por master | 17/08/11 | Notícias NCST/PR

A nova diretoria da Federação dos Trabalhadores Rodoviários do Estado do Paraná (Fetropar) “Trabalho e Perseverança” eleita dia 20 de julho inicia oficialmente seus trabalhos após tomar posse nessa sexta-feira (12). Os diretores da Federação, familiares, autoridades e demais convidados lotaram o salão Napoli do Restaurante Madalosso em que ocorreu a posse solene.
A cerimônia teve início com a saudação dos presidentes das mesas coletora e apuradora dos votos, respectivamente o diretor do Sintracarp (Curitiba) Lourival Vieira e o advogado da Federação Dr. Sandro Lunard, que garantiram a existência e lisura do processo eleitoral que contou com os votos de 22 sindicatos filiados.
Esteve presente na posse o Presidente da NCST/PR – Nova Central Sindical de Trabalhadores do Paraná – Denílson Pestana da Costa, para prestigiar a nova diretoria e reforçar o apoio a esta Federação que com valorosos e valiosos companheiros e companheiras, forjados nas lidas e lutas do Movimento Sindical cumprem a honraria de assumir a direção da FETROPAR, por escolha livre e soberana de expressivo contingente dos que fazem esta entidade.
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por master | 17/08/11 | Notícias NCST/PR

Cerca de 250 trabalhadores da Sanepar, Copel, estudantes e representantes dos movimentos sociais caminharam pelas ruas do centro de Curitiba nesta terça (16) para dizer não à privatização da Sanepar, da Copel ou de qualquer empresa pública do estado do Paraná.
A motivação do protesto foi a iniciativa do governo Beto Richa em criar a Agência Reguladora de Serviços Delegados no Paraná (Agepar) com o intuito de regular tarifas e serviços da Sanepar, Copel, Compagás e Celepar, preparando estas empresas para uma privatização.
Os manifestantes realizaram o trajeto entre a Praça Santos Andrade e a Assembleia Legislativa do Paraná, onde ocorria uma sessão ordinária no plenário que foi interrompida com a manifestação e então passou-se a um debate sobre a privatização das empresas.
O Presidente da Assembleia Legislativa, Valdir Rossoni, abriu o espaço afirmando que votou favorável à venda da Copel, ao que foi prontamente vaiado. No entanto, Rossoni diz ter se arrependido do voto e afirmou “enquanto eu estiver a frente da presidência desta casa não irá entrar aqui projeto que busque a privatização do patrimônio público paranaense”.
Rossoni, que é do partido do Governador, garantiu que não haverá projeto de privatização circulado por lá. Contestando a validade desta promessa, alguns dos presentes nas galerias da Assembleia gritaram “ele também garantiu que não iria sair da Prefeitura de Curitiba pra concorrer ao estado”.
O Saemac, maior sindicato representante de trabalhadores da base da Sanepar, esteve à frente da organização do protesto. O Presidente do Sindicato, José Gerti Nunes, fala da importância de estar mobilizado “temos diversos exemplos negativos em todo o país de sucateamento dos serviços oferecidos por empresas privatizadas nas áreas de saneamento e energia, o que é ruim para a sociedade e para os trabalhadores, não podemos deixar chegar neste ponto”.
Foi relembrado os dez anos da luta contra a privatização da Copel, que mobilizou a sociedade paranaense em 2001. Na Assembleia, diversos deputados reforçaram esta questão, entre eles a Deputada Luciana Rafagnin que estava no legislativo estadual na época “nós resistimos bravamente na sessão mais longa que esta casa já presenciou, enquanto milhares estavam do lado de fora pressionando e nossos corajosos estudantes ocuparam as galerias que foram invadidas pela Polícia Militar que se utilizou de força e truculência para garantir o projeto de privatização do então Governador Jaime Lerner”.
Veja fotos da manifestação
por master | 17/08/11 | Notícias NCST/PR
Foram realizados no dia 30 de Julho de 2011 na sede Campestre do Sintracom Londrina, localizada na Rua Noel Porfírio de Andrade, 202 – Parque Agroindústrial Maria Estela em Londrina, o ARRAIÁ DO SINTRACOM e o FESTIVAL DESPERTANDO TALENTOS, os eventos contaram com a participação dos trabalhadores associados.
O Arraía começou às 17 horas e teve pipoca, amendoim, quentão, algodão doce, fogueira, quadrilha e muito forró, tudo como manda o figurino, além de um belíssimo show Pirotécnico.
O festival de talentos do Sintracom Londrina é um festival de Música, Encenação, Composição, Performance e Interpretação, onde os trabalhadores associados tem a oportunidade de mostrar o seu talento. As eliminatórias do evento ocorreram às 10 horas da manhã e às 19 horas ocorreu a final do evento, de onde saiu o grande vencedor que irá representar o Sintracom Londrina na II FETRAFEST – Festival esportivo e Cultural da FETRACONSPAR, que será realizado no dia 01 de outubro em Curitiba.Confira os três primeiros lugares:
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por master | 17/08/11 | Notícias NCST/PR

por master | 17/08/11 | Ultimas Notícias
Para especialistas, Dilma agiu certo ao priorizar ajuste fiscal, mas parlamentares e inativos criticam a decisão
SÃO PAULO e BRASÍLIA. Criticado por aposentados e parlamentares, o veto da presidente Dilma Rousseff ao aumento real (acima da inflação) para aposentados que ganham mais de um salário mínimo foi aplaudido por especialistas em finanças públicas. Segundo eles, o governo agiu certo ao evitar novos gastos diante de um cenário de crise internacional adverso.
Para o economista Felipe Salto, da Tendências Consultoria, a presidente Dilma está priorizando o ajuste fiscal. Mas, embora tenha considerado o veto acertado, criticou a falta de planejamento de longo prazo.
– Acho que não tinha outro jeito (a não ser o veto). O gasto só com a correção do salário mínimo será, nos nossos cálculos, de R$23 bilhões. Mas falta uma política fiscal planejada, pois o governo só fica apagando incêndios. É preciso ter uma regra para o crescimento do gasto total corrente – disse, observando que a medida é insuficiente para efetivar a redução de custos necessária ao país.
Especialista em finanças públicas, o economista Amir Khair aprovou o veto, mas, assim como Salto, ressaltou que é preciso bem mais para se reduzir os custos. Segundo ele, de julho de 2010 a junho deste ano, o país pagou R$223 bilhões em juros, o que corresponde a 5,73% do PIB nacional, enquanto países em desenvolvimento pagam, em média, 1,8% do PIB.
– Não tem país no mundo que tenha despesa tão alta com juro – disse Khair.
A presidente é a madrasta dos aposentados, diz deputado
A insatisfação foi grande entre os parlamentares. Líder do DEM na Câmara, o deputado ACM Neto (BA) afirmou que Dilma desrespeitou os acordos entre base e oposição em relação à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). E voltou a anunciar obstrução nas sessões da Comissão de Orçamento e do Congresso:
– A presidente desmontou a LDO – disse ACM Neto.
Conhecido por tratar de questões relativas à Previdência, o deputado Arnaldo Faria (PTB-SP) também criticou o veto:
– Ela (Dilma) fez pouco caso dos aposentados e pensionistas. O presidente Lula vetou o fim do fator previdenciário. A presidente é a madrasta dos aposentados e pensionistas.
Para o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical, ainda é possível entrar em negociação com a presidente. Mas, se isso não ocorrer, afirmou que há a possibilidade de se tentar aprovar uma emenda no Orçamento.
Presidente da Câmara, o deputado Marco Maia (PT-RS) admitiu que os vetos presidenciais nunca são derrubados pelo Congresso e reconheceu o esforço fiscal do governo:
– A presidente está, de fato, preocupada com a crise econômica e com os desdobramentos. Já o presidente da Federação dos Aposentados de São Paulo, Antonio da Silva, disse que o veto foi recebido com “indignação, revolta e perplexidade”.
– Ela não deu a mínima importância para o diálogo.
por master | 17/08/11 | Ultimas Notícias
Em julho, segundo ministério, foram abertos apenas 140 mil postos de trabalho formal
BRASÍLIA. A geração de empregos formais no Brasil voltou a desacelerar em julho. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, mostram que foram criados 140.563 postos no mês, o que representa um recuo de quase 40% em relação a junho, quando o total de vagas chegou a 234 mil. Um dos responsáveis por esse quadro, segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, foi a concorrência desleal imposta por produtos importados, que tem afetado o emprego principalmente na indústria de transformação.
A criação de vagas também caiu (22,5%) em relação a julho do ano passado, quando surgiram 182 mil empregos formais. No acumulado do ano, o total de empregos criados no Brasil já chega a 1,593 milhão, o que equivale a uma queda de 14,1% em relação ao mesmo período de 2010: 1,856 milhão.
– Ao sentir a concorrência externa, a indústria diminuiu sua capacidade contratação – disse o ministro.
Os dados do Caged mostram que a indústria de transformação criou 289.174 empregos com carteira assinada entre janeiro e julho de 2011. O total representa uma queda de 38% em relação aos 466.490 postos abertos no mesmo período no ano passado. Este ano o setor de serviços permanece como a principal força de geração de empregos com carteira, com a contratação líquida de 622.611 pessoas, praticamente o mesmo patamar de 2010 (628.469).
Lupi garantiu ainda que o Brasil deve gerar 3 milhões de empregos este ano. Para isso, o governo conta com a admissão de pessoas aprovadas em concursos públicos que não puderam ser contratadas em 2010 por causa do período eleitoral.
Para o professor de economia da Unicamp Cláudio Dedecca, a desaceleração do mercado de trabalho é natural, considerando que a economia vai crescer menos em 2011 e também que a crise mundial acaba tendo reflexos sobre o desempenho do país. Para ele, é pouco provável que o país consiga gerar 3 milhões de empregos este ano:
– Se em 2010, quando a economia cresceu mais de 7%, o total de empregos chegou a 2,5 milhões. Imagine se uma meta de 3 milhões vai ser atingida com um crescimento em torno de 4%. Vamos ter que suar a camisa para conseguir 2 milhões.