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Nova diretoria toma posse fortalecida para ampliar o trabalho da Fetropar

Nova diretoria toma posse fortalecida para ampliar o trabalho da Fetropar

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 A nova diretoria da Federação dos Trabalhadores Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar) “Trabalho e Perseverança” eleita dia 20 de julho inicia oficialmente seus trabalhos após tomar posse nessa sexta-feira (12). Os diretores da Federação, familiares, autoridades e demais convidados lotaram o salão Napoli do Restaurante Madalosso em que ocorreu a posse solene.

A cerimônia teve início com a saudação dos presidentes das mesas coletora e apuradora dos votos, respectivamente o diretor do Sintracarp (Curitiba) Lourival Vieira e o advogado da Federação Dr. Sandro Lunard, que garantiram a existência e lisura do processo eleitoral que contou com os votos de 22 sindicatos filiados.

Esteve presente na posse o Presidente da NCST/PR – Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná – Denílson Pestana da Costa, para prestigiar a nova diretoria e reforçar o apoio a esta Federação que com valorosos e valiosos companheiros e companheiras, forjados nas lidas e lutas do Movimento Sindical cumprem a honraria de assumir a direção da FETROPAR, por escolha livre e soberana de expressivo contingente dos que fazem esta entidade.

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Trabalhadores pressionam e Rossoni dá a palavra: enquanto eu estiver aqui ninguém privatiza Sanepar nem Copel

Trabalhadores pressionam e Rossoni dá a palavra: enquanto eu estiver aqui ninguém privatiza Sanepar nem Copel

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Cerca de 250 trabalhadores da Sanepar, Copel, estudantes e representantes dos movimentos sociais caminharam pelas ruas do centro de Curitiba nesta terça (16) para dizer não à privatização da Sanepar, da Copel ou de qualquer empresa pública do estado do Paraná.

A motivação do protesto foi a iniciativa do governo Beto Richa em criar a Agência Reguladora de Serviços Delegados no Paraná (Agepar) com o intuito de regular tarifas e serviços da Sanepar, Copel, Compagás e Celepar, preparando estas empresas para uma privatização.
Os manifestantes realizaram o trajeto entre a Praça Santos Andrade e a Assembleia Legislativa do Paraná, onde ocorria uma sessão ordinária no plenário que foi interrompida com a manifestação e então passou-se a um debate sobre a privatização das empresas.

O Presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, abriu o espaço afirmando que votou favorável à venda da Copel, ao que foi prontamente vaiado. No entanto, Rossoni diz ter se arrependido do voto e afirmou “enquanto eu estiver a frente da presidência desta casa não irá entrar aqui projeto que busque a privatização do patrimônio público paranaense”.


Rossoni, que é do partido do Governador, garantiu que não haverá projeto de privatização circulado por lá. Contestando a validade desta promessa, alguns dos presentes nas galerias da Assembleia gritaram “ele também garantiu que não iria sair da Prefeitura de Curitiba pra concorrer ao estado”.
O Saemac, maior sindicato representante de trabalhadores da base da Sanepar, esteve à frente da organização do protesto. O Presidente do Sindicato, José Gerti Nunes, fala da importância de estar mobilizado “temos diversos exemplos negativos em todo o país de sucateamento dos serviços oferecidos por empresas privatizadas nas áreas de saneamento e energia, o que é ruim para a sociedade e para os trabalhadores, não podemos deixar chegar neste ponto”.

Foi relembrado os dez anos da luta contra a privatização da Copel, que mobilizou a sociedade paranaense em 2001. Na Assembleia, diversos deputados reforçaram esta questão, entre eles a Deputada Luciana Rafagnin que estava no legislativo estadual na época “nós resistimos bravamente na sessão mais longa que esta casa já presenciou, enquanto milhares estavam do lado de fora pressionando e nossos corajosos estudantes ocuparam as galerias que foram invadidas pela Polícia Militar que se utilizou de força e truculência para garantir o projeto de privatização do então Governador Jaime Lerner”.

Veja fotos da manifestação

Eventos no SINTRACOM LONDRINA

Eventos no SINTRACOM LONDRINA

festa julina 2Foram realizados no dia 30 de Julho de 2011 na sede Campestre do Sintracom Londrina, localizada na Rua Noel Porfírio de Andrade, 202 – Parque Agroindústrial Maria Estela em Londrina, o ARRAIÁ DO SINTRACOM e o FESTIVAL DESPERTANDO TALENTOS, os eventos contaram com a participação dos trabalhadores associados.

O Arraía começou às 17 horas e teve pipoca, amendoim, quentão, algodão doce, fogueira, quadrilha e muito forró, tudo como manda o figurino, além de um belíssimo show Pirotécnico.

O festival de talentos do Sintracom Londrina é um festival de Música, Encenação, Composição, Performance e Interpretação, onde os trabalhadores associados tem a oportunidade de mostrar o seu talento. As eliminatórias do evento ocorreram às 10 horas da manhã e às 19 horas ocorreu a final do evento, de onde saiu o grande vencedor que irá representar o Sintracom Londrina na II FETRAFEST – Festival esportivo e Cultural da FETRACONSPAR, que será realizado no dia 01 de outubro em Curitiba.Confira os três primeiros lugares:

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Economistas apoiam veto sobre aposentadorias

Economistas apoiam veto sobre aposentadorias

Para especialistas, Dilma agiu certo ao priorizar ajuste fiscal, mas parlamentares e inativos criticam a decisão

SÃO PAULO e BRASÍLIA. Criticado por aposentados e parlamentares, o veto da presidente Dilma Rousseff ao aumento real (acima da inflação) para aposentados que ganham mais de um salário mínimo foi aplaudido por especialistas em finanças públicas. Segundo eles, o governo agiu certo ao evitar novos gastos diante de um cenário de crise internacional adverso.

Para o economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria, a presidente Dilma está priorizando o ajuste fiscal. Mas, embora tenha considerado o veto acertado, criticou a falta de planejamento de longo prazo.

– Acho que não tinha outro jeito (a não ser o veto). O gasto só com a correção do salário mínimo será, nos nossos cálculos, de R$23 bilhões. Mas falta uma política fiscal planejada, pois o governo só fica apagando incêndios. É preciso ter uma regra para o crescimento do gasto total corrente – disse, observando que a medida é insuficiente para efetivar a redução de custos necessária ao país.

Especialista em finanças públicas, o economista Amir Khair aprovou o veto, mas, assim como Salto, ressaltou que é preciso bem mais para se reduzir os custos. Segundo ele, de julho de 2010 a junho deste ano, o país pagou R$223 bilhões em juros, o que corresponde a 5,73% do PIB nacional, enquanto países em desenvolvimento pagam, em média, 1,8% do PIB.

– Não tem país no mundo que tenha despesa tão alta com juro – disse Khair.

A presidente é a madrasta dos aposentados, diz deputado

A insatisfação foi grande entre os parlamentares. Líder do DEM na Câmara, o deputado ACM Neto (BA) afirmou que Dilma desrespeitou os acordos entre base e oposição em relação à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). E voltou a anunciar obstrução nas sessões da Comissão de Orçamento e do Congresso:

– A presidente desmontou a LDO – disse ACM Neto.

Conhecido por tratar de questões relativas à Previdência, o deputado Arnaldo Faria (PTB-SP) também criticou o veto:

– Ela (Dilma) fez pouco caso dos aposentados e pensionistas. O presidente Lula vetou o fim do fator previdenciário. A presidente é a madrasta dos aposentados e pensionistas.

Para o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, ainda é possível entrar em negociação com a presidente. Mas, se isso não ocorrer, afirmou que há a possibilidade de se tentar aprovar uma emenda no Orçamento.

Presidente da Câmara, o deputado Marco Maia (PT-RS) admitiu que os vetos presidenciais nunca são derrubados pelo Congresso e reconheceu o esforço fiscal do governo:

– A presidente está, de fato, preocupada com a crise econômica e com os desdobramentos. Já o presidente da Federação dos Aposentados de São Paulo, Antonio da Silva, disse que o veto foi recebido com “indignação, revolta e perplexidade”.

– Ela não deu a mínima importância para o diálogo.

Economistas apoiam veto sobre aposentadorias

Abertura de vagas com carteira assinada cai em 40%

Em julho, segundo ministério, foram abertos apenas 140 mil postos de trabalho formal

BRASÍLIA. A geração de empregos formais no Brasil voltou a desacelerar em julho. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que foram criados 140.563 postos no mês, o que representa um recuo de quase 40% em relação a junho, quando o total de vagas chegou a 234 mil. Um dos responsáveis por esse quadro, segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi a concorrência desleal imposta por produtos importados, que tem afetado o emprego principalmente na indústria de transformação.

A criação de vagas também caiu (22,5%) em relação a julho do ano passado, quando surgiram 182 mil empregos formais. No acumulado do ano, o total de empregos criados no Brasil já chega a 1,593 milhão, o que equivale a uma queda de 14,1% em relação ao mesmo período de 2010: 1,856 milhão.

– Ao sentir a concorrência externa, a indústria diminuiu sua capacidade contratação – disse o ministro.

Os dados do Caged mostram que a indústria de transformação criou 289.174 empregos com carteira assinada entre janeiro e julho de 2011. O total representa uma queda de 38% em relação aos 466.490 postos abertos no mesmo período no ano passado. Este ano o setor de serviços permanece como a principal força de geração de empregos com carteira, com a contratação líquida de 622.611 pessoas, praticamente o mesmo patamar de 2010 (628.469).

Lupi garantiu ainda que o Brasil deve gerar 3 milhões de empregos este ano. Para isso, o governo conta com a admissão de pessoas aprovadas em concursos públicos que não puderam ser contratadas em 2010 por causa do período eleitoral.

Para o professor de economia da Unicamp Cláudio Dedecca, a desaceleração do mercado de trabalho é natural, considerando que a economia vai crescer menos em 2011 e também que a crise mundial acaba tendo reflexos sobre o desempenho do país. Para ele, é pouco provável que o país consiga gerar 3 milhões de empregos este ano:

– Se em 2010, quando a economia cresceu mais de 7%, o total de empregos chegou a 2,5 milhões. Imagine se uma meta de 3 milhões vai ser atingida com um crescimento em torno de 4%. Vamos ter que suar a camisa para conseguir 2 milhões.