, expandindo o valor negativo de manufaturados na balança comercial para US$91 bilhões, contra saldo negativo anterior de US$71 bilhões.

No acumulado do ano, o setor produtivo paulista registrou um corte de 500 vagas, o que equivale a uma taxa praticamente estável (-0,01%) na comparação com dezembro do ano anterior. O levantamento de novembro apontou um ganho de 1,40% de janeiro a novembro, o que representa a criação de 36 mil empregos.

Do total de vagas fechadas, 7.426 correspondem ao setor sucroalcooleiro, o qual apresentou queda de 0,28% em dezembro. Em contrapartida, os demais setores da indústria de transformação foram responsáveis pelo fechamento de 28.074 postos de trabalho no mês, o equivalente a uma variação negativa de 1,08%.

De janeiro a dezembro, o setor sucroalcooleiro criou 170 vagas, com variação estável, enquanto o restante da indústria fechou 670 postos, com taxa ligeiramente negativa em 0,01%.

Olhando para 2012

Na avaliação de Francini, o emprego da indústria em 2012 não deve ser tão melancólico como foi o comportamento verificado no ano passado. Mas alerta que, assim como o desempenho da economia global, a atividade econômica será ruim. “Disso ninguém tem dúvida”.

Ele afirmou ainda que, livre de qualquer acidente econômico como a quebra de alguma instituição financeira ou um possível não pagamento de dívida por algum país da Europa, “a economia brasileira deve crescer em torno de 3% para o próximo ano de 2012, a indústria deve crescer alguma coisa em torno de 1,5%, podendo chegar a 2%, e o emprego deve aumentar até 1%”.

Por outro lado, Francini avalia que para se chegar a uma previsão mais clara do desempenho econômico do país, ainda falta contabilizar alguns agentes econômicos verificados ao longo do ano. Entre eles a redução da Selic, incentivo para consumo de produtos de linha branca e materiais de construção, bem como o dólar de volta ao patamar de R$1,80.

“Portanto são vários agentes soltos por aí para estabelecer o desempenho de 2012”, afirmou.

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Indústria perde 35,5 mil vagas e fecha ano “melancólico”

Índice de Emprego divulgado pela Fiesp e Ciesp aponta corte de 500 postos de trabalho no acumulado de 2011
Em dezembro, a indústria paulista fechou 35 mil postos de trabalho, uma queda de 1,36% em comparação com novembro, na série sem ajuste sazonal. Mas na leitura com ajuste sazonal, o índice ficou com taxa positiva de 1,72% versus o mês anterior.

A variação positiva, no entanto, não alivia o cenário de baixa percebido ao longo do ano no qual houve um desempenho “melancólico” do mercado de trabalho da indústria, alertou Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos (Depecon).

“Um único mês não conta grande coisa. Não dá para extrair de um mês uma verdade. Em um conjunto de meses é possível extrair uma tendência”, argumentou Francini durante divulgação do Nível de Emprego da Fiesp e Ciesp, na tarde desta quinta-feira (12).

A entidade acredita que o crescimento da indústria deve ter ficado em torno de 1% em 2011, resultado que segundo o diretor é medíocre.

De acordo com Francini, a entrada de produtos importados no Brasil persistiu durante todo o ano de 2011, expandindo o valor negativo de manufaturados na balança comercial para US$91 bilhões, contra saldo negativo anterior de US$71 bilhões.

No acumulado do ano, o setor produtivo paulista registrou um corte de 500 vagas, o que equivale a uma taxa praticamente estável (-0,01%) na comparação com dezembro do ano anterior. O levantamento de novembro apontou um ganho de 1,40% de janeiro a novembro, o que representa a criação de 36 mil empregos.

Do total de vagas fechadas, 7.426 correspondem ao setor sucroalcooleiro, o qual apresentou queda de 0,28% em dezembro. Em contrapartida, os demais setores da indústria de transformação foram responsáveis pelo fechamento de 28.074 postos de trabalho no mês, o equivalente a uma variação negativa de 1,08%.

De janeiro a dezembro, o setor sucroalcooleiro criou 170 vagas, com variação estável, enquanto o restante da indústria fechou 670 postos, com taxa ligeiramente negativa em 0,01%.

Olhando para 2012

Na avaliação de Francini, o emprego da indústria em 2012 não deve ser tão melancólico como foi o comportamento verificado no ano passado. Mas alerta que, assim como o desempenho da economia global, a atividade econômica será ruim. “Disso ninguém tem dúvida”.

Ele afirmou ainda que, livre de qualquer acidente econômico como a quebra de alguma instituição financeira ou um possível não pagamento de dívida por algum país da Europa, “a economia brasileira deve crescer em torno de 3% para o próximo ano de 2012, a indústria deve crescer alguma coisa em torno de 1,5%, podendo chegar a 2%, e o emprego deve aumentar até 1%”.

Por outro lado, Francini avalia que para se chegar a uma previsão mais clara do desempenho econômico do país, ainda falta contabilizar alguns agentes econômicos verificados ao longo do ano. Entre eles a redução da Selic, incentivo para consumo de produtos de linha branca e materiais de construção, bem como o dólar de volta ao patamar de R$1,80.

“Portanto são vários agentes soltos por aí para estabelecer o desempenho de 2012”, afirmou.

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Estados Unidos vão facilitar entrada de brasileiros e chineses

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou hoje (19) ordem executiva com medidas para estimular o turismo no país. Quem sai ganhando é o turista brasileiro. De olho na classe média do Brasil, da China e Índia, o governo norte-americano prevê simplificar e reduzir em 40% o tempo de concessão de vistos para turistas dos três países, segundo informações divulgadas no site oficial da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos.

A meta é entrevistar 80% dos candidatos em até três semanas após o pedido de visto. Outra ideia em teste é isentar viajantes brasileiros e chineses da entrevista para concessão do visto, desde que sejam classificados como de “baixo risco” pelo Departamento de Segurança, como em caso de pedido de renovação do documento.

Com as iniciativas de estímulo ao turismo, Obama espera movimentar a economia do país, que enfrenta dificuldades. O turismo representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e é responsável por 7,5 milhões de empregos nos Estados Unidos, conforme dados de 2010. Calcula-se a criação de 1 milhão de empregos na próxima década, se mais turistas estrangeiros escolherem os Estados Unidos como destino de viagem.

“A cada ano, 10 milhões de turistas de todo o mundo visitam a América. Quanto mais pessoas visitam a América, mais norte-americanos voltam ao mercado de trabalho”, disse Obama, no parque da Disney World, na Flórida.

Os chineses e brasileiros estão entre os turistas que mais gastam, de US$ 5 mil a US$ 6 mil por viagem. Em 2011, os consulados americanos emitiram 1 milhão de vistos na China e 800 mil no Brasil, crescimento de 34% e 42% respectivamente.

Minha Casa, Minha Vida dará prioridade a desabrigados por chuvas

Estados Unidos vão facilitar entrada de brasileiros e chineses

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, assinou hoje (19) ordem executiva com medidas para estimular o turismo no país. Quem sai ganhando é o turista brasileiro. De olho na classe média do Brasil, da China e Índia, o governo norte-americano prevê simplificar e reduzir em 40% o tempo de concessão de vistos para turistas dos três países, segundo informações divulgadas no site oficial da Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos.

A meta é entrevistar 80% dos candidatos em até três semanas após o pedido de visto. Outra ideia em teste é isentar viajantes brasileiros e chineses da entrevista para concessão do visto, desde que sejam classificados como de “baixo risco” pelo Departamento de Segurança, como em caso de pedido de renovação do documento.

Com as iniciativas de estímulo ao turismo, Obama espera movimentar a economia do país, que enfrenta dificuldades. O turismo representa 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e é responsável por 7,5 milhões de empregos nos Estados Unidos, conforme dados de 2010. Calcula-se a criação de 1 milhão de empregos na próxima década, se mais turistas estrangeiros escolherem os Estados Unidos como destino de viagem.

“A cada ano, 10 milhões de turistas de todo o mundo visitam a América. Quanto mais pessoas visitam a América, mais norte-americanos voltam ao mercado de trabalho”, disse Obama, no parque da Disney World, na Flórida.

Os chineses e brasileiros estão entre os turistas que mais gastam, de US$ 5 mil a US$ 6 mil por viagem. Em 2011, os consulados americanos emitiram 1 milhão de vistos na China e 800 mil no Brasil, crescimento de 34% e 42% respectivamente.