por master | 20/10/10 | Notícias NCST/PR
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Mesa de Negociação: Diretores da FETRACONSPAR e dos Sindicatos de trabalhadores com representantes dos Sindicatos Patronais.
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A FETRACONSPAR e os Sindicatos de Trabalhadores, juntamente com o Sindicato das Indústrias de Olarias e Cerâmicas para Construção no Estado Do Paraná – SINCEPAR, Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e Olarias de Nova Santa Rosa, Sindicato das Indústrias de Cerâmicas e Olarias da Região Centro Sul do Paraná – SINCOLSUL e o Sindicato das Indústrias de Olarias e Cerâmicas para Construção de Jataizinho e Região – SINDICERÂMICA, realizaram nesta segunda-feira (18/10), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Paraná – FIEP, sito à Av. Candido de Abreu, 200 – Centro Cívico, Curitiba/PR, reunião para discutir a Pauta de Reivindicações dos trabalhadores da categoria visando a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) 2010/2011 e o reajuste salarial para os trabalhadores. A data base da categoria é no mês de junho.
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por master | 20/10/10 | Ultimas Notícias
A trajetória de crescimento na geração de empregos segue em níveis semelhantes aos registrados antes da crise internacional, que atingiu a economia real brasileira e fez surtir seus efeitos nefastgos a partir de setembro de 2008.
A informação está na Carta de Conjuntura n° 11, referente ao terceiro trimestre de 2010, que será lançada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na segunda-feira (18), às 11h, na representação do Instituto no Rio de Janeiro (Av. Presidente Antônio Carlos, 51, Centro, auditório do 10º andar).
A análise da geração de empregos de acordo com o critério acumulado de 12 meses mostra crescimento do número de vagas com carteira assinada criadas até agosto de 2010 com relação ao número acumulado em agosto de 2008, antes da crise.
Com relação ao acumulado de agosto de 2009, que considera o período mais intenso da crise econômica, o crescimento foi expressivamente maior, chegando a quase 600 %.
O bom desempenho do mercado de trabalho e o crescimento da massa salarial têm reflexos positivos no consumo, o que gera bons resultados nos setores de bens duráveis e construção civil.
Ainda assim, a inflação continuou a trajetória desaceleração no terceiro trimestre do ano, principalmente em razão da retração no preço dos alimentos.
Publicação trimestral, a Carta de Conjuntura tem como objetivo acompanhar a conjuntura econômica brasileira por meio de seus principais indicadores.
O boletim traz dados e estimativas sobre nível de atividade (demanda, oferta, produção industrial e comércio), emprego, inflação, setor externo (balança comercial, balanço de pagamentos), crédito e mercado financeiro (política monetária e taxas de juros, mercados de capitais e de crédito) e finanças públicas.
por master | 20/10/10 | Ultimas Notícias
O salário médio de admissão do brasileiro teve um aumento real de 29,51% no período compreendido entre os anos de 2003 a 2010, segundo informações do Ministério do Trabalho e Emprego.
Se antes a média nacional de admissão encontrava-se em R$ 640,68, atualmente esse valor subiu para R$ 829,76. Os dados referentes ao Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram anunciados, na manhã desta terça-feira (19), pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.
Esse comportamento favorável é resultado direto da elevação generalizada registrada por todos os estados, em especial de Rondônia (60,08%), Piauí (48,98%), Alagoas (45,60%) e Maranhão (43,68%). Embora menos expressivo, São Paulo (20, 42%) e Distrito Federal (13, 40%) também participaram do ganho real registrado pelo salário médio de admissão.
“O crescimento real do salário mínimo é o principal fator para o sucesso econômico do Brasil. O poder de compra do trabalhador faz manter aquecido o mercado interno; e foi o que livrou nosso país da crise econômica que afetou o mundo inteiro em 2009 e ainda causa problemas nos Estados Unidos e na Europa”, lembrou o ministro Carlos Lupi.
Em 2010, os salários médios de admissão cresceram 5,23% em relação ao mesmo período do ano anterior, passando de R$ 788,55, em 2009, para R$ 829,76 em 2010.
Gênero
No conjunto de todas as unidades da federação, os salários médios de admissão no período de 2003 a 2010 evidenciaram crescimento para ambos os gêneros. Conforme os dados do Caged houve um ganho real de 31,79% para os homens e de 25,84% para as mulheres.
“Este ano, o aumento real do salário médio de admissão entre homens ficou em 5,52%, frente o ganho de 4,64% alcançado entre mulheres. O salário entre as mulheres corresponde a 87,64% do salário entre homens”, chamou a atenção Lupi.
Os únicos estados do Brasil onde os salários médios reais de admissão das mulheres superam os dos homens são Sergipe (mulheres R$ 729,76, homens R$ 701,09) e Alagoas (mulheres R$ 654,86, homens R$ 637,48).
Grau de instrução
Comparando o período compreendido entre janeiro e setembro de 2009 e 2010, observa-se que os salários médios de admissão das mulheres passaram a ter maior representatividade nos níveis de escolaridade mais baixos.
Ou seja, quanto menor o grau de instrução, menor é a diferença salarial entre os sexos. Assim, as mulheres analfabetas recebem o equivalente a 93,18% do salário masculino, e as que possuem até o quinto ano completo do ensino fundamental têm 82,03% do salário de admissão dos homens com o mesmo nível de escolaridade.
Na educação superior completa, embora a mulher tenha obtido o maior percentual de ganho real dentre todos os níveis de escolaridade (6,36%) – o percentual masculino foi de 5,96% nesta faixa – ainda há grande diferença salarial entre os gêneros.
Basta observar que a relação do salário feminino está para 61,80% do valor entre homens com mesmo grau de instrução.
Apesar da diferença, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) evidenciaram que essa diferença está sendo diminuída, já que em 2009 a mulher recebia 61,57% do salário de admissão masculino.
por master | 20/10/10 | Ultimas Notícias
As centrais sindicais se reúnem, nesta terça-feira (19), com o ministro Carlos Lupi, do Trabalho e Emprego, para discutir o valor do salário mínimo para 2011. O mínimo atual está em R$ 510 e foi reajustado em 1º de janiero.
“Um aumento de salário mínimo digno é uma forma de distribuir renda”, ressalta o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho da Força [Sindical].
Pelo orçamento aprovado neste ano, o valor do mínimo a ser pago ao trabalhador a partir de 1º de janeiro de 2011, é de R$ 538. As centrais querem um valor entre R$ 560 e R$ 600.
por master | 20/10/10 | Ultimas Notícias
A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 51% das intenções de voto, contra 39% de seu adversário, José Serra (PSDB), segundo pesquisa Vox Populi divulgada, nesta terça-feira (19), pelo portal iG.
De acordo com o Vox Populi, 4% dos entrevistados se declararam indecisos.
Na pesquisa anterior do instituto, realizada nos dias 10 e 11 de outubro, Dilma tinha 48%, contra 40% de Serra. Os indecisos somavam 6%.
Se considerados somente os votos válidos – que excluem os brancos, nulos e indecisos – Dilma tem 57%, contra 43% de Serra. Na sondagem anterior, a petista aparecia com 54% dos válidos, ante 46% do tucano.
O levantamento do Vox Populi analisou ainda o voto religioso. Conforme o instituto, Serra tem 44% das intenções de voto entre o eleitorado evangélico, ante 42% de Dilma. Entre os entrevistados que se declararam ateus, Dilma tem 49%, ante 36% de Serra.
Dilma também aparece à frente de Serra entre os eleitores que se disseram católicos praticantes (54 contra 37%) e não praticantes (55 contra 37%).
O voto religioso foi apontado como um dos fatores que impediram a vitória de Dilma já no primeiro turno da eleição presidencial em 3 de outubro.
O motivo seria uma rejeição dessa classe do eleitorado à suposta posição de Dilma favorável à descriminalização do aborto. Pressionada por setores religiosos, Dilma assinou uma carta na semana passada se comprometendo a não alterar a legislação existente sobre o aborto.
Segundo o Vox Populi, 89% dos entrevistados declararam estarem decididos sobre em quem votarão no dia 31 de outubro, enquanto 9% afirmaram que ainda podem trocar de candidato.
A consolidação é maior entre os eleitores de Dilma, 93%, enquanto entre os de Serra 89% estão decididos.
A pesquisa, realizada entre os dias 15 e 17 de outubro, tem margem de erro de 1,8 ponto percentual para mais ou para menos. O instituto ouviu 3 mil pessoas para o levantamento.