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Número de Empreendedores Individuais cresce 130% em um ano no Paraná

Número de Empreendedores Individuais cresce 130% em um ano no Paraná

Para o Sebrae, que realizou o levantamento, empreendedor descobriu que sai mais barato formalizar o negócio
 
Os pequenos empresários paranaenses mostraram que 2011 foi o ano da formalização dos seus empreendimentos. Um levantamento do Sebrae do Paraná constatou um aumento de mais de 130% no número de pessoas que se tornaram um Empreendedor Individual (EI) em comparação à 2010. O salto foi de 42 mil para 97 mil pessoas que garantiram registro no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e que agora estão em dia com o fisco e contribuindo com a Previdência Social. 
No Brasil, existem atualmente 1,89 milhão de EIs, número que deve subir ainda mais em 2012, já que mais sete atividades econômicas estão prestes a conseguir formalização (veja quadro), totalizando 471 profissões. No Estado, a profissão que lidera as formalizações são os comerciantes de roupa (7.950 pessoas), seguido dos cabeleireiros (5.870), pedreiros (4.895), donos de lanchonetes (3.193) e esteticistas (3.193). O EI paga uma taxa mensal de 5% sobre o salário mínimo – R$ 31,10 – como constribuição ao INSS, mais R$ 1 se for do setor da indústria ou comércio, ou mais R$ 5 se for da área de serviços. 
De acordo com Cesar Rissete, coordenador estadual de políticas públicas do Sebrae/PR, a justificativa para este crescimento substancial é simples. Segundo ele, os emprendedores estão se conscientizando que é mais barato estar na formalidade do que ser um informal. ”Seguramente, o ponto mais atrativo é que desta forma o empresário consegue ter acesso às linhas de crédito específicas para ele”, comenta Rissete. 
Numa outra pesquisa realizada pelo Sebrae, os EIs responderam dizendo que outro benefício importante quando se está formalizado é poder emitir nota fiscal e possuir um CNPJ. ”Se você não tem crédito, vai acabar pagando mais caro porque vai ter que ir até um agiota, por exemplo. Se não pode comprar no atacado, vai pagar mais no varejo. Quando tudo é colocado na ponta do lápis, fica nítido que o custo da informalidade é maior.” 
Entretanto, na hora de se regularizar, é preciso que o empresário se planeje. Apesar dos tributos mensais serem baixos nesta categoria implantada pelo governo federal (por volta de R$ 36/mês), é necessário ter um plano de negócios e fluxo de caixas para evitar problemas logo no início dos trabalhos formais. 
 
Para 2012, o crescimento de empreendedores que devem se formalizar deve continuar significativo no Paraná. A expectativa é que atinja 130 mil pessoas. Na avaliação de Rissete, isso deve acontecer devido a dois fatores. ”O primeiro é o incremento das atividades que estão enquadradas no EI e a segundo é o aumento do teto de faturamento a partir deste ano, que sai de R$ 36 mil para R$ 60 mil”, completa o coordenador do Sebrae-PR.
 
Número de Empreendedores Individuais cresce 130% em um ano no Paraná

Na rica Hong Kong, pessoas vivem em gaiolas de cachorro

Uma série de imagens do fotógrafo britânico Brian Cassey revelaram o resultado da bolha imobiliária que atinge a região administrativa de Hong Kong. Estima-se que mais de 100 mil pessoas morem em gaiolas de cachorro nesta que é uma das cidades mais ricas do mundo.
 
Com menos de dois metros quadrados, elas são alugadas por um valor mensal de 200 dólares. Cada dormitório do edifício chega a abrigar vinte delas, dispostas de três em três, umas sobre as outras.

As gaiolas mais próximas do chão são as mais caras, pois os proprietários argumentam que dentro delas pode-se ficar praticamente em pé. As condições de higiene e saneamento, contudo, não são menos precárias. Banheiros e água são compartilhados e não há cozinha.

Famosa por ter mais lojas Louis Vuitton do que Paris, a cidade possui enorme densidade demográfica e há décadas sofre com a especulação imobiliária. Com a crise econômica, o número de gaiolas humanas elevou-se ainda mais.

O morador de uma gaiola, Cheung, que mora em Sham Shui Po, disse ao portal Asia Times que enfrenta “condições fétidas” de vida. Ao relatar seu desconforto, ele lembra que baratas, ratos e lagartixas são comuns no local. “Às vezes temo que as baratas entrem em meus ouvidos”, completou.

Número de Empreendedores Individuais cresce 130% em um ano no Paraná

Na rica Hong Kong, pessoas vivem em gaiolas de cachorro

Uma série de imagens do fotógrafo britânico Brian Cassey revelaram o resultado da bolha imobiliária que atinge a região administrativa de Hong Kong. Estima-se que mais de 100 mil pessoas morem em gaiolas de cachorro nesta que é uma das cidades mais ricas do mundo.
 
Com menos de dois metros quadrados, elas são alugadas por um valor mensal de 200 dólares. Cada dormitório do edifício chega a abrigar vinte delas, dispostas de três em três, umas sobre as outras.

As gaiolas mais próximas do chão são as mais caras, pois os proprietários argumentam que dentro delas pode-se ficar praticamente em pé. As condições de higiene e saneamento, contudo, não são menos precárias. Banheiros e água são compartilhados e não há cozinha.

Famosa por ter mais lojas Louis Vuitton do que Paris, a cidade possui enorme densidade demográfica e há décadas sofre com a especulação imobiliária. Com a crise econômica, o número de gaiolas humanas elevou-se ainda mais.

O morador de uma gaiola, Cheung, que mora em Sham Shui Po, disse ao portal Asia Times que enfrenta “condições fétidas” de vida. Ao relatar seu desconforto, ele lembra que baratas, ratos e lagartixas são comuns no local. “Às vezes temo que as baratas entrem em meus ouvidos”, completou.

Número de Empreendedores Individuais cresce 130% em um ano no Paraná

Congresso espanhol aprova corte de gastos e aumento de impostos

O Congresso da Espanha aprovou nesta quarta-feira (11), com 197 a favor, 138 contra e 4 abstenções, o plano de austeridade apresentado em 30 de dezembro pelo governo do país, que estabelece novas medidas para reduzir o déficit orçamentário espanhol.
 
As medidas prevêem um corte de gastos de 8,9 bilhões de euros e o aumento de impostos sobre a renda e propriedades imóveis.
 
Os cortes nos gastos atingirão principalmente o Ministério de Desenvolvimento, que coordena as obras públicas, e também as pastas da Indústria e da Energia. O governo da Espanha também vai congelar os salários e aumentar a jornada de trabalho dos funcionários públicos. A jornada semanal de trabalho também será aumentada em duas horas e meia, para 37,5 horas.
 
Também ficará congelado, pela primeira vez na democracia espanhola, o salário mínimo interprofissional, que na Espanha é atualmente de 641 euros por mês.
 
O Governo aprovou aumentar durante dois anos o chamado Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF), no que diz respeito aos rendimentos de trabalho e “especialmente de capital”.
 
As aposentadorias, no entanto, serão corrigidas em 1%, após o congelamento sofrido no ano anterior.
 
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Congresso espanhol aprova corte de gastos e aumento de impostos

O Congresso da Espanha aprovou nesta quarta-feira (11), com 197 a favor, 138 contra e 4 abstenções, o plano de austeridade apresentado em 30 de dezembro pelo governo do país, que estabelece novas medidas para reduzir o déficit orçamentário espanhol.
 
As medidas prevêem um corte de gastos de 8,9 bilhões de euros e o aumento de impostos sobre a renda e propriedades imóveis.
 
Os cortes nos gastos atingirão principalmente o Ministério de Desenvolvimento, que coordena as obras públicas, e também as pastas da Indústria e da Energia. O governo da Espanha também vai congelar os salários e aumentar a jornada de trabalho dos funcionários públicos. A jornada semanal de trabalho também será aumentada em duas horas e meia, para 37,5 horas.
 
Também ficará congelado, pela primeira vez na democracia espanhola, o salário mínimo interprofissional, que na Espanha é atualmente de 641 euros por mês.
 
O Governo aprovou aumentar durante dois anos o chamado Imposto sobre a Renda das Pessoas Físicas (IRPF), no que diz respeito aos rendimentos de trabalho e “especialmente de capital”.
 
As aposentadorias, no entanto, serão corrigidas em 1%, após o congelamento sofrido no ano anterior.
 
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Centrais sindicais iniciam campanha pela redução da jornada de trabalho

As seis principais centrais sindicais do país realizaram um ato público, na manhã desta segunda-feira, em frente ao Teatro Municipal de São Paulo, para o lançamento da campanha nacional pela redução da jornada de trabalho, sem perdas salariais. Segundo avaliação do comando da Polícia Militar, participaram da manifestação cerca de 500 pessoas. Durante o ato, dezenas de dirigentes sindicais se revezavam nos discursos em defesa da redução da jornada. Também foi criticada a flexibilização das relações de trabalho por meio da terceirização.
 
A meta dos sindicalistas é recolher de um a cinco milhões de assinaturas em todo o país até o dia 1° de maio e entregá-las ao Congresso Nacional. Estavam representadas a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Força Sindical, a Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e a União Geral dos Trabalhadores (UGT).
 
Segundo estimativa das centrais, a diminuição da carga de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais poderá criar até 2,2 milhões de novos empregos com carteira assinada, com uma limitação legal do banco de horas nas empresas e das horas extras.
 
– Nós [sindicalistas] temos que superar nossas diferenças, que continuam existindo. As centrais sindicais têm concepções diferentes a respeito de fazer sindicalismo, mas na hora em que há um assunto que interessa ao conjunto geral da classe, a unidade dos trabalhadores é fundamental – afirmou Artur Henrique da Silva Santos, presidente nacional da CUT.
 
– Com certeza, esta unidade das centrais sindicais poderá fazer com que este movimento seja cada vez mais forte. Esta experiência, já tínhamos no passado, e estamos retomando nas ruas e nas fábricas – disse João Carlos Gonçalves, o Juruna, secretário-geral da Força Sindical.
 
Os dois líderes sindicais informaram que irão a Brasília ainda esta semana para conferir o envio ao Congresso Nacional da proposta de ratificação das Convenções 151 e 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
 
A Convenção 151 trata do direito à negociação coletiva para os servidores públicos, e a Convenção 158 proíbe que o trabalhador seja demitido por qualquer motivo, a chamada demissão sem justa causa.