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Dieese divulga estudo sobre o 13º salário nesta quinta-feira (21)

Dieese divulga estudo sobre o 13º salário nesta quinta-feira (21)

Nesta quinta-feira (21), o Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicas) encaminhará aos meios de comunicação estudo referente ao pagamento do 13º salário em 2010.

A nota à Imprensa vai ser enviada a partir das 10h por meio eletrônico.

Tal como foi feito no ano passado, o trabalho incluirá uma análise dos pagamentos do 13º a partir dos grandes setores de atividade econômica: indústria, construção civil, comércio, serviços e agropecuária.

Informações adicionais e agendamento de entrevistas com a Assessoria de Comunicação: 11 3874-5401.

Dieese divulga estudo sobre o 13º salário nesta quinta-feira (21)

Debate sobre o mínimo ficará para depois da eleição

A Comissão Mista de Orçamento só vai discutir o salário mínimo de 2011 e o reajuste das aposentadorias a partir de 3 de novembro. Segundo o líder do governo no Congresso, deputado Gilmar Machado (PT-MG), neste momento é possível adiantar apenas que estão assegurados aumentos com ganho real. Os valores serão discutidos depois, com as equipes do atual presidente da República e de transição do próximo governo.

Gilmar Machado destacou que a ideia é evitar o debate eleitoral dos reajustes, em referência à proposta do candidato do PSDB à Presidência de adotar o mínimo de R$ 600 já a partir de 2011.

“Todo o mundo sabe que o mínimo vai chegar a R$ 600 em 2012. Propor isso a partir de 1º de janeiro de 2011 é uma irresponsabilidade, um factoide de campanha. O governo não sugeriu nada agora exatamente para o assunto não ficar apenas como parte da disputa eleitoral, e não como uma coisa concreta”, ressaltou Machado.

O relator de receitas da Comissão de Orçamento, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), destacou que a legitimidade para definir o valor do salário mínimo será do próximo presidente da República.

“Há, por parte do candidato do nosso partido, o compromisso de adotar o mínimo de R$ 600, que terá de ser cumprido dentro da execução do Orçamento. Então, não há responsável ou irresponsável, e sim a prioridade que o próximo presidente vier a dar em relação ao tamanho do salário”, argumentou.

Centrais
Em reunião com o ministro do trabalho, Carlos Lupi, centrais sindicais reivindicaram um esforço concentradoDesignação informal para períodos de sessões destinadas exclusivamente à discussão e votação de matérias. Durante esses períodos, a fase de discursos das sessões pode ser abolida, permanecendo apenas a Ordem do Dia. As comissões podem deixar de funcionar. O esforço concentrado pode ser convocado por iniciativa do presidente da Câmara, por proposta do Colégio de Líderes ou mediante deliberação do Plenário sobre requerimento de pelo menos um décimo dos deputados (artigo 66 do Regimento Interno, parágrafos 4º e 5º).  do Congresso, logo após o segundo turno, para aprovar o Projeto de Lei 1/07, que consolida a política do salário mínimo até 2023. Está previsto que o reajuste será condicionado à inflação do ano anterior e ao valor do PIBIndicador que mede a produção total de bens e serviços finais de um país, levando em conta três grupos principais: – agropecuária, formado por agricultura extrativa vegetal e pecuária; – indústria, que engloba áreas extrativa mineral, de transformação, serviços industriais de utilidade pública e construção civil; e – serviços, que incluem comércio, transporte, comunicação, serviços da administração pública e outros. A partir de uma comparação entre a produção de um ano e do anterior, encontra-se a variação anual do PIB.  de dois anos anteriores.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), defende que o mínimo de 2011 considere o PIB de 2010, já que o de 2009 foi afetado pela crise financeira internacional. Dessa forma, o valor ficaria em torno de R$ 580.

O parlamentar lembrou que as aposentadorias também estão em pauta. “É lógico que estamos negociando o aumento dos aposentados. Queremos que eles tenham direito a pelo menos 80% do reajuste que o salário mínimo receber”, informou.

O líder Gilmar Machado não descartou a possibilidade de o governo acolher a sugestão da Força Sindical.

Dieese divulga estudo sobre o 13º salário nesta quinta-feira (21)

Dilma amplia diferença para Serra

Em uma semana, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, ampliou de 6 para 11 pontos porcentuais sua vantagem em relação ao tucano José Serra, segundo pesquisa Ibope. A petista tem 51% das intenções de voto, contra 40% do adversário. Levando-se em conta apenas os votos válidos (excluídos nulos, brancos e eleitores indecisos), a candidata do PT lidera com 12 pontos de vantagem (56% a 44%), seis a mais do que na semana passada (53% a 47%).

O avanço de Dilma pode ser explicado pelo comportamento do eleitorado feminino. Nesse segmento, ela abriu sete pontos de vantagem (48% a 41% dos votos totais), saindo da situação de empate (em 46%) registrada na pesquisa anterior. Entre os homens, a vantagem da petista passou de 12 para 14 pontos (53% a 39%).

Na disputa pelo voto dos religiosos, a candidata governista vem levando a melhor. Entre os católicos, ela subiu de 52% para 55%, enquanto Serra caiu de 41% para 38%. Entre os evangélicos, a petista passou de 41% para 44%, e o tucano caiu sete pontos, de 52% para 45%.

A divisão geográfica do eleitorado mostra que Dilma melhorou sua situação em todas as regiões, com exceção do Norte/Centro-Oeste, onde caiu de 51% para 46% e empatou tecnicamente com Serra (47%). No Nordeste, a petista ampliou sua liderança de 21 para 33 pontos (64% a 31%).

No Sudeste, onde havia um empate técnico, Dilma assumiu a ponta, com 45% a 41%. E no Sul, onde Serra vencia por 13 pontos (54% a 41%), ele agora tem 46%, contra 47% da adversária.

Houve acirramento na diferenciação dos votos entre os mais pobres e mais ricos. Dilma subiu entre os que têm renda familiar de até cinco salários mínimos, e Serra avançou entre os que ganham acima dessa faixa.

Os que estão na base da pirâmide de renda, com ganhos inferiores a um salário mínimo, agora preferem a petista na proporção de dois para um (61% a 31%, contra 57% a 36% na pesquisa anterior).

No topo, entre os que ganham mais de dez salários, o tucano mais que dobrou sua vantagem, de 15 (54% para 39%) para 31 pontos (63% a 32%).

A segmentação dos eleitores por escolaridade mostra que Serra só lidera entre os que têm curso superior (47% a 43%). Na pesquisa espontânea, na qual os entrevistados manifestam sua opção antes de ler a lista de candidatos, Dilma lidera por 47% a 38%. Nessa modalidade, há 8% de indecisos.

Dieese divulga estudo sobre o 13º salário nesta quinta-feira (21)

Desemprego tem mínima recorde, diz IBGE

A taxa de desemprego ficou em 6,2% em setembro, de acordo com levantamento divulgado nesta quinta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a menor, considerando todos os meses, desde março de 2002, quando teve início a série histórica do órgão. O menor resultado antes desse havia sido registrado em agosto deste ano, com taxa de 6,7%. Em setembro do ano passado, a taxa de desocupação havia ficado em 7,7%.

A população ocupada (22,3 milhões de pessoas) registrou crescimento de 0,7% em relação ao mês anterior, agosto, e 3,5% em relação ao mesmo período do ano passado. A população desocupada (1,5 milhão) caiu 7,5% em relação a agosto e 17,7% no ano. O número de trabalhadores com carteira assinada (10,3 milhões) ficou estável no mês e cresceu 8,6% no ano.

Salário

O rendimento médio real dos trabalhadores, que ficou em R$ 1.499,00 em setembro, cresceu 1,3% sobre agosto e 6,2% na comparação anual.

Em todas as seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores em setembro, na comparação mensal, apresentou aumento: Recife (1,9%), Salvador (1,2%), Belo Horizonte (1,7%), Rio de Janeiro (2,7%), São Paulo (0,4%) e Porto Alegre (1,3%). Frente a setembro de 2009, igualmente, todas as regiões tiveram alta: Recife (13,5%), Salvador (5,9%), Belo Horizonte (11,4%), Rio de Janeiro (8,8%), São Paulo (3,1%) e Porto Alegre (7,5%).

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Serra e Dilma vêm buscar voto paranaense

Os 7,6 milhões de votos dos eleitores paranaenses tornaram-se estratégicos para a campanha de segundo turno dos dois candidatos a Presidência da República, Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB). Por isso as duas coordenações de campanha no estado disputam uma espécie de “partida de xadrez” para ampliar a votação estadual dos dois. Reflexo desta disputa é a presença simultânea deles no Paraná hoje. Dilma fará campanha em Curitiba e em Pinhais para tentar reverter a vantagem do tucano na capital e consolidar os votos na região metropolitana. Já Serra busca manter a votação nas principais cidades do interior em visita a Ponta Grossa e Maringá.

No primeiro turno, José Serra foi o mais votado no Paraná com 2,6 milhões de votos (43,9% dos votos válidos). Dilma Rousseff fez 2,3 milhões de votos (38,9% dos votos válidos). Serra levou vantagem em Curitiba e nas cidades maiores do interior, enquanto Dilma conseguiu expressiva votação na região metropolitana da capital e nos municípios pequenos.

Petista e tucano também tentam conquistar os eleitores de Marina Silva. A campanha de Serra pretende aumentar em 1 milhão a votação dele no estado. Já a coordenação de Dilma não fala em números, mas admite que trabalha com um aumento ex­­pressivo da votação.

Segundo o deputado estadual e presidente do PT-PR, Ênio Verri, a estratégia da legenda é expandir o número de votos de Dilma em Curitiba e região metropolitana, que concentram 2 milhões de eleitores ou quase 27% de todo o eleitorado do Paraná. “A presença dela aqui [em Curitiba] irradia muito mais do que no interior”, afirmou Verri, ao explicar porque a primeira e única visita dela no segundo turno no estado será na capital e não em Maringá, como estava previsto desde a semana passada.

Agenda

Dilma chegará no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, por volta das 10 horas, e dali segue para a Praça Santos Andrade, no centro de Curitiba. A candidata fará uma caminhada de duas quadras com militantes pelo calçadão da Rua XV de Novembro. Em seguida, ela vai de carro até Pinhais, onde fará uma carreata pelas ruas da cidade. Dilma deve deixar Curitiba por volta das 13 horas.

Já Serra inicia a campanha em Maringá, ao lado do governador eleito Beto Richa (PSDB), em uma carreata e depois en­­­contra prefeitos da Região Norte por volta das 11 horas. O candidato deve almoçar na cidade e à tarde, a partir das 15 horas, participa de outra carreata no centro de Ponta Grossa. Essa será a segunda visita do tucano ao Paraná no segundo turno. A primeira visita foi em Londrina, na semana passada.

Alguém se compromete?

Confira as principais reivindicações do Paraná:

> Aumento do limite de receita das empresas para enquadramento no Simples.

> Construção de metrô em Curitiba e região metropolitana.

> Construção do contorno ferroviário de Curitiba.

> Dragagem e expansão do cais oeste no Porto de Paranaguá.

> Construção da terceira pista do Aeroporto Afonso Pena.

> Extensão da malha ferroviária.

> Conclusão das rodovias BR-487 (Boiadeira) e BR-153 (Transbrasiliana).

> Simplificação tributária e diminuição da carga tributária em relação ao PIB.

> Construção do trecho ferroviário entre Guarapuava e Lapa.

> Construção do novo aeroporto regional do Oeste do Paraná

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FETRACONSPAR e sindicatos filiados concluem a negociação do setor de olaria e cerâmica do Paraná, na FIEP

Mesa de Negociação: Diretores da FETRACONSPAR e dos Sindicatos de trabalhadores com representantes dos Sindicatos Patronais.

A FETRACONSPAR e os Sindicatos de Trabalhadores, juntamente com o Sindicato das Indústrias de Olarias e Cerâmicas para Construção no Estado Do Paraná – SINCEPAR, Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e Olarias de Nova Santa Rosa, Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e Olarias da Região Centro Sul do Paraná – SINCOLSUL e o Sindicato das Indústrias de Olarias e Cerâmicas para Construção de Jataizinho e Região – SINDICERÂMICA, realizaram nesta segunda-feira (18/10), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP, sito à Av. Candido de Abreu, 200 – Centro Cívico, Curitiba/PR, reunião para discutir a Pauta de Reivindicações dos trabalhadores da categoria visando a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011 e o reajuste salarial para os trabalhadores. A data base da categoria é no mês de junho.

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