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Executivos da construção civil têm os melhores salários

Executivos da construção civil têm os melhores salários

São Paulo – O aumento de investimentos na construção civil somado à escassez de profissionais de engenharia no mercado de trabalho está puxando os salários do setor. De acordo com pesquisa da consultoria Mercer, presidentes, diretores e gerentes seniores da indústria da construção recebem, em média, 34.237 reais por mês.

O valor é o mais alto entre os cerca de doze setores analisados pela Pesquisa Anual de Remuneração Total divulgada, nesta quinta-feira 2, pela Mercer.

A pesquisa, baseada nas remunerações oferecidas em maio deste ano, mostra que 27% do salário total oferecido aos executivos da construção civil é referente a bônus e outras gratificações.

A remuneração fixa também é agressiva no setor. Em média, o alto escalão da categoria tem um salário base 9% maior que a média.

O setor de mineração e metalurgia é o que mais investe em remuneração variável. Dos 32.174 reais que ofereceu aos seus executivos em maio, 32% eram variáveis.

Já a indústria de bens de consumo, terceiro colocado em melhores remunerações para presidentes, diretores e gerentes seniores, limitou 22% do salário de 29.928 reais para bônus e outras gratificações.

De acordo com a pesquisa, os diretores comerciais foram os mais valorizados. Em maio, eles receberam um salário 21% maior do que a média salarial de diretores de outros áreas dentro da companhia. Por outro lado, os diretores de qualidade, ganharam uma remuneração 27% menor que a média.

“O aquecimento do consumo interno está puxando os resultados das empresas”, afirma Alberto Mondelli, diretor-geral da Mercer. “Por isso, você precisa de uma estrutura comercial bastante eficiente”.

Executivos da construção civil têm os melhores salários

Queda no desemprego aumenta otimismo do brasileiro

O otimismo dos brasileiros cresceu 2,1% em agosto em relação a julho e é o mais elevado desde 2001. A informação é do Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quinta-feira, 2 de setembro. O índice tem base fixa 100. Acima desse valor, a expectativa é positiva.

O INEC atingiu 119,3 pontos em agosto ante 116,8 pontos em julho. O segundo maior valor registrado desde o começo da série histórica, iniciada em 2001, foi em dezembro de 2009, quando registrou 117,2 pontos.

O otimismo dos consumidores em agosto foi puxado, principalmente, pelas expectativas em relação à queda do desemprego e da inflação. O indicador de evolução do desemprego nos próximos seis meses aumentou 8,6% em agosto na comparação com julho e atingiu o maior valor da série histórica. Nessa pesquisa, o crescimento do indicador mostra a queda do desemprego e o aumento do emprego com carteira assinada.

Inflação

Em relação à evolução da inflação, o otimismo dos consumidores cresceu 8% ante julho. Isso indica que aumentou o número de pessoas que esperam a queda da inflação. Esse foi o quarto mês consecutivo de elevação do indicador, que acumula crescimento de 12,6% no período.

“Esse índice, no começo do ano, tinha registrado uma piora por causa da elevação dos preços, sobretudo, de alimentos. Agora, com o recuo dos preços, o otimismo do consumidor em relação à redução da inflação cresceu”, destaca o economista da CNI Marcelo Azevedo.

Segundo a pesquisa, as expectativas sobre a situação financeira cresceram 0,7% e sobre as compras de bens de maior valor tiveram aumento de 0,8% de julho para agosto. Esses aumentos indicam estabilidade. O otimismo em relação à evolução da própria renda e ao endividamento registraram queda de 1% no período. Isso indica que caiu o número de consumidores que reduziram as dívidas e esperam um aumento nos rendimentos.

O INEC é uma pesquisa mensal elaborada pela CNI e realizada pelo Ibope Inteligência. Foram ouvidas 2.002 pessoas entre 18 e 21 de agosto. (Fonte: Portal CNI)

 

Executivos da construção civil têm os melhores salários

Dilma supera desempenho de Lula e lidera em todos os estados

Mantido o cenário atual da sucessão presidencial, Dilma Rousseff (PT) teria uma vitória mais ampla que a conquistada há quatro anos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Não apenas em quantidade e proporção de votos — mas também geograficamente.

De acordo com o Ibope, a candidata da coligação Para o Brasil Seguir Mudando lidera sozinha em 21 unidades da Federação e está tecnicamente empatada com José Serra (PSDB) nas outras seis. Não há nenhum estado em que o presidenciável tucano ostente uma liderança sobre Dilma acima da margem de erro.

No primeiro turno de 2006, Lula — que era candidato à reeleição — foi o mais votado em 16 estados, enquanto Geraldo Alckmin (PSDB) venceu em dez e no Distrito Federal. Lula obteve 48,6% dos votos válidos e precisou disputar o segundo turno. Dilma aparece, no fim de agosto, com 59% dos votos válidos, segundo o Ibope.

O mapa do desempenho dos candidatos a presidente nas unidades da Federação foi desenhado a partir da consolidação das mais recentes pesquisas estaduais do Ibope que foram divulgadas. Todas foram realizadas em agosto, mas em datas diferentes. A maior parte, depois do dia 20 de agosto.

Dilma supera Serra em quatro estados onde Alckmin bateu Lula em 2006: Rondônia, Roraima, Goiás e São Paulo. Além disso, também ganha do tucano no Distrito Federal.

Os seis lugares onde a petista e o tucano estão tecnicamente empatados são todos estados onde Lula teve menos votos que o adversário no primeiro turno de quatro anos atrás: Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Como Lula em 2006, Dilma lidera em todo o Nordeste. Mas a intensidade atual da liderança da petista é maior do que a vantagem obtida por Lula em 2006 em quase todos os estados nordestinos, com exceção do Ceará. Mas a pesquisa cearense é mais antiga que a dos outros estados — foi concluída em 1.º de agosto.

Em Alagoas, por exemplo, Lula teve 47% dos votos válidos no primeiro turno de 2006, enquanto Dilma aparece com 69% dos votos válidos no Ibope. Em Sergipe ele teve 47% e ela, 65%.

Virada no Norte, empate técnico do Sul

Tanta vantagem em tantos estados é o principal motivo de uma possível vitória de Dilma ainda no primeiro turno. Nas 20 unidades da Federação onde tem maioria absoluta dos votos válidos, a candidata abre uma diferença de 18 pontos porcentuais sobre a soma de Serra e Marina Silva (PV).

Se incluirmos São Paulo na conta — a 21ª unidade da Federação onde Dilma bate Serra —, a diferença cai para 17 pontos. Tudo porque ela lidera entre os paulistas, mas sem maioria absoluta (tem 48% dos votos válidos). Como a diferença é menor, ou mesmo negativa, nos outros seis estados, a vantagem nacional de Dilma cai para 9 pontos porcentuais.

A mais recente rodada de pesquisas do Ibope na Região Norte mostra que Dilma ampliou sua vantagem nos estados da região. Ela virou em Rondônia e Roraima, além de ter aumentado sua diferença no Amazonas — onde tem o melhor desempenho em todo o país: 78% dos votos válidos. Foi lá também que Lula teve sua vitória mais ampla em 2006.

Boa parte do crescimento da petista no Norte se deu à custa de eleitores que antes declaravam voto em Marina Silva, originária da região. No Acre, por exemplo, a disputa mudou de um empate técnico entre a candidata do PV e Serra, para um empate entre Dilma e o tucano.

Com exceção do Acre, os estados onde há empate técnico entre Dilma e Serra ou são do Sul do país ou sofreram forte influência imigratória dessa região, como são os casos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Dilma diminuiu a vantagem de Serra nesses estados e chegou ao empate — o que dificulta ainda mais a tarefa do tucano de manter um reduto eleitoral que possa lhe garantir levar a eleição para o segundo turno.

Da Redação, com informações de O Estado de S.Paulo

Executivos da construção civil têm os melhores salários

Eleições 2010: Datafolha, Ibope e Vox Populi anunciam novas pesquisas

O Datafolha registrou, na segunda-feira (30), no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), pesquisa sobre avaliação do Governo Lula e sucessão presidencial. O contratante é o jornal Folha de S.Paulo.

Na pesquisa, serão ouvidos 4.290 eleitores entre quinta e sexta-feira (3). De acordo com a legislação, os resultados poderão ser divulgados a partir de sábado (4).

Pesquisa Ibope contratada pela TV Globo também deve ser divulgada até o final da semana. Na sexta-feira, o instituto encerra as entrevistas de nova sondagem sobre a disputa à Presidência da República.

O Vox Populi também registrou uma nova pesquisa. A expectativa é que os resultados dos três institutos não apontem para grandes oscilações na intenção de votos.

Pesquisas diárias encomendadas pelo PSDB têm mostrado nos últimos dias que Dilma Rousseff parou de subir e José Serra deixou de cair. Levantamentos internos do PT indicam a mesma tendência.

Dilma na frente

Na última pesquisa Ibope, divulgada no sábado (28), pelo Jornal Nacional, a candidata Dilma Rousseff (PT) aparece na frente na corrida pela Presidência da República. A petista tem 51% das intenções de voto contra 27% do adversário José Serra (PSDB).

De acordo com o Ibope, em terceiro lugar está Marina Silva (PV), com 7%. No levantamento anterior do Ibope, realizado dos dias 12 a 15 de agosto, Dilma tinha 43%, Serra, 32%, e Marina, 8%.

A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos para mais ou menos. Isso indica que Dilma pode ter entre 49% e 53% e Serra, entre 25% e 29%. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S.Paulo.

Os eleitores que responderam que votarão em branco ou nulo somaram 5% e os que se disseram indecisos, 9%.

Dos demais candidatos, Eymael (PSDC), Ivan Pinheiro (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Plínio de Arruda Sampaio (PSol) e Zé Maria (PSTU), nenhum alcançou 1% das intenções de voto. O candidato Rui Costa Pimenta (PCO) não foi citado por nenhum dos entrevistados.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores com mais de 16 anos em 171 municípios de terça-feira (24) a quinta-feira (26). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 26139/2010. (Com agências)


Executivos da construção civil têm os melhores salários

Construção civil retoma ritmo mais puxado de crescimento

BRASÍLIA – Após ligeira desaceleração em junho, a indústria de construção civil voltou a registrar aquecimento mais forte em julho. Sondagem da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que o nível de atividade do setor subiu para 54,9 pontos, ante 53,8 pontos em junho. O indicador varia de zero a cem, mostrando expansão acima dos 50 pontos.

De acordo com os dados divulgados hoje, foi o sexto mês consecutivo de expansão da construção civil, ao que tudo indica retomando o passo dos demais setores da economia, que voltam a crescer de forma mais acelerada depois de desaquecimento no segundo trimestre do ano.

O maior dinamismo é puxado pelas cinco dezenas de grandes incorporadoras do país, cujo indicador de atividade subiu a 57,4 pontos em julho, ante 55,1 pontos no mês anterior. As pequenas companhias também reagiram bem ante junho, quando tinham 50,4 pontos e passaram em julho para 52,4 pontos.

Já as médias empresas apontaram um pequeno recuo para 54,8 pontos na evolução do nível de atividade. Em junho, apontavam 55,3 pontos.

Na visão do responsável pela pesquisa, o economista da CNI, Danilo Garcia, o aquecimento em julho sobre junho se estende a empresas de todos os portes e setores. “Os segmentos de construção de edifícios, obras de infraestrutura e serviços especializados cresceram em julho”, assinala Garcia, lembrando que contratos governamentais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Minha Casa Minha Vida mantém o vigor no setor.

A sondagem da construção civil foi feita entre 2 e 18 de agosto, com 438 empresas, entre as quais 210 pequenas, 174 médias e 54 de grande porte.

(Azelma Rodrigues | Valor)

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Copom mantém taxa de juros em 10,75%, ainda a maior do mundo

O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central decidiu, nesta quarta-feira (1º), manter a taxa básica de juros (Selic) em 10,75% ao ano, após três rodadas consecutivas de alta.

A decisão do Copom confirmou o prognóstico dos analistas econômicos e finaneceiros, de que a Selic se estabilizaria depois de sua última alta, na primeira quinzena de agosto.

Com isso, a taxa fica no mesmo patamar da última reunião do Copom, no dia 21 de julho, e segue sendo a maior desde março do ano passado, quando estava em 11,25%. A decisão foi unânime entre os integrantes do Copom.

Com a manutenção da taxa, o Brasil continua com os maiores juros reais do mundo. Os juros reais descontam a inflação projetada para os próximos 12 meses.

Fazendo essa conta, os juros básicos no Brasil ficam em 5,6% ao ano. Em segundo, vem a África do Sul, com taxa real de 2,2%. Em terceiro, está a Rússia, com 2,1%.

 

Os dados sobre juros reais são coletados pelo analista internacional da Apregoa.com – Cruzeiro do Sul, Jason Vieira, com a colaboração do analista de mercado da Weisul Agrícola, Thiago Davino.