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TSE totaliza apuração de votos; Dilma vence em 4 regiões e Serra, em uma

TSE totaliza apuração de votos; Dilma vence em 4 regiões e Serra, em uma

Com 100% das urnas apuradas, a candidata Dilma Rousseff (PT), que obteve 46,91% dos votos válidos, vai ao segundo turno com José Serra (PSDB), com 32,61%. Marina Silva (PV) conseguiu 19,33% e Plínio Sampaio (PSol) teve 0,87%.

Por uma diferença de quase 6,3 milhões de votos, a petista não conseguiu se eleger no primeiro turno. Dilma venceu em quatro regiões, mas perdeu para Serra no Sul. No Nordeste e no Norte, Dilma ganhou com folga, mas liderou com vantagem menor no Sudeste e no Centro-Oeste.

No Sul, Serra ganhou, com 43,01%. Dilma teve 42,10%; e Marina, 13,64%. No Centro-Oeste, Dilma venceu por pequena vantagem, com 38,89%, contra 37,97% de Serra e 20,94% de Marina.

No Nordeste, Dilma teve o melhor desempenho com 61,63%. Serra obteve 21,48%; e Marina, 16,14%. No Norte, Dilma ficou com 49,23%; Serra, 31,95%; e Marina, 17,88%.

No Sudeste, região com o maior número de eleitores, Dilma obteve 40,88%, contra 34,58% de Serra e 23,18% de Marina.

Dilma venceu em 18 estados e Serra liderou em oito: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e São Paulo. Marina ganhou no Distrito Federal, onde conseguiu 41,96% dos votos válidos, e ficou em segundo lugar em cinco estados – Acre, Amapá, Amazonas, Pernambuco e Rio de Janeiro. No Ceará, ela empatou com Serra (16,36%).

Entre os votos no exterior, Dilma perdeu por cerca de quatro pontos percentuais. Ela obteve 36,81%, contra 40,25% de Serra e 20,43% de Marina. Entre os eleitores que votaram em trânsito, Dilma venceu com 39,15%. Serra obteve 31,18% e Marina ficou com 28,11%.

Os votos em branco somaram 3.479.320 (3,13%); e os nulos, 6.124.083 (5,51%). O Brasil tem 135,804 milhões de eleitores. A abstenção foi de 18,12%.

TSE totaliza apuração de votos; Dilma vence em 4 regiões e Serra, em uma

Centrais sindicais e ministro Lupi discutem mudanças no ponto eletrônico

Dirigentes das centrais sindicais e o ministro Carlos Lupi, do Trabalho, discutem, nesta terça-feira (5), às 15 horas, em Brasília, mudanças na implantação do ponto eletrônico.

O uso da desta tecnologia foi regulamentada pela Portaria 1.510, do Ministério do Trabalho.

Com o ponto eletrônico, as novidades serão a emissão de comprovante impresso quando o trabalhador bater o ponto, além de o relógio não poder ser bloqueado nem ter os dados editados.

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Centrais definem agenda para o Dia Mundial pelo Trabalho Decente

As centrais sindicais – CUT, Força Sindical, CTB, Nova Central, CGTB e UGT – decidiram convocar uma manifestação unitária em São Paulo para esta quinta-feira (7), Dia Mundial pelo Trabalho Decente.

A realização do evento foi definida em reunião com representantes das seis Centrais, dia 20 de setembro.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, Juruna, explica que as manifestações pelo Trabalho Decente são realizadas no mundo todo, com a orientação da Confederação Sindical Internacional (CSI) e pela Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas (CSA).

“No Brasil, vamos fazer a manifestação também com as Centrais filiadas à FSM. Estamos lutando em várias frentes, como pela valorização do salário mínimo e pela conquista de aumentos reais de salários”, declarou.

De acordo com secretário de Relações Internacionais da CUT, João Antonio Felício, a convocatória emitida pela CSI e CSA ecoou positivamente no movimento sindical brasileiro.

“Há uma compreensão sobre a relevância de mantermos em alto a bandeira da unidade, fortalecendo a ação do sindicalismo em defesa de um Estado indutor do desenvolvimento, elementos chaves para o avanço em nossa sociedade”, ressaltou.

Local
A concentração será no Teatro Municipal de São Paulo, de onde os trabalhadores seguirão em passeata pela Rua Barão de Itapetininga, seguindo pela Av. Ipiranga e São Luís até a Rua Martins Fontes, onde será entregue documento unitário das centrais sindicais na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego.

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Indefinição sobre “Ficha Limpa” pode alterar composição do Senado

A indefinição da Justiça sobre a validade da chamada Lei da Ficha Limpa nestas eleições impediu a divulgação dos votos dados a pelo menos três candidatos com chances de assumirem o cargo de senador. João Capiberibe, no Amapá, Jáder Barbalho, no Pará, e Cássio Cunha Lima, na Paraíba. Jáder Barbalho e João Capiberibe tiveram o registro negado pelo TSE, mas ainda podem reverter a decisão no Supremo Tribunal Federal. Cássio Cunha Lima teve a candidatura barrada pelo Tribunal Regional da Paraíba, mas espera o julgamento pelo Tribunal Superior Eleitoral. Já o ex-governador Ivo Cassol, eleito senador pelo estado de Rondônia, teve o registro negado pelo Tribunal Regional, mas garantiu sua candidatura no TSE em uma liminar, que é decisão provisória e ainda será analisada pelo plenário do Tribunal. O presidente do Tribunal Superior Eleitoral disse que a corte vai fazer um esforço concentrado para julgar todos os recursos sobre as candidaturas negadas antes do segundo turno das eleições ou, no máximo, até a diplomação dos políticos eleitos, em 17 de dezembro. (Ricardo) Nós vamos reiniciar os nosso0s trabalhos a partir da terça-feira e se necessário faremos sessões extraordinárias às quartas-feiras e até nas sextas-feiras, se preciso. Nós acreditamos que antes do segundo turno e certamente antes da diplomação, certamente no TSE estas questões todas estarão resolvidas. (Cardim) O consultor legislativo do Senado, Gilberto Guerzoni, explicou que a decisão da Justiça pode alterar a composição da Casa. (Guerzoni) Temos o Senado mas com algumas indefinições ainda. Há três candidaturas que permanecem sub-judice, são candidatos que disputaram a eleição sob recurso, e que tiveram uma votação maior que os candidatos eleitos até o momento. O resultado da decisão sobre o ficha limpa pode ainda alterar a decisão do Senado. (Cardim) A decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a chamada Lei da Ficha Limpa foi suspensa após o empate de 5 votos a 5 no julgamento sobre o caso Joaquim Roriz. O processo foi arquivado, mas o impasse sobre a validade da lei deve ser definido após a indicação do presidente da República para o 11º ministro do STF.

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Horário eleitoral de segundo turno deve começar ainda nesta semana

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Lewandowski, informou na tarde desta segunda-feira (4), em entrevista à imprensa, que a proclamação do resultado final das eleições pode ocorrer nesta terça (5) ou quarta (6). Dois dias depois, começará o horário eleitoral no rádio e na televisão para o segundo turno das eleições.

A proclamação estava dependendo, nesta segunda (4), apenas dos resultados de três urnas do Acre. Uma delas deve ser levada do interior para Rio Branco, a capital, de helicóptero, nesta terça (5). A apuração dessas urnas mudará o resultado numérico das eleições, mas não a classificação dos candidatos.

O horário eleitoral será diferente neste segundo turno. Cada um dos candidatos à Presidência terá direito a 20 minutos, diariamente, no rádio e na televisão. Nos estados onde houver segundo turno para governador, cada candidato também terá 20 minutos. No rádio, o horário eleitoral começará às 7h e às 12h. Na televisão, às 13h e às 20h30.

Fora isso, cada candidato à Presidência e a governador terá direito a fazer inserções no rádio e na TV de 15 a 60 segundos, somando 30 minutos por dia.

Na entrevista à imprensa, o ministro Ricardo Lewandowski disse que o percentual de abstenção nas eleições deste domingo, que chegou a 18,12%, não foi muito diferente do ocorrido em 2002, que ficou em 17,74%. Para ele, essa “oscilação mínima” pode ter ocorrido pela exigência de dois documentos dos eleitores e pelas fortes chuvas que caíram em áreas do Centro-Oeste.

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PR elege Gleisi e Requião para o Senado

A candidatra Gleisi foi eleita senadora às 19h quando haviam sido apuradas 93,41% das seções e com 29% dos votos válidos.

Os candidatos Gleisi (PT) e Requião (PMDB) foram eleitos para o Senado pelo estado do Paraná.

A candidatra Gleisi foi eleita senadora às 19h quando haviam sido apuradas 93,41% das seções e com 29% dos votos válidos.

Requião (PMDB) foi eleito às 19h27, quando 97,82% das seções haviam sido apuradas, com 24,7% dos votos válidos.