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Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

A um ano da eleição presidencial de 6 de novembro de 2012, o presidente Barack Obama e seus adversários republicanos que buscam a indicação do partido para concorrer à Presidência dos Estados Unidos enfrentam um ambiente cada vez mais polarizado e com profundas divisões ideológicas, no qual movimentos como o Tea Party, à direita, e o Ocupe Wall Street, à esquerda, vêm ganhando destaque.

As eleições americanas tradicionalmente concentram todas as atenções nos candidatos democrata e republicano, com suas gigantescas máquinas eleitorais, campanhas publicitárias, debates e batalhas por Estados-chave.

Mas em 2012, o presidente Barack Obama e seu adversário republicano terão ainda de lidar com a maciça presença de protestos organizados por movimentos que nenhum dos dois lados pode controlar.

Tanto o Tea Party, que reúne diversos grupos conservadores, como os protestos contra a desigualdade, o desemprego e as grandes corporações iniciados com o Ocupe Wall Street, em Nova York, e espalhados por todo o país, têm em comum o descontentamento com a situação política e econômica do país e devem ter impacto na votação do próximo ano, apesar de ambos recusarem as comparações.

Incógnita

Mas se o Tea Party já mostrou sua força nas eleições legislativas do ano passado, quando elegeu vários de seus candidatos, e há pré-candidatos republicanos abertamente identificados com o movimento, como Michele Bachmann, a força dos protestos inspirados no Ocupe Wall Street, surgido há menos de dois meses, ainda precisa ser testada.

Os participantes dos protestos do Ocupe Wall Street têm perfil variado e rejeitam qualquer ligação com o Partido Democrata, mas o crescimento do movimento e, principalmente, a simpatia do público americano por sua mensagem de frustração, fazem com que seja observado com atenção por ambos os partidos.

“Enquanto o Tea Party serviu de combustível para o entusiasmo do Partido Republicano nas eleições de 2010, ainda não há prova de que os manifestantes do Ocupe Wall Street farão o mesmo pelos democratas”, dizem os analistas Aaron Blake e Chris Cillizza, do jornalWashington Post.

“Dito isso, o movimento (Ocupe Wall Street) pode favorecer significativamente os democratas”, afirmam, ao observar que ainda é preciso saber se o movimento vai motivar os até agora pouco empolgados eleitores identificados com a esquerda a votar.

Insatisfação

Diversas pesquisas mostram que a principal preocupação dos eleitores americanos é a economia, em um momento em que o país cresce em um ritmo considerado lento demais para baixar a taxa de desemprego – atualmente em 9%, patamar mantido há dois anos – e em que há o temor de uma nova recessão.

Uma pesquisa divulgada neste domingo peloWashington Post e pela rede de TVABC News revela que a insatisfação com o governo atingiu níveis recordes.

Nesse cenário, analistas já afirmam que esta será a reeleição mais difícil de um presidente americano desde 1992, quando Bill Clinton tirou George Bush pai da Casa Branca.

Obama tenta evitar o mesmo destino de Bush, Gerald Ford ou Jimmy Carter, integrantes da temida lista de presidentes americanos de um só mandato, mas os problemas com a economia americana são um desafio em sua campanha.

A mesma pesquisa do Washington Post e da ABC, conduzida pelo instituto Langer Research Associates, revela que apenas 13% dos americanos dizem que suas vidas estão melhores agora do que antes de Obama assumir o governo.

Republicanos

Apesar da popularidade em baixa e dos problemas da economia, Obama ainda aparece com boas chances nas pesquisas, quando confrontado com os principais candidatos à indicação do Partido Republicano para concorrer no pleito de 2012.

No levantamento do Post e da ABC, Obama aparece tecnicamente empatado com o favorito Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts, e com o azarão Herman Cain, empresário recentemente envolvido em uma polêmica de acusações de assédio sexual, mas ainda assim dividindo a liderança nas pesquisas.

O descontentamento dos americanos se estende também ao Congresso.

De acordo com diferentes pesquisas, tanto Obama e seu Partido Democrata como os republicanos perderam pontos com o público americano depois do embate para aprovar a elevação do teto da dívida pública, que quase levou o país ao calote no meio do ano.

Nesse cenário, muitos analistas afirmam que nenhum dos pré-candidatos republicanos até agora tem demonstrado força suficiente para empolgar os eleitores do partido.

No entanto, a situação ainda pode mudar, já que as primárias para escolher o adversário de Obama na votação de 6 de novembro de 2012 começam apenas em janeiro.

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

A um ano da eleição presidencial de 6 de novembro de 2012, o presidente Barack Obama e seus adversários republicanos que buscam a indicação do partido para concorrer à Presidência dos Estados Unidos enfrentam um ambiente cada vez mais polarizado e com profundas divisões ideológicas, no qual movimentos como o Tea Party, à direita, e o Ocupe Wall Street, à esquerda, vêm ganhando destaque.

As eleições americanas tradicionalmente concentram todas as atenções nos candidatos democrata e republicano, com suas gigantescas máquinas eleitorais, campanhas publicitárias, debates e batalhas por Estados-chave.

Mas em 2012, o presidente Barack Obama e seu adversário republicano terão ainda de lidar com a maciça presença de protestos organizados por movimentos que nenhum dos dois lados pode controlar.

Tanto o Tea Party, que reúne diversos grupos conservadores, como os protestos contra a desigualdade, o desemprego e as grandes corporações iniciados com o Ocupe Wall Street, em Nova York, e espalhados por todo o país, têm em comum o descontentamento com a situação política e econômica do país e devem ter impacto na votação do próximo ano, apesar de ambos recusarem as comparações.

Incógnita

Mas se o Tea Party já mostrou sua força nas eleições legislativas do ano passado, quando elegeu vários de seus candidatos, e há pré-candidatos republicanos abertamente identificados com o movimento, como Michele Bachmann, a força dos protestos inspirados no Ocupe Wall Street, surgido há menos de dois meses, ainda precisa ser testada.

Os participantes dos protestos do Ocupe Wall Street têm perfil variado e rejeitam qualquer ligação com o Partido Democrata, mas o crescimento do movimento e, principalmente, a simpatia do público americano por sua mensagem de frustração, fazem com que seja observado com atenção por ambos os partidos.

“Enquanto o Tea Party serviu de combustível para o entusiasmo do Partido Republicano nas eleições de 2010, ainda não há prova de que os manifestantes do Ocupe Wall Street farão o mesmo pelos democratas”, dizem os analistas Aaron Blake e Chris Cillizza, do jornalWashington Post.

“Dito isso, o movimento (Ocupe Wall Street) pode favorecer significativamente os democratas”, afirmam, ao observar que ainda é preciso saber se o movimento vai motivar os até agora pouco empolgados eleitores identificados com a esquerda a votar.

Insatisfação

Diversas pesquisas mostram que a principal preocupação dos eleitores americanos é a economia, em um momento em que o país cresce em um ritmo considerado lento demais para baixar a taxa de desemprego – atualmente em 9%, patamar mantido há dois anos – e em que há o temor de uma nova recessão.

Uma pesquisa divulgada neste domingo peloWashington Post e pela rede de TVABC News revela que a insatisfação com o governo atingiu níveis recordes.

Nesse cenário, analistas já afirmam que esta será a reeleição mais difícil de um presidente americano desde 1992, quando Bill Clinton tirou George Bush pai da Casa Branca.

Obama tenta evitar o mesmo destino de Bush, Gerald Ford ou Jimmy Carter, integrantes da temida lista de presidentes americanos de um só mandato, mas os problemas com a economia americana são um desafio em sua campanha.

A mesma pesquisa do Washington Post e da ABC, conduzida pelo instituto Langer Research Associates, revela que apenas 13% dos americanos dizem que suas vidas estão melhores agora do que antes de Obama assumir o governo.

Republicanos

Apesar da popularidade em baixa e dos problemas da economia, Obama ainda aparece com boas chances nas pesquisas, quando confrontado com os principais candidatos à indicação do Partido Republicano para concorrer no pleito de 2012.

No levantamento do Post e da ABC, Obama aparece tecnicamente empatado com o favorito Mitt Romney, ex-governador de Massachusetts, e com o azarão Herman Cain, empresário recentemente envolvido em uma polêmica de acusações de assédio sexual, mas ainda assim dividindo a liderança nas pesquisas.

O descontentamento dos americanos se estende também ao Congresso.

De acordo com diferentes pesquisas, tanto Obama e seu Partido Democrata como os republicanos perderam pontos com o público americano depois do embate para aprovar a elevação do teto da dívida pública, que quase levou o país ao calote no meio do ano.

Nesse cenário, muitos analistas afirmam que nenhum dos pré-candidatos republicanos até agora tem demonstrado força suficiente para empolgar os eleitores do partido.

No entanto, a situação ainda pode mudar, já que as primárias para escolher o adversário de Obama na votação de 6 de novembro de 2012 começam apenas em janeiro.

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Empregabilidade no mercado da construção civil está em alta

O mercado da construção civil está em alta, anualmente movimenta 9,2% do PIB e responde diretamente por 43% dos investimentos nacionais. É apontado por pesquisas do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/SP), e outros órgãos oficiais, como um dos mais otimistas, tendo em vista os investimentos previstos para serem realizados no país em função das obras de infraestrutura para abrigar a realização da Copa do Mundo FIFA, em 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016.

Segundo a edição eletrônica da Revista Veja em outubro de 2007, já naquele ano, estimava–se que o Brasil deve consumir cerca de 5 bilhões de dólares só com a realização do Mundial de Futebol, porém, as mesmas estimativas atontam que as cifras deverão ser maiores, a titulo do que já ocorreu nos Jogos Pan–Americanos do Rio de Janeiro, inicialmente orçados em 500 milhões de reais, acabou consumindo 4 bilhões de reais. Além disso, projetos criados pelo Governo Federal, como o Minha Casa Minha Vida e o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), também contribuem para o aumento da demanda na construção de novos empreendimentos e, consequentemente, por novos profissionais. 

Ainda segundo a Revista Veja os levantamentos dão conta de que em 1994, logo após a realização da Copa do Mundo daquele ano, os EUA aumentaram em 1,4% o seu PIB, em 1998, na França, o PIB cresceu 1,3% a mais, em 2002, a Coréia o elevou em 3,1% enquanto o Japão teve decréscimo de 0,3%, já a Alemanha teve 1,7% a mais no PIB em 2006. 

A Copa do Mundo da África do Sul é tida como a mais bem–sucedida da história: de acordo com a Federação Internacional de Futebol (FIFA), foram arrecadados US$ 3,2 bilhões (R$ 5,6 bilhões) antes mesmo de o primeiro jogo ter começado. O valor recorde superou em 50% o montante arrecadado quatro anos antes, na Copa realizada na Alemanha em 2006. 

”Todas as atividades básicas dos seres humanos estão ligadas com a área da Engenharia Civil”

Soma–se aos eventos esportivos o atual momento emergente da economia do país, o grande número de processos de privatização de estradas, portos, aeroportos, hidrelétricas. “Todas as atividades básicas dos seres humanos, como moradia, se locomoverem, se divertir e até se tratar de doenças estão ligadas com a área da Engenharia Civil, por que faz parte do escopo da Engenharia Civil projetar, construir recuperar ou reformar instalações próprias para essas finalidades”, aponta o professor Msc. Edson Elias Matar, coordenador do curso de Engenharia Civil das Faculdades Oswaldo Cruz (FOC).

Para o coordenador, “o Brasil entrará num momento de pleno crescimento econômico (com os eventos esportivos), além disso, estamos iniciando a exploração de petróleo no Pré–Sal, o mercado imobiliário já está bastante aquecido em várias partes do país. Tudo isso requere mais e mais engenheiros civis”, aponta o professor. A média salarial inicial para esses novos engenheiros, segundo estimativa do CREA/SP, é de R$ 3.060,00, por 6 (seis) horas de trabalho diário.

Segundo a coordenação do curso da FOC, o engenheiro civil formado pela Oswaldo Cruz está apto ao término do curso a projetar, gerenciar e executar obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais, aeroportos, portos, obras de saneamento básico, instalações auxiliares, solução de falhas estruturais, entre outras ações pertinentes a essa área do conhecimento. Além disso, pode dedicar–se à administração de recursos prediais, no gerenciamento da infraestrutura e ocupação das edificações. Sua atuação também inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação.

Segundo o Prof. Edson Matar, o novo curso apresenta um diferencial de mercado, pois fará uso do know how e da experiência que a Oswaldo Cruz tem no ensino da química. “Baseado na sua tradição na área química, as Faculdades Oswaldo Cruz farão a inclusão na matriz curricular do curso de Engenharia Civil um estudo de recuperação e reforço das estruturas de concreto por meio da utilização de materiais e produtos químicos, desta maneira é importante ter conhecimentos na área química para esse tipo de aplicação”.

Informações Gerais

Os estudantes do Curso deverão requerer registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA/SP. Há aulas aos sábados, bem como obrigatoriedade de realizar estágio supervisionado, atividades complementares e elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

A matriz curricular é composta por disciplinas de matemática, física, desenho e lógica entre outras. Além disso, as atividades laboratoriais ensinam técnicas e métodos de gerenciamento de equipes, administração e economia. Os três últimos anos serão dedicados ao estudo de disciplinas das áreas de especialização, como por exemplo, estruturas, construção civil, hidráulica, saneamento, transportes e geotécnica (estudo de solos).

Para o estudante que preferir seguir sua carreira no setor da Construção Civil, suas principais atividades serão: Projetar, construir e reformar edifícios e grandes construções, como shopping centers, hidroelétricas, estádios e ginásios poliesportivos, portos, aeroportos e outros.

Áreas de Atuação

Alunos que preferem seguir no setor de Estruturas e Fundações desempenharam um papel fundamental nas construções de apoio de grandes obras, ou seja, serão especialistas em projetar e edificar fundações e estruturas em vários materiais, como madeira, aço, concreto e outros, que darão suporte as edificações.

Na Hidráulica e/ou Recursos Hídricos, o formando será encarregado de projetar e construir obras de drenagem, reservatórios, barragens, sistemas de irrigação, e obras costeiras em portos e docas.

No setor de Transportes, o engenheiro é incumbido da construção de obras de infraestrutura, tais como rodovias, ferrovias, metrôs, pontes e viadutos. Já para quem quer se especializar em obras de Saneamento Básico, a proposta é construir galerias e redes de captação e distribuição de tratamento de água e esgoto.

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Empregabilidade no mercado da construção civil está em alta

O mercado da construção civil está em alta, anualmente movimenta 9,2% do PIB e responde diretamente por 43% dos investimentos nacionais. É apontado por pesquisas do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA/SP), e outros órgãos oficiais, como um dos mais otimistas, tendo em vista os investimentos previstos para serem realizados no país em função das obras de infraestrutura para abrigar a realização da Copa do Mundo FIFA, em 2014 e os Jogos Olímpicos, em 2016.

Segundo a edição eletrônica da Revista Veja em outubro de 2007, já naquele ano, estimava–se que o Brasil deve consumir cerca de 5 bilhões de dólares só com a realização do Mundial de Futebol, porém, as mesmas estimativas atontam que as cifras deverão ser maiores, a titulo do que já ocorreu nos Jogos Pan–Americanos do Rio de Janeiro, inicialmente orçados em 500 milhões de reais, acabou consumindo 4 bilhões de reais. Além disso, projetos criados pelo Governo Federal, como o Minha Casa Minha Vida e o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), também contribuem para o aumento da demanda na construção de novos empreendimentos e, consequentemente, por novos profissionais. 

Ainda segundo a Revista Veja os levantamentos dão conta de que em 1994, logo após a realização da Copa do Mundo daquele ano, os EUA aumentaram em 1,4% o seu PIB, em 1998, na França, o PIB cresceu 1,3% a mais, em 2002, a Coréia o elevou em 3,1% enquanto o Japão teve decréscimo de 0,3%, já a Alemanha teve 1,7% a mais no PIB em 2006. 

A Copa do Mundo da África do Sul é tida como a mais bem–sucedida da história: de acordo com a Federação Internacional de Futebol (FIFA), foram arrecadados US$ 3,2 bilhões (R$ 5,6 bilhões) antes mesmo de o primeiro jogo ter começado. O valor recorde superou em 50% o montante arrecadado quatro anos antes, na Copa realizada na Alemanha em 2006. 

”Todas as atividades básicas dos seres humanos estão ligadas com a área da Engenharia Civil”

Soma–se aos eventos esportivos o atual momento emergente da economia do país, o grande número de processos de privatização de estradas, portos, aeroportos, hidrelétricas. “Todas as atividades básicas dos seres humanos, como moradia, se locomoverem, se divertir e até se tratar de doenças estão ligadas com a área da Engenharia Civil, por que faz parte do escopo da Engenharia Civil projetar, construir recuperar ou reformar instalações próprias para essas finalidades”, aponta o professor Msc. Edson Elias Matar, coordenador do curso de Engenharia Civil das Faculdades Oswaldo Cruz (FOC).

Para o coordenador, “o Brasil entrará num momento de pleno crescimento econômico (com os eventos esportivos), além disso, estamos iniciando a exploração de petróleo no Pré–Sal, o mercado imobiliário já está bastante aquecido em várias partes do país. Tudo isso requere mais e mais engenheiros civis”, aponta o professor. A média salarial inicial para esses novos engenheiros, segundo estimativa do CREA/SP, é de R$ 3.060,00, por 6 (seis) horas de trabalho diário.

Segundo a coordenação do curso da FOC, o engenheiro civil formado pela Oswaldo Cruz está apto ao término do curso a projetar, gerenciar e executar obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais, aeroportos, portos, obras de saneamento básico, instalações auxiliares, solução de falhas estruturais, entre outras ações pertinentes a essa área do conhecimento. Além disso, pode dedicar–se à administração de recursos prediais, no gerenciamento da infraestrutura e ocupação das edificações. Sua atuação também inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação.

Segundo o Prof. Edson Matar, o novo curso apresenta um diferencial de mercado, pois fará uso do know how e da experiência que a Oswaldo Cruz tem no ensino da química. “Baseado na sua tradição na área química, as Faculdades Oswaldo Cruz farão a inclusão na matriz curricular do curso de Engenharia Civil um estudo de recuperação e reforço das estruturas de concreto por meio da utilização de materiais e produtos químicos, desta maneira é importante ter conhecimentos na área química para esse tipo de aplicação”.

Informações Gerais

Os estudantes do Curso deverão requerer registro no Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura – CREA/SP. Há aulas aos sábados, bem como obrigatoriedade de realizar estágio supervisionado, atividades complementares e elaboração de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). 

A matriz curricular é composta por disciplinas de matemática, física, desenho e lógica entre outras. Além disso, as atividades laboratoriais ensinam técnicas e métodos de gerenciamento de equipes, administração e economia. Os três últimos anos serão dedicados ao estudo de disciplinas das áreas de especialização, como por exemplo, estruturas, construção civil, hidráulica, saneamento, transportes e geotécnica (estudo de solos).

Para o estudante que preferir seguir sua carreira no setor da Construção Civil, suas principais atividades serão: Projetar, construir e reformar edifícios e grandes construções, como shopping centers, hidroelétricas, estádios e ginásios poliesportivos, portos, aeroportos e outros.

Áreas de Atuação

Alunos que preferem seguir no setor de Estruturas e Fundações desempenharam um papel fundamental nas construções de apoio de grandes obras, ou seja, serão especialistas em projetar e edificar fundações e estruturas em vários materiais, como madeira, aço, concreto e outros, que darão suporte as edificações.

Na Hidráulica e/ou Recursos Hídricos, o formando será encarregado de projetar e construir obras de drenagem, reservatórios, barragens, sistemas de irrigação, e obras costeiras em portos e docas.

No setor de Transportes, o engenheiro é incumbido da construção de obras de infraestrutura, tais como rodovias, ferrovias, metrôs, pontes e viadutos. Já para quem quer se especializar em obras de Saneamento Básico, a proposta é construir galerias e redes de captação e distribuição de tratamento de água e esgoto.

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Aquecimento de construção civil e de petróleo e gás abre mercado para engenheiros e arquitetos

RIO – O mercado aquecido nas áreas de petróleo e gás e de construção civil está abrindo oportunidades para engenheiros e arquitetos. Na construção civil, chega a haver um déficit de engenheiros e arquitetos na cidade de estimados dois a três mil, segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), José Conde Caldas.

– O Rio de Janeiro é a bola da vez. Com os investimentos crescendo, tanto do governo quanto do setor privado, as construtoras necessitam muito de profissionais qualificados – diz Caldas.

Em função disso, afirma, a Ademi-RJ está firmando parceria com a PUC-Rio para uma pós-graduação lato sensu, como forma de reciclagem para quem está fora do mercado.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio (Crea-RJ), Clayton Vabo, o setor está finalmente respirando após o “apagão produtivo” das década de 80 e 90, quando muitos engenheiros ficaram desempregados. Os empregos hoje estão concentrados na iniciativa privada, com exceção da área de petróleo e gás, na qual a Petrobras tem grande participação.

– O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e outros projetos na cidade têm estimulado sobretudo a construção civil e a área de petróleo e gás – diz Vabo.

De acordo com Sydnei Menezes, presidente do recém-criado Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), hoje o estado do Rio concentra cerca de 2.700 escritórios de arquitetura, o que é pouco para a quantidade de projetos públicos e privados em curso.

– As áreas que estão empregando mais arquitetos são infraestrutura urbana, transportes e meio ambiente, nesta ordem – afirma.

Confira mais dados sobre os profissionais que o mercado está buscando

Tea Party e Ocupe Wall Street mostram polarização nos EUA a um ano de eleição

Aquecimento de construção civil e de petróleo e gás abre mercado para engenheiros e arquitetos

RIO – O mercado aquecido nas áreas de petróleo e gás e de construção civil está abrindo oportunidades para engenheiros e arquitetos. Na construção civil, chega a haver um déficit de engenheiros e arquitetos na cidade de estimados dois a três mil, segundo o presidente da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Rio (Ademi-RJ), José Conde Caldas.

– O Rio de Janeiro é a bola da vez. Com os investimentos crescendo, tanto do governo quanto do setor privado, as construtoras necessitam muito de profissionais qualificados – diz Caldas.

Em função disso, afirma, a Ademi-RJ está firmando parceria com a PUC-Rio para uma pós-graduação lato sensu, como forma de reciclagem para quem está fora do mercado.

Segundo o presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio (Crea-RJ), Clayton Vabo, o setor está finalmente respirando após o “apagão produtivo” das década de 80 e 90, quando muitos engenheiros ficaram desempregados. Os empregos hoje estão concentrados na iniciativa privada, com exceção da área de petróleo e gás, na qual a Petrobras tem grande participação.

– O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e outros projetos na cidade têm estimulado sobretudo a construção civil e a área de petróleo e gás – diz Vabo.

De acordo com Sydnei Menezes, presidente do recém-criado Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), hoje o estado do Rio concentra cerca de 2.700 escritórios de arquitetura, o que é pouco para a quantidade de projetos públicos e privados em curso.

– As áreas que estão empregando mais arquitetos são infraestrutura urbana, transportes e meio ambiente, nesta ordem – afirma.

Confira mais dados sobre os profissionais que o mercado está buscando